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Liedson

[FM2015] Football Manager 2015: Reacções

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p*ta que pariu. Ganho 4-1 ao Olympiacos para a Champions, vou ao Dragão dar 3-2 para o campeonato e logo a seguir levo com crash dump. Lá vou eu ter de repetir os dois. :(

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vou deixar isto em stand-by enquanto vou dar uma volta com o cão, que é para pensar bem no assunto :mrgreen:

 

Que respondeste a essa oferta? Eu se fosse a ti tinha rejeitado e até te digo que acho que eles pagavam esse valor a pronto.

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Início da época 2019/20 (mercado e troféu dos campeões)

 

Ora viva malta. Mais uma época terminada, tempo de dar conta do que se foi passando.

 

Bem, o ano voltou a começar tremido, embora não tanto. Parece-me que tenho que forçar um pouco mais a coesão da equipa nos treinos de pré-época, porque quando a coisa alinha, vai. Alguns resultados incríveis a abrir a época (7-1 em Montpellier ou 7-0 ao Mónaco) foram acompanhados de algumas desilusões (em Guigamp e Lorient), que nos empurraram para o 4º posto. Até aqui, ainda para mais, o PSG tinha ganho todos os jogos (inclusive um 3-2 frente a mim, em Paris). Sabia que tinha de fazer algo, e em Outubro surgiu a oportunidade. O Vilhena, este ano a 10, começou bem melhor e o PSG fez-me uma proposta. Renegociei e pedi 50M+50M a 12 meses e foi aceite. Ainda adiei uma semana, mas pensei bem e sabia que ele não ia ter tanto impacto no PSG e que podia, com aquele dinheiro, fazer estragos em Janeiro. Nota de coincidência, o último jogo do Vilhena foi um empate frente ao Marselha, o último ponto perdido no campeonato por um largo período...

 

No regresso à UCL fui colocado num expectável pote 4. Grupos sorteados, fiquei com Chelsea, Shakhtar e Galatasaray. Aqui viveu-se um passeio. À 4ª jornada estava apurado e só não ganhei o último jogo, em Donetsk, onde rodei largamente a equipa e acabei derrotado.

 

Janeiro chegava e o investimento "urgia". Já confortável no segundo lugar mas ainda na perseguição aos gigantes parisienses, optei por deixar a Champions para 2º plano. Quer isto dizer que fui investir em Madrid, onde fui pescar o Odegaard e o Varane ao Real (deixei por lá o Martins Indi no 2º negócio), dois jogadores que não podiam actuar na UCL mas que seriam melhorias para atacar o título.

 

Eles chegaram e as vitórias continuavam. As taças vinham, também elas. Na Taça da Liga derrotei Lyon (4-0), Angers (8-0) e Lille (1-0) no caminho para a final. Por lá encontrei o Marselha de Deschamps.

 

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Depois foi a vez da Taça de França, troféu solitário conquistado na época transacta. O percurso repetiu-se com recepção ao Lyon a abrir as hostilidades (4-0). Depois veio Nice (6-3), Lens (3-1), Troyes (3-0) e o surpreendente La Berrichone (3-1). Na final surgiu o Guigamp e o seu 3-6-1, a minha táctica arqui-inimiga aqui por França. Ainda assim, levei a melhor com algum conforto.

 

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No campeonato cheguei às 23 vitórias consecutivas, que demonstraram que deixar sair o Vilhena tinha sido boa decisão. Por esta altura era já dono do 1º posto, mas em luta feroz com o PSG. Com apenas um empate nas últimas 27 jornadas, acabei por sair vencedor e conquistar o troféu mais desejado por diferença de golos, num regresso aos títulos do Saint-Etienne, fora destas lides desde 1981.

 

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A diferença para os demais é demasiado grande, estando a tornar-se esta Ligue 1 numa pequena Espanha, dada a superioridade destes dois gigantes.

 

Quanto à UCL, as opções foram óbvias em Janeiro. Partindo para a fase final coxo de dois titulares, assumi que não era a prioridade. Ainda assim batemo-nos sem receio. Pensei ter sido eliminado logo na primeira eliminatória quando, ao intervalo, perdia 5-1 em Manchester, frente ao City (eventual campeão inglês). Ainda assim recuperei para 5-3 na segunda parte e levei de vencida em casa, por golos fora.

Desde aí, o cenário foi promovendo o sonho. Os sorteios permitiram-me fechar em casa, o que me dava maior controlo e a possibilidade de uma postura mais expectante e cínica nas primeiras mãos. Tal verificou-se frente aos crónicos campeões italianos, a Juve, e o Arsenal, já nas meias.

Sendo assim, chegámos à final de Old Trafford onde encontrámos mais uma equipa inglesa, o Liverpool de Ernesto Valverde, que vinha de eliminar os seus compatriotas do Real Madrid. Nem tudo eram rosas, com a expulsão por acumulação de amarelos do Mangala a obrigar-me a jogar a final com o Loïc Perrin no onze, o capitão e chefe de balneário mas de todo indicado para um jogo destes. E o início do encontro deu-me razão.

