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Descartes

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  1. Simplismo de dicionário. Patriotismo e Nacionalismo não têm o mesmo significado tal como Pátria e Nação também não o têm. Uma versão igualmente simplista para salientar a diferença entre os conceitos é aquela que sustenta que o patriotismo é inclusão (de todos os que pertencem à mesma pátria) enquanto que o nacionalismo é exclusão (de todos os que não pertencem à mesma nação). Tens todo o direito a não concordar. Já me parece um abuso que, não concordando, consideres que os seguidores dessa lógica praticam um "nacionalismo bacoco". Mesmo que estivesses apenas a pensar em patriotismo. Bacoco apenas porque tu não concordas? Aí sim, estás a ser arrogante.
  2. Não é nacionalismo. É patriotismo. O resto é explicado pelo mediatismo. O Jesus não é o Caixinha. O Brasil não é a China. O futebol brasileiro não é o futebol da Arábia Saudita. Tal como tem mais impacto o sucesso relativo do Nuno Espírito Santo em Inglaterra do que o sucesso do Abel ou do Pedro Martins na Grécia. Há coisas que são como são. É claro que é exatamente por isso que é mais relevante. É uma coisa chamada empatia e partilha de identidade. Começa na tua família, passa pelo teu bairro, pela tua cidade e pelo teu país. É da condição humana. Sociólogos, Antropólogos ou Psicólogos explicam-te isso facilmente. É patriotismo e não nacionalismo. O nacionalismo implica xenofobia. O patriotismo não rejeita o outro. Apenas implica que, em situação de confronto direto, preferimos que o nosso compatriota tenha sucesso e que o outro não tenha.
  3. Descartes

    Taça Davis

    Eu fiz o meu post de ontem logo após ter terminado esse jogo. Uma coisa ridícula. Mas eu pensava que os Estados Unidos ainda tinham hipóteses de seguir em frente. E ainda mais a Itália se tivesse vencido esse encontro de pares porque ficavam com 8 sets conquistados (Os USA ficaram com 7). Mas confesso que não li os critérios de desempate. O Canadá está a ser a maior surpresa da prova. Têm superado com grande autoridade a ausência do Raonic e a debilidade do Auger-Aliassime. Devido, essencialmente, à prestação do Pospisil que está a levar tudo à frente. Para quem esteve mais de meio ano parado, caiu no ranking para lá do Top 200, parece que está a jogar o seu melhor ténis de sempre. Neste momento, para mim, são eles os principais favoritos à vitória juntamente com a Espanha. A Sérvia tem uma seleção bastante desequilibrada. O Djokovic garante uma vitória mas o Krajinovic é ultrapassável e o par é mais fraco. A Rússia tem uma equipa mais equilibrada mas quer o Rublev, quer o Khachanov parecem-me mais inconsistentes. E o par também é mais fraco que o dos canadianos se o Pospisil continuar a responder positivamente.
  4. Descartes

    Taça Davis

    Terminou a fase de Grupos. Sem surpresas. GRUPO A A Sérvia resolveu o apuramento logo no 1º jogo com a vitória do Krajinovic sobre o Tsonga. E o Djokovic eliminou a França no 2º encontro ao derrotar um apático Paire. Os quase imbatíveis Mahut/Herbert cumpriram mas não chegou. GRUPO C Também não houve muita história. Logo no 1º jogo o Kohlschreiber resolveu o assunto do apuramento em 1º lugar do Grupo ao derrotar o Jarry. Nos jogos a "feijões" tivemos um dos encontros mais equilibrados até agora com o Garin a conquistar a primeira vitória para o Chile sobre o Struff com os parciais de 67 76 76. O par sorriu aos alemães. Quem se ficou também a rir foram os argentinos dado que a conjugação dos resultados lhes permitiu o apuramento como um dos melhores segundos classificados. GRUPO E Aqui havia "mata-mata". Com o Murray no "banco", avançou o Edmund e cumpriu, derrotando o Kukushkin. Quem voltou a desiludir foi o Evans que não conseguiu capitalizar a vitória no 1º set e claudicou perante o Bublik. Decisão para o par e aqui nem houve discussão. Jamie Murray e Skupski arrasaram com uma vitória por 61 64 sobre os cazaques. QUARTOS DE FINAL Já decorre a eliminatória entre a Austrália e o Canadá. O Kyrgios deve ter acordado mal disposto e foi substituído pelo Millman. O Pospisil agradeceu e colocou o Canadá na frente. Neste momento disputa-se o duelo entre o De Minaur e o Shapovalov. O 1º set foi para o canadiano mas o De Minaur tem praticamente o 2º no bolso. Amanhã teremos um excitante Sérvia vs Rússia; um palpitante Espanha vs Argentina; e um insosso Alemanha vs Grã-Bretanha.
  5. Descartes

