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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de sandiogo, há 1 hora:

Retratar o 'politicamente correcto' como 'progressismo forçado' é só das coisas mais absurdas que já ouvi/li relativamente ao tema 🤣

E para os menos cientes n se trata apenas de uma método de censura de certas palavras/expressões nem de suavizar a palavra como forma de evitar ofender o próximo.  É a censura no seu esplendor com intuito de unificar o pensamento e comportamento e erradicar qlq tipo de expressão crítica. É baseado em pressupostos falsos e suportado em ilusório compromisso com o próximo e com o ser humano como um todo. É um completo retrocesso de tudo o que fomos conquistado ao longo dos últimos séculos. Se não for combatido não tardarão a surgir tribunais quais ordens inquisidoras.  

Concordo em parte com o segundo parágrafo, mas não percebo o primeiro. É ridiculo porquê? A história moderna das democracias ocidentais não tem sido marcada por ganhos consistentes em matéria de igualdade social? O progressismo forçado vem no sentido de saltar a parte da discussão de ideias e da conquista de novos direitos, e passar diretamente para a imposição violenta destes princípios que, na sua génese, não só não têm nada de mal, como devem vingar. Só não deve acontecer de forma violenta, subjugando e silenciando quem tem (ainda direito a) uma opinião diferente.

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Citação de IlidioMA, há 42 minutos:

grupos, ou pessoas? porque confundir pessoas individualizadas com grupos categorizados em que as possamos incorporar por esta ou aquela razão é um big no no. 

Por exemplo, eu posso dizer que os apresentadores de tv são pedófilos, pq o Carlos Cruz o era?

Ou seja, mesmo o que tu estás a dizer não faz sentido. Acho bem que se proteja os grupos étnicos/religiosos nos casos em que falas, por acção que individuos do seu seio empreendam. Seria isso politicamente correcto, ou mera sensatez e oposição às generalizações? 

https://www.independent.co.uk/news/uk/crime/grooming-gangs-rotherham-suspects-victims-girls-rape-uk-nca-prosecutions-a8609511.html?utm_source=reddit.com

Este grupo de agressores sexuais foram protegidos, em parte, devido à sua etnia/religião. Tenho ideia de nem ser uma situação única e ser um problema com dimensão relevante no Reino Unido, mas não tenho a certeza se é verdade ou não.

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Citação de Rōnin, há 2 minutos:

https://www.independent.co.uk/news/uk/crime/grooming-gangs-rotherham-suspects-victims-girls-rape-uk-nca-prosecutions-a8609511.html?utm_source=reddit.com

Este grupo de agressores sexuais foram protegidos, em parte, devido à sua etnia/religião. Tenho ideia de nem ser uma situação única e ser um problema com dimensão relevante no Reino Unido, mas não tenho a certeza se é verdade ou não.

Mas o que queres dizer com protegidos? Não conheço o caso.

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Citação de IlidioMA, há 11 horas:

meu amigo, não há nenhuma ditadura do politicamente correcto. Não há nenhum impedimento se quiseres chamar panelei*os de m*rda, pretos do crl, p*tas das gajas, judeus que mandam nisto tudo, ciganos a mamar, refugiados invasores, enfim, o que quiseres. Não podes é não querer que os demais tirem ilações sobre ti se o fizeres. 

Óbvio que n se resume a isso nem muito menos é o que pretendo que seja combatido, aliás, sou dos que considera que a liberdade de expressão n deve ser infinita, obviamente que n podemos andar a difamar ou tentar isolar um determinado grupo, sem sofrer as consequências devidas, mas  isso chama-se democracia, eu ter o direito de me expressar sem que isso constrange a liberdade e a dignidade dos outros, ou fazê-lo mediante punição adequada. Eu próprio comecei por referir que não se limitava a isso (que aliás, nem critiquei). 

É muito mais que isso, restringe o debate público (como o ché referiu), ao impedir ou condicionar a discussão de certos assuntos (ex. a imigração, acho q um dos casos mais expressivos) de forma a evitar certos apelidações ou de maneira a não tangir uma determinada imagem (ex. De tolerância), certos assuntos acabam por não ter uma análise e aprofundamento correctos. Ao superficializar determinadas questões acaba por criar um erróneo questionamento e uma incorrecta discussão, e sem um tratamento adequado não se pode esperar uma resolução adequada. 

Mais, ao tentar-se criar um cenário igualitário e de suposta justiça degenera num cenário totalmente contraditório (ex. Cotas raciais e de género; ajudas a determinados grupos e não a outros, etc. ). 

Quando determinado assunto passa a ser evitado, gera-se um tabu envolvente, e a sociedade passa a reger-se por determinadas máximas, preceitos e doutrinas. 

Depois, podemos entrar aqui tmb num campo mais alargado como o de o relativismo moral e cultural, num ponto mais extremado (não é moralmente correcto falar dos comportamentos de determinados grupos e comunidades quando somos elementos externos e não participativos e por isso conclui-se que não possamos debater certos temas sobre a nossa óptica, já que não podemos ver as coisas à luz da nossa edução e moralidade) o que acaba por ser uma antítese do q o políticamente correcto diz defender (ao tolerarmos o comportamento do outro em nome da inclusão estamos a dar permissão para que um comportamento completamente contrário aquilo q acreditamos prolifere). 

