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  1. Ora viva... Após muitos anos a ler as histórias que todos vocês partilham neste espaço, decidi eu mesmo partilhar a minha convosco e com este tópico fazer a minha estreia nesta secção. Sempre gostei de ir partilhando os jogos que ia fazendo convosco, aqui no fórum, mas senti a necessidade de fazer algo diferente desta vez. Algo mais sério e com outro tipo de apresentação. Vai ser apenas o 2º save nesta edição, depois de ter feito o tradicional no FC Porto, mas será o realizar de uma ideia que já tenho há uns anos, desde a implementação das ligas dinâmicas no jogo. Sempre fui apaixonado pelas ligas menos atractivas e famosas e por isso surgiu-me a ideia de explorar uma delas e desenvolvê-la ao máximo. O país escolhido, como podem constatar pela banner, é a Hungria. Quanto ao clube saberão na próxima actualização, mas posso adiantar desde já que é da cidade de Budapeste. E porquê? --Hungria: A Golden Team de 54-- Liderada por Ferenc Puskás, o Major Galopante, a Hungria dos Mágicos Magiares assombrou o mundo do desporto na década de 1950 e promoveu uma autêntica revolução no futebol. De campeões Olímpicos de 1952, a derrotados na final do Mundial 54, pela Alemanha, no chamado Milagre de Berna, esta equipa é considerada por muitos como uma das melhores equipas de sempre. Aliás, por alturas do europeu de 2016 a BBC escreveu um artigo sobre este tema e nomeou a selecção húngara de 54 como a melhor de todos os tempos. Não é para menos. Foram precisamente os ingleses que provaram o amargo sabor da derrota às mãos dos húngaros da pior maneira. Em 1953 foram humilhados em pleno estádio de Wembley numa derrota por 3-6, a primeira perante uma selecção europeia em sua casa. Em Maio do ano seguinte, a selecção dos Três Leões visitou Budapeste em busca de vingança... Foram vergados a nova derrota e ainda por números mais escandalosos. 7-1 desta feita. Foi desta forma que os húngaros chegaram à Suíça para disputar o campeonato mundial, comandados por Sebes Gusztáv, um dos pioneiros do 4-2-4 e daquilo que é hoje considerado como a primeira versão do Futebol Total da selecção holandesa nos anos 70. Na fase de grupos, duas vitórias em dois jogos, no que foi talvez a maior demonstração de força alguma vez vista num torneio desta dimensão. 9-0 no jogo inaugural frente à Coreia do Sul e 8-3 no segundo jogo frente à Alemanha Ocidental. Na fase a eliminar a demonstração de força continuou. 4-2 frente ao Brasil, num jogo conhecido pelas cenas de pancadaria após o final da partida e mais 4-2 aplicados, após prolongamento, ao Uruguai, naquela que foi a primeira derrota de sempre da selecção celeste em mundiais. Em ambos os jogos a maior estrela da companhia, Ferenc Puskás, não alinhou devido a lesão. Regressou para a final do torneio, de novo a Alemanha Ocidental pela frente. Antes dos 10', como já era habitual, a selecção magiar já vencia por 2-0, mas deixou-se empatar ainda antes do intervalo. Aos 84' Helmut Rahn carimbou o terceiro dos alemães que para surpresa de todos fazia deles os novos campeões mundiais e ditava a segunda derrota húngara em finais, depois de perder para a Itália em 1938. Um conjunto de factores foi apontado como causa deste resultado: uma Alemanha perfeita a nível táctico, um Puskás condicionado pela lesão, a chuva que se fez sentir no estádio Wankdorf naquele dia e até a qualidade dos equipamentos de cada equipa. Isso e as eternas suspeitas de uso de substâncias dopantes por parte dos alemães, com a alegada injecção de meta-anfetaminas. Puskás na final do Mundial de 1954 Depois do torneio, a Alemanha era então um país renascido. O Milagre de Berna deu esperança a uma geração inteira e fez do maior derrotado da II Grande Guerra o maior vencedor, no maior palco desportivo de todos. Do outro lado, uma selecção que até à derrota na final esteve 29 partidas invicta (entre 14 de maio de 1950 e 4 de julho de 1954), recorde que só foi superado pela selecção argentina, quarenta anos depois, entre 1991 e 1993, quando permaneceu 31 jogos nessa situação. Aquela geração, que é talvez o maior exemplo de sempre de uma Geração de Ouro, chegou ao fim em 1956, com a Revolução Húngara e a partir daí o futebol no país nunca mais foi o mesmo. Nos anos 60, liderados por Flórián Albert, a Hungria conseguiu ser 5ª classificada no mundial de 1962 e 6ª no mundial de 1966. A partir da década de 1970, a selecção e o próprio futebol húngaro praticamente deixaram de existir em termos mundiais. Nos mundiais de 1978, 1982 e 1986 caíram sempre na primeira fase. O maior feito foi a vitória por 10-1 sobre El Salvador, em 1982, a maior goleada em mundiais, superando uma