    Challengers

    CH 80 - Maia 2ª Ronda Nuno Borges [WC] vs Attila Balazs (HUN) [5] 67 46 3ª Ronda Pedro Sousa [8] vs Riccardo Bonadio (ITA) [ALT] 64 26 57 João Domingues [14] vs Daniel Masur (GER) 76 62 Quartos de Final João Domingues [14] vs Andrea Vavassori (ITA) [Q] Resta o João. E é favorito para o próximo encontro. O Pedro é um dos melhores portugueses da geração mais nova. Com o Manuel Gonçalves, o Hugo Maia, o Tomás Luís, o Tiago Torres, o Miguel Gomes... Foi dos primeiros (ou mesmo o primeiro) tenistas nascidos em 2002 a pontuar para o ranking ATP mas depois disso não evoluiu ao nível de um jogador de topo. Vai fazendo umas coisas nos juniores e mesmo aí está fora do Top 400 no ranking, atrás do Tomás Luís. É daqueles jogadores que deverá estar na calha para rumar aos Estados Unidos no próximo ano ou no seguinte. PS: Já está apurado para as meias finais em Haifa.
  6. 1979. Por alturas da 1ª "visita" do FMI a este cantinho à beira mar plantado. Mas a música teve mais impacto em 82/83. Durante a 2ª "visita".
  7. Descartes

