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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Lebohang, há 13 minutos:

É um debate vastíssimo que vai mais além da "neutralidade carbónica" ou "vamos deixar de consumir carne de vaca".

Epa sim mas essas duas coisas ajudavam né

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Citação de Ghelthon, há 15 horas:

Não está em causa a awareness que a Greta traz. Mas não se faça da Greta uma salvadora do planeta, porque ela não salva coisa alguma. Ela anda agora a viver do mediatismo (não estou a falar de dinheiro, entenda-se, embora haja várias teorias da conspiração nesse sentido), mais do que propriamente do impacto ou do trabalho que realmente fez em prol do que advoga.

Nada do que ela diz é novo. Nada. E tenho a certeza absoluta de que nenhum de nós mudou um hábito que seja por influência da Greta. Tem influência sobre os jovens? Talvez, espero que sim. Mas duvido que tenha mais influência do que os professores ou das famílias, porque tudo o que ela refere é (ou devia, pelo menos) abordado nesses contextos.

E o que é verdadeiramente pena é que ela, tendo a plataforma que já tem, não se foque nos reais e verdadeiros problemas e fontes de poluição. Alguém viu a Greta a falar da China e demais países asiáticos, os principais poluidores do planeta? Alguém viu a Greta a defender o investimento na energia mais limpa de todas, a energia nuclear? Eu sei que é giro e trendy ser ambientalista e fã da Greta, mas sejamos racionais e não entremos no circle jerk só porque sim.

Por exemplo, se querem um jovem (agora não tão jovem, mas vá) que realmente causou impacto positivo para bajular, deixo-vos um nome, e um link:

 

Sai daí Catota.

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Citação de joe, há 1 hora:

Não é bem assim. Os Vietnams e afins são ás fábricas do consumismo Ocidental. Nós somos responsáveis por muita da m*rda que eles fazem.

Quando tens pobreza extrema a prioridade não é com a quantidade de emissões que mandas para atmosfera, é em teres comida na mesa. 

Não só temos que alterar os nossos comportamentos ao nível de consumo como também devemos ajudar os países menos desenvolvidos a crescer de uma forma mais sustentável.

Sem dúvida, isto baseia-se tudo numa perspectiva de procura/oferta. Mas é como diz o Puto Perdiz: eles não querem saber minimamente do ambiente, e isso é errado. Nós também exportamos coisas e seguimos regras, eles deviam fazer o mesmo.

Citação de Sandes., há 1 hora:

So' para sublinhar que o plastico nao e' o unico problema da poluicao. Esse grafico nao mostra a contribuicao de emissao de CO2, por exemplo, em que a China esta' em primeiro mas tanto os USA como a Europa sao parte integral.

Mas e' como diz o joe, os paises asiaticos produzem muita "poluicao" porque muita empresa ocidental tem o seu foco industrial la

Não é o único, claro. Só falei nesse por ser um exemplo. Mas há mais exemplos onde é fácil perceber que o problema está lá, como a qualidade do ar.

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Citação de Ghelthon, há 21 minutos:

Sem dúvida, isto baseia-se tudo numa perspectiva de procura/oferta. Mas é como diz o Puto Perdiz: eles não querem saber minimamente do ambiente, e isso é errado. Nós também exportamos coisas e seguimos regras, eles deviam fazer o mesmo.

Não é o único, claro. Só falei nesse por ser um exemplo. Mas há mais exemplos onde é fácil perceber que o problema está lá, como a qualidade do ar.

https://aqicn.org/map/world/

Países ali da Europa (Inglaterra e Polónia tenho ideia q a situação é dramática) têm índices de qualidade do ar horríveis. Convém relembrar q os objetivos do acordo de Paris já não são suficientes

Reduzir o problema só "aos outros" não é ser honesto

Editado por Plagio o Original

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Vou avançar com a previsão EUA 2020:

 

Alabama: 36.98% DEM. 62.97% REP

Republican 100% sure. 2016 = REP, 9 Delegados. 

Znyjk.png

 

Editado por Ticampos

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Citação de antifa, Agora:

E o UK Ticampos?

Que se lixe o UK não tenho tempo para prever 650 seats. Nos EUA são só 50+1,mas posso prever alguns swing seats no máximo. 

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Citação de Puto Perdiz, há 3 horas:

Em parte, eles produzem para nós. Mas a regras de produção e ambientais são do país, não nossas.

