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Luís Silvares

Liga das Nações 2019

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Citação de DiogoCarv, há 23 minutos:

Concordo em parte do que dizes mas é como disse lá em cima, para mim a Inglaterra não é temida de todo, uma boa seleção com muito por onde pegar que, para mim, apenas é sólida q.b.

Mas não faz deles temidos , são apenas uma boa team

Exacto, uma equipa a ser temida, não são, mas são uma equipa para equilibrar a grande maioria dos jogos com as melhores selecções.

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Faz-me confusão ver o Memphis sempre no meio dos centrais, onde perde quase toda a capacidade de colocar em prática o seu futebol. Ainda para mais jogando a Holanda num sistema de posse de bola e, consequentemente, obrigando-o a jogar de costas para o jogo, a 1-2 toques e a dar-se tanto à marcação.

Bem que lhes fazia falta um avançado mais puro. Um Dost, por exemplo. Mas a verdade é que parece faltar isso a esta geração.

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Publicado (editado)

Na segunda parte sim, muito bem a Holanda.

Já estou pronto para levar tinta no Domingo.
O Van Dijk e o De Ligt já esfregam as mãos para meter no bolso quem quer que fique ao lado do Ronaldo.

Editado por jmopborba

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Citação de Harry Kane, há 35 minutos:

A Inglaterra tem imensos jogadores com qualidade e bastante novos. Não estamos a falar do Cazaquistão ou da Geórgia. 

Tem um guarda-redes medíocre, um central bom mas que não raras vezes oferece golos aos adversário, um central tosco, um bastante bom lateral-direito (o Arnold, não o Walker), laterais-esquerdos são todos meh, o meio-campo não está a par do das seleções de topo, a frente de ataque é boa, mas falta "aquele" jogador.

Resumindo, tem uma equipa de qualidade para uma seleção de segunda linha, mas está distante de França, Espanha ou Alemanha e em alguns setores até Portugal tem melhores soluções.

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O losango agora já faria mais sentido para termos superioridade no meio campo. E o Ronaldo tem que explorar bem aquele lateral direito que me parece o elo mais fraco da defesa.

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Citação de jmopborba, há 23 minutos:

Na segunda parte sim, muito bem a Holanda.

Já estou pronto para levar tinta no Domingo.
O Van Dijk e o De Ligt já esfregam as mãos para meter no bolso quem quer que fique ao lado do Ronaldo.

Isso não há grande problema, se deixarem o Ronaldo solto, ele resolve 

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Citação de La Flame, há 32 minutos:

Faz-me confusão ver o Memphis sempre no meio dos centrais, onde perde quase toda a capacidade de colocar em prática o seu futebol. Ainda para mais jogando a Holanda num sistema de posse de bola e, consequentemente, obrigando-o a jogar de costas para o jogo, a 1-2 toques e a dar-se tanto à marcação.

Bem que lhes fazia falta um avançado mais puro. Um Dost, por exemplo. Mas a verdade é que parece faltar isso a esta geração.

Em alguns jogos, onde dividem mais a posse, faz sentido e eles têm jogado bem assim. Hoje não fazia, e nesses jogos o Depay devia jogar sobre a esquerda, com o Bergwijn (que é um grande talento) na direita e o Luuk de Jong no meio. Ou, na loucura, até poderiam utilizar o Van de Beek como uma espécie de "falso 9".

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Citação de Poeira, há 15 minutos:

Em alguns jogos, onde dividem mais a posse, faz sentido e eles têm jogado bem assim. Hoje não fazia, e nesses jogos o Depay devia jogar sobre a esquerda, com o Bergwijn (que é um grande talento) na direita e o Luuk de Jong no meio. Ou, na loucura, até poderiam utilizar o Van de Beek como uma espécie de "falso 9".

Nem me lembrei do Luuk, mas sim, até para as funções que são precisas ali ele encaixa que nem uma luva.

Também gosto muito do Bergwijn, não deve tardar muito a dar o salto. 

É verdade, mesmo o Van de Beek podia jogar nessa posição, mas tbh preferia até que saísse o De Roon para que ele entrasse. Acho que dá outra chegada á área quando parte de trás, e mesmo o De Roon não me parece assim nada demais que justifique ter o Van de Beek no banco.