    Taça Davis

    Ponto de Situação com os jogos de hoje. GRUPO A A Sérvia derrotou facilmente o Japão por 3-0. Djokovic e Krajinovic não tiveram qualquer dificuldade em vencer o Nishioka e o Sugita. E ainda deu para o par formado pelos semi-reformados Tipsarevic e Troicki colocarem a cereja no topo do bolo. Como consequência o Japão já ficou eliminado. A França e a Sérvia decidirão amanhã quem passa. O vencedor fica em 1º lugar e o derrotado fica em 2º. A Sérvia está em excelente posição para passar porque, mesmo perdendo, tem grandes probabilidades de seguir em frente como um dos melhores segundos classificados. Na prática basta que o Djokovic ganhe ao Monfils. GRUPO B Já está encerrado. A Espanha ganhou hoje, como se esperava, à Croácia por 3-0. Nadal e Baustista Agut não deram qualquer hipótese ao Borna Gojo e ao Nikola Mektic em singulares, o mesmo acontecendo com o par formado pelo Nadal e o Granollers. Espanha passa no 1º lugar do grupo e a Rússia também passa porque garantiu um dos dois melhores segundos classificados. A Croácia (campeões em título) volta para casa. GRUPO C A Alemanha ganhou por 3-0 à Argentina (Kohlschreiber e Struff ganharam de forma algo surpreendente ao Schwartzman e Pella e o par, embora bastante equilibrado (67 76 76) também caiu para o lado germânico). A Alemanha ficou, assim, em posição privilegiada para seguir em frente. Basta-lhe ganhar um dos encontros amanhã com o Chile para ficar em 1º no grupo. E até pode perder 3-0 desde que conquiste 3 sets. O Chile já está eliminado. Mesmo que consiga ganhar por 3-0 à Alemanha não terá hipótese de ultrapassar a Argentina e não conseguirá ser um dos melhores segundos. A Argentina será provavelmente 2ª classificada no Grupo. Para ficar como um dos melhores segundos precisa de uma conjugação complexa de resultados. GRUPO D Vitória da Austrália por 2-1 sobre a Bélgica, garantindo, assim, o 1º lugar no Grupo e o apuramento. Kyrgios e De Minaur venceram o Darcis e o Goffin e depois os australianos fizeram o mesmo que os canadianos tinham feito ontem: ofereceram a vitória no par aos belgas com uma desistência. Não foi suficiente para salvar os belgas. Na luta pelos melhores segundos ficam atrás da Rússia e dos USA e, assim, também já fizeram as malas. GRUPO E Vitória arrancada a ferros dos britânicos sobre a Holanda. O Andy Murray ganhou ao Tallon Griekspoor num encontro muito equilibrado que só se decidiu no tie-break do 3º set (onde o Murray teve que recuperar de uma desvantagem de 4-1), o Evans não resistiu ao Haase e foi no par, formado pelo Murray mais novo e o Skupski, que a Grã-Bretanha garantiu a vitória. Com isto ficou a Holanda eliminada e amanhã Grã-Bretanha e Cazaquistão decidirão quem segue para os quartos de final. O vencedor passa em 1º lugar do Grupo mas as perspetivas para o derrotado seguir como um dos melhores segundos não são famosas: é necessário ganhar um dos encontros e conquistar mais um ou dois sets nas duas outras partidas. GRUPO F Mais um confronto extremamente equilibrado. A sorte sorriu aos americanos com decisão no par que terminou há minutos. Nos singulares o Fognini fez a sua parte, ganhando ao Opelka mas o Berrettini acusou em demasia a responsabilidade e perdeu com o Fritz. A Itália fica, assim, eliminada e os USA estão na luta para serem um dos melhores segundos. Mas será muito difícil seguirem em frente. Precisam que o Chile ganhe amanhã à Alemanha por 3-0, que a Sérvia ganhe confortavelmente à França sem ceder qualquer set e de um 3-0 no confronto entre o Cazaquistão e a Grã Bretanha. Para amanhã disputam-se os últimos encontros dos Grupos A, C e E e o primeiro confronto dos quartos de final entre a Austrália e o Canadá.
  8. E o Eduardo. Mas em caso de impossibilidade do Rui estou convencido que o Lopes voltaria à seleção.
  9. Descartes

    Challengers

    CH 80 - Maia 2ª Ronda Pedro Sousa [8] vs Javier Marti (ESP) [PR] 63 46 64 Nuno Borges [WC] vs Attila Balazs (HUN) [5] Fábio Coelho [LL] vs Andrea Vavassori (ITA) [Q] 46 16 João Domingues [14] vs Maximilian Neuchrist (AUT) [PR] 75 61 3ª Ronda Pedro Sousa [8] vs Riccardo Bonadio (ITA) [ALT] João Domingues [14] vs Daniel Masur (GER) O Fábio não protagonizou a surpresa. O Pedro teve bastante dificuldade em superar o regressado Marti. E o Domingues teve a tarefa menos desgastante do dia. O jogo do Nuno foi suspenso quando ele vencia por 3-2 no 1º set.
  10. Descartes