Os donos das fábricas não estão preocupados se têm um prato de comida na mesa. Quem está preocupado com com isso é o proletariado que não tem controlo sobre os meios de produção e como a produção é feita. Essa preocupação é dos donos das fábricas e nesses a preocupação é maximização do lucro e não saber se têm um prato de arroz à mesa. Os países é que têm que colocar limites à poluição. E isso passa com a taxação dos produtos produzidos em países poluidores. No entanto, é complicado porque países como a China e a Índia têm capacidade para ter um mercado interno forte e não ligarem tanto à taxação nas exportações.

Tomando o exemplo da China não vês isso. O desenvolvimento local levou a que houvesse um desvio para o mercado interno em vez do grande foco da exportação, no entanto a insustentabilidade continua. Eles produzem menos para o exterior, há um aumento do consumo interno devido ao desenvolvimento mas a poluição continua.

 

Os donos das fábricas querem lucro. E os operários querem os seus salários. Mas nenhum político quer dizer ao dono da fábrica que só pode produzir 10.000 tshirts em vez de 100.000. Porque ele quer é tirar o seu país da miséria, custe o que custar. Se começar com restrições às Multinacionais elas cagam nesse país e constroem as fábricas no vizinho do lado.

Portanto produzem-se as 100.000 tshirts para serem vendidas numa Primark a 5e e menos de um ano depois provavelmente estão numa incineradora ou num aterro. Mas a malta prefere comprar 10 tshirts por ano a 5e, do que duas a 30, feitas por trabalhadores locais e com materiais da região. Isto obrigaria a uma mudança no modelo económico que quase ninguém está pronto a cumprir.

 

Quanto à China continua a ser o maior exportador Mundial. E há alguns anos que andam a implementar diversas medidas para reduzir as suas emissões de carbono, ao contrário da segunda maior exportadora, os USA que se estão a preparar para sair do Acordo de Paris. Não quero com isto dizer que eles não andam a f*der o planeta, porque obviamente que estão, mas há uns 30 anos a China tinha quase 90% da população a viver abaixo do limiar da pobreza. Hoje não chega a 1%. E nós agora queremos que os Sri Lankas e afins não façam o mesmo porque se não o planeta f*de-se. Mas depois não mudamos os nossos hábitos. Se for preciso até lhes pagamos para podermos mandar para lá o nosso lixo.

Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Sem dúvida, isto baseia-se tudo numa perspectiva de procura/oferta. Mas é como diz o Puto Perdiz: eles não querem saber minimamente do ambiente, e isso é errado. Nós também exportamos coisas e seguimos regras, eles deviam fazer o mesmo.

Não é o único, claro. Só falei nesse por ser um exemplo. Mas há mais exemplos onde é fácil perceber que o problema está lá, como a qualidade do ar.

Não é que eles sejam malvados por não quererem saber do ambiente e nós sejamos os coitados prejudicados pela ganância dos outros. É que ao contrário deles, tu não cresceste num país de terceiro mundo, as tuas preocupações são outras.

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Citação de Lebohang, há 3 horas:

Há várias questões associadas à emergência climática que não são muito fáceis de resolver: a crescente população humana que tenderá a esgotar os recursos do planeta, o provável abrandamento económico que uma drástica emissão de gases poluentes terá que forçosamente ditar, a falta de consciência dos políticos para o longo-prazo vs duração dos mandatos.

É um debate vastíssimo que vai mais além da "neutralidade carbónica" ou "vamos deixar de consumir carne de vaca".

O crescimento populacional está a estagnar e há quem deduza que comece a decrescer por volta da metade deste século. 

A nível ocidental isso já acontece, nos pvd também vai acontecer com o acesso à educação e mercado de trabalho por parte das mulheres. A mudança de hábitos é um factor muito importante na estagnação. 

Esse problema da energia ser mais cara é um não problema. A energia nuclear polui menos que a dita verde e é muito mais barata. Não há é coragem política para adoptar, e basta ver as votações no parlamento europeu contra as recomendações de agências que recomendam o nuclear como o caminho a seguir. Depois andam a reboque da biomassa que polui mais que as fósseis e perguntam-se porque motivo o co2 não diminui.