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Publicado (editado)
Citação de HIM, há 18 horas:

Ganhas jogos em fases finais porque tens um senhor que aparece praticamente sempre nos momentos que mais precisamos dele. Se achas que jogamos alguma coisa, então parabéns por conseguires ver aquilo que praticamente ninguém vê. Ao menos consegues apreciar os jogos, coisa que eu não consigo. E essa das críticas ao Lage, basta entrar em qualquer tópico para perceberes que é um bocado o oposto. Mas lá está, se te focares no mau, até vais encontrar malta nas redes sociais a dizer que as touradas são uma arte (oh wait...) :srverde:

E esse senhor não está lá desde os primeiros tempos do Scolari? Não esteve com o Carlos Queirós e com o Paulo Bento? Só agora que já está velho é que resolve e leva o selecionador ao colo?

Claro que acho que jogamos alguma coisa. Até jogamos muitas coisas. E pouco me importa que veja as coisas que tu e as pessoas do teu bairro não veem.

Eu começo a pensar que comigo já se anda a utilizar de forma regular algo semelhante àquela máxima das discussões na internet. Diz-se que quando alguém saca o argumento dos nazis é porque perdeu a capacidade argumentativa. No meu caso são as touradas...

Editado por Descartes

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Citação de Black Hawk, há 7 horas:

Eu entendo o ponto de vista do @Descartes, e, tal como ele, muitas vezes acabo por me ver envolvido em discussões em que estou do lado minoritário das opiniões. Ele tem toda a razão no que diz do Fernando Santos, e os posts em que realça o facto de ter sido o comandante do feito maior da nossa história futebolística, pah, poderiam ser escritos por mim - menos claros, elaborados e sarcásticos, com certeza, mas é grosso modo a minha opinião também.

Agora, isso não pode apagar um outro facto, do qual, paradoxalmente, o Fernando Santos acaba por ser culpado também: o ciclo dele já deveria ter acabado.

Ele pegou numa selecção de falhados crónicos - tirando o Euro 2012 em que fomos às meias-finais, a selecção portuguesa não fez nada de jeito em qualquer competição internacional entre 2006 e 2016 -, e fez dela campeã europeia.

A partir desse momento, a bitola pela qual Portugal se deve pautar subiu. Imenso. Hoje, olhando para a selecção nacional, ganhar às Suíças e Polónia desta vida tem de ser a norma, enquanto a superação é levar a luta às equipas mais fortes da Europa e do Mundo. E aqui está o problema. Portugal, desde o Euro 2016, tem andado em serviços mínimos.

Na Taça das Confederações, serviços mínimos: ganhar à Rússia e à Nova Zelândia, mas empatar quando o nível subiu mais um pouco com México e Chile.

Mundial, serviços mínimos: passagem num grupo acessível, e mesmo aqui em sofrimento contra duas selecções que já não deveriam ser obstáculo. De resto, empate com a Espanha e derrota com o Uruguai. Novamente, quando o nível subiu um pouco, pegámos na guitarra e fomos tocar para outra freguesia.

Nesta Liga das Nações, vencer Suíça e Polónia já não deveria sequer ser digno de realce, mas tiro o chapéu à vitória sobre a Itália.

A cena é que essa vitória foi o único momento de superação desde a Batalha do Campo das Traças em 2016. Vencer a Itália foi o único momento digno de destaque nos últimos três anos. Não houve mais nenhum momento de brilho nesta selecção, sempre que defrontamos alguém mais próximo do nível a que deveríamos almejar estar agora, falhámos. Vamos ver como corre na final da Liga das Nações, temos nova chance.

A selecção estagnou por completo, não se deu seguimento ao salto dado em 2016. E temos equipa para isso. Mas o Fernando Santos não parece ser capaz de o fazer e, após o falhanço no Mundial, deveria ter saído. Já conquistou o seu lugar no panteão dos heróis do futebol português. Está na hora de dar o seu lugar à um novo pretendente.

Esse já é um argumento que me agrada mais. Eu próprio sou apoiante de ciclos de 4 anos para os treinadores. Com contrato de 2 anos renovável se a 1ª campanha o justificar. Apoiei incondicionalmente o Scolari (quando muitos o queriam ver pelas costas logo ao 1º jogo ou pelo afastamento do Baía ou pela chamada do Deco) em 2004; voltei a fazê-lo em 2006; e torci o nariz quando ele continuou para 2008, pedindo de imediato a sua saída quando ele deu o soco no sérvio para difender o minino. Apoiei a entrada do Queirós e critiquei a sua renovação antes da fase final do mundial de 2010, E viu-se no que deu essa renovação de contrato. Aplaudi de pé o Paulo Bento quando entrou. Continuei a apoiar depois do Euro 2012. E voltei a criticar a renovação de contrato antes da fase final do mundial de 2014. E voltou a ver-se...