Ao condicionarem o que eu posso ou não posso, deva ou não, dizer, fazer e pensar, acabam por me substituir enquanto sujeito individual e consciente ao determinarem o que é ou não correcto [afinal isso n deve ser um exercício próprio, baseado nas nossas vivências e crenças estruturado nas normas e preceitos sociais (sim)?]. Ao unificarem um pensamento, não só extingue-se por completo qualquer ideia divergente, contestatário e contrária, contaminando qualquer tipo de debate saudável como estão igualmente a suprimir a minha racionalidade  pessoal por uma abordagem objectiva, aglutinador e transversal a toda uma comunidade. 

Mais, ao trazer certos assuntos a baila de uma forma equivocada, parcial e descontextualizada, não só se está a distorcer o contéudo e a realidade histórica, como se procura intencionalmente gerar uma sentimento de condenação, raiva e em último caso de vingança (ex. Compensações pelo colonialismo e escravatura, etc.) fazendo crer muitas vezes que determinados grupos têm certas responsabilidades com os demais, por eventualidades históricas e longínquas, e sem ligação alguma com os sujeitos atuais (por ventura um filho de um serial killer já morto, terá alguma responsabilidade pelos crimes do seu pai?; Por acaso os crimes cometidos em contexto de guerra devem ser julgados a luz dos crimes cometidos numa situação de paz? Exemplos um bocado parvos, confesso, mas foi o q me lembrei para elucidar a questão) 

Pegando em alguns pequenos exemplos, lembro-me de situações como a recente censura imposta por estudantes na universidade de Berkeley, do ministro Trudeau (blackface), de uma jornalista canadiana impedida de entrar no UK por uma Twitte satírico, da inacção de determinados órgãos judiciais e de mais corporações no combate à certos grupos islâmicos delinquentes, como em certas zonas em Inglaterra e Suécia, para evitar certas apelidações, assédio e condenações públicas injustificadas, etc etc. Neste último caso é de uma gravidade sem precedentes por razões óbvias. 

Lembram-se também da situação do encobrimento de estátuas de nús aqd a visita da delegação iraniana (haverá aqui um verdadeiro sentido de justiça, qd condicionamos a nossa liberdade e crenças em prol da liberdade e crença de outros? Haverá justiça e igualdade quando se limita uma parte para o evitar fazer a outra?.. Bem sei q é um caso mt particular e de um determinado grupo, por opção própria, exclusivamente... Mas espelha bem aquilo a q me refiro)?E temos muitos mais casos, desde a censura de artistas nas mais variadas vertentes, a escritores, jornalistas, políticos e por aí fora, é transversal a toda a sociedade. Podia também falar na ostracização e perseguição pública, que para além da censura e difamação feita por esses ditos justiceiros sociais, ainda acabam por arruinar a vida, injustamente, de muitos dos afectados (não há aqui uma contradição gritante do politicamente correcto? Ou só se aplica a determinados grupos e concepções? Demasiada hipocrisia! ) 

 

Citação de ElliotReid13, há 10 horas:

Cada um tem a sua perspetiva. Para mim, o politicamente correto tem subjacente um choque geracional em que os mais novos, influenciados pelo aparecimento das redes sociais e da propagação dos tiques de virtuosismo, acabam por ver o mundo apenas em termos de opressores e oprimidos. Acabam por adotar uma postura agressiva de censura a todos aqueles que tentem exprimir uma opinião própria e que passam por cúmplices de uma sociedade segregadora. Daí falar então em progressismo forçado, uma vez que deste fosso geracional resulta uma luta de um grupo que quer tentar impor um novo normal a outro grupo, sem possibilidade de colocar todas as ideias em cima da mesa e de as discutir pelo seu mérito. Em Portugal temos os dois lados do fenômeno, de um lado o Ventura que se alimenta do tabu de apontar o dedo a minorias étnicas sobrerrepresentadas na população prisional, por exemplo, e a Joacine que capturou um partido para servir uma agenda identitária que baseia simplesmente no facto de ser mulher e black, e que qualquer crítica decorre apenas e só do racismo latente na sociedade portuguesa.

Obviamente interpretei-te mal. Entendi isso como algo completamente diferente. Explicado. 

Ah, e gostei muito desse primeiro parágrafo, vai mt ao encontro da forma como entendo estes fenómenos. 

Editado por sandiogo

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Citação de Mayday, há 12 minutos:

Mas o que queres dizer com protegidos? Não conheço o caso.

Foram abafados. Mesmo com incompetência da polícia pelo meio, tenho dificuldade em acreditar que foi a única razão tendo em conta a dimensão, especialmente tratando-se do Reino Unido. 

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À malta que citou na sequência do post do Chega, aquilo é sarcasmo, é um desabafo. Tenho a minha opinião sobre o tema, claro, mas nem era com o objetivo de lançar o debate.

