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CM.PT.85

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  1. Não percebi se chegaste a fazer alguma transferência. Não achas o plantel curto?
  2. Na última actualização tinha dito que o calendário nos era favorável nesta recta final. Dos sete jogos que nos faltavam jogar, dois deles foram contra equipas que estavam a lutar pela sobrevivência na Premier League. Perder com o West Ham e com o Sheffield não estava nas minhas contas, e sabendo que estes eram, teoricamente, os adversários mais acessíveis que tínhamos pela frente, confesso que cheguei a pensar o pior. Mas depois tivemos a maior sorte do Mundo quando empatámos com o Newcastle e derrotámos o Chelsea, dois jogos em nossa casa. Tal como já tinha acontecido com o City em Fevereiro, vencemos o Chelsea pela primeira vez na história, neste caso, depois de cinco derrotas consecutivas contra os Blues. Fizemos apenas um remate enquadrado com a baliza do Chelsea e vencemos por 1-0. Com este resultado ficou confirmada a nossa permanência na Premier League. Restavam três jornadas para o final. O objectivo era amealhar o máximo de pontos de forma a acabar na melhor posição possível. Primeiro foi o já despromovido Leicester, depois o Brighton de Bruno Fernandes. Íamos conseguindo terminar com a cereja no topo do bolo. Fizemos uma excelente exibição em casa do City, que apenas evitou a derrota aos 82 minutos, de grande penalidade. Acabámos apenas um lugar abaixo em relação ao último campeonato, mas com os mesmos 50 pontos. Mas a grande diferença está no nosso sector defensivo. Tudo o que fiz para que sofrêssemos menos golos deu resultado, e passámos de 78 para 57 golos sofridos (8 deles contra o United). Por outro lado, registámos o pior ataque de sempre, com 57 golos marcados. Na última época tínhamos batido o recorde de cartões da Premier League (103A e 9V). Tentei fazer algo também em relação a isso, e este ano acabámos com 69 amarelos apenas e nenhum vermelho. O Chelsea, liderado pelo Lampard, está de parabéns pelo bi-campeonato. Venceu a Premier League pela 10.ª vez. De lamentar é a ida do Leicester para o Championship depois de ter saído de lá em 2013/14. Têm jogadores fantásticos no plantel e talvez seja uma boa oportunidade para fazermos um assalto. Temos tido muito azar nas Taças. Tantas equipas quando acontecem os sorteios. Equipas da League One, da League Two, equipas de níveis mais abaixo ainda, e jogamos sempre contra equipas da Premier League nas primeiras eliminatórias. Pelo menos este ano tivemos a sorte de jogar em nossa casa, mas de pouco serviu. Este ano voltámos a ter jogadores com uma classificação média acima de 7. Relembro que na época passada nem um tivemos. O nosso guarda-redes mais utilizado, Phillips, sofreu "apenas" 31 golos no campeonato em 24 jogos. Menos de metade dos que sofreu na última época, quando chegou aos 64 golos sofridos. Novela do ano: Simone Ferraro, médio defensivo, chegou no inicio desta época. Quando assinou com o clube, pediu que viesse um amigo seu para o Dorking. Eu normalmente retiro sempre essas promessas, mas esta escapou-me. Resultado: Esteve o ano inteiro a pedir para ser vendido. Alinhou em 31 jogos no campeonato ainda assim, mas estou à espera que ele esqueça este assunto, coisa que ainda não aconteceu. No ataque, destaque para os 17 golos marcados de Brabec. O jovem alemão vai com um registo de 27 golos em 56 presenças no campeonato, ao serviço do Dorking. Números muito parecidos aos da última época. Só não estamos com um saldo melhor porque o nosso estádio já está a ser construído, e essas coisas custam dinheiro. A construção vai sensivelmente a meio.
