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Notícias e Resultados do Ciclismo Nacional II

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A Liberty não ia passar a ser Pro-Tour no próximo ano?

Onde foste buscar essa ideia?

 

Ainda não comentei mas isto é deprimente. Gostava de saber com que cara é que estes palhaços olham para as pessoas que os tão ali a apoiar e que os vêm como ídolos estando eles dopados. Sim senhora.

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Começando a pensar melhor nisto, esta gente não bate bem da cabeça? Parece que fazem tudo para ser suspensos, para serem controlados positivamente...

É impressionante! Sabem que serão apanhados mas mesmo assim tomam!

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Se o Guerra andava dopado e fez o que fez, imagino sem doping! :lol:

 

 

Isto foi antes da Volta a Portugal. o Guerra em Julho ganhou a Volta a Madrid(se não estou em erro), contra muitos ciclistas espanhóis de topo. Pelo que fez na Volta, provavelmente não irá acusar positivo.

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Estava agora a dizer o comentador do eurosport que o Nuno Ribeiro já é a segunda vez que é apanhado. Qué burro o raio do homem.

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A 1ª vez não foi bem ter sido "apanhado"...

 

Para mim, e a partir deste momento (dantes até aceitava 2ªs oportunidades), ao primeiro controlo positivo, deviam ser irradiados.

 

Por um ciclismo mais limpo.

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Por alguma razão já pouco ciclismo vejo, tirando o Tour.

 

É que um homem faz uma grande volta (seja onde for), trepa que nem um cão, leva aplausos, e passado 1 mês descobre-se que tem doping.

 

Já é rotina.

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Vencedores das Voltas de cadetes, juniores e elites acusaram positivo

Volta do Futuro está 'limpa', faltando confirmar dois casos no Masters

 

Por Fernando Emílio

 

Apenas dois dias deram para saborear a medalha de prata conquistada por Nélson Oliveira nos Mundiais de ciclismo na Suíça. Uma semana depois de vir a público o controlo positivo com EPO/CERA de três corredores da Liberty Seguros, nos quais se encontrava Nuno Ribeiro, vencedor da Volta a Portugal, o doping está de novo na ordem do dia no pelotão português.

 

João Pinto, corredor da ADR Ases de Penafiel e vencedor da Volta a Portugal de cadetes (escalão para jovens de 15 e 16 anos), também acusou positivo, situação idêntica à vivida por Daniel Freitas, do mesmo clube, e vencedor da Volta a Portugal de juniores (17 e 18 anos). As contra-análises em ambos os casos confirmam os primeiros resultados, que desta forma determinam a suspensão dos jovens e a vitória nas provas a ser atribuída aos segundos classificados.

 

Mas os casos de doping não terminam aqui. A 1.ª Volta a Portugal de Masters, organizada para colocar na estrada a velha guarda do ciclismo português, também está manchada por duas situações que aguardam pelos resultados das contra-análises que serão efectuadas dentro de dias. Todas as categorias, à excepção da Volta do Futuro, ganha por Marco Cunha (ALU), parecem envenenadas pelo doping, com reflexos imprevisíveis para a modalidade.

Situações anormais

 

O presidente da UVP/FPC, Artur Lopes, escusou-se a comentar os casos cujas resoluções ainda não foram anunciadas pelo Conselho de Disciplina. «A única coisa que sei é que há situações anormais, mas não faço ideia se se trata de aspirina ou insulina! Podem ser casos de solução fácil, ou de extrema gravidade. Não sei! Até o Conselho de Disciplina se pronunciar, nada terei a acrescentar sobre o assunto.»

 

Já para Joaquim Ferreira, presidente e treinador da ADR de Penafiel, os casos em que estão envolvidos os seus jovens corredores podem mesmo ser uma cabala. «É inacreditável. Estamos a falar de formação e não de elites... Pelo que nos foi relatado, os valores e as substâncias envolvidas são de uma sofisticação laboratorial e ao nível sénior. Falaram até em algo apenas injectável. E depois acusaram positivo num dia, no dia seguinte já estavam limpos e no dia a seguir acusavam outra vez... Há muita coisa mal contada nesta história e até vir a confirmação da contra-análise só nos resta esperar», declarou.

 

O caso dos dois jovens corredores pode mesmo ganhar contornos complexos: «Não ponho a mão no fogo por ninguém, não sei o que fazem fora dos treinos. Mas estes rapazes, em competição, nem batatas fritas comem. É só massas e carnes grelhadas e cozidas. Além disso, os pais estão tão convencidos da inocência dos filhos que estão na disposição de apresentar queixa na Polícia Judiciária para se tirar a limpo esta história. Já consultaram até médicos e ninguém acredita como isto é possível.»

