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noikeee

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  1. Fds estes últimos 10 minutos tão a ser um hino ao futebol. Parece que tou a ver um jogo da League 1 ou do campeonato escocês de há 20 anos atrás.
  2. Mudo de canal e o Loum faz um passe directo do meio-campo para o GK do Boavista. Comentador: "é verticalidade". Ok.
  3. Eu já cheguei ao ponto que não me importo e tou a ver a Juve, depois quando acabar vou mudar mas é porque não tem mais nada a dar, simplesmente não tenho vontade nenhuma de ver.
  4. Ganda golo. Que m*rda de qualidade de imagem é esta, parece que a câmara tá meia embaciada e que tem pouca luz no estádio.
  5. Algum artigo por aí que faça um resumo rápido da situação política e das forças políticas que vão hoje a votos em Espanha? Eu sei o que é o PSOE e o PP, tenho vaga ideia do que é o Podemos e o Vox, tenho consciência da situação na Catalunha, mas não tou muito a par das eleições de hoje, das possíveis coligações e dos outros novos partidos que tão aparecendo.
  6. Não ando a ver os jogos do Braga, mas pelo pouco que vi acho que não falta muito para o Trincão se afirmar de forma sólida.
  7. Nop, aparentemente não foi para a cova com o Salazar. Tenho um antigo colega de escola no meu FB que até livros escreve e publica sobre o regresso do Quinto Império A este ponto vocês tão a começar a ficar seriamente preocupados com que tipo de gente eu me dou.
  8. Podíamos criar uma nova secção do forum para o Catota e o Che se trollarem um ao outro sozinhos. Espero que tenhas razão, é possível mas não me parece provável... O Trump chegou ao poder praticamente só com soundbytes. Claro que a partir de ganhar as primárias teve um partido enorme com uma estrutura mais do que estabelecida a apoiá-lo, mas mesmo assim...
  9. Nop tenho outra vez mais uma série de conhecidos a partilharem o vídeo do Ventura hoje... pelo menos 2 já vi.. não são bots que já falei com eles cara-a-cara E isto é de pessoal que eu não esperava sinceramente, pessoal formado e assim
  10. Não tás a dizer nada que eu já não tenha dito.. eu reconheço que algumas dessas coisas novas tornaram-se essenciais e indispensáveis. Mas os "padrões da altura" e os "padrões de agora" são diferentes não só porque a sociedade mudou, mas em parte também porque o nível de vida subiu, e as pessoas passaram a dar por adquirido mais e melhor - e nunca estarão satisfeitas. Se valorizas a análise sociológica (e eu concordo que tem muito valor), hás de perceber que o ser humano avalia a sua situação muito por comparação pelos seus pares em redor... se o nível de vida sobe, os "padrões" também sobem... E se houve melhorias significativas nas infraestruturas, muitas delas o seu custo de produção há de ter baixado e muito, mas também tens mais infraestruturas a manter, a sociedade no geral acaba por pagá-las duma forma ou doutra, ou por serviços subscritos ou p.ex. em termos de impostos. Atenção há injustiça social sem dúvida e deve ser combatida... apenas não acho que minimizar análise numérica histórica como algo condescendente, é produtivo... a realidade é que sempre houve injustiça social e muita pobreza...