  3. Tinha potencial para render muito mais, mas visto que não jogava e era a minha terceira opção... Nunca se sabe... Na premier league nunca se sabe O City está a passar por alguns problemas. Até me fizeram um convite para entrevista. Foi uma boa altura para jogarmos contra eles
  4. A má fase em que acabámos o mês de Dezembro continuou no mês seguinte por mais algum tempo. Em Janeiro resolvi fazer várias alterações no nosso tipo de jogo, de forma a acabarmos com a série de maus resultados. Infelizmente os maus resultados continuaram, mas foi mais por azar do que por falta de qualidade. Com o Norwich sofremos o golo da derrota aos 93 minutos. Depois visitámos o Liverpool e o Arsenal e perdemos ambos os duelos pela margem mínima. Na visita ao Arsenal, estávamos a vencer ao intervalo por 2-1. Com o jogo empatado a três bolas nos últimos minutos, acabámos por sofrer o golo da derrota aos 87 minutos. Mas depois desta partida infeliz, as melhorias estão à vista de todos. Com as boas exibições vieram também os bons resultados. Até ao final de Março, somámos cinco vitórias e apenas duas derrotas em nove jogos. E não foram vitórias contra equipas médias de Inglaterra. Por exemplo, derrotámos pela primeira vez o Manchester City depois de termos sofrido 17 golos nos 4 jogos realizados entre as duas equipas. Neste jogo em particular, já estávamos a perder aos 3 minutos e conseguimos mudar a história antes do intervalo. Registámos ainda a primeira grande goleada na Premier League quando recebemos o Fulham. Foi a primeira vez que marcámos 6 golos num jogo desta competição. De lamentar é mais uma derrota sofrida às mãos do West Brom, uma equipa que tem passado todo o campeonato na zona de despromoção. O jogo teve apenas um sentido. Basta dizer que nós acertámos mais vezes nos ferros do que o West Brom rematou à nossa baliza. Perdemos os dois jogos com eles. Comparando com a última época, chegámos à 31.ª jornada em piores condições. Temos menos 8 pontos. A única coisa que está melhor esta época, são os 11 golos que sofremos a menos. Faltando apenas 7 jornadas para o final, acho que o calendário nos é favorável. Com excepção do Chelsea e do City, temos boas hipóteses de vencer os outros cinco jogos, de forma a subir mais na classificação. Em Janeiro o mercado de transferências esteve aberto mas não chegou nenhuma cara nova ao clube. Foi um mercado de saídas para a nossa equipa. Registámos a maior venda do clube com a saída do avançado Paul Lee. Ele chegou a custo zero no inicio da época mas ainda não tinha feito qualquer jogo. Encaixámos 6,75M€, podendo este valor chegar aos 8,5M€.
  5. Arsenal e Wolves diria que foram bons resultados. Coisas difíceis é que a malta gosta Pena que esse jogo em atraso é com o todo-poderoso City
  6. Em Outubro regressou o pesadelo dos golos sofridos. 10 golos encaixados em apenas três jogos mostra que as coisas ainda não estão bem no nosso sector defensivo. Pela positiva temos um empate arrancado ao Arsenal num jogo onde os Gunners falharam uma grande penalidade. Antes dessa partida tínhamos sofrido uma derrota pesada com o Norwich, mas em nossa defesa, eles estão a fazer um grande campeonato. Já derrotaram o United, o Arsenal e o City nesta Premier League. Novembro ficou marcado pelo nosso regresso às vitórias, quatro jornadas depois. Uma delas foi diante do Tottenham, num jogo onde a sorte esteve do nosso lado. Não merecíamos, mas fizemos tudo para agarrar aqueles três pontos. E depois de uma boa série de quatro jogos sem derrotas, entrámos numa outra série de quatro jogos sem vitórias, e foi assim que acabámos o ano de 2030. O calendário também não esteve a nosso favor, mas sinto que a equipa consegue e pode fazer muito melhor. Continuamos com o nosso jogo com o City em atraso. As coisas não estão fáceis para o nosso lado. Ainda não nos conseguimos impor na maior parte dos jogos. Dos 32 golos que já sofremos, 19 foram em lances de bola parada. Cinco deles foram de grande penalidade e já somos a equipa com mais penaltis marcados contra, tal como na última época.
  7. Entrou forte, resta continuar assim Pois isso raramente acontece neste campeonato Fomos a 14ª equipa que mais investiu em transferências. Há muito dinheiro para estas bandas. Há clubes que gastaram num só jogador o que eu gastei no mercado inteiro