Da mesma forma apoiei o Fernando Santos. Naturalmente continuei a apoiar após 2016. E admito que haja quem pense que ele não deveria ter passado de 2018 porque, na realidade, aquele mundial não sendo tão mau como os de 2010 ou 2014 também não foi grande coisa. No entanto, o título europeu dá-lhe algum crédito que os outros não tinham. E os jogadores mostram gostar dele (ao contrário do que aconteceu no período final do Queirós ou do PB). E ele continua a ganhar. Continua a cumprir os objetivos. Se não põe a equipa a jogar como os puristas idealizam é problema desses puristas. Desde que as etapas sejam ultrapassadas e que os objetivos sejam cumpridos, para mim está bom.

 

PS: Já agora introduzo aqui um tema que ainda não vi abordado. Ninguém notou que, dos 4 génios que Portugal tinha em campo nas linhas mais avançadas, foram exatamente aqueles que brilham no nosso futebolzinho de trazer por casa que estiveram abaixo das expetativas? Ninguém reparou que aqueles que jogam semana sim, semana sim em campeonatos competitivos contra jogadores de nível superior mesmo nas equipas mais fraquitas foram os que melhor condição mostraram? E, finalmente, ninguém notou que foi preciso jogarmos contra a Suiça para vermos colocada em prática a tática explicada pelo Jorge Andrade sobre a melhor forma de anular o João Félix?

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Citação de Descartes, há 5 minutos:

Esse já é um argumento que me agrada mais. Eu próprio sou apoiante de ciclos de 4 anos para os treinadores. Com contrato de 2 anos renovável se a 1ª campanha o justificar. Apoiei incondicionalmente o Scolari (quando muitos o queriam ver pelas costas logo ao 1º jogo ou pelo afastamento do Baía ou pela chamada do Deco) em 2004; voltei a fazê-lo em 2006; e torci o nariz quando ele continuou para 2008, pedindo de imediato a sua saída quando ele deu o soco no sérvio para difender o minino. Apoiei a entrada do Queirós e critiquei a sua renovação antes da fase final do mundial de 2010, E viu-se no que deu essa renovação de contrato. Aplaudi de pé o Paulo Bento quando entrou. Continuei a apoiar depois do Euro 2012. E voltei a criticar a renovação de contrato antes da fase final do mundial de 2014. E voltou a ver-se...

Da mesma forma apoiei o Fernando Santos. Naturalmente continuei a apoiar após 2016. E admito que haja quem pense que ele não deveria ter passado de 2018 porque, na realidade, aquele mundial não sendo tão mau como os de 2010 ou 2014 também não foi grande coisa. No entanto, o título europeu dá-lhe algum crédito que os outros não tinham. E os jogadores mostram gostar dele (ao contrário do que aconteceu no período final do Queirós ou do PB). E ele continua a ganhar. Continua a cumprir os objetivos. Se não põe a equipa a jogar como os puristas idealizam é problema desses puristas. Desde que as etapas sejam ultrapassadas e que os objetivos sejam cumpridos, para mim está bom.

 

PS: Já agora introduzo aqui um tema que ainda não vi abordado. Ninguém notou que, dos 4 génios que Portugal tinha em campo nas linhas mais avançadas, foram exatamente aqueles que brilham no nosso futebolzinho de trazer por casa que estiveram abaixo das expetativas? Ninguém reparou que aqueles que jogam semana sim, semana sim em campeonatos competitivos contra jogadores de nível superior mesmo nas equipas mais fraquitas foram os que melhor condição mostraram? E, finalmente, ninguém notou que foi preciso jogarmos contra a Suiça para vermos colocada em prática a tática explicada pelo Jorge Andrade sobre a melhor forma de anular o João Félix?

O Bruno Fernandes até não jogou mal, também não jogou bem, fez um jogo mediano, acredito que na final faça melhor figura.

 

De resto concordo contigo.

E o Fernando Santos é o melhor seleccionador que Portugal teve desde que me lembro de ver futebol da selecção. talvez desde 98, mas principalmente desde 2000. Se o futebol praticado não é atractivo, não é, mas tem tido resultados e não há qualquer tipo de "confusões" à volta da selecção, quem é convocado joga pela selecção, quem não é, não critica a sua não chamada. Algo que não aconteceu com os anteriores.

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Publicado (editado)

Penso que sempre fez sentido deixar o Fernando Santos defender o título europeu, pelo menos. A não ser que o trabalho tivesse sido miserável após o Euro, o que não foi o caso. 

Não estou mesmo a ver é quem o sucederá, não há nenhum nome que me venha à cabeça e agrade. Os melhores treinadores portugueses na actualidade não devem ir tão cedo para a selecção. 

 

 

 

Editado por Gonzalo Teixeira

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Citação de Ricardo Pinto, há 10 minutos:

O Bruno Fernandes até não jogou mal, também não jogou bem, fez um jogo mediano, acredito que na final faça melhor figura.

