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Serpa Pinto

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  1. Não terá a ver com o caso do Gil Vicente? Lembro-me que há uns tempos andei a tentar fazer uma versão da nova época no editor e isso deu-me bastantes dores na cabeça. Provavelmente quem faz esse update limitou-se a mudar as equipas nos campeonatos e não sei se isso bastará.
  2. Tudo a correr sobre rodas de facto. Copa do Brasil já no papo, campeonato bem encaminhado e uma boa hipótese para limpar já a Sudamericana.
  3. Muito boa essa parte final abrilhantada pela vitória no play-off e correspondente subida de divisão. Veremos agora como te safas num desafio mais complicado como é a Liga 123.
  4. Depois de termos andado pelo quase na época anterior esta teria de ser uma época de título(s). Para isso investimos bem no mercado gastando uma boa fatia do nosso orçamento a contratar os melhores jogadores angolanos ao nosso alcance, dando também uma bicada aos nossos rivais ao enfraquecê-los dessa forma. A época abriu com a Supertaça de Angola, supertaça onde participámos porque o Kabuscorp fez a dobradinha e aqui dão a vaga ao 2º lugar nesse cenário. Ainda com a equipa em formação e a ganhar rotinas de jogo não foi uma eliminatória fácil. Depois do empate em casa a coisa pareceu tremida mas entramos bastante bem no jogo fora e depois sofremos o empate mas fomos aguentando a vantagem pelos golos fora. Ou pelo menos pensava eu... No final percebi que os golos fora não contavam e assim tínhamos de ir para a marcação de penaltis. Lá, ao contrário da Taça no ano passado, fomos felizes e levamos a Taça. Não há muito a dizer, pois não? Desde o primeiro dia fomos a melhor equipa do campeonato e ao contrário do ano passado não tivemos os altos e baixos (das grandes goleadas ás derrotas inesperadas). Fomos sempre muito competentes e demos pouquíssimas chances ao adversário de marcar. Isso também se deve no fundo á mudança táctica que já tinha testado anteriormente de um 4-4-2 para um 4-3-3 de forma a tentar gerir melhor o jogo. É incrível como conseguimos estar 15 jornadas sem sofrer golos, como batemos o recorde de golos, o recorde de vitórias, a melhor série invencível,etc. A grande curiosidade prende-se com o facto de o 1º Agosto até ao último terço nos ter dado alguma réplica. Estavam a 9 pontos mas ainda nos recebiam na segunda volta e havia sempre aquela ténue esperança de aproveitarem escorregões nossos. Aconteceu um com o Libolo mas nessa altura já a vantagem era bem maior e com a vitória sobre o 1º Agosto só a matemática impedia a festa. Título esse que ficou definitivamente selado com a vitória sobre o Interclube. Classificação À semelhança do campeonato, na Taça também tivemos um percurso relativamente fácil. O único susto foi mesmo na primeira eliminatória diante do Petro Huambo onde deixamos escapar uma vantagem de 2 golos e fomos obrigados a trabalhos extra. Depois foi sempre a abrir sendo que a partir das meias finais podemo-nos concentrar a full time nesta prova porque o campeonato já estava resolvido. Pré-Eliminatórias À semelhança da época anterior queríamos entrar na Champions e a ronda preliminar com uma equipa do Botswana acabou por ser um passeio. Já com o Pyramids, uma equipa emergente no Egipto, a tarefa foi bastante mais difícil. Em casa não saímos do 0 embora tenhamos tido oportunidades mais que suficientes para isso. Tínhamos então de ir resgatar a eliminatória ao Egipto mas quem entrou a ganhar foi mesmo o Pyramids. Felizmente uma boa entrada na segunda parte permitiu-nos passar para a frente da eliminatória, vantagem que seguramos até final com alguma dificuldade. Fase de Grupos Depois de termos tido algum azar no sorteio desta fase na época transacta fomos mais felizes nesse aspecto. É certo que o Wydad voltava a cruzar-se connosco mas nenhum dos outros dois parecia ter o valor do MC Alger da época passada. Fomos algo pragmáticos na primeira volta com dois empates nos jogos fora e a vitória no jogo em casa. Seguiam-se então os verdadeiros testes com as recepções a Stade Malien e Wydad, dois jogos onde entramos a perder mas soubemos dar a volta. E graças a essas vitórias garantimos desde logo o apuramento e o 1º lugar. Na última jornada, já a feijões, conseguimos ainda assim mais uma vitória diante do Mazembe. Classificação Melhor Onze Uma época para mais tarde recordar em que batemos uma série de recordes e dominamos de uma forma que nunca tinha conseguido no FM e não sei se voltarei a conseguir. Destaques óbvios tem que ir para o trio da frente e também para o jovem Daniel Dembo que esteve a excelente nível no meio campo. Tal como em Andorra voltei a tomar a decisão de ficar e ver até onde vou nas competições internacionais. Neste caso a final da Champions joga-se no final de Maio o que até vem a calhar porque se lá chegar dá para acertar com a data final da maior parte dos campeonatos.