  8. O orçamento inicial para transferências foi de 95 milhões de euros (50M€ na época anterior). Eu já tinha começado a preparar esta época no mercado de Janeiro onde consegui excelentes negócios a custo zero. Mas neste verão de 2030 tinha uma prioridade: a defesa. Fomos a defesa mais batida da última época, e eu não quero esse rótulo duas vezes consecutivas. Para a defesa chegaram dois centrais. O português João Silva e o Martin Sauntson. Ainda um lateral esquerdo, Javier Lezama, e o guarda redes Danny Youngs. Mas o destaque deste nosso mercado de transferências vai para dois jogadores que conseguimos roubar aos seus clubes a custo zero. Falo do alemão Elsamed Gripshi e do francês Martin Sylla. Não foi fácil chegar a estes dois acordos. Foram várias as equipas a quererem ficar com estes dois jovens. Cada vez que aparecia um novo clube com uma proposta, eu ia melhorar a minha proposta ao jogador. Ver Elsamed Gripshi | Ver Martin Sylla Quanto a saídas foi tempo de dizer adeus a algumas peças que já faziam parte da mobília. O lateral esquerdo Danny Preston foi o jogador que mais tempo esteve na equipa. Fez 7 épocas no clube e alinhou em 202 jogos nos vários campeonatos. O central Boon e o guarda-redes Slicker também deixaram as suas marcas no Dorking ao longo dos últimos anos. O plantel já está fechado, mas mesmo que quiséssemos, já não há espaço para inscrever mais ninguém. Ainda ficámos com 20 milhões para transferências e estamos a gastar cerca de 5,3M€ p/mês em salários de um orçamento de 5,8M€. Este ano, o clube inglês que mais gastou em reforços foi o Wolves, chegando aos 216M€. Gastaram 135M€ na contratação de um MC holandês que é um animal nos atributos. O clube que mais dinheiro encaixou foi o Liverpool que chegou aos 224M€. Plantel com 28 jogadores. O número de franceses continua a crescer, e já devemos ser a equipa mais francesa da Premier League. Tenho tentado contratar mais ingleses mas não está fácil. Jogadores ingleses que poderiam aumentar a nossa qualidade são bastante caros ainda para as nossas condições. Temos a segunda folha salarial mais baixa da Premier League (54,7M€ p/a), apenas acima do West Brom (35,4M€). Mas ainda muito abaixo da folha salarial mais alta que é a do Chelsea (318M€). O central Lucas Dean é neste momento o jogador com mais tempo de casa, vai fazer a sua 6.ª época no clube. Pela primeira vez não temos nenhum jogador por empréstimo, o que é um sinal de que já não sinto necessidade de recorrer a isso para reforçar a equipa. Apesar de estarmos a entrar na 3.ª época de Premier League, continuamos a ser apontados ao último lugar e com a mesma probabilidade de 1001,00. Isto juntamente com equipas como o West Brom, Sheff United, Southampton e o West Ham. O Chelsea, detentor do título é apontado como o candidato mais forte a vencer o campeonato. Ao nível de treinadores, continua quase tudo na mesma, mas destaco a saída do Arteta do Arsenal, e a entrada do Frank de Boer para o seu lugar. Para além de mim, há outro português na Premier League. Rúben Amorim regressa, agora para comandar o Brighton, depois da sua passagem curta pelo Liverpool. A construção do novo estádio do Dorking já arrancou, mas irá demorar cerca de dois anos até estar pronto. Iremos continuar a jogar no estádio alugado ao Milwall com capacidade para 20 mil espectadores. A venda de bilhetes voltou a subir e passou de 15367 para 15735, muito próximo da capacidade máxima do estádio. Não foi uma entrada com o pé direito, e não gostei de ter sofrido uma derrota com o West Brom, uma equipa que deverá andar pelos últimos lugares da tabela. Fomos superiores, mas mesmo jogando com mais um homem desde os 20 minutos, acabámos por sofrer um golo de bola parada perto do final da partida. Com este resultado, atingimos o recorde de seis derrotas consecutivas no campeonato, pois já trazíamos uma série negativa da época anterior. As bolas paradas têm sido o nosso calcanhar de Aquiles. Nestas seis jornadas já disputadas sofremos 8 golos, e seis deles foram de bola parada. Quatro na marcação de cantos, um de livre e um de penalti. Destaca-se ainda uma grande vitória na recepção ao Leicester, antes de mais uma derrota com o Chelsea. O Chelsea deve ser das poucas equipas com quem ainda não conseguimos sacar qualquer ponto. O saldo vai em 5 jogos 5 derrotas. Aqui estivemos perto, pois vencíamos ao minuto 75 por 1-0. Depois do empate, sofremos o golo da derrota aos 91 minutos. Em Abril jogámos contra a equipa do Rúben Amorim e mostrámos a nossa qualidade, antes de sofrermos a primeira derrota em casa, neste campeonato, diante do Liverpool. Foi um arranque bem mais positivo em relação ao da época passada, pois por esta altura tínhamos apenas uma vitória em sete jornadas. Temos um jogo em atraso, mas esse jogo será com o City onde se espera que sejamos derrotados. Tenho que destacar o avançado Brabec que está a fazer um óptimo arranque de campeonato. O gigante alemão já leva 5 golos em 5 jogos. Relembro que na época passada acabou com apenas 10 golos em 26 jogos.
