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p4nd3m0n1uM

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  1. Vai continuar. Manteve-se a base, subiu um dos juniores. Está com 18/19 jogadores. Objectivo é a subida. PS: Não é uma equipa B. Não se sabe nada ainda.
  2. Estou a publicar, às quartas, capítulos da história do Atlético. Este ano o Atlético completa 75 anos de existência, mas a sua história remonta a 1910, ano da fundação do União Lisboa. São, portanto, 107 anos de história que tentarei contar num traço mais ligeiro, mas com o rigor que é possível devido à pouca informação que os clubes fundadores deixaram (principalmente o União). Para já estão publicados 2 artigos. O terceiro já está escrito, mas só será publicado para a semana. Tem sido um trabalho que me tem dado um prazer imenso, e que me permite desfazer alguns mitos. Aproveito para deixar aqui a página do facebook (onde podem deixar um like) https://www.facebook.com/AtleticoCP1942/ Como sempre, estou aberto a críticas e sugestões.
  3. Tem a ver com o programa informático que gere os associados. Antigamente, quando havia renumeração de sócios, tu se quisesses recuperar o teu número antigo (por te teres esquecido, por exemplo, de pagar quotas) ficavas com a leta "A" à frente do teu número. Havia, por exemplo, o Sócio n.º 357 e o Sócio n.º 357 A. Este programa agora utilizado não permite fazer isso, então adiciona-se o número 100 antes do número antigo. O Valdemar Antunes era o sócio 082, e para "manter" a posição hierárquica numa futura renumeração ficou com o número 100082. O mesmo se passa com o actual presidente, que era o 520 e agora é o 100520.
  4. @Lewa, não tem nada a ver, pelo menos da minha parte, a ver com competência. Eu não tenho nada a ver como gastas o teu dinheiro. Agora não podes fazer isso e depois eu ter que levar com o choro e esse choro prejudicar-me profissionalmente (eu fazer menos horas nocturnas para tu fazeres mais por exemplo). Na verdade o que mais me irritava no PD (e se calhar é por isso que perdi o contacto com todos) é andarem sempre a ratar a vida dos outros. Toda a gente queria falar da vida do colega, da casa dos segredos e do SLB/FCP/SCP. E eram assim 100% das conversas. Porque o trabalho, em si, era easy shit. Repor ou fazer caixa não é nada do outro mundo.
  5. O Bazuka e o Burkina escreveram aquilo que penso, em traços gerais. Não estou aqui a culpabilizar os trabalhadores, mas que têm culpas, isso têm. Numa relação há sempre culpados (no plural). Até porque me revi no artigo que inicia o tópico. Mas não deixo de reconhecer que há muita malta cujos neurónios estão avariados. Deixo mais um exemplo: no PD das Olaias havia uma moça, de 25 anos, que já ia no quarto (!) filho em sete anos. Acontecia, sem querer, ficar grávida. Qualquer um é livre de ter filhos, mas andas a parir só porque "acontece", diz muito da pessoa. Mais, queixava-se que não era promovida. Em sete anos trabalhou, efectivamente, 2 a full time. Depois do primeiro filho passou a ter o horário reduzido e lá viu que ter filhos era a maneira de trabalhar menos. Tens mais. Um colega que se meteu numa prestação para ter o seu iphone da moda e depois queixava-se que não tinha dinheiro e pedia noites para depois se queixar que noites era tramado. e por aí fora...
  6. Por acaso, e por mais chocante que possa parecer, concordo um bocado com o pm2lp. O 2º parágrafo dele, então, foi um deja vu para mim.
  7. Trabalhei num LIDL, em 2006, e no Pingo Doce em 2012/2013, e vivi de tudo um pouco. No Lidl fiquei numa loja pequena de início, e exceptuando o chefe de loja que tinha uns tiques de parvo, os restantes chefes eram cinco estrelas e dava gosto trabalhar com eles. Além de que o LIDL na altura pagava horas extraordinárias, e volta e meia era preciso fazê-las (faltas de pessoal) e era tranquilo. Depois mudaram-me para a loja de Xabregas e foi surreal. Acabei por vir embora porque estava a chegar a um extremo em que ia fazer mal a alguém e preferi vir embora. No Pingo Doce foi tudo o que está nesse texto, e curiosamente trabalhei na loja das Olaias. Desde chefias a exigirem metas absurdas, a pressões para aceitarmos mudanças de horário. Horário esse que era flutuante. Entrava às 7, depois às 11, depois voltava às 7, e por aí fora. Só estive bem dois meses. Fazia noites. entrar às 22 e sair às 7. Sozinho na loja, sem ninguém para me chatear. Limpava o armazém e saía tranquilo. Tenho pena de qualquer pessoa que tenha de trabalhar num supermercado.
  8. A sério? Evoluiu assim tanto nestes dois anos?
  9. Não tenho falado com ele. Mas ele pediu demissão antes disto. É, e em nada me surpreende, uma pessoa com uma espinha dorsal recta, não anda para o lado que o vento sopra. Tentou, e tentou, e tentou levar as coisas a bom porto, mas tendo um presidente (e mais alguns elementos) em modo lunático, fez o que qualquer pessoa decente faria. Tens duas opções, o te demites ou te omites. Não foi o único. Dois membros do Conselho Fiscal também se tinham demitido, precisamente por causa do Presidente (e mais alguns). Era uma questão de tempo. Após o Presidente se revelar incompetente e aldrabão, ia acabar tudo por cair. Independentemente de terem herdado muitos problemas da gestão anterior. Tenho pena pelo Boo. Por várias razões. Porque além de amigo é uma pessoa que admiro. Tinha um sonho, trabalhou para esse sonho, mas acabou por ter que desistir (acredito que para já) desse mesmo sonho. Não tenho dúvidas nenhumas de que um dia será presidente, mas ainda tem muito tempo para isso. Este período em que estive mais próximo dele devido ao cargo que exercia só me fez admirá-lo ainda mais. Tem gosto pelo conhecimento e gosta de aprender. Tem tudo para vir, um dia, a ser um bom presidente.
  10. Já tinha achado essa (esse site é um trabalho meritório já agora) caro compincha. E é verdade. Houve uma Assembleia Geral em 1952, com o intuito dos sócios pagarem uma quota suplementar com vista à contratação de jogadores estrangeiros. Mas antes dessa Assembleia a Direcção falou com os jogadores para saber se concordavam ou não com a decisão de pagar a jogadores estrangeiros. O plantel concordou e então a Direcção avançou para a dita Assembleia. Os Sócios aprovaram a nova quota suplementar (salvo erro de 2$50 escudos) e vieram o Licker e o Imbelloni, já no final da época de 1951/52. Em 1953/54 chegou o Mesiano e o Castiglia, completando assim o trio argentino que ainda hoje é recordado com saudade. O Licker de início aceitou a proposta do Atlético, mas lá das vossas bandas acenaram-lhe com mais dinheiro ainda e, bem, ele lá fez a sua opção. Acabou por jogar pouco nas Salésias e saiu no fim da época 1953/54.
  11. Um presidente aldrabão que enganou tudo e todos.
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