Editorial: Há criminosos por aí, à solta

 

Por Vítor Serpa

 

Se o vencedor da Volta a Portugal acusa doping, o mundo do desporto tem o dever de se sentir envergonhado e o mundo do ciclismo a obrigação de se sentir ameaçado na sua própria existência como modalidade de consagração popular.

 

No entanto, a confirmar-se oficialmente a notícia, que apurámos de fonte insuspeita e credível, de que os vencedores da Volta de cadetes (jovens entre 15 e 16 anos) e de juniores (jovens entre 17 e 18 anos) também acusaram positivo no controlo anti-doping a que foram submetidos, havendo ainda suspeitas sérias de doping em outras categorias, então estamos perante um caso tão grave e escandaloso que já não é mais possível admitir a passividade das autoridades policiais.

 

Estamos a falar de jovens adolescentes. De miúdos que não têm capacidade financeira, nem autonomia para se doparem a si próprios e que estarão a ser sujeitos a acções criminosas que têm de ser urgentemente descobertas e exemplarmente castigadas.

 

Nada pode justificar o doping no desporto. Mas não sendo justificável, nem admissível, o doping em atletas de alta competição é um flagelo internacional, que pode, eventualmente, contar com o conhecimento e até a co-responsabilidade dos próprios atletas. Não é o caso quando se fala de miúdos de 15 a 18 anos, que estão no início de um sonho e no começo de uma vida desportiva. Esses são vítimas inocentes; são cobaias nas mãos de gente sem um pingo de carácter.

 

O ciclismo sofre profundamente com tudo isto e só tem uma maneira de reagir. Denunciando, de dentro, o que conhece do seu mundo marginal. É sua obrigação. Moral e social.

Vencedores das Voltas de juniores e de cadetes acusam doping

 

Uma semana depois do desaparecimento da Liberty Seguros, o ciclismo português acorda sobressaltado por novo caso de dopagem. Os vencedores da Volta a Portugal de Juniores e da Volta a Portugal de Cadetes, Daniel Freitas e João Pinto, ambos da Silva & Vinha/ADRAP, acusaram positivo nessas corridas e enfrentam uma suspensão. A informação é avançada pelo jornal A Bola e acrescenta que também na Volta a Portugal Master há dois casos de presumível dopagem, embora estes ainda careçam de confirmação em contra-análise.

 

No caso dos jovens corredores, apesar de o processo não estar ainda fechado pelo Conselho de Disciplina, não se sabendo quais as substâncias encontradas e qual a penalização prevista, já há resultados da contra-análise, que confirmaram o positivo. Em declarações a A Bola, Joaquim Ferreira, responsável pela ADRAP diz-se incrédulo com a situação, sobretudo porque “os valores e as substâncias envolvidas são de sofisticação laboratorial e de nível sénior”. O mesmo responsável afirma que não põe “as mãos no fogo por ninguém. Não sei o que fazem fora dos treinos”, declara. Joaquim Ferreira conta ainda que os pais dos corredores não acreditam na culpabilidade dos filhos, ponderando a apresentação de uma queixa na Polícia Judiciária.

 

Como a contra-análise confirmou estas situações, Daniel Freitas e João Pinto irão ser desclassificados. O vencedor da corrida de juniores passará a ser Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça). A Volta de Cadetes vai para o palmarés de Luís Gomes, colega de equipa de João Pinto na Silva & Vinha/ADRAP.

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UC Maia/Bike Team confirmada no pelotão 2010

 

A União Ciclista da Maia regressará às estradas na próxima temporada com a designação Maia-Bike Team, tendo na sua génese um projecto de equipas de clube (vulgo sub-23) que poderá ser alargado a uma equipa continental. Paulo Couto, antigo director-desportivo do projecto da UC Maia extinto em 2008 e agora presidente da colectividade regressa ao pelotão tendo já assegurado a contratação da Bike Team, que equipará a formação com bicicletas Specialized.

 

Para já estão já acertados quatro ciclistas, todos do escalão Sub-23: Flávio Gomes (ex-Bretescar-Sporting), Fábio Palma (ex-Crédito Agrícola), Sandro Pinto (ex-Mortágua/DR Seguros) e Vitor Machado (ex-SM Feira-E.Leclerc).