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Citação de Plagio o Original, há 2 horas:

https://aqicn.org/map/world/

Países ali da Europa (Inglaterra e Polónia tenho ideia q a situação é dramática) têm índices de qualidade do ar horríveis. Convém relembrar q os objetivos do acordo de Paris já não são suficientes

Reduzir o problema só "aos outros" não é ser honesto

Não reduzi só aos outros. O que fiz foi corroborar a afirmação do Pan, que falou no facto de ser preciso mais do que estamos actualmente a fazer. E para tal é necessário que esses países também façam algo, mesmo que com ajuda dos países mais desenvolvidos.

Citação de joe, há 1 hora:

Não é que eles sejam malvados por não quererem saber do ambiente e nós sejamos os coitados prejudicados pela ganância dos outros. É que ao contrário deles, tu não cresceste num país de terceiro mundo, as tuas preocupações são outras.

Não disse isso. Obviamente que tens toda a razão, e para eles as questões ambientais serão secundárias com tantos outros problemas. Mas algo precisa de ser feito, porque senão estamos a puxar a manta de um lado e a ficar descobertos no outro.

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É uma tristeza, mas faz parte da hipocrisia global que há a favor de Israel um pouco por todo o mundo. Somos todos contra a violência e tal, mas depois tapamos os olhos se o assunto for Israel.

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Citação de joe, há 6 horas:

Os donos das fábricas querem lucro. E os operários querem os seus salários. Mas nenhum político quer dizer ao dono da fábrica que só pode produzir 10.000 tshirts em vez de 100.000. Porque ele quer é tirar o seu país da miséria, custe o que custar. Se começar com restrições às Multinacionais elas cagam nesse país e constroem as fábricas no vizinho do lado.

Portanto produzem-se as 100.000 tshirts para serem vendidas numa Primark a 5e e menos de um ano depois provavelmente estão numa incineradora ou num aterro. Mas a malta prefere comprar 10 tshirts por ano a 5e, do que duas a 30, feitas por trabalhadores locais e com materiais da região. Isto obrigaria a uma mudança no modelo económico que quase ninguém está pronto a cumprir.

Não podes mudar só o padrão de consumo, tens que mudar o modo de produção. Enquanto não houver coragem de mudar o padrão de produção continuarão a existir deslocações industriais. Enquanto os países continuarem a consumir energias fósseis, por serem mais baratas e requererem menos tecnologia, as emissões de CO2 e óxido de nitrogénio para a atmosfera vão continuar.

 

Citação de joe, há 6 horas:

Quanto à China continua a ser o maior exportador Mundial. E há alguns anos que andam a implementar diversas medidas para reduzir as suas emissões de carbono, ao contrário da segunda maior exportadora, os USA que se estão a preparar para sair do Acordo de Paris. Não quero com isto dizer que eles não andam a f*der o planeta, porque obviamente que estão, mas há uns 30 anos a China tinha quase 90% da população a viver abaixo do limiar da pobreza. Hoje não chega a 1%. E nós agora queremos que os Sri Lankas e afins não façam o mesmo porque se não o planeta f*de-se. Mas depois não mudamos os nossos hábitos. Se for preciso até lhes pagamos para podermos mandar para lá o nosso lixo.

A China tem vindo a aumentar as emissões de co2, só nos primeiros seis meses desta ano aumentaram em 4%. Podem falar muito das medidas, mas não vejo nada. Aliás,

" China was the driver of most of the rise in global emissions in 2019, with an increase of 0.26GtCO2 compared to 2018. Meanwhile, US emissions declined by 0.09GtCO2 and those in the EU fell by 0.05GtCO2, whereas Indian emissions increased by 0.04GtCO2. The rest of the world’s rose 0.08GtCO2. "

Eu não quero que os Sri Lankas, Bangladesh desta vida façam o mesmo que a China. Quero que haja responsabilidade no modo como operam, o tempo do capitalismo selvagem da revolução industrial já passou, ou deveria ter passado. A China desenvolveu-se devido aos padrões de consumo do Ocidente, agora devido a terem se desenvolvido caminham para um mercado que poderá ser quase auto sustentável com padrões de consumo semelhantes ao do ocidente. OU seja, os padrões de consumo é que estão a levar ao desenvolvimento destes países, no entanto é o que está a destruir o planeta.

edit: A mudança tem que ser feita nos padrões de consumo e no modo de produção. Deste o exemplo correcto da Primark e afins, aquela roupa não tem qualidade. Porque não produzir menos, com mais qualidade e também com maior controlo de qualidade? Porque não consumir menos, mas pedindo produtos de mais qualidade?

