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Descartes

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Tudo que Descartes publicou

  1. O Genzo a responder ao Catota faz lembrar aquelas comédias surrealistas dos anos 40 e 50...
  2. Sim senhor! Belo jogo de cintura. Caracterizas um comentário meu como contendo uma generalização. Por ser inexistente, eu confronto-te com esse facto. E vai daí, com um invejável flik flak à retaguarda com mortal encarpado, desencantas outro comentário meu, esse sim com uma generalização abusiva, para me encostares à parede. Chapeau, meu caro. Sem qualquer ponta de ironia. Por mim, dou por encerrado este capítulo com um empate.
  3. Nem eu disse o contrário. Aproveitaram as condições geográficas que a insularidade vos confere e aplicaram medidas viáveis para minimizar o risco dos casos importados. O ponto que eu salientei tem a ver com a reação particular do Dragão à notícia de se ter detetado um caso positivo. Havia duas maneiras de reagir. Ou enaltecendo as medidas do Governo Regional que permitiram identificar de imediato o caso positivo, levando ao seu isolamento e evitando a propagação do vírus. Ou apontando o dedo à besta que se meteu no avião estando infetada e criticando as medidas aplicadas na origem. Ele optou pela segunda hipótese. Eu já não percebia o teu entendimento sobre o conceito de "estereótipo", agora fiquei na mesma quanto ao que entendes por "generalização". Eu disse que aquele discurso que o Dragão utilizou é uma ode ao Tio Alberto. Aquele e nenhum outro. Só aquele. E estou, para ti, a generalizar... Está estabilizado mas num patamar acima do que devia. Há duas maneiras de olhar para o "planalto" que estamos a atravessar. Por um lado é positivo porque são números geríveis pelo SNS. Com estes valores de novos casos, internamentos e óbitos não se corre nenhum risco de entrarmos em crise desde que as coisas não descambem. Por outro lado é negativo porque estamos a registar valores acima do que as entidades internacionais, em particular as europeias, definem como aceitáveis. O tal número de 20 novos casos semanais por cada 100 mil habitantes que está a ser utilizado por muitos países para a abertura incondicional das fronteiras implicaria que estivéssemos com valores abaixo dos 300 novos casos diários. Acima dos 300 remete-nos imediatamente para as listas negras dos países que adotaram essa métrica, o que aumenta as probabilidades de agravar a crise económica e dificulta a capacidade de recuperarmos.
  4. Isso não é estereótipo nenhum. O Alberto João usava e abusava desse tipo de discurso. Isso é indesmentível. Mas eu nunca entendi que o Alberto João servia como exemplo para caracterizar o típico madeirense. Nunca o considerei naquela altura como não considero agora. Como não gostava desse tipo de discurso naquela altura, também não gosto quando alguns madeirenses o utilizam agora. Foi apenas isso que assinalei no post do Dragão (ao qual, aliás, nem sequer respondi). Estava a responder-te a ti. Tu disseste que não viste por aqui nenhum comentário que se pudesse associar a esse tipo de discurso. Ok, tudo bem, é a tua leitura. Eu vi isso no post do Dragão quando ele responde ao Burkina, referindo "o belo trabalho que nós fazemos por aqui...". E confesso que a associação a um qualquer estereótipo que o Ronin referiu me baralhou...
  5. Eu já me pronunciei muitas vezes sobre a questão da venda dos 10%. Considero que a proibição da venda é inconstitucional. Por isso acompanho os argumentos do Ricardo Sá Fernandes. Outra coisa é dizer-se que ele credibiliza a questão. Já lá vai o tempo em que ele era considerado um dos melhores advogados cá do burgo. O processo Casa Pia minou-lhe a credibilidade e reputação e ele passou a ser visto cada vez mais como um daqueles advogados que procura processos mediáticos para se valorizar pessoalmente, independentemente das razões das partes que defende. Mais do que ganhar processos interessa-lhe, nesta fase da sua carreira, ir aparecendo nas televisões para não ser esquecido.
  6. Eu sei tudo isso. Só acho que o discurso à moda do Tio Alberto João na sua querela interminável contra os cubanos do continente não é o mais correto.