  9. A equipa entrou em depressão infelizmente. Já devia estar satisfeita com o lugar alcançado. Sim também tenho a ideia que são muitas vezes os laterais, quando os extremos adversários cortam para dentro da área. Espero que com o tempo, aumentando a qualidade dos laterais e seus atributos defensivos, isto melhore. A ver se nesta próxima época já conseguimos discutir esses jogos com os grandes, ou pelo menos não sofrer uma mão cheia de golos em cada jogo
  10. Bem, esta recta final serviu apenas para uma coisa: acabarmos com a defesa mais batida do campeonato. Vencemos apenas um jogo nestas últimas sete jornadas, e nem foi onde mais se esperava. Sofremos goleadas jogando com equipas que estavam a tentar fugir da despromoção. O Watford ainda conseguiu escapar à descida, mas o Huddersfield nem por isso. Em Liverpool assistiu-se a um grande espectáculo, mas mais uma vez, o resultado não caiu para o nosso lado. Quem diria que ao intervalo estávamos a vencer por 1-0. 8 golos na segunda parte. A 10 minutos do final do jogo, perdíamos por 4-2. Reduzimos aos 80' e aos 89' chegámos ao empate. Aos 90 minutos acabaríamos por sofrer o golo da derrota. Tínhamos uma luta com o Tottenham pelo 9.º lugar, e apesar da vantagem que chegámos a ter, acabámos por descer ao 10.º posto. E ainda bem que o Brighton perdeu na última jornada com o Wolves, ou isso iria custar-nos mais um lugar. Fiquei com a sensação que joguei dois campeonatos completamente diferentes, graças a esta recta final. Os números que tínhamos mais ou menos a meio da época indicavam que íamos melhorar muito em relação à época passada. Agora comparando, acabámos apenas com mais um golo marcado, e ainda mais dois sofridos. Voltamos a apresentar o 7.º melhor ataque do campeonato, mas desta vez temos a defesa mais batida, com 78 golos. Fomos quase sempre atropelados pelas equipas grandes. O City marcou-nos 9 golos. Liverpool, United e Arsenal, marcaram-nos 8 golos cada um, e por aí fora... Tinha ficado com a sensação de que tivemos bastantes penaltis contra nós e fui confirmar. Fomos a equipa com mais penaltis assinalados contra, foram 12, e se não me engano, nunca falharam nenhum. Ainda não foi este ano que causámos uma surpresa nas Taças. Mas o facto de jogarmos sempre na condição de visitante também não joga a nosso favor. Nas últimas duas épocas, nem fizemos um jogo em nossa casa. Se na época passada ainda tivemos três jogadores com uma classificação média acima de 7.00, este ano nem um. Começando pelo nosso guarda-redes titular, Phillips, ele conseguiu sofrer 68 golos em 32 jogos. O nosso melhor marcador foi o alemão Brabec, mas nem se aproximou dos números esperados. Apenas 10 golos marcados no campeonato. Esta época batemos ainda um recorde que já tínhamos batido na época anterior: o número de cartões. A nossa equipa viu 103 amarelos e ainda 9 vermelhos. Acabámos praticamente com o mesmo saldo da última época, cerca de 105 milhões de euros. Mas a Direcção já avançou para a construção do novo estádio, e o custo da sua construção já foi pago por completo. O novo estádio do Dorking vai-se chamar Arena Marc White, em homenagem a um dos fundadores do clube.
  11. Os spurs têm estado muito fracos é verdade. A última vez que acabaram nos lugares europeus foi em 2023. Já falta pouco para sabermos Será muito complicado mas nunca se sabe Seria óptimo. Já é muito bom não ter de andar constantemente a olhar para baixo Acho que essa foi mesmo a única vez que pontuámos contra um grande nesta época. Não está fácil Nunca se sabe muito obrigado
  12. Foi uma fase muito positiva esta entre Janeiro e Março. Conseguimos seis vitórias nas onze jornadas que disputámos. Até já ultrapassámos o número de vitórias com que acabámos o último campeonato, que foram onze. Uma coisa que tem sido recorrente nesta época, é que não conseguimos derrotar uma equipa grande. O melhor que conseguimos até ao momento foi o empate quando recebemos o Manchester United, no final de Janeiro. E nesse jogo estávamos a vencer por 3-1 aos 80 minutos, por isso até estivemos perto. Das doze derrotas que já sofremos, dez delas foram contra os grandes. As únicas excepções foram os desaires que sofremos com o Southampton e com o Leicester, logo no inicio do campeonato. De resto, temos conseguido pontuar sempre contra os outros adversários. Outra coisa recorrente é o grande número de golos sofridos contra essas equipas grandes. Os jogos costumam ficar resolvidos praticamente logo ao intervalo. Por esta altura, na época passada, estávamos a travar uma luta dura contra a despromoção. Tínhamos apenas sete vitórias e 30 pontos à 31.ª jornada. Estávamos 4 pontos acima da linha de água. As melhorias estão à vista de todos. Neste momento estamos mais perto da Europa do que da despromoção. Se tivesse que apostar, diria que vamos acabar neste excelente 9.º lugar. Acho que não conseguimos apanhar o Arsenal, mas também acho que temos uma boa vantagem em relação ao Tottenham.
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