marca que já era húngara - os 9-0 sobre a Coreia do Sul. A evolução gráfica da selecção húngara ao longo do tempo --O estranho caso do futebol húngaro-- O evidente decréscimo de qualidade na sua selecção está intimamente ligado a um decréscimo de qualidade enorme nos seus clubes. Apesar do único triunfo europeu ter acontecido em 1965, quando o Ferencváros venceu a Juventus na final da prova precursora da Taça UEFA, era natural clubes como o Györ, o Hónved, o MTK, o Újpest, o Vasas e o Videoton (actual Vidi) fazerem boas prestações nas provas continentais, com destaque para algumas presenças em finais. Hoje em dia o campeonato do país está fora dos 40 melhores campeonatos europeus e em termos de coeficientes de clubes por país a Hungria ocupa um modesto lugar 33, atrás de países como Azerbaijão, Cazaquistão e, imagine-se, Liechtenstein. A média de espectadores, por jogo, situa-se abaixo dos 1,500 e alguns dos maiores clubes têm vivido entre a primeira e a segunda divisão. Valores impensáveis para um país outrora rei neste desporto. As questões políticas e sociais tiveram um enorme impacto neste país do leste europeu, que tenta agora renascer das cinzas para o mundo do futebol. Desde 2010 que o governo do país, liderado por Viktor Orbán, tem investido milhões na edificação de estruturas ligadas ao mundo do futebol, em especial estádios, quer renovando velhos recintos como construindo novos. Destes, destacam-se a novíssima Groupama Arena (22,000 espectadores), casa do Ferencváros, o novo estádio do MTK, (5,300 espectadores), a Pancho Arena (3.800 espectadores), ou a renovação do velho estádio do Újpest, o estádio Szusza Ferenc, que nos anos 40 tinha capacidade para 50,000 espectadores e hoje apenas 15,000. Clubes como o Debrecen, o Diósgyöry, o Haladás, o Hónved, o Kisvárda e o Vidi também contam com novas casas ou casas renovadas, para não falar do Estádio Puskás Ferenc, em processo de renovação para receber jogos do Europeu de 2020. No entanto, este investimento tarda em dar frutos no que à qualidade dos jogadores húngaros diz respeito. A presença nos 8-avos do Europeu de 2016 parecia ser o ponto de viragem que o país há tanto ansiava, mas a qualificação para o Mundial de 2018, marcada por uma humilhante derrota contra Andorra, veio avivar problemas antigos e vincular a ideia de que os investimentos estatais não passam de medidas populares, sem a existência de um projecto de base bem definido. Derrota da Hungria, em Andorra, em 2017 --À frente do seu tempo-- Com tudo isto, não há como não falar nos treinadores húngaros. Foram durante gerações dos treinadores mais conceituados a nível mundial. O primeiro grande destaque tem de ser dado a Izidor Kürschner. Após grande sucesso em clubes na Hungria, Alemanha e Suíça rumou ao Brasil e é tido como um dos grandes responsáveis no impulso de inovação, que contribuiu significativamente para estabelecer o país como uma potência mundial neste desporto. Para além do já falado Sebes Gusztáv, outros merecem ser mencionados, alguns deles importantes naquilo que foi a evolução do futebol português, como Akös Teszler, Lipo Herczka, Mihaly Siska, Josef Szabo, János Biri e o mítico Béla Guttmann. Não foi só dentro de campo que as qualidades técnicas e humanas, naquilo que é o futebol, decresceram. A qualidade dos treinadores caiu a pique e com isso todo o futebol húngaro. --Objectivos do save e notas finais-- O principal objectivo do save é pegar em equipas húngaras e desenvolver as suas infraestruturas a nível de base, de forma a fornecer novos talentos à selecção e levar o país a novas conquistas em termos de selecção e clubes. Será algo demorado, mas acredito ser possível de concretizar. Obviamente que numa primeira instância e de forma a melhorar as finanças dos clubes por onde passar, terei de investir no jogador estrangeiro para potenciar e fazer retorno. Começarei por uma equipa de Budapeste, por ser, a seguir ao Porto, a cidade com que mais me identifico. Num outro ponto, adianto já que a personagem que dará vida ao treinador não será húngaro. Com alguma ironia, quero que o responsável por trazer de volta o sucesso à Hungria seja alguém do mesmo país que lhes tirou o maior título da história, portanto será um ex-jogador alemão a liderar o clube que irei anunciar na próxima actualização. Tentarei ter o maior cuidado possível na apresentação, mas aviso já que tratei eu das banners, portanto não esperem obras de arte. Peço desculpa pela longa introdução, mas prometo ser bem mais curto nos próximos posts e farei actualização a cada mês para ser mais fácil acompanharem. Bons jogos a todos! Apresentação do Clube
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