  7. Estou a defender duas coisas. Primeiro, que não se trate a pessoa infetada como se fosse um criminoso ou um ser asqueroso. Não se conhece nada da história dessa pessoa mas existe uma grande probabilidade de ter sido surpreendida com o teste positivo e de estar neste momento em grande aflição por poder ter alguém na sua família ou circulo próximo igualmente infetada. Alguma pessoa idosa ou fazendo parte de um grupo de risco, por exemplo. Um mínimo de empatia não fazia mal nenhum. É muito improvável que se trate de alguém que já sabia estar infetado e que foi propositadamente à Madeira infetar os madeirenses. Em segundo lugar defendo que a Madeira (e os Açores, já agora) faz parte de Portugal. Como tal chateia-me o discurso com que por vezes resolvem tratar os continentais como estranhos. Claro que isso só acontece quando se sentem prejudicados porque quando se trata de receber parte dos impostos cobrados no Continente são sempre portugueses de gema. Nem a rivalidade pateta entre Porto e Lisboa chega a tanto como o que se ouve e lê de madeirenses e açorianos em relação ao Continente quando isso lhes interessa.
  8. Nós bem podemos fazer cara de zangados com os ingleses e os nossos parceiros europeus por nos colocarem nas suas listas negras, que depois aparecem os madeirenses e açoreanos a lamentar-se por não nos poderem fazer o mesmo...
  9. Sim. As "patas" devem ser as de quem aprovou o procedimento...
  10. E, naturalmente, a pessoa que está doente é retratada como um ser asqueroso.
  11. O Nuno está a ter uma semana muito boa. Vitórias seguidas sobre o João Sousa e o Gastão Elias é um feito para qualquer tenista português. Mas para o outro finalista, o Pedro Araújo, ainda está a ser mais inacreditável. Passou o qualifying com 3 vitórias em 2 dias, depois ganhou ao Luís Faria e perdeu com o Pedro Sousa. Entretanto o Pedro ganhou ao Faria e apurou-se para as meias finais, só que desistiu com um problema na perna. O Pedro foi chamado como lucky loser, estando já em Lisboa para preparar o próximo torneio. Arrancou para o Algarve e 300 km depois entrou no court para ganhar ao Tiago Cação e apurar-se para o encontro decisivo frente ao Nuno.
  12. Passámos na quarta feira os 40 mil casos. Fica aqui a lista dos dias que decorreram até essa marca por parte dos países que já lá chegaram ou quantos decorreram para aqueles que estão com mais de 30 mil.
  13. Sim, deves ter razão. Confesso que naquele período entre o lançamento da Operação Coração e a construção da capela no estádio para satisfazer a Margarida enquanto presidia à Liga de Clubes a mando do Pinto da Costa e nos acenava com o recibo de vencimento com o salário mínimo não fiquei com grandes memórias sobre decisões desportivas que tenham sido tomadas.
  14. E não voltou atrás pelo seu amor ao Benfica. Foi uma mala cheia de notas que o Jorge Brito conseguiu arranjar juntamente com um contrato vitalício.
  15. Chegámos à última tabela. A lista dos tenistas mais velhos que já disputaram uma final Future. O Takao Suzuki é o líder. Jogou uma final com mais de 40 anos. Mas a posição não está segura. O Jaroslav Pospisil, com 39 anos acabados de fazer, disputou uma final em 2020, pouco antes do circuito ser interrompido. Ainda está aí para as curvas. Mais dois anos e derruba o Suzuki. Essa final do Pospisil é muito interessante. Foi a final que o Luca Nardi ganhou. É com certeza a final de torneios oficiais de Ténis com a maior diferença etária entre os dois finalistas. O Nardi com 16 anos e o Pospisil com 39. Ganhou o Nardi e passou a ser o 14º tenista mais novo a ganhar um Future. Perdeu o Pospisil e passou a ser o 2º tenista mais velho a disputar uma final.
  16. Entendemos geralmente os torneios Future como estando destinados aos mais jovens tenistas. É quase sempre assim. Mas isso não invalida que haja veteranos que por lá continuem a competir. Gente que não quer pensar na reforma e que vai adiando o abandono dos courts. A lista dos jogadores mais velhos a vencerem Torneios Future traduz essa realidade. Houve pelo menos 20 tenistas com mais de 34 anos a ganhar torneios Future. E o mais velho de todos é o japonês Takao Suzuki que, com mais de 38 ainda dava cartas no circuito que tem como objetivo servir de rampa de lançamento para os jovens talentos. Nesta lista também aparece um português. O Fred Gil que vem adiando a inevitabilidade da reforma. Talvez a COVID tenha posto um ponto final na sua carreira, quem sabe? Com a sua vitória em São Brás de Alportel no ano passado ele conseguiu, quase com 34 anos e meio, entrar na tabela dos mais velhos para o 17º posto.