Citação de joe, há 6 horas:

Não é que eles sejam malvados por não quererem saber do ambiente e nós sejamos os coitados prejudicados pela ganância dos outros. É que ao contrário deles, tu não cresceste num país de terceiro mundo, as tuas preocupações são outras.

 

A preocupação é a mesma: sobreviver. A questão climática é global, não é só um problema do ocidente e as medidas não devem ser só tomadas pelo ocidente. Não é andar a fechar os olhos só porque eles são pvd.

Citação de Ghelthon, há 47 minutos:

É uma tristeza, mas faz parte da hipocrisia global que há a favor de Israel um pouco por todo o mundo. Somos todos contra a violência e tal, mas depois tapamos os olhos se o assunto for Israel.

ele nem está a criticar isso. O que ele está a criticar é os que levantaram contra ele e contra o facto da eurovisão ser em Israel e que agora estão calados. Se fossem coerentes agora também teriam escrito uma carta de repúdio.

Editado por Puto Perdiz

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Citação de Catota, há 4 horas:

Nada salvará o mundo, só a extinção humana.

 

Beijinhos e bom fim de semana

Dá-me sempre vontade de rir, embora um riso triste, quando alguém fala em "salvar o planeta". Meus, o planeta não precisa ser salvo. Ele estava cá antes de nós, está cá connosco e continuará a vaguear em torno do sol muito depois de nós desaparecermos.

Não é o planeta quem precisa ser salvo. Somos nós.

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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Dá-me sempre vontade de rir, embora um riso triste, quando alguém fala em "salvar o planeta". Meus, o planeta não precisa ser salvo. Ele estava cá antes de nós, está cá connosco e continuará a vaguear em torno do sol muito depois de nós desaparecermos.

Não é o planeta quem precisa ser salvo. Somos nós.

Nós também não precisamos de ser salvos, pois deveríamos ter a consciência de que estamos meramente de passagem. Na verdade, quem precisaria de salvação seriam as espécies que tiveram o infortúnio de coabitar o planeta connosco, tendo, como consequência, visto a sua passagem pela Terra severamente abreviada.

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Citação de bmfpcdm, há 3 horas:

Nós também não precisamos de ser salvos, pois deveríamos ter a consciência de que estamos meramente de passagem. Na verdade, quem precisaria de salvação seriam as espécies que tiveram o infortúnio de coabitar o planeta connosco, tendo, como consequência, visto a sua passagem pela Terra severamente abreviada.

Já houve pelo menos cinco grandes extinções em massa mesmo antes do Homem andar por cá, que levaram ao desaparecimento de 90% das espécies. Por isso, ficar preocupado com as espécies que possam ter o infortúnio de coabitar connosco é um bocadinho irrelevante. 

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Citação de Mahai, há 4 horas:

Já houve pelo menos cinco grandes extinções em massa mesmo antes do Homem andar por cá, que levaram ao desaparecimento de 90% das espécies. Por isso, ficar preocupado com as espécies que possam ter o infortúnio de coabitar connosco é um bocadinho irrelevante. 

Infotúnuio tenho eu por estar a ler isto a esta hora. 

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Citação de Mahai, há 6 horas:

Já houve pelo menos cinco grandes extinções em massa mesmo antes do Homem andar por cá, que levaram ao desaparecimento de 90% das espécies. Por isso, ficar preocupado com as espécies que possam ter o infortúnio de coabitar connosco é um bocadinho irrelevante. 

Acontece que nenhuma das anteriores extinções em massa foi patrocinada por uma única espécie de vida. Eu diria que é mais do que um bocadinho relevante que o nosso legado possa vir a ser esse.

Prevenir, ou mitigar a dimensão, de uma 6.ª extinção em massa é o que está verdadeiramente em causa. Se alguém considera isso como um bocadinho irrelevante, já estamos a entrar no campo do niilismo.

EDIT: E espero que a tua opinião não tenha por base a rotina de stand-up do George Carlin, porque aí já não estamos a falar de niilismo...

Editado por bmfpcdm

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Citação de Augusto, há 3 horas:

Infotúnuio tenho eu por estar a ler isto a esta hora. 

Deita-te mais cedo... 