 

De resto concordo contigo.

E o Fernando Santos é o melhor seleccionador que Portugal teve desde que me lembro de ver futebol da selecção. talvez desde 98, mas principalmente desde 2000. Se o futebol praticado não é atractivo, não é, mas tem tido resultados e não há qualquer tipo de "confusões" à volta da selecção, quem é convocado joga pela selecção, quem não é, não critica a sua não chamada. Algo que não aconteceu com os anteriores.

Discordo em relação a 2000. Acho que o Humberto Coelho fez um trabalho excelente a compatibilizar aquelas vedetas todas (ele até conseguiu gerir o Sérgio Conceição no banco de suplentes...) e metê-los a jogar como equipa.

Por falar em 2000: não consigo deixar de me rir quando leio que a seleção nacional atual tem o melhor conjunto de jogadores dos últimos anos (alguns até têm o desplante de dizer "de sempre"). Dos atuais só o Cristiano Ronaldo entrava de caras na seleção de 2000. Os laterais também podiam ter alguma hipótese (Abel Xavier, Secretário, Rui Jorge e Dimas não eram propriamente a crème da la crème). O Rui Patrício discutiria com o Baía a titularidade. O Pepe dava um bom suplente do Fernando Couto e do Jorge Costa e o William substituiria o Paulo Sousa ou o Costinha nos impedimentos destes. O Bernardo podia juntar-se ao Sérgio Conceição e ao Capucho no banco a verem o Figo jogar.

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A essas equipas de início dos anos 2000 (até 2006) só faltava mesmo um monstro como o Ronaldo. Esteve em 2004 e 2006 mas ainda era só o puto maravilha. 

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Passei só para falar da mentalidade dos adeptos ingleses ontem, estavam imensos pelo Porto, encheram os bares e, pelo menos, com o meu grupo foram impecáveis. É incrível o amor deles pela seleção... Já em Portugal, quase ninguém vibra com a seleção. Depois, cada grupo tinha um clube diferente, encontrei desde adeptos do Bournemouth, Wolves, Southampton, Bolton até Arsenal, City, Chelsea, Liverpool, Tottenham, todos a conviver num ótimo ambiente.

Ah e conheci o irmão do Maguire, 5 estrelas também!

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Citação de Descartes, há 5 horas:

E esse senhor não está lá desde os primeiros tempos do Scolari? Não esteve com o Carlos Queirós e com o Paulo Bento? Só agora que já está velho é que resolve e leva o selecionador ao colo?

Claro que acho que jogamos alguma coisa. Até jogamos muitas coisas. E pouco me importa que veja as coisas que tu e as pessoas do teu bairro não veem.

Eu começo a pensar que comigo já se anda a utilizar de forma regular algo semelhante àquela máxima das discussões na internet. Diz-se que quando alguém saca o argumento dos nazis é porque perdeu a capacidade argumentativa. No meu caso são as touradas...

Calma velhote, eu estava a brincar contigo quando disse aquilo 😉 

Volto a dizer o mesmo. Na minha opinião, e apesar de continuares a ganhar os jogos que interessam, acabamos por não jogar um chouriço. Mas percebo perfeitamente o teu ponto de vista. 

Antigamente, jogávamos como nunca e não ganhávamos nada. Agora , não jogamos nada e ganhamos como nunca.  

Citação de Descartes, há 4 horas:

Discordo em relação a 2000. Acho que o Humberto Coelho fez um trabalho excelente a compatibilizar aquelas vedetas todas (ele até conseguiu gerir o Sérgio Conceição no banco de suplentes...) e metê-los a jogar como equipa.

Por falar em 2000: não consigo deixar de me rir quando leio que a seleção nacional atual tem o melhor conjunto de jogadores dos últimos anos (alguns até têm o desplante de dizer "de sempre"). Dos atuais só o Cristiano Ronaldo entrava de caras na seleção de 2000. Os laterais também podiam ter alguma hipótese (Abel Xavier, Secretário, Rui Jorge e Dimas não eram propriamente a crème da la crème). O Rui Patrício discutiria com o Baía a titularidade. O Pepe dava um bom suplente do Fernando Couto e do Jorge Costa e o William substituiria o Paulo Sousa ou o Costinha nos impedimentos destes. O Bernardo podia juntar-se ao Sérgio Conceição e ao Capucho no banco a verem o Figo jogar.

Não achas que o Bernardo sentava o Rui Costa, por exemplo? 

