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Refutador

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  1. Mais uma vez, foi notória a incompatibilidade entre o Bruno e o Vietto durante esta primeira parte.
  2. O pessoal está em negação, mas falta treinador a esta equipa. Acho que isso entra pelos olhos dentro desde o último terço da época passada, pelo menos...
  3. O Messi já demonstrou inúmeras vezes que consegue "carregar uma equipa" (aliás, é quase ridículo estar sequer a discutir isso em pleno 2019), mas, para mim, o exemplo mais flagrante dessa capacidade é mesmo o que ele fez pela Argentina no Mundial 2014. Nunca na vida aquela Argentina completamente disfuncional tinha chegado à final sem ele e faz-me genuína confusão que se continue a olhar para a participação do Messi nesse Mundial como algo menor. É que já nem vou entrar na discussão subjectiva da qualidade exibicional. Facto para os maníacos das estatísticas: o homem que "passou ao lado do Mundial" esteve envolvido em 6 ou 7 dos 8 golos da Argentina na prova...É muita fruta.
  4. O Iniesta coexistiu sempre com outros jogadores extraordinários, quer no Barcelona, quer na selecção espanhola, por isso nunca conseguiu ter aquela aura de one man show que o Zidane tinha. E essa sensação, eventualmente, pode levar as pessoas a considerar que o Zidane o superou. Mas, em termos puramente qualitativos, acho que estão os dois ao mesmo nível. E eu acho o Zidane o melhor jogador da era pré-Messi, por isso este é mesmo o melhor elogio que consigo fazer a um jogador. Como é que isso é um elogio?
  5. Talvez, mas, curiosamente, não referiste um atributo fundamental para que o Messi seja o monstro que é: tomada de decisão. Ou compreensão do jogo, se preferires. Quando, por força da formação e das experiências diferenciadas que tiveste como jogador (Pep Team...), compreendes o jogo como ninguém e ainda tens a capacidade para, tecnicamente, executar tudo aquilo que pensas, isso dá-te uma gama de recursos com que podes mudar as coordenadas de um jogo absolutamente incomparável. É o que acontece com o Messi. No seu auge, consegue ser simultaneamente o melhor driblador que existe, o melhor playmaker que existe, o melhor finalizador que existe, o melhor marcador de bolas paradas que existe. Não houve ninguém, pelo menos que eu tenha visto, que conseguisse ser tudo isto ao mesmo tempo. Nem Ronaldo, nem Zidane, embora admita que, se as suas carreiras tivessem seguido outro rumo, eles pudessem lá ter chegado. Mas pronto, estamos a falar de deuses do futebol. O nível é de tal forma estratosférico que é mais uma questão de detalhes do que outra coisa.
  6. Em relação ao excesso de peso do Hazard, é incompreensível para mim como é que um jogador deste nível, depois da transferência de uma vida e em que tinha todo o interesse em começar a pré-época a todo o gás para se afirmar rapidamente como grande figura da equipa no pós-Ronaldo, se apresenta para treinar nessa forma física lastimável. Por estas e por outras é que há Ronaldo e depois há os outros. Não há pai para ele.
  7. Foste tu que usaste essa expressão? Sinceramente, não me lembrava de quem tinha sido, mas sabia que tinha lido isso aqui. Com a ressalva de que pouco vi do jogador, até estou tentado a concordar com o bold, mas o meu principal problema de chamar "cepo de grande proporções" ao Thierry é que assim fico sem saber o que chamar ao Schelotto...
  8. Por acaso, até não fiquei com uma má primeira impressão do Thierry (foi o primeiro jogo que vi dele). Claramente não tem um talento por aí além, mas também não me pareceu, de todo, "um cepo de grandes proporções", como já li aqui. Mostrou tranquilidade com a bola nos pés e, só pelo facto de não ter feito aqueles passes de m*rda ao longo da linha lateral a queimar o extremo e de se ter preocupado quase sempre em jogar com quem vinha receber dentro, já gostei. O Borja, por exemplo, que é um lateral com um perfil semelhante, não toma o mesmo tipo de decisões com bola. Enfim, vamos ver como evolui. Para já, podia começar por jogar na Supertaça, porque não estou a ver nenhuma solução melhor de momento. De resto, não percebo grande parte das críticas ao Raphinha e sobretudo ao Vietto, o Plata tocou meia dúzia de vezes na bola mas deu-me logo tesão e ver o Matheus Pereira ser empandeirado outra vez - seja lá por que razão for - para ficar com o Diaby no plantel é de deixar um gajo desanimado.
  9. O Rafael Leão é um talento extraordinário. E eu tenho sempre bastante cuidado com as afirmações que faço, mas até digo mais: é bem capaz de ser o maior talento a sair da Academia desde o Ronaldo. Tem todas as condições para chegar ao topo. Só espero que não se deslumbre e que tome boas decisões em termos de carreira.
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