 

A evolução do regresso do ciclismo à Maia terá tido um forte acolhimento no concelho estudando-se ainda a hipótese de ampliação do projecto a uma equipa continental que lhes daria acesso automático à Volta a Portugal.

 

“Neste período conturbado é importante o surgimento de novos projectos que dão oportunidade aos jovens mantendo viva a chama do ciclismo na Maia. Aguardamos a inclusão de um novo patrocinador que poderá elevar a equipa a um estatuto continental”, reforçou Paulo Couto. O orçamento do projecto Sub-23 eleva-se a 120 mil euros, sendo aumentado com a entrada de novos patrocinadores.

@Jornal Ciclismo

 

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Vitória de Guimarães regressa ao ciclismo (sub-23)

 

Findo o projecto de ciclismo profissional que vingou nas épocas 2006 e 2007, a secção da modalidade será recuperada no emblema vimaranense na próxima época com uma equipa sub-23. Já anteriormente ligado ao primeiro regresso do ciclismo ao Vitória de Guimarães, o empresário e comissário nacional UVP-FPC, Manuel Nóbrega surge como principal impulsionador do projecto que começou a ficar definido ainda antes do Verão e apresenta ainda como primeiro pilar, a União Ciclista de Vila do Conde, actualmente presidida por Ramiro Silva Campos, outro impulsionador do projecto.

 

Na base surge António Silva Campos, o empresário nortenho que sponsorizou as duas épocas no ciclismo profissional vimarense - com a firma de engenharia & construção, ASC - depois de várias épocas ligado ao ciclismo profissional e de formação na UC de Vila do Conde.

 

A direcção técnica da equipa estará a cargo do técnico José Ribeiro, responsável de longa data pela formação da UC Vila do Conde, acompanhado pelo filho Vitor Ribeiro. Lino Gonçalves será o massagista da formação vimaranense que terá como designação oficial, ASC-Vitória de Guimarães. Já a parte mecânica será entregue a Manuel Freitas.

 

“Depois do enceramento da equipa profissional do Vitória – ASC, sempre ficou no ar a possibilidade do retorno desta equipa, em novos moldes e assente num projecto de formação, facto que ocorrerá na época de 2010. Teremos um plantel de 11 corredores com sete ou oito sub-23 e dois ou três corredores mais experientes. Uma das possibilidade é tentar dar o salto a médio prazo e regressar ao ciclismo profissional, colhendo os frutos do trabalho de formação do clube como sucedeu com a passada experiência”, resumiu José Ribeiro.

 

A estrutura da equipa é herdada do clube vilacondense, já com um camião e caranava, sendo as bicicletas da marca francesa Time - representação Cycles Oliveira. Com um orçamento entre 70 e 80 mil euros, o sub-23 Paulo Costa (ex-Sporting) é, até ao momento, o único ciclista confirmado. Praticamente certo na equipa está também David Rodrigues, promovido a sub-23 após uma campanha júnior marcada pela conquista da primeira vitória da Taça do Mundo de Cross-Country do BTT português (Madrid).

@Jornal Ciclismo

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Doping: confirmado teste positivo do vencedor da Volta

 

A União Ciclista Internacional confirmou hoje que o teste de doping efectuado a Nuno Ribeiro, vencedor da Volta a Portugal, teve contra-análise positiva, apurou o DN. O teste foi realizado antes da prova.

 

Nuno Ribeiro e outros dois ciclistas da Liberty Seguros - os espanhóis Isidro Nozal e Hector Guerra - acusaram dopagem com CERA, eritropoietina (EPO) de acção prolongada, o que levou à extinção da equipa.

 

Ribeiro, Nozal e Guerra foram suspensos provisoriamente pela União Ciclista Internacional (UCI), na sequência de relatórios dos laboratórios de Paris e Lausana, que detectaram CERA em amostras sanguíneas recolhidas aos corredores pela Autoridade Antidopagem de Portugal, sob mandato da UCI, num controlo fora de competição, a 3 de Agosto. Guerra e Ribeiro também foram afastados dos Mundiais de ciclismo.

 

Na sequência destes resultados, a Liberty Seguros cancelou o patrocínio à equipa da União Ciclista da Charneca e o director desportivo Américo Silva anunciou o fim da equipa.

 

Agora, a contra-análise pedida por Nuno Ribeiro confirma os primeiros relatórios, que levaram à suspensão do patrocínio da Liberty, num caso também atingiu o médico da equipa, Alberto Beltrán.

 

http://dn.sapo.pt/desporto/antidoping/inte...tent_id=1395995

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