 

Aos 9 minutos, o Sterling fez gato sapato da defensiva e marcou o 1º, para gáudio dos britânicos, que procuravam a sua 6ª Champions. E aos 23 o Perrin acusou a pressão e cometeu uma idiotice, com uma entrada por trás sobre o Balotelli (que lhe vinha chamando trapo velho) a meio-campo, que o enviou com um vermelho directo para a rua. A opção tomada foi pelo recuo de Matuidi para central e a ausência de ponta-de-lança, confiando eu que a posse de bola traria oportunidades de golo, mesmo sem avançado. Seguimos, portanto, com um 4-5-0 e dois avançados interiores a explorar as costas da defesa.

E foi mesmo assim que tudo deu a volta. Aparentemente inspirados pelo meu discurso de intervalo, aos 48 minutos fazemos o empate. Sem deixar de carregar, viramos aos 58, mas logo a seguir o Balotelli manda uma bomba do meio da rua e faz o empate.

A equipa podia ter tremido, mas longe disso. Seguimos de imediato para cima do Liverpool e fizemos o 3-2 aos 77 minutos. 3 golos baseados na ideia tomada após a expulsão, 3 golos do menino, o Allan Saint-Maximin, jovem extremo das escolas que subiu a pulso ao longo dos anos e chega agora ao hattrick na final da Champions. Um sonho que não caiu por terra, com controlo dos últimos dez minutos e a vitória a chegar, por fim. Após a final perdida de 76, em Glasgow, o Saint-Etienne voltou ao Reino Unido para levar o troféu para casa. O Teatro dos Sonhos foi conquistado.

 

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Quanto a prémios, foram mais que muitos. Desde Bernardo, jogador do ano para a UCL, a Ronaldo, Bota de Ouro, ou os prémios das convocatórias em ano de Europeu com a possível estreia do Maximin pela França, um de 7 convocados do ASE (ano de sonho para o miúdo). Para não fazer spam com tanta coisa, deixo apenas as estatísticas globais do plantel.

 

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Ano perfeito. E agora? Nem sei, não esperava algo assim tão cedo. Talvez devesse sair, mas acho que não resisto a mais um ano e a uma afirmação completa do Saint-Etienne em França e no Mundo. No entanto, após três épocas (duas completas), já posso dizer que o objectivo inicial está assegurado. O ASE é, novamente, campeão francês e um nome a ter em conta lá fora.

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Tão tarde? Pensei que fosse dia 1 ou isso...

 

No mesmo dia que no ano passado.

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que limpeza perep :prayer: não achaste que as equipas francesas são um bocado para o fraquitas? 8-[ digo isto pela minha experiência, nunca tinha calhado de treinar com tanta atenção em frança, mas sempre tive curiosidade porque existem jogadores com atributos surreais em equipas "pequenas", mas depois parece que não jogam chavelho e as equipas são mais fracas do que aquilo que eu esperava :lol:

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Igboun joga nas horas!!

 

Podes meter screen dele?

 

 

 

Brutal perep!

Editado por Vaart

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DE na primeira época para o Inter. baratinho

 

 

Laazar do Palermo.

 

Já meto Vaart. :)

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Vou ver esses meninos Vaart e Trenza. O Dodo é pior que a fome e não devia ter vendido o Nagatomo. Agora em Dezembro saquei dois meninos impecáveis para o meu meio campo. Podem tentar adivinhar 8-)

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Fiz três pedidos que foram atendidos pela direcção: melhorar as condições de treino dos seniores/camadas jovens e a compra de um novo estádio (o atual tem a capacidade para 11k :()

 

Siga, tentar passar a fase-de-grupos da LC.

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Comecei no Porto, com o LFC update e desativei os orçamentos para a primeira janela de transferências.

Vou buscar o Vlaar e um dd, que ainda não não escolhi quem será.

 

4-3-3 criado agora siga.

O plantel não deve fugir disto:

 

GK: Casillas / Helton / Gudiño

DD: Maxi / dd a custo zero

DE: Layun / Angel

DC: Maicon / Vlaar / Martins Indi / Marcano

MDC: Danilo / Ruben Neves

MC (Box-to-Box): Herrera / Imbula / Sérgio Oliveira

MC (CJA): Brahimi / André x2 / Evandro

ED: Corona / Varela

EE: Tello / Bueno

PL: Aboubakar / Osvaldo / André Silva.

 

Em janeiro quero ver se despacho o Marcano, o Herrera e o Evandro.

Para o ano já tenho três alvos: Tobias Figueiredo, Gonçalo Guedes e Nelson Semedo.

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O Murru dá mais garantias no presente. O Hysaj é uma boa aposta para o futuro.

Vou tentar saca-lo, é para o imediato.

Entretanto com as lesoes prolongadas do Guarin e do Kondogbia, fui buscar o Witsel e o Bernardo.

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