  17. Os mais jovens finalistas em Futures à data da final são liderados pelo sul-coreano Duckhee Lee. Mais conhecido por ser o primeiro surdo no circuito profissional de ténis, tem também este feito para se orgulhar. Não houve ninguém mais novo do que ele a disputar uma final num Future. É uma lista curiosa porque nos lugares de topo estão tenistas que perderam a final que disputaram. O Gasquet só aparece em 6º lugar. O Lee, o Zverev, o Auger-Aliassime, o Tomic e o Rublev disputaram finais ainda mais novos mas não as conseguiram ganhar. Nota ainda pela presença, pela primeira vez nestas listas, de um tenista português. O Gastão Elias que, 3 meses depois de celebrar o seu 16º aniversário, já disputava finais Future. E em Espanha. Perdeu esta final para o Adrian Menendez-Maceiras. É neste momento o 15º tenista mais novo a ter disputado uma final Future. Sim, aos 16 anos considerava-se que o Gastão teria uma carreira recheada de sucesso. Era uma das maiores promessas do ténis mundial. Aliás, quando ele chegou a esta final passou a ser o 5º mais novo a consegui-lo. Mais novo que ele, a essa data, só tinham chegado o Gasquet, o Ancic, o Djokovic e o Nadal. Dos 5 foi o Gastão quem teve a carreira mais discreta. E embora ainda esteja em atividade é altamente improvável que consiga bater os registos sequer do Ancic que chegou a ingressar no TOP 10 do mundo.
  18. Passemos à lista dos vencedores de Futures mais novos, contados pela data em que conquistaram os torneios. Esta seria sempre uma categoria à medida para o Michael Chang, não se desse o caso dos Futures terem aparecido quando ele já tinha 25 anos. Assim sendo o ceptro passa para o outro rapaz prodígio: o francês Richard Gasquet que venceu o seu 1º torneio dois meses antes de completar os 16 anos. Mas não foi fácil. A diferença para o Mario Ancic são dias. Basta olhar para a lista para perceber que a passagem pelos Future não foi descurada pelos melhores tenistas do mundo. Na lista dos mais novos a vencer aqui torneios estão cá todos: o Nadal, o Djokovic, o Murray, o Del Potro... Só falta o Federer. Esse não se sentiu tentado a participar neste tipo de torneios. Tinha 16 anos quando eles apareceram e orientou a sua carreira à moda antiga: diretamente para os Challengers. Duas notas adicionais: 1 - Metade dos 20 mais novos a conquistar um Future fizeram-no de 2013 para cá. E em 2013 estamos a falar do Rublev e do Coric que já figuram no topo do circuito profissional mas ainda são bastante jovens. É sinal que as gerações mais recentes têm qualidade extra. 2 - A curiosidade do primeiro título do Berankis, 18º mais novo de sempre a conquistar um Future, ter sido alcançada em Albufeira.
  19. Quanto aos mais novos finalistas em torneios Futures, pela sua data de nascimento, a lista acrescenta mais uma mão cheia de jovens talentos promissores da atualidade. A começar pelo líder que é, neste momento, o mais novo tenista a ter disputado uma final num torneio oficial a contar para o ranking ATP: o americano Martin Damm.
  20. Como é de esperar, a lista dos mais novos vencedores de torneios Future considerando a data de nascimento está preenchida com as mais jovens promessas do ténis mundial da atualidade. Os 20 primeiros são todos teenagers. A lista é encabeçada pelo italiano Luca Nardi, que venceu um torneio nas últimas semanas antes do encerramento do circuito devido à COVID. Os italianos, aliás, estão em força nesta lista. Eles aparecem carregados de novos jogadores com talento, a começar pelo Jannik Sinner, já TOP 100 mundial. E também os espanhóis, comandados por um já conceituado Carlos Alcaraz, o mais recente "novo Nadal".
  21. A lista agregada dos finalistas em torneios Future não é liderada pelo Ouahab (que ganhou muitas finais e perdeu poucas) nem pelo Gallardo-Valles (que perdeu muitas mas ganhou poucas). É o bósnio Aldin Setkic quem leva a taça porque tem uma relação perfeitamente equilibrada entre finais vencidas e perdidas (27 de cada).
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