  11. Wtf, não percebeste a frase só pode.
  12. Não concordo nada com isto, tás a ser injusto com ele a apresentar uma caricatura do que ele escreve. Em relação ao bold, obviamente que haver qualquer secção da população que passe fome é uma injustiça e uma m*rda, mas não deixa de ser verdade que há 20 anos (vá, 30 anos, para ter uma base de comparação absolutamente irrefutável) vivia-se muito pior. Eu não sei como é que é ou era aí em Lisboa ou no Porto, mas aqui na Madeira, principalmente nas zonas rurais, a diferença é ridícula. O que se passa é que o que era socialmente aceite como o nível de vida "mínimo" ou o "médio" na altura, era muito inferior ao "mínimo" e "médio" actual. Uma pessoa comum nas zonas rurais da Madeira em 1989, não tinha uma conta de telemóvel a pagar (nem um telemóvel). Agora tem. Uma pessoa comum nas zonas rurais da Madeira em 1989, não tinha uma conta de internet a pagar (nem um computador). Agora tem. Uma pessoa comum nas zonas rurais da Madeira em 1989, não tinha uma conta de TV cabo a pagar Agora tem. A maior parte dos bens alimentares eram produzidos em casa, a custo baixo de produção (a maior parte das pessoas tinham hortas pessoais). Agora não são. Ir almoçar ou jantar fora - obviamente mais caro do que confeccionar as refeições em casa - era um luxo muito ocasional. Agora é rotina semanal ou mensal, vá. O vestuário era parte produzido em casa, parte comprado no comércio local, e durava séculos. Agora é importado e tens que renovar quase todos os anos. Muitos nem carro tinham, a rotina do dia-a-dia de ir de casa ao trabalho e vice-versa era... andada a pé. Agora têm e trabalham no outro lado da ilha se for preciso. (nota: os transportes públicos são maus na ilha devido à dispersão da população, logo o carro é comum) Acesso ao ensino superior era financeiramente impossível dado não existirem estabelecimentos na região. Agora é perfeitamente possível e salvo alguns casos extremos, no geral toda a gente de todos os estratos sociais conseguem ter acesso. Passar férias ao estrangeiro seria um sonho e um luxo financeiramente incomportável. Agora quase toda a gente vai nem que seja uma vez de 3 em 3 anos, ou 5 em 5. É verdade que algumas destas coisas tornaram-se indispensáveis para viver com dignidade, apesar de na altura não existirem - p.ex. ter telemóvel e acesso à internet. Outras tiveram uma inflação extra escondida, como p.ex. o caso do vestuário ou dos electrodomésticos que passaram a durar muito menos tempo, logo obrigam-te a gastar mais. Mas a realidade é que todo o tipo de coisas que consideramos normais/médias, e que na geração dos nossos pais seriam luxos ou nem sequer existiam, custam dinheiro, e roubam dinheiro que sobrariam para p.ex. comprar casa (e já agora, o standard da qualidade de construção das casas de hoje em dia é muito superior aos da altura). O que aconteceu é que viver como os nossos pais viviam, deixou de ser socialmente aceite e seria considerado extremamente frugal. Relembrar isto não é desejar que o tempo volte para trás, ou minimizar a luta das pessoas que não conseguem ter uma vida condigna. É manter os pés na terra e ter um pouco de noção. E não é com medidas extremas p.ex. aumentar agora subitamente o salário mínimo +300€ como os gajos do Livre defendiam para estas eleições, que a economia magicamente iria se ajustar de modo a permitir a todos comprar casa. Quanto muito iria criar todo o tipo de consequências não-intencionais que asfixiassem a economia, como p.ex. matar os negócios que só subsistem à base dos salários baixos - criando desemprego ou empurrando empregos para a ilegalidade e precariedade de estar à margem dos impostos, o que cria um duplo problema de menos receitas de impostos para o estado. E é verdade que há desigualdade social entre ricos e pobres, grande mesma. O problema é que é uma arte muito subtil e complicada conseguir combater isso directamente, sem diminuir o tamanho do bolo inteiro disponível para todos no longo prazo... a maior parte dos países em que foi tentado redistribuir a riqueza de forma agressiva, a economia colapsou. Enquanto Portugal se mantiver no mesmo sistema internacional capitalista em que todos os outros países do mundo estão inseridos (excepto talvez a Coreia do Norte, vá), com os moldes actuais do sistema internacional actual, dificilmente conseguirá remar sozinho contra a maré e combater isso eficazmente... Eu acho que o que tem de haver é um equilíbrio entre agilizar a economia e justiça social, mas não é ignorando a perspectiva histórica (no qual se encaixam os números), e a perspectiva internacional, e indo atrás das emoções que se chega lá...
  13. A China actual mais depressa é usada como exemplo pelo pessoal que defende a liberalização da economia (pelo que se liberalizou progressivamente em comparação com o que era há umas 4 décadas atrás, e o crescimento que aconteceu nesse período).
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