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Menendez 9

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  1. cfd785eab8a5e6028e1b9e580485d9648af0789d - ace, mas sem grande qualidade de imagem
  2. O que me preocupa com os acontecimentos mais recentes é que vão provocar um aumento da ânsia pelo regresso do D. Sebastião, desaparecido após a batalha de Alcochete-Quibir
  3. Ele estava a falar da camisola da montanha
  4. Pessoal, alguém que perceba de bolsas pode-me dar uma ajuda? A fazer a renovação da candidatura, logo no início, esqueci-me de mudar a licenciatura para mestrado e agora não dá para alterar. Alguém sabe o que fazer?
  5. A jogar com dois avançados interiores, a tua equipa não fica demasiado afunilada no ataque?
  6. Resumo 4ª época A nível interno, esta foi a pior época até agora. Apesar da conquista do tetra ter sido calma, nas taças fomos arrumados relativamente cedo e com equipas que, à partida, deveríamos ter passado. Até a supertaça perdemos logo no início da época contra o Sporting. Já a nível europeu, não podia ter corrido melhor. Depois de épocas cheias de azares e contratempos na Europa, este ano a estrelinha da sorte esteve do nosso lado. O facto de termos sido arrumados das taças tão cedo também ajudou, pois fizemos menos jogos. Por diversas vezes estivemos "fora" (vejam o post de cima, com as reviravoltas, nos quartos e meias-finais), mas com muita determinação e alguma sorte, acabamos por chegar à final da Champions, contra o Real Madrid. E num jogo brilhante, trouxemos mesmo o caneco para casa. Ficam aqui as estatísticas do plantel que ficará para a história. Em janeiro vendemos o Rafa Soares ao PSG por 35M e trouxemos o Rúben Moura da B. Esta época ficou também muito marcada pelas lesões. A certa altura tivemos 9 jogadores do plantel principal lesionados e fizemos a 2ª metade da época sem o Dalot, que partiu uma perna em Fevereiro e nunca mais jogou. E fazer meia temporada com o F. Fonseca e o Torreira adaptado não é fácil. Para compensar, um meio-campo com Aleñá e Óliver fez esquecer todos estes problemas :heart: E com isto, não sei se deixo este save por aqui. Ganhar a Champions era o objectivo, e uma vez alcançado, não tenho grande motivação para continuar. A única coisa que me poderá convencer a continuar será se a equipa perder as maiores estrelas e tiver de construir uma nova equipa.
  7. Alguém me pode explicar como funcionam as auto-subs? É que tinha o Coentrão a titular (que não jogou) e o Venâncio a 1º suplente (que fez pontos), mas isto não fez a troca nem contabilizou os pontos.
  8. E já que percebes disto mais que eu, uma pergunta: em que alturas vale a pena trocar pontos por transferências?
  9. Dado que a minha defesa é Cahill, Cédric e Naughton, com o Fuchs e Rosenior no banco, parece-me que tenho mesmo de trocar. O Swansea joga com o United e por isso devo trocar o Naughton pelo Fuchs. Sobram Rosenior e o Cahill. O Brighton joga fora, e mesmo que não jogasse, o Rosenior não saiu do banco contra o City. Fica-me a faltar um defesa. E não me parece que faça muito sentido "guardar" transferências, quando daqui a 2/3 jornadas uso o wildcard e faço as que quiser. Quanto à aposta em jogadores do Chelsea, pareceu-me uma aposta segura, pelo menos para as primeiras 3 jornadas, mesmo com o jogo contra os Spurs. Estava errado :mrgreen:
  10. Tal como o dekap disse. No nosso caso, faz todo o sentido usar a troca esta semana para tirar o Cahill, já que está suspenso. O problema é saber quem meter no lugar dele :mrgreen:
  11. Fiz 64 nesta jornada. Nada mau, considerando que tinha o Cahill a titular, que deu logo -3. O Lukaku a captain salvou-me.
  12. Porra, estás a fazer uma 1ª época enorme! Pelo que descreveste no outro post pensava que estavas a ter uma época bem mais atribulada. Eu é que te devia estar a pedir conselhos, não o contrário :D
  13. Jogo sempre assim. Ainda tenho uma carrada de instruções individuais para cada posição, mas se quiseres ver mais em pormenor, mais vale postar a táctica toda. Mais do que os papéis dos médios interiores, para mim, a "chave" deste esquema, reside no avançado interior. É ele quem pega no jogo no início da transição ofensiva, quem cria o desequilíbrio na defesa adversária (puxando o lateral e um dos centrais para fora de posição), e, por vezes, ainda faz de 2º avançado. Para mim é também muito importante que o outro extremo seja o total oposto do avançado interior - tem de jogar sempre colado à linha. Assim permite-nos dar largura ao ataque e ter sempre uma linha de passe na ala. Se jogas com dois extremos "clássicos", colados à linha, em 4x3x3 é muito complicado fazer uma transição lenta, em posse. Principalmente contra aquelas equipas pequenas que estacionam o autocarro, porque o ponta-de-lança fica sozinho lá na frente, contra 3-4 adversários. Quanto às instruções colectivas, acho que uso tudo muito standard. A única coisa que faço é baixar a equipa para "normal" e retirar a opção "enfrentar defesa", assim que marco o 1º golo. Desta forma a equipa força menos a finta e pausa mais o jogo - o que tenho visto que até resulta em mais golos, uma vez que temos mais calma a chegar à frente e somos menos atabalhoados. O calcanhar de Aquiles desta táctica é no lado esquerdo da defesa. Como o avançado interior não recua tanto para defender como o extremo do outro lado, o lateral desse lado está sempre mais vulnerável. A maior parte dos golos que sofro surgem do lado esquerdo e os laterais acabam a época com o número de amarelos nos dois dígitos.
  14. Fiz 68 nesta jornada. Podia ter feito mais, se soubesse que o Grimaldo não ia jogar. Mas nada mau para quem jogou isto pela 1ª vez.
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