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Eu percebo o ponto de vista do Descartes, eu também não posso questionar o que Fernando Santos já fez e continua a fazer porque, verdade seja dita, é o melhor selecionador que já tivemos. Ganhou um Euro 2016, seja da forma como foi, e isso é mais do que suficiente. Perguntem aos gregos quem é o melhor treinador que eles já tiveram. A resposta também será a mesma.

O que a malta questiona é que, com a qualidade individual, dever-se-ia fazer muito mais em termos de qualidade de jogo. Isso para mim é inquestionável. Isto já não é 2016. Onde tinhas jogadores de enorme valia a dar os primeiros passos e ainda tinha o Bernardo encostado por lesão. E não tinhas opções válidas nas laterais. Já chegas ao ponto de estar como outras seleções em que tens o luxo de deixar de fora jogadores como João Mário, Bruma, Ricardo Pereira, Nani, Gelson Martins, André Silva. Isso é sinal que tens 23 jogadores de enorme qualidade e com isso começa a ser obrigatório ser tão resultadista como mostrar trabalho de campo. E epá, isso não tem-se visto. De resto, até tem piorado. Ainda ante-ontem Portugal não sabia como definir linhas de pressão contra a Suíça, numa meia final da Liga das Nações. Isto não é nem nunca pode ser admissível com uma equipa destas. Felizmente ainda foi a tempo de, aos 60', alterar para um 4-3-3 e as coisas começaram a funcionar. Até mesmo estrategicamente, as coisas parecem estar a falhar quando achava que o Fernando Santos antes sabia executar uma boa estratégia de jogo.

Estou muito curioso para perceber como é que ele irá anular a qualidade de pressão subida da Holanda. O que aconteceu com o Walker e com o Stones não é nada mais do que um aviso. Para mim, por exemplo, seria jogo para ter William a trinco declarado (ou duplo pivot com Danilo) e variar saídas a 3/4.

 

Citação de O Pastel, há 7 horas:

Passei só para falar da mentalidade dos adeptos ingleses ontem, estavam imensos pelo Porto, encheram os bares e, pelo menos, com o meu grupo foram impecáveis. É incrível o amor deles pela seleção... Já em Portugal, quase ninguém vibra com a seleção. Depois, cada grupo tinha um clube diferente, encontrei desde adeptos do Bournemouth, Wolves, Southampton, Bolton até Arsenal, City, Chelsea, Liverpool, Tottenham, todos a conviver num ótimo ambiente.

Ah e conheci o irmão do Maguire, 5 estrelas também!

Para eles a seleção é tudo. Senão nunca tinham feito o filme do Mike Bassett.
Qualquer fã de futebol devia ver esse filme.

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Citação de Jimpo, há 14 horas:

Relativamente ao Pepe, pensava que tinha sido a clavícula ou o acrómio, agora fartura da omoplata... já tratei malta que foi atropelada, que caíram do 2.º andar de costas, que o trator virou-lhes em cima, até atacados por um touro e nunca apanhei uma fractura da omoplata. É obra

espero que seja erro dos jornais que raramente são especificos quando se trata de lesões.  

Farturas só recheadas, de preferência com nutella ou ovos moles.

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Citação de HIM, há 4 horas:

Não achas que o Bernardo sentava o Rui Costa, por exemplo? 

Isto é conversa de quem não viu o Rui Costa no seu melhor.

-

Estou-me a repetir, mas é importante delinear a diferença entre futebol pouco atractivo e mau futebol.

Com o Fernando Santos nem sabemos atacar nem sabemos defender. Talvez seja por aí que o Descartes goste tanto do homem, porque é uma forma de apimentar a vida, com cada calafrio que a selecção sofre. 

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Citação de Mesut Ozil, há 21 minutos:

Farturas só recheadas, de preferência com nutella ou ovos moles.

Era hora de comer a sobremesa 

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Citação de Mesut Ozil, há 1 hora:

Farturas só recheadas, de preferência com nutella ou ovos moles.

Farturas simples também são muito boas, pedes 6 e dão-te 12. Muito amor. 

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Citação de HIM, há 6 horas:

Calma velhote, eu estava a brincar contigo quando disse aquilo 😉 

Volto a dizer o mesmo. Na minha opinião, e apesar de continuares a ganhar os jogos que interessam, acabamos por não jogar um chouriço. Mas percebo perfeitamente o teu ponto de vista. 

Antigamente, jogávamos como nunca e não ganhávamos nada. Agora , não jogamos nada e ganhamos como nunca.  

Não achas que o Bernardo sentava o Rui Costa, por exemplo? 

 

Só facto de se sentirem obrigados a explicar que estavam a brincar (não és o primeiro) dá a entender que suspeitam que eu me sinta de alