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  1. Adormeci antes de começar a corrida e estou a ter dificuldades em entender o que se passou com o Hamilton. Como raio se viu ele tão para trás, tanto em relação ao Bottas como ao Vettel?
  2. Transfiro 100 euros para o NIB que me indicares se me explicares, por A mais B, onde é que está o meu exercício de "achismo" no último post que fiz neste tópico. Claro que foi. Isso foi o que eu disse desde o Verão: que se a opção pelo Keizer começar esta temporada foi tomada, então, para o bem ou para o mal, seria para fazer a época. Trocar de treinador após o início da época seria um potencial desastre, quer porque não havia grandes opções no mercado, quer porque as disponíveis poderiam não o ser de facto para o Sporting, por diversos motivos que poderiam ir desde a falta de interesse das mesmas ao custo incomportável que implicariam. Mas claro, na altura havia quem quisesse a cabeça do homem à força e nem pensaram bem no assunto. Alguns ainda por aí andam, mas agora revoltados por se ter despedido o Keizer e/ou por as alternativas ao mesmo não serem do seu agrado. Ora pois... E porque é que o Sporting tinha de contratar o Sétien? O homem poderia não corresponder ao perfil desejado, exigir um vencimento acima daquilo que o Sporting poderá dispender ou até ter feito exigências que considerava essenciais para executar o seu trabalho, mas que o Sporting não estava disposto, ou não podia, ceder. Seja como for, facto é que não foi opção. O que não significa que isso prove que o Sporting queria fazer do Leonel Pontes treinador principal; apenas que o Sétien não era uma opção em cima da mesa ou que, se o foi, não agradou. Existirão explicações infinitas para explicar o porquê da demora na contratação de um novo treinador. Poderá ter sido porque ninguém queria vir; por os que queriam não agradavam, por exigirem muito ou por não reunirem o perfil desejado; porque queriam ver se o Leonel Pontes pegava; porque queriam esperar pelo Leonardo Jardim, como se falou por aí; porque o Varandas é supersticioso e achava que dava azar o novo treinador estrear-se antes da noite de Lua Nova... A verdade é que nós não o sabemos. Temos as nossas opiniões, poderão até estar certas, mas objetivamente não sabemos. Mas estamos a assumir como factos as nossas especulações. Repara que em nenhum momento refiro que a ideia não passou por fazer do Leonel Pontes uma espécie de Bruno Lage do Sporting - até é uma das explicações que melhor assenta para explicar aquele mês de Setembro... mas continua a ser especulação. E o meu problema atual com as discussões neste tópico, e noutros que envolvam assuntos relacionados com o Sporting, continua a ser esse. Os rumores são todos verdadeiros, os boatos assumidos como certos, as teorias saídas de uma mão cheia de nada transformam-se em factos inequívocos. Longe vai o tempo em que o pessoal desdenhava das notícias que saíam na imprensa; hoje, elas são todas verdadeiras. Mesmo quando se contradizem umas às outras. O Sporting é hoje o clube das mil verdades.
  3. Só se explica dessa forma? Não há mesmo mais nenhuma explicação no mundo que possa explicar a demora na contratação de um novo treinador? Tens a certeza? Pah, como já o demonstrei e justifiquei anteriormente, estou a ficar exausto com os "achismos" dos sportinguistas. Factos, falemos de factos. Foi anunciado como treinador principal de pleno direito? Foi anunciado que o seria até ao final da época? Assinou novo contrato? Foi demitido após o Silas ser contratado? Há uma resposta sim a alguma das questões? Se não, então estamos a falar de (mais um) "achismo". Que é perfeitamente legítima que se tenha, eu também os tenho, mas não os assumo como factos.
  4. Ah, ainda andamos na parte em que se acredita que o Leonel Pontes foi mais do que um treinador interino. Ok, ok. Pensei honestamente que fosse outro nome que me tivesse escapado pois já não me lembrava que havia quem acreditasse nessa parvoíce.
  5. Dois minutos na Qualificação e o Kubica já transformou o Williams dele numa pilha de sucata. Qualificação retomada, mais dois minutos e o Magnussen decide dançar o vira no mesmo local. Duas red flags em cinco minutos, porra.
  6. Obviamente que não és menos do que quem quer que seja. És um cidadão da República Portuguesa. O teu voto, independentemente do sentido do mesmo, vale o mesmo que o do Presidente da República. Agora, discordo em absoluto do segundo parágrafo. Estamos a tentar colocar em pé de igualdade um líder partidário, agora eleito deputado da Assembleia da República Portuguesa, cuja voz tem alcance nacional e que inclusive tem responsabilidades enquanto comentador televisivo e que tem acesso a plataformas de alcance nacional que lhe permitem chegar a todos os portugueses, com as opiniões que utilizadores anónimos professam num fórum de reduzida, quase inexistente, dimensão mediática? É que quando se analisa um discurso, tem de se aferir bem o alcance mediático de quem o professa. Eu posso reclamar que gente como ele não deveria ter chegado a deputado - é a minha opinião, de facto. Não digo que deva ser impedido de o ser, afinal conquistou o seu mandato porque um número suficiente de portugueses votou nele para ser o seu representante durante os próximos quatro anos. Ainda assim, tenho a plena liberdade de dizer que preferia que não tivesse sido eleito. Estou a ser radical? Talvez, mas é a opinião de alguém cuja voz tem um alcance tão curto que seja a roçar a inexistência. Ele, não. O facto de ele defender medidas extremistas já dentro daquilo que é o conceito de extrema-direita - e por mais que ele tente autoproclamar-se "direita moderna", "direita nova" ou "direita alternativa", a verdade é que ele está dentro da extrema-direita e nem é por pouco, é mesmo com os dois pés bem lá enterrados - possuindo alcance mediático para chegar a todos os portugueses faz dele radical. E não só radical - um radical perigoso. Não há aqui equiparação possível. A responsabilidade pelo teu discurso é tão maior quanto o alcance do mesmo. É completamente irrelevante se o meu (ou o teu) discurso é radical quando o nosso raio de influência tende para o zero. Mas no caso dele, ele tem responsabilidades acrescidas e o seu discurso é definitivamente radical. Por isso é que ele ser radical é um problema, enquanto haver radicais no CMPT... meh. Só uma nota à parte: ele toca na ferida? Não; ele cria a ferida, infeta-a e ainda volta para a impedir de cicatrizar. Diz verdades? É capaz; há ciganos que recebem Rendimento Social de Inserção e não trabalham. Mas não é isto que ele diz, pois não? Ele não diz que "há ciganos..."; ele diz que "os ciganos...". Para uma pequena diferença, mas é do tamanho do mundo. Ele não se predispõe a acabar com os casos de usufruto incorreto do RSI, sejam ciganos ou de outra etnia; ele fala claramente nos ciganos como entidade coletiva, significando não a parte, mas todos eles, não fazendo a distinção entre os que o merecem e os que não o merecem, criando uma diferença de tratamento entre ciganos e os outros. Os ciganos, independentemente de serem justos usufrutuários do RSI ou não, são enquanto grupo étnico alvo do seu discurso. No entanto, outros que também recebam abusivamente RSI não merecem o mesmo tratamento no seu discurso. A questão do racismo e da xenofobia reside aqui. É a diferença entre querer terminar com os abusos nas subvenções do RSI, entre os quais alguns que calham ser ciganos, ou querer limpar as subvenções dadas aos ciganos porque, bem, eles são ciganos. É um discurso racista na sua essência e populista na forma. E percebe-se facilmente o porquê do mesmo: atacar um grupo étnico minoritário, com o qual a maioria dos portugueses não se importa e com os quais até têm assuntos recalcados, atrai votantes; expandir o alvo a outros usufrutuários do RSI de grupos étnicos maioritários, que até pode calhar ser um filho, primo ou amigo teu, tira votos. Por isso digo que é um discurso populista na sua forma, e racista na sua essência. Diz verdades? Há de dizer algumas na forma, mas se procurares bem a essência, o sumo do discurso, descobres que ele mente por omissão. Sim, há ciganos a receber RSI, mas não são a maioria e nem todos, talvez nem a maioria, o recebem abusivamente. Mas esta parte ele não diz: mente por omissão. Começa a tomar atenção ao que ele não diz, e menos ao que lhe sai da boca, e vais ver se não tenho razão. O pior género de mentiroso é o que molda a verdade para esconder a mentira dentro dela.
  7. A imprensa portuguesa andou toda contente a noticiar as vitórias do Almería do Pedro Emanuel, mas entretanto calaram-se. Não sei se terá a ver com o facto de terem três empates e duas derrotas nos últimos cinco jogos... Já vão a seis pontos da liderança (e têm mais um jogo do que o líder) e correm o sério risco de cair para o 5o lugar.
  8. Continuo com a ideia que muitos dos votos em ambos provêm de eleitorado natural do CDS e do PSD que escorregaram para esses partidos pelo estado miserável destes dois últimos. Na altura não pude responder, mas houve malta a comentar um post meu dizendo que não concordavam que Iniciativa Liberal e Chega fossem partidos da moda. Não era isso que eu queria dizer, e se foi a ideia que ficou, fiz-me entender mal. Ambos têm eleitorado significativo, mas julgo que estes resultados foram inflacionados pelas lideranças amorfas de CDS e PSD. Foi um contexto favorável para ambos: são novidade, trazem uma mensagem diferente e aproveitaram o estado miserável dos principais bastiões de Direita. Daqui em diante pode acontecer muita coisa e não é possível prever o quê ao certo. Podem ganhar ainda mais eleitorado se tiverem boas prestações na Assembleia; podem roubar ainda mais força aos dois estarolas da Direita se estes continuarem a dar tiros nos pés; podem perder força se estes se reerguerem com lideranças condignas... Nunca pensei dizer isto, mas por esta altura até torço para que CDS e PSD se reencontrem e recuperem alguma da sua força. Não são da minha área política, mas constituem importantes tampões ao crescimento da direita neo-liberal, populista e/ou proto-fascista. E claro, prefiro sem pensar duas vezes ver governos de direita no futuro do que assistir ao crescimento desta gente. Portugal precisa de uma Direita forte que impeça o crescimento da extrema-direita.
  9. Além disso, deve ser mais vantajoso para a Banca conseguir garantir um meio termo que permita ao clube cumprir com uma parte das suas obrigações do que estrangulá-lo de forma a que este não consiga cumprir com qualquer uma delas.
  10. @Ricardo Pinto, por muitas voltas que dês ao discurso, todo ele exalta vingança. Nada do que disseste dá sequer o mais pequeno sinal de ponderares algo como justiça; apenas vingança. Não te critico, nem tenho esse direito, muito menos sabendo por alto da situação em particular que te leva a tal. Se calhar, no teu lugar estaria na mesma posição que tu. Mas também é por isso que a Justiça é entregue a quem não esteja emocionalmente corrompido com casos particulares, tal como é por isso que invocar casos particulares para defender aplicações gerais de Justiça é uma falácia argumentativa.
  11. Não necessariamente, embora muitas vezes seja com um intuito semelhante, sim. Normalmente, a utilização de expressões desse género demonstra que o seu autor, apesar de estar a defender algo ou alguém, não quer ficar conotado com esse algo ou alguém. Isto é particularmente interessante, pois denota que quem o faz pretende defender a causa em questão, mas sem estar associado a ela. Ora, uma pessoa só tem vergonha de assumir que concorda com determinada opinião, e por isso sente necessidade de ressalvar que não votou em X, não é apoiante de Y ou não defende Z, quando tem a percepção do quão descabida é essa opinião. Quem não tem problemas com isso, normalmente não procura subterfúgios para se distanciar da mesma. Isso foi bem visível no CMPT nos meses quentes de 2018, e em alguns casos já em 2019. Quantas vezes não se viu por aí malta a defender o Bruno, ou a realçar que ele fez X ou Y bem, terminando sempre ressalvando que "nem é apoiante do Bruno de Carvalho"? Ou para se distanciarem porque de facto não o apoiavam, ou por vergonha de dizerem que o apoiavam, houve muita gente a sentir necessidade de o afirmar. Agora, não estou a dizer que o Flanders secretamente apoia as posições do Chega ou que votou no sujeito, apenas a referir que, num sentido lato, tenho visto muita gente a comentar em várias plataformas que terminam as suas intervenções dessa forma depois de defenderem posições, acções ou intervenções de Venturas, Trumps e Bolsonaros. Nunca ninguém o é, mas depois os votos aparecem nas urnas. Pelo menos esses ainda têm consciência daquilo que estão a defender e ainda há esperança para eles.
  12. Se eu tivesse uma nota de cinco euros por cada comentário que leio que termina com esta frase e variantes...
  13. Desculpa lá, mas isso é um monte de disparates. Isto é o CMPT. Literalmente ninguém da Direcção, equipa técnica ou plantel do Sporting aqui anda, portanto não é por partilhares aqui vídeos da carreira do Matheus Pereira a cada sete dias que o Sporting fará diferente daqui a um ano. Pelo contrário, isto vai é chatear o pessoal que, a certo pontoz vão começar a cansar-se de apanhar sempre a mesma conversa, sempre a mesma discussão e sempre os mesmos argumentos over and over, and over, and over again... quando não somos nós aqui que vamos ter algum poder decisivo sobre o que aconteceu. O teu discurso fará sentido em várias plataformas, mas o CMPT não é uma delas.
  14. Ou então para arrombarem as patarecas com mais frequência, a ver se andam mais calmos.
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