  5. É esse o espírito. Espero que esta próxima época melhor De facto foi uma época de aprendizagem, até para percebermos que a abordagem que tivemos aos jogos tem os seus custos. Espero que sim.
  6. Vencemos hoje o Mangualde por 2-0 no primeiro jogo do campeonato. Em termos de exibição foi razoável, dominamos na maior parte do encontro fora os ultimos 15 minutos mas não criamos oportunidades por ai além. Os dois golos surgiram na primeira parte em dois lances em que o redes do Mangualde me pareceu ter culpas mas onde os jogadores do Cinfães souberam aproveitar bem essas falhas. Uma das grandes surpresas para mim foi o Eduardo, o veterano já de 39 anos, que na anterior passagem era lateral e hoje apareceu a segundo avançado e até deu bem conta do recado. O jogo de hoje foi contra um recém-promovido por isso vou esperar por jogos mais complicados para tirar melhores conclusões sobre as nossas hipóteses de lutar pela subida. De qualquer forma é sempre bom começar a ganhar.
  7. Excelente arranque. Deste aí umas belas malhas (6-0,8-1). Que seja para continuar assim.
  8. Está tudo em aberto, só estás a 3 pontos da liderança. Veremos como que te comportas nesta fase final do campeonato.
  9. É esse o espírito. Também acho que sim, vamos ver. Sim, é verdade. Na minha opinião o Légia era até superior ao Maribor que nos tinha ganho anteriormente. A nível interno também acho que temos boas hipóteses. A nível da Champions vai ser um pouco mais complicado. Ao chegar ao clube de-paramo-nos outra vez com regras restritivas em relação a estrangeiros. Desta vez estava limitado a 3 e o plantel já tinha uns 5. Felizmente agora apercebi-me da situação a tempo e podemos fazer a reestruturação necessária apostando essencialmente em jogadores angolanos de qualidade, alguns já com alguma idade como o velhinho Zé Kalanga,que chegou a passar pelo Boavista. Começamos fortes o campeonato, eu diria mesmo fortíssimos. Ao fim das primeiras 10 jornadas tinhamos 36 (!) golos marcados e já tinhamos dado goleadas como aquelas ao Desportivo Huíla e Atlético Namibe em que praticamente demolimos os adversários. Para além disso vencemos frente a alguns adversários directos como o 1º Agosto, Libolo e Kabuscorp. Tudo parecia correr sobre rodas apesar de um ou outro deslize. A pausa (longa) de 2 meses veio a revelar-se decisiva. A equipa voltou irreconhecível tendo em conta o que tinha mostrado até aí. Uma equipa que tinha facilidade enorme em marcar golos agora sentia dificuldades em consegui-lo e na defesa as fragilidades estavam a vir ao de cima. Quando tivemos aquela série de 3 jogos sem ganhar em Agosto vimos o Kabuscorp a encostar e ficar a apenas 1 ponto de distância. A partir daí deixámos de ter margem de erro e embora tenhamos dado uma boa resposta de início acabámos por cair diante do 1º Agosto e Recreativo Libolo. Dois jogos bastante semelhantes na medida em que dominamos mas fomos ineficazes e vimos o adversário a castigar-nos por isso. Com essas derrotas o Kabuscorp disparou na frente e acabou por assegurar o título a 1 jornada do fim. Classificação Tal como tinha feito em Andorra aqui a Taça também serviu para ir rodando a equipa e dar a oportunidade a alguns menos utilizados. Fomos passando de forma relativamente tranquila até ás meias-finais. Aí com a equipa ainda a refazer-se da perda de liderança tivemos um jogo algo atípico com o Interclube a chegar a uma vantagem de 3-1 ainda na primeira parte, nós conseguimos empatar no ultimo minuto e levamos para prolongamento. No prolongamento propriamente dito mais 1 golo para cada lado e nos penaltis não fomos felizes. Pré-Eliminatórias Na Liga dos Campeões tivemos de fazer duas pré-eliminatórias para entrar na fase de grupos, algo que ao que me pareceu é obrigatório para todas as equipas dado que nem o Al-Ahly, campeão em titulo, teve acesso directo. O primeiro adversário veio do Senegal e foi presa fácil com duas vitórias e um apuramento tranquilo. O Bidvest Wits da África do Sul foi já um teste mais duro e serviu também para testar uma nova abordagem táctica. Deixei de lado o 4-4-2 que vinha usando no campeonato para um 4-3-3. Os resultados foram positivos com um empate fora com golos num jogo equilibrado. Em casa dominamos e vencemos com justiça carimbando o nosso lugar na fase de grupos. Fase de Grupos Na fase de grupos não nos calhou em sorte um grupo muito simpático