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Syn

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  1. o englobamento obrigatório dos rendimentos de capitais e prediais parece-me uma boa medida de justiça social.
  2. Jesualdo ainda quer treinar ou está feliz no programa com a Sofia?
  3. O resultado dos Cs é a prova do que se anda a falar há muito tempo. O centro-direita perde o eleitorado quando começa a tomar posições de extrema-direita. Para quê votar na imitação quando se pode votar no original?
  4. O Sporting faz das piores primeiras partes que me lembro e vocês a cascarem nos adeptos lol. As pessoas pagam para ir lá ver este nojo, acho bem que se manifestem.
  5. que plantel de craques enfim renan, rosier, coates, neto, borja, doumbia, eduardo, bruno, bolasie, vietto, jese
  6. às vezes mais valia um gajo estar calado. Diana Duarte é muito gostosa
  7. espera aí bro, deixa meter o código no site e já copio para aqui ENTREVISTA Joacine Katar Moreira Deputada do Livre “Há intelectuais a legitimar o ódio” FacebookTwitterE-Mail TEXTO CAROLINA REIS FOTO ANA BAIÃO Éa nova estrela da política nacional. A entrada de Joacine Katar Moreira no Parlamento motivou uma chuva de críticas devido à sua gaguez, de quem considera um entrave ao seu trabalho. Mas também várias manifestações de apoio, como a carta aberta que várias personalidades publicam nesta edição do Expresso. Depois do projeto de resolução da trasladação de Aristides de Sousa Mendes para o Panteão Nacio­nal, a deputada do Livre vai dedicar-se a alterar a lei da nacionalidade. E promete fazer “imensas exigências” ao Governo na negociação do Orçamento do Estado. Quando se falou da polémica com o colunista do Expresso Daniel Oliveira, respondeu: “Não me irrite, a sério. Não insista.” Tal como na vida, a deputada gaguejou na entrevista, mas não no pensamento. Quando se fala de Joacine, fala-se de representatividade. Quem é que representa? Representatividade é a necessidade de a Assembleia da República ser a imagem das nossas sociedades, que têm indivíduos de diferentes origens, formações, religiões, pertenças identitárias, etnias. Uma verdadeira democracia é a que é representativa. De uma maneira simbólica estou a representar as mulheres negras, os homens negros, as mulheres em situa­ções de empobrecimento, os homens em situações de empobrecimento, os investigadores com uma vida instável. Represento as pessoas reais. O que é o “pontapé no estaminé”, que se tornou um slogan da campanha? Abrir alas para uma maior representatividade, mas também uma verdadeira revolução na maneira como se faz política em Portugal. Está relacionado com o facto de eu ser candidata número um, mulher, de origem africana, de origem humilde, que gagueja quando fala. O nosso “pontapé no estaminé”, afinal, está a ter um efeito muito mais intenso do que estávamos à espera. Anda uma euforia nacional, de indivíduos com alguma influência, visibilidade, capacidade intelectual a entrarem em defesa absoluta do estaminé. O que é o estaminé? É manter as coisas como estão. Fala de quem considera a sua gaguez um entrave para ser deputada? É uma maneira de silenciar. Todos esses artigos e comentários, desde os de ódio aos de ridicularização absoluta, têm como único objetivo implementar políticas de silenciamento. De deixar-me num estado de nervosismo, calamitoso, arrasar a minha autoestima. Acham que vão arrasar com a minha capacidade de me impor politicamente. Estes indivíduos não permitem que eu tenha a hipótese de os representar. Rejeitam isso. Ainda vai insistir nisto [Daniel Oliveira]? Não me irrite, a sério Está a referir-se ao artigo de Daniel Oliveira, a semana passada no Expresso, em que criticou a conversão do Livre à agenda identitária? Estou-me a referir a imensos artigos, houve outros em vários órgãos de comunicação social. É uma maneira de usarem a democracia, de usarem o direito à opinião, a liberdade de expressão, para atacarem os valores da democracia, exigindo que alguém eleito democraticamente seja excluído. Olho-os da mesma maneira que olharia os monárquicos no advento do republicanismo. Não há uma “biografização” da sua agenda política? Reproduzir Vídeo Não uso a minha história pessoal, mas a minha história pessoal não tem exagero nenhum. Se é mais interessante do que a de algumas pessoas que não tiveram de sofrer imensamente, não sou responsável por isso. A minha história origina curiosidade, partilhas, mas se não originasse os media não tinham o mínimo interesse, são eles que insistem em ouvir a minha história. Isto não é pessoalização, é a minha verdade. Tal e qual se ensinou, o pessoal é político. O político é que tem de ser pessoal. Mas não acha que exagerou na resposta que deu a Daniel Oliveira no Twitter, associando-o à direita e extrema direita? Ainda vai insistir nisto? Não me irrite, a sério. Não insista. Fez quatro perguntas a insistir num indivíduo sobre o qual é óbvio de que não quero falar. E não foi o único, houve imensos. O objetivo não é irritá-la, mas a vossa discussão gerou uma grande polémica. Não é hábito dar respostas nas redes sociais aos artigos que me criticam ou aos comentários de ódio. Fiz a campanha inteira a evitar entrar nisso, só que abri uma exceção. Já se arrependeu? Reproduzir Vídeo Após imensos meses... olhe houve uma hora em que olhei e disse ‘é pá’ não pode ser. Isto é um exagero, é uma manipulação absoluta, é uma injustiça. Ando a receber mensagens inqualificáveis online. Estes artigos de opinião, do arauto de capacitismo, estes intelectuais, estes diretores de jornais, estes editoriais estão a dar legitimidade a este ódio. Dizem às pessoas: “Continuem a insultá-la porque ela é que está a pessoalizar isto, porque ela gagueja, ela sabe muito bem que não pode estar onde está, porque ela é uma arrogante.” Nunca respondi com ódio a comentários de ódio, nem com ansiedade, nem com raiva, às vezes, até sou irónica. O que verdadeiramente me incomoda são estes artigos mascarados de análises. Houve um ordinário que até meteu a minha gaguez no artigo, e era um indivíduo que eu respeitava. Isto é incitamento ao ódio. É abrir a torneira da intolerância, do racismo, da xenofobia, da discriminação. A ironia é que muitas destas pessoas são antifascistas. Está a falar de quem? Reproduzir Vídeo Não vou sequer referir-me a ele. [Trata-se de Ferreira Fernandes, diretor do “Diário de Notícias”, na crónica “À espera de Joacine, a deputada”, onde escreveu a gaguejar em frases como, por exemplo: “refefefeferir a isto...”] Depois da transladação para o Panteão de Aristides de Sousa Mendes, vai apresentar um projeto de lei para alterar a lei da nacionalidade? Reproduzir Vídeo Felizmente, o BE já avançou com um projeto, que iremos validar, mas isso não nos vai impedir de apresentarmos o nosso próprio. Tem sido uma das nossas bandeiras importantíssimas, não apenas para que quem nasça em Portugal seja, automaticamente e imediatamente português, mas da nacionalidade retroativa a quem nasceu entre 1981 e 2006. O facto de o BE ter apresentado a iniciativa logo na tomada de posse é uma reação à sua eleição? É uma reação a uma necessidade óbvia. Houve outras oportunidades que o BE não usou, nem sequer mediaticamente. Mas é útil e ótimo que o façam hoje. O que está em cima da mesa para aprovarem o Orçamento do Estado? Questões relacionadas com justiça social e justiça climática. É importante verificar qual será o orçamento para o combate às alterações climáticas e de que maneira irá ser gerido. A proposta de aumento do salário mínimo [€750 até 2023] do PS não deveria ser a proposta final, defendemos que fosse aumentando para os €900 até ao final da legislatura. E não pode estar refém de uma concertação social, precisa de estar relacionado com uma efetiva vontade política. Também está em cima da mesa a alteração da lei da nacionalidade, claro. Mas também um investimento na universalização da saúde mental. E a habitação é fundamental: a inflação atingiu valores estratosféricos, e é necessário investimento do Estado em habitação pública. Iremos efetuar imensas exigências. Pensa ter alguma iniciativa com as outras deputadas afrodescendentes? Estamos ainda no início, a conhecer o regimento, mas mal haja oportunidade irei contactar a Beatriz (BE) e a Romualda (PS) que são duas mulheres que conheço. Há muito mais que nos une do que nos separa.
  8. Eu sei que não insultou nem chamou filho da p*ta a ninguém, mas já não é tempo da moderação fazer alguma coisa em relação às provocações deste usuário? O contraditório não me chateia, só me aborrece que ele não faça mais nada para além de criar mau ambiente.
  9. Syn

    Alguém Sabe?

    dou 10 paus e pago os portes se quiseres vender. bgd ilidio
  10. Syn

    Alguém Sabe?

    na boa bro, fica para a próxima
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