    Taça Davis

    O principal destaque de hoje foi o apuramento do Canadá para os quartos de final. O Pospisil e o Shapovalov ganharam os seus encontros e até deu para oferecerem aos USA a vitória na partida de pares por desistência. Amanhã os USA e a Itália tentarão alcançar um dos 2 melhores segundos classificados dos 6 grupos. Se o Canadá já está garantido na próxima fase, a Colômbia é a primeira seleção a ficar arredada da competição. Perderam por 3-0 com a Austrália, não conseguindo ultrapassar o favoritismo do Kyrgios e do De Minaur. E nem sequer o Cabal/Farah, uma das melhores duplas do mundo, obtiveram o ponto de honra. Amanhã Austrália e Bélgica discutirão quem segue em frente. No Grupo B a Espanha passou pela Rússia. O Bautista Agut perdeu com o Rublev mas o Nadal repôs a igualdade derrotando o Khachanov. O par caiu para o lado dos espanhóis. Amanhã, frente à Croácia, a Espanha tem tudo para seguir em frente. A Rússia está também muito bem posicionada para avançar (uma vitória da Croácia dá-lhe o 1º posto; uma vitória da Espanha coloca-os, seguramente, como um dos melhores segundos). À Croácia resta-lhe ganhar por 3-0 à Espanha e rezar para ser um dos melhores segundos. Os outros 3 grupos tiveram hoje os primeiros confrontos. A França ganhou ao Japão mas precisou do par. Se o Tsonga cumpriu, ganhando ao Uchiyama, o Monfils ia deitando tudo a perder ao ser derrotado pelo Nishioka. A Argentina ganhou facilmente ao Chile por 3-0 com o Pella e o Schwartzman a não darem hipóteses ao Jarry e ao Garin. Finalmente o Cazaquistão superiorizou-se à Holanda, com o Kukushkin a vincar o seu favoritismo face ao Van De Zandschulp e o Bublik a ser travado pelo Haase. O par foi favorável aos cazaques.
  11. Ainda dizem que não há coincidências. No dia em que um Zé Mário morreu, outro Zé Mário ressuscitou...
  12. A tua pérola é, desculpa-me a franqueza, a maior de todas. Aliás, nem é pérola: é um perfeito disparate. Desde quando é que ele só é lembrado depois de morto? Ridículo... E o que é que tem se se passaram anos desde a última vez que alguém ouviu uma música dele? Pela parte que me toca ouvi-o constantemente quando mais interessava. E isso é o mais relevante. Tal como o Eusébio não deixou de ser Eusébio porque as pessoas não o viram jogar nos últimos 30 anos da sua vida. Tal como a Amália não deixou de ser Amália quando se tornou quase um martírio ouvir a decadência evidente dos seus últimos anos. Tal como a Sophia não deixou de ser Sophia só porque o último livro que se leu dela foi o Cavaleiro da Dinamarca nos bancos da Escola Primária. Além disso estou certo que na última semana, mês ou ano todos ouvimos bastantes músicos que ele influenciou, produziu, ajudou, ensinou, encaminhou. Ouvi-los também é ouvir José Mário Branco. Ainda que não o saibamos ou não o reconheçamos.
  13. Descartes

    Challengers

    CH 80 - Maia 1ª Ronda Nuno Borges [WC] vs Roberto Ortega-Olmedo (ESP) 61 76 2ª Ronda Pedro Sousa [8] vs Javier Marti (ESP) [PR] Nuno Borges [WC] vs Attila Balazs (HUN) [5] Fábio Coelho [LL] vs Andrea Vavassori (ITA) [Q] João Domingues [14] vs Maximilian Neuchrist (AUT) [PR] Bela vitória do Nuno. A primeira em torneios Challenger. Não vejo a hora de o ver a evoluir a tempo inteiro no circuito. Agora que já terminou o curso espero que ele aposte a sério numa carreira. Não penso que ele tenha condições de chegar sequer ao nível do João Sousa mas acho que tem condições para se firmar durante algum tempo no Top 100. Curioso o emparelhamento do Fábio Coelho que vai defrontar na 2ª ronda o mesmo jogador que lhe ganhou no qualifying. Como os números nem foram muito desequilibrados talvez ele possa protagonizar uma surpresa.
  14. Durou 14 meses o avatar da Aretha. Foi um período calmo para os intérpretes musicais de excecional grandeza que me marcaram. Caiu a ficha agora ao José Mário Branco. Com licença a todos os outros mas o Zé Mário foi, para mim, o único a poder comparar-se ao Zeca e ao Ary naquele período marcante da Sociedade portuguesa da luta contra o fascismo, da celebração da liberdade, da exaltação quase fanática do PREC e do choque com a realidade que sucedeu ao 25 de novembro. O Zé Mário era um dos Grandes. Um dos maiores. E o "FMI" um hino. Que eu sabia de cor. Uma canção carregada de raiva, de emoção, de resistência. De Intervenção! De verdadeira Intervenção política e social. E não consigo conter um sorriso de cada vez que me lembro do "Afinfa-lhe o Bruce Lee" ou do "Lourosa, Lourosa! Marrazes, Marrazes!" Ficámos hoje mais pobres. Mas pelo menos tivemo-lo por cá mais tempo do que os outros dois que partiram quando ainda tinham muito para nos dar.
  15. Descartes