Citação de bmfpcdm, há 1 hora:

Acontece que nenhuma das anteriores extinções em massa foi patrocinada por uma única espécie de vida. Eu diria que é mais do que um bocadinho relevante que o nosso legado possa vir a ser esse.

Prevenir, ou mitigar a dimensão, de uma 6.ª extinção em massa é o que está verdadeiramente em causa. Se alguém considera isso como um bocadinho irrelevante, já estamos a entrar no campo do niilismo.

EDIT: E espero que a tua opinião não tenha por base a rotina de stand-up do George Carlin, porque aí já não estamos a falar de niilismo...

Desculpa mas eu não partilho do pessimismo de que o fim foi mundo está a chegar e que o ser humano vai dar cabo disto tudo. 

Se por um lado, há sinais de alarme de que estamos perante um ponto de não retorno relativamente às emissões de CO2, por outro vejo que o Homem sempre foi capaz de alterar situações para que o bem de todos. (isto sem colocar em causa os graves problemas que existem). 

Por exemplo, vimos que os CFCs eram prejudiciais, e foram retirados, vimos que o chumbo na gasolina era prejudicial e foi removido. Há portanto, sinais de que o ser humano é capaz de se adaptar. 

Deixo aqui um texto que li no Facebook e que vai um pouco ao encontro daquilo que eu penso em relação a todo este circo da Greta. 

"It is saddening to see so many kids and even adults unable to see beyond the mediatic divisive show and repeating the boring idolatrization of an individual, in this case of the teenager Greta. She is surely a well minded kid but most likely being manipulated by a great marketing team for a green washing of the 1%. 

She has been going around the Atlantic with luxurious reinforced plastic boats with duo Volvo diesel motor engines, not just sails, all sponsored by rich families, such as the royal family of Monaco, a tax haven. All this, then finger pointing the same folks, old generations and politicians for not doing enough to mitigate climate change. Even greeting Obama who just bought a 11 million euro mansion by the sea. Surely it's hipocritical and it's saddening so many are unable to see it. 

We should support the collective and the many existing institutions and groups whose work, specially since the 1960s, have been improving our society and environment. From ozono layer protection, to recycling, green peace, the EPA founding, forestation and natural park acts, etc. We have done much work and it did not start now. It is very divisive to give so much media attention to certain kids being ungrateful and unaware of history. 

It takes hard work to fight entropie and it's a daily sacrifice for decades of millions of people. Let us avoid such mediatic shows and the blame throwing. Learn your history and science and chose and support your local political groups which work for a better more socially inclusive future."

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Citação de Mahai, há 16 minutos:

Deita-te mais cedo... 

Desculpa mas eu não partilho do pessimismo de que o fim foi mundo está a chegar e que o ser humano vai dar cabo disto tudo. 

 

 

Parei aqui.

 

fake, li tudo, mas a vontade era parar por aí.

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Citação de Mahai, Agora:

Deita-te mais cedo... 

Desculpa mas eu não partilho do pessimismo de que o fim foi mundo está a chegar e que o ser humano vai dar cabo disto tudo. 

Se por um lado, há sinais de alarme de que estamos perante um ponto de não retorno relativamente às emissões de CO2, por outro vejo que o Homem sempre foi capaz de alterar situações para que o bem de todos. (isto sem colocar em causa os graves problemas que existem). 

Por exemplo, vimos que os CFCs eram prejudiciais, e foram retirados, vimos que o chumbo na gasolina era prejudicial e foi removido. Há portanto, sinais de que o ser humano é capaz de se adaptar. 

Deixo aqui um texto que li no Facebook e que vai um pouco ao encontro daquilo que eu penso em relação a todo este circo da Greta. 

"It is saddening to see so many kids and even adults unable to see beyond the mediatic divisive show and repeating the boring idolatrization of an individual, in this case of the teenager Greta. She is surely a well minded kid but most likely being manipulated by a great marketing team for a green washing of the 1%. 

She has been going around the Atlantic with luxurious reinforced plastic boats with duo Volvo diesel motor engines, not just sails, all sponsored by rich families, such as the royal family of Monaco, a tax haven. All this, then finger pointing the same folks, old generations and politicians for not doing enough to mitigate climate change. Even greeting Obama who just bought a 11 million euro mansion by the sea. Surely it's hipocritical and it's saddening so many are unable to see it. 