Mas sim, o Ventura tem de ser confrontado com as duas afirmações e "factos". Tem de haver um fact-checking, mas que seja rigoroso. E nem é com o objetivo de mudar a opinião do seu eleitorado base, pois esses são imunes a isso, o que o Ventura diz vai ao encontro das suas opiniões e é indiferente se é verdade ou não; é para chegar aos que, não fazendo parte do seu eleitorado base, poderão lá cair. Os moderados que poderão ponderar em votar nele.

Esses sim, ainda dão ouvidos à razão e argumentos. O crescimento do Chega não será barrado pelo roubo do seu eleitorado base, mas pela confrontação das suas falácias argumentativas que possam impedir os moderados de vir a votar nele.

Agora, não se pode é andar a chorar que a chuva os beneficia, o nevoeiro os ajuda e o sol os faz crescer. Isso já não é nada. Fazendo uma analogia inventada à pressão, a erva daninha que é o Chega já destruiu o relvado até onde cresceu, mas ainda dá para limitar os estragos ao relvado envolvente. Se entendermos, no entanto, que qualquer coisa que façamos só ajudará a erva daninha a crescer, e por isso não se fizer nada, pah, estão a ver no que vai dar.

Editado por Black Hawk

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Citação de Plagio o Original, há 5 minutos:

Epa essa coisa de partilhar coisas em espanhol a esperar q eu perceba é q n compreendo msm

man espanhol é só português com erros, faz lá um esforço

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Citação de Syn, há 2 horas:

man espanhol é só português com erros, faz lá um esforço

por acaso sempre detestei ler espanhol, porque assim de repente parece português com erros enormes de escrita e causa uma inconsciente impressão aos olhos. é como ler os post daquele tio de 58 nos que escreve tudo em caps, estás a ver? 

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Os planos espanhóis para invadir Portugal também são sempre os mesmos, um exército via Alentejo e outro via Norte pela Guarda ou Trás-os-Montes.

Diga-se de passagem que isto também acontece porque o Rio Tejo "corta" o país ao meio, basicamente se um exército entra no Sul cria logo uma barreira natural que isola a província sob ataque.

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Uma das perguntas para admissão a altas patentes militares espanholas até ao fim do franquismo era sobre uma hipotética invasão a portugal

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Citação de Plagio o Original, há 11 horas:

parece que o liberalismo e o fascismo estão msm a um passinho de distância um do outro

Usarem cartazes polémicos faz o liberalismo e o fascismo estarem lado a lado de mãos juntas? 

Daqui a nada o Bloco em 1999 também era fascista. 

Lá pelo Ventura ser fascista, não me parece ser sensato começar a ver fascistas a cada virar da esquina. 

Editado por Ticampos

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Citação de Plagio o Original, há 11 horas:

parece que o liberalismo e o fascismo estão msm a um passinho de distância um do outro

😂

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O Ventura não é fascista. Não usem a palavra fascista demasiadas vezes. Os nomes são importantes e usar demasiado a palavra causa-lhe desgaste...corremos depois o risco de não saber ver um fascista quando aparecer um.

Se formos precisos, até é o completo contrário do fascismo. O texto abaixo do Mussolini é paradigmático:

 

Para o fascismo, o Estado é absoluto: perante ele os indivíduos e os grupos não são mais que o relativo. Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado. (...) O indivíduo só existe enquanto está no Estado: está subordinado às necessidades do Estado e, à medida que a civilização toma formas cada vez mais complexas, a liberdade do indivíduo restringe-se sempre mais. (...) Neste sentido, o fascismo é totalitário (...). Nem partidos, associações, sindicatos nem indivíduos fora do Estado. (...) Nós representamos um princípio novo no Mundo, representamos a antítese nítida, categórica, definitiva da democracia (...).

 

Benito Mussolini, O Fascismo, 1931

Editado por Pan

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calma amigos era uma piada

meu deus esta ditadura do politicamente incorrecto

Citação de Pan, há 6 minutos:

O Ventura não é fascista. Não usem a palavra fascista demasiadas vezes. Os nomes são importantes e usar demasiado a palavra causa-lhe desgaste...corremos depois o risco de não saber ver um fascista quando aparecer um.

Se formos precisos, até é o completo contrário do fascismo. O texto abaixo do Mussolini é paradigmático:

 

Para o fascismo, o Estado é absoluto: perante ele os indivíduos e os grupos não são mais que o relativo. Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado. (...) O indivíduo só existe enquanto está no Estado: está subordinado às necessidades do Estado e, à medida que a civilização toma formas cada vez mais complexas, a liberdade do indivíduo restringe-se sempre mais. (...) Neste sentido, o fascismo é totalitário (...). Nem partidos, associações, sindicatos nem indivíduos fora do Estado. (...) Nós representamos um princípio novo no Mundo, representamos a antítese nítida, categórica, definitiva da democracia (...).

 

Benito Mussolini, O Fascismo, 1931

pan, essa definição define o fascismo socialmente, não economicamente

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