    Young Guns

    O ranking de 18 de novembro registou as seguintes alterações à lista: SAÍDAS O espanhol Pablo Llamas Ruiz porque saiu do Top 1000; O checo Andrew Paulson porque fez 18 anos e está fora do Top 500; O croata Borna Coric porque fez 23 anos e está fora do Top 25. ENTRADAS O americano Zachary Svajda (o tal miúdo anónimo que recebeu um WC para o US Open) porque entrou no Top 1000; O francês Harold Mayot porque entrou para o Top 1000; O americano Sebastian Korda porque entrou para o Top 250. ARGENTINA Juan Manuel Cerundolo - 18 anos - ATP 394 Sebastian Baez - 18 anos - ATP 407 Facundo Diaz Acosta - 18 anos - ATP 498 AUSTRÁLIA Alex De Minaur - 20 anos - ATP 18 Alexei Popyrin - 20 anos - ATP 97 BRASIL Thiago Seyboth Wild - 19 anos - ATP 215 CANADÁ Denis Shapovalov - 20 anos - ATP 15 Felix Auger-Aliassime - 19 anos - ATP 21 Liam Draxl - 17 anos - ATP 873 ESPANHA Alejandro Davidovich Fokina - 20 anos - ATP 87 Nicola Kuhn - 19 anos - ATP 211 Carlos Alcaraz - 16 anos - ATP 494 FRANÇA Ugo Humbert - 21 anos - ATP 54 Corentin Moutet - 20 anos - ATP 83 Harold Mayot - 17 anos - ATP 804 REINO UNIDO Jack Draper - 17 anos - ATP 342 ALEMANHA Alexander Zverev - 22 anos - ATP 7 Rudolf Molleker - 19 anos - ATP 165 GRÉCIA Stefanos Tsitsipas - 21 anos - ATP 6 ITÁLIA Matteo Berrettini - 23 anos - ATP 8 Jannik Sinner - 18 anos - ATP 78 Lorenzo Musetti - 17 anos - ATP 364 Giulio Zeppieri - 17 anos - ATP 383 Flavio Cobolli - 17 anos - ATP 908 NORUEGA Casper Ruud - 20 anos - ATP 55 POLÓNIA Hubert Hurkacz - 22 anos - ATP 37 ROMÉNIA Filip Cristian Jianu - 18 anos - ATP 432 Nicholas David Ionel - 17 anos - ATP 553 RÚSSIA Daniil Medvedev - 23 anos - ATP 5 Karen Khachanov - 23 anos - ATP 17 Andrey Rublev - 22 anos - ATP 23 SÉRVIA Miomir Kecmanovic - 20 anos - ATP 59 Marko Miladinovic - 18 anos - ATP 483 TAIWAN Chun-Hsin Tseng - 18 anos - ATP 309 ESTADOS UNIDOS Taylor Fritz - 22 anos - ATP 32 Reilly Opelka - 22 anos - ATP 36 Frances Tiafoe - 21 anos - ATP 47 Sebastian Korda - 19 anos - ATP 250 Brandon Nakashima - 18 anos - ATP 371 Zachary Svajda - 16 anos - ATP 917 Emilio Nava - 17 anos - ATP 964
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