We should support the collective and the many existing institutions and groups whose work, specially since the 1960s, have been improving our society and environment. From ozono layer protection, to recycling, green peace, the EPA founding, forestation and natural park acts, etc. We have done much work and it did not start now. It is very divisive to give so much media attention to certain kids being ungrateful and unaware of history. 

It takes hard work to fight entropie and it's a daily sacrifice for decades of millions of people. Let us avoid such mediatic shows and the blame throwing. Learn your history and science and chose and support your local political groups which work for a better more socially inclusive future."

Primeiro falas das 5 extinções em massa, para depois ignorares a presente extinção em massa do Holoceno, finalmente recorrendo à habitual papagaiada da Greta. Isso não é mais do que negação.

A questão é que este processo de extinção em massa já se vem desenvolvendo há séculos, pelo que é um bocadinho mais complicado de o resolver, pois não tem somente como causas a poluição e a alteração climática.

Media Release: Nature’s Dangerous Decline ‘Unprecedented’; Species Extinction Rates ‘Accelerating’

Citação

Nature is declining globally at rates unprecedented in human history — and the rate of species extinctions is accelerating, with grave impacts on people around the world now likely, warns a landmark new report from the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES), the summary of which was approved at the 7th session of the IPBES Plenary, meeting last week (29 April – 4 May) in Paris.

“The overwhelming evidence of the IPBES Global Assessment, from a wide range of different fields of knowledge, presents an ominous picture,” said IPBES Chair, Sir Robert Watson. “The health of ecosystems on which we and all other species depend is deteriorating more rapidly than ever. We are eroding the very foundations of our economies, livelihoods, food security, health and quality of life worldwide.”

“The Report also tells us that it is not too late to make a difference, but only if we start now at every level from local to global,” he said. “Through ‘transformative change’, nature can still be conserved, restored and used sustainably – this is also key to meeting most other global goals. By transformative change, we mean a fundamental, system-wide reorganization across technological, economic and social factors, including paradigms, goals and values.”

“The member States of IPBES Plenary have now acknowledged that, by its very nature, transformative change can expect opposition from those with interests vested in the status quo, but also that such opposition can be overcome for the broader public good,” Watson said.

The IPBES Global Assessment Report on Biodiversity and Ecosystem Services is the most comprehensive ever completed. It is the first intergovernmental Report of its kind and builds on the landmark Millennium Ecosystem Assessment of 2005, introducing innovative ways of evaluating evidence.

Compiled by 145 expert authors from 50 countries over the past three years, with inputs from another 310 contributing authors, the Report assesses changes over the past five decades, providing a comprehensive picture of the relationship between economic development pathways and their impacts on nature. It also offers a range of possible scenarios for the coming decades.

Based on the systematic review of about 15,000 scientific and government sources, the Report also draws (for the first time ever at this scale) on indigenous and local knowledge, particularly addressing issues relevant to Indigenous Peoples and Local Communities.

“Biodiversity and nature’s contributions to people are our common heritage and humanity’s most important life-supporting ‘safety net’. But our safety net is stretched almost to breaking point,” said Prof. Sandra Díaz (Argentina), who co-chaired the Assessment with Prof. Josef Settele (Germany) and Prof. Eduardo S. Brondízio (Brazil and USA). “The diversity within species, between species and of ecosystems, as well as many fundamental contributions we derive from nature, are declining fast, although we still have the means to ensure a sustainable future for people and the planet.”

The Report finds that around 1 million animal and plant species are now threatened with extinction, many within decades, more than ever before in human history.

The average abundance of native species in most major land-based habitats has fallen by at least 20%, mostly since 1900. More than 40% of amphibian species, almost 33% of reef forming corals and more than a third of all marine mammals are threatened. The picture is less clear for insect species, but available evidence supports a tentative estimate of 10% being threatened. At least 680 vertebrate species had been driven to extinction since the 16th century and more than 9% of all domesticated breeds of mammals used for food and agriculture had become extinct by 2016, with at least 1,000 more breeds still threatened.

“Ecosystems, species, wild populations, local varieties and breeds of domesticated plants and animals are shrinking, deteriorating or vanishing. The essential, interconnected web of life on Earth is getting smaller and increasingly frayed,” said Prof. Settele. “This loss is a direct result of human activity and constitutes a direct threat to human well-being in all regions of the world.”

To increase the policy-relevance of the Report, the assessment’s authors have ranked, for the first time at this scale and based on a thorough analysis of the available evidence, the five direct drivers of change in nature with the largest relative global impacts so far. These culprits are, in descending order: (1) changes in land and sea use; (2) direct exploitation of organisms; (3) climate change; (4) pollution and (5) invasive alien species.

The Report notes that, since 1980, greenhouse gas emissions have doubled, raising average global temperatures by at least 0.7 degrees Celsius – with climate change already impacting nature from the level of ecosystems to that of genetics – impacts expected to increase over the coming decades, in some cases surpassing the impact of land and sea use change and other drivers.

Despite progress to conserve nature and implement policies, the Report also finds that global goals for conserving and sustainably using nature and achieving sustainability cannot be met by current trajectories, and goals for 2030 and beyond may only be achieved through transformative changes across economic, social, political and technological factors. With good progress on components of only four of the 20 Aichi Biodiversity Targets, it is likely that most will be missed by the 2020 deadline. Current negative trends in biodiversity and ecosystems will undermine progress towards 80% (35 out of 44) of the assessed targets of the Sustainable Development Goals, related to poverty, hunger, health, water, cities, climate, oceans and land (SDGs 1, 2, 3, 6, 11, 13, 14 and 15). Loss of biodiversity is therefore shown to be not only an environmental issue, but also a developmental, economic, security, social and moral issue as well.

“To better understand and, more importantly, to address the main causes of damage to biodiversity and nature’s contributions to people, we need to understand the history and global interconnection of complex demographic and economic indirect drivers of change, as well as the social values that underpin them,” said Prof. Brondízio. “Key indirect drivers include increased population and per capita consumption; technological innovation, which in some cases has lowered and in other cases increased the damage to nature; and, critically, issues of governance and accountability. A pattern that emerges is one of global interconnectivity and ‘telecoupling’ – with resource extraction and production often occurring in one part of the world to satisfy the needs of distant consumers in other regions.”

Other notable findings of the Report include[1]:

 

 

Three-quarters of the land-based environment and about 66% of the marine environment have been significantly altered by human actions. On average these trends have been less severe or avoided in areas held or managed by Indigenous Peoples and Local Communities.

More than a third of the world’s land surface and nearly 75% of freshwater resources are now devoted to crop or livestock production.

The value of agricultural crop production has increased by about 300% since 1970, raw timber harvest has risen by 45% and approximately 60 billion tons of renewable and nonrenewable resources are now extracted globally every year – having nearly doubled since 1980.

Land degradation has reduced the productivity of 23% of the global land surface, up to US$577 billion in annual global crops are at risk from pollinator loss and 100-300 million people are at increased risk of floods and hurricanes because of loss of coastal habitats and protection.

In 2015, 33% of marine fish stocks were being harvested at unsustainable levels; 60% were maximally sustainably fished, with just 7% harvested at levels lower than what can be sustainably fished.

Urban areas have more than doubled since 1992.

Plastic pollution has increased tenfold since 1980, 300-400 million tons of heavy metals, solvents, toxic sludge and other wastes from industrial facilities are dumped annually into the world’s waters, and fertilizers entering coastal ecosystems have produced more than 400 ocean ‘dead zones’, totalling more than 245,000 km2 (591-595) - a combined area greater than that of the United Kingdom.

Negative trends in nature will continue to 2050 and beyond in all of the policy scenarios explored in the Report, except those that include transformative change – due to the projected impacts of increasing land-use change, exploitation of organisms and climate change, although with significant differences between regions.

The Report also presents a wide range of illustrative actions for sustainability and pathways for achieving them across and between sectors such as agriculture, forestry, marine systems, freshwater systems, urban areas, energy, finance and many others. It highlights the importance of, among others, adopting integrated management and cross-sectoral approaches that take into account the trade-offs of food and energy production, infrastructure, freshwater and coastal management, and biodiversity conservation.

Also identified as a key element of more sustainable future policies is the evolution of global financial and economic systems to build a global sustainable economy, steering away from the current limited paradigm of economic growth.

“IPBES presents the authoritative science, knowledge and the policy options to decisionmakers for their consideration,” said IPBES Executive Secretary, Dr. Anne Larigauderie. “We thank the hundreds of experts, from around the world, who have volunteered their time and knowledge to help address the loss of species, ecosystems and genetic diversity – a truly global and generational threat to human well-being.”

- ENDS -

 

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