com o USM Alger e o Wydad Casablanca a revelarem-se adversários particularmente difíceis, já com o Coton Sport acreditávamos que podíamos competir cara a cara. Outro problema que nos surgiu foi o facto de esta fase de grupos se disputar no período de defeso/pré-época em Angola e a janela de inscrições fechar antes da abertura do mercado. Resultado: Não conseguimos inscrever novos jogadores e ficamos apenas com os jogadores que se mantiveram no plantel, com escolhas limitadas no banco e sendo obrigados a recorrer a jovens para o preencher. Ainda assim fomos fazendo o nosso caminho de forma competente até á 4ª jornada, vencemos os dois jogos com o Coton Sport como prevíamos e empatamos um dos jogos com o Wydad. Nesta altura o Wydad curiosamente estava em último com apenas 1 ponto e o Coton Sport em terceiro com 3. Em teoria precisávamos de um ponto para nos apurarmos mas não fomos felizes. Na Argélia saímos na frente mas a diferença de qualidade veio ao de cima. Na última jornada em Marrocos estávamo-nos a conseguir aguentar mas um golo em cima dos 90 minutos significou a nossa eliminação da competição. Alguma tristeza pela forma como acabamos por sair mas para o ano cá estaremos para tentar melhorar este registo. Classificação Melhor Onze Como puderam ver não foi a época que desejávamos, andamos a cheirar o título no campeonato, chegamos longe na taça, cumprimos na Champions mas títulos foram 0. Para o ano queremos mudar este cenário e pelo menos vencer o campeonato.
  10. Está a ser um início de altos e baixos, próprio de uma equipa que ainda se está a habituar á nova divisão. Acredito que com o tempo a coisa vá melhorar. Ainda assim o fundamental é mesmo assegurar a manutenção.
  11. Demos boa réplica nessas duas eliminatórias de facto. Curiosamente achei o Legia superior ao Maribor mas até foi nessa eliminatória que estivemos mais perto de surpreender. É verdade. Agora é tempo de olhar para o novo desafio. Como tinha dito na actualização anterior sai em meados de Agosto do Santa Coloma e como a maior parte dos campeonatos já estava em andamento isso diminuía o número de opções imediatas. Foi preciso esperar algum tempo para surgir um convite e esse convite veio de Angola, mais propriamente do Benfica de Lubango. Estive tentado a aceitar mas quando vi que o clube estava praticamente condenado à descida acabei por declinar. A verdade é que essa decisão veio-se a revelar acertada porque pouco tempo mais tarde foi o Petro de Luanda, um dos grandes clubes angolanos, a bater à porta e aí já não houve grandes dúvidas em aceitar a proposta. Fundado em 1980 é um clube histórico em Angola já com 16 títulos de campeão mas tem atravessado um período complicado a esse nível indo já numa seca de 10 anos no que a campeonatos diz respeito. Durante esse período o domínio foi repartido principalmente entre Libolo, 1º de Agosto (os grandes rivais do Petro) e o Kabuscorp. No que diz respeito ao save já se desenrolaram duas épocas (2018 e 2019) que tem também elas um calendário curioso (de Fevereiro a Novembro). Em 2018 o Petro lutou até final com o 1º de Agosto perdendo o título por um ponto. Já na época que agora terminou a coisa descarrilou por completo com um 5º lugar, muito longe da luta pelo título. Em termos de competições internacionais, falando no que diz respeito a este save, o registo não foi muito bom. Duas precoces eliminações na Liga dos Campeões Africana e na Taça das Confederações Africana. É sabido que Angola não é dos principais campeonatos a nível africano, normalmente dominado pelas equipas do Norte de África e África do Sul, por isso será também um bom desafio ver até onde podemos ir aí. Ainda assim o grande objectivo tem de passar pelo domínio a nível interno. Quanto ao estádio, o Petro de Luanda joga os seus jogos em casa no Estádio 11 de Novembro. Um estádio de 50 mil lugares que é também usado pela selecção angolana em algumas ocasiões. Em termos totais o Petro de Luanda tem 16 campeonatos, 11 taças e 6 supertaças. Agora é tempo de pôr as mãos à obra e voltar a colocar este histórico no lugar onde merece.
  12. Agora ria-me se um dos repescados fosse o derrotado do Velense X Alcochetense que só se vai jogar dia 15.
  13. Dia 29 é quando se joga a segunda eliminatória. Quantas ás equipas repescadas serão 21, se não estou em erro.
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