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Mister Master

Um dia na vida do Sporting - 06/06 - BdC, Você é o elo mais fraco. Adeus!

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Citação de migxstoper, há 1 hora:

Continua a ter todo o direito e fez muito bem em rescindir. 

Todos estiveram no direito de rescindir.

Mas quanto a mim, o Rafael Leão foi a rescisão menos lógica.

Editado por bug

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Até pode ter moralmente razão para rescindir mas a nível jurídico muito provavelmente vai ser o caso com mais dificuldade a vir a ser lhe dada justa causa na rescisão do contrato.

Se até em casos como o do Patrício ou William os clubes preferiram chegar a acordo com o Sporting pela incerteza da decisão judicial quanto mais então no caso do Rafael Leão.

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É óbvio que todos eles aproveitaram para se pôr no crl e ganhar mais dinheiro. Não deixam de estar no seu direito de rescindir. 

Mas com este novo detalhe do Leão, não sei se a justa causa não fica mais difícil de lhe ser concedida do que a um William ou Patrício. Ao Bas então era garantido. 

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Mas qual novo detalhe? Nem se sabe se está a dizer a verdade e nem sabe se houve abordagem de outros manfios.

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@Arrow

curti de ler o teu testemunho. Obviamente, não sendo Sportinguista não me consigo relacionar totalmente com o teu sentimento, mas percebi muito bem o que querias dizer.

 

Quanto ao Leão, é possivel que ele tenha ido um pouco na onda de rescisões dos outros, mas creio que todos os funcionários do Sporting que estavam no balneário da Academia naquele dia tinha razões objectivas para rescindir, independentemente de, subjectivamente, terem sido alvos - propositados ou acidentais - das agressões.

 

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Citação de IlidioMA, Em 12/12/2019 at 21:46:

@Arrow

curti de ler o teu testemunho. Obviamente, não sendo Sportinguista não me consigo relacionar totalmente com o teu sentimento, mas percebi muito bem o que querias dizer.

 

Quanto ao Leão, é possivel que ele tenha ido um pouco na onda de rescisões dos outros, mas creio que todos os funcionários do Sporting que estavam no balneário da Academia naquele dia tinha razões objectivas para rescindir, independentemente de, subjectivamente, terem sido alvos - propositados ou acidentais - das agressões.

 

Como IlidioMA referiu e bem, ter sido agredido não é condição necessária para invocar justa causa, sendo condição suficiente o que aconteceu naquele dia naquele local.

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Wendel contradiz declarações de Jorge Jesus em tribunal

Esta versão contraria a apresentada em tribunal pelo então treinador do Sporting Jorge Jesus, que afirmou que os jogadores se recusaram falar com Bruno de Carvalho

Wendel assumiu em tribunal que Bruno de Carvalho falou com o plantel todo após o ataque à academia de Alcochete e acrescentou que nunca se recusou a falar com o antigo presidente, contrariando a versão apresentada por Jorge Jesus.

"Ele [Bruno de Carvalho] falou com todos, falou com o grupo", respondeu o médio brasileiro, depois de questionado pela juíza presidente se o então presidente do clube Bruno de Carvalho esteve na academia logo após o ataque e se falou com o plantel.

Esta versão contraria a apresentada em tribunal pelo então treinador do Sporting Jorge Jesus, que afirmou que os jogadores se recusaram falar com Bruno de Carvalho, e pelos restantes jogadores que revelaram em julgamento não terem falado com o antigo presidente do clube após a invasão.

No depoimento realizado em 07 de janeiro, Jorge Jesus afirmou que os jogadores se recusaram falar com Bruno de Carvalho.

"Todos os jogadores foram para a sala de estar para não se encontrarem com ele. Nenhum queria falar com ele. Houve um telefonema a dizer que o presidente vinha à academia. Alguns jogadores até disseram: 'nem vale a pena ele vir'. Os jogadores afastaram-se dele, fugiram dele", referiu Jorge Jesus, durante o seu testemunho.

Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, perguntou hoje a Wendel se se referia aos seus companheiros (plantel) quando falou em "grupo todo", tendo o médio respondido 'claro'.

Wendel foi mais longe e afirmou que não ouviu nenhum colega dizer que não queria falar com Bruno de Carvalho, nem que, ele próprio, tenha dito alguma vez que não falava com o então presidente do Sporting.

Wendel e Luís Maximiano foram ouvidos em 09 de dezembro de 2019 por videoconferência, mas devido a falhas na gravação, tiveram de repetir hoje os testemunhos a partir do Tribunal do Montijo, na 19.ª sessão do julgamento da invasão à academia 'leonina', em 15 de maio de 2018, com 44 arguidos, incluindo o antigo presidente do clube Bruno de Carvalho, que decorre no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.

Wendel repetiu ainda que foi agredido com estaladas na cara por um dos elementos e que viu "agressões a outros companheiros", nomeadamente Acuña e Misic, que levaram chapadas.

O médio referiu ter ouvido frases como "não eram jogadores para o Sporting" e mandaram retirar as camisolas, tendo visto uma tocha no chão. Wendel reiterou que ficou com medo que este tipo de situação voltasse a acontecer.

Questionado sobre a reunião de 14 de maio de 2018, a testemunha reiterou o que havia dito no primeiro depoimento: que não se recordava dessa reunião.

https://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/sporting/noticias/wendel-contradiz-declaracoes-de-jorge-jesus-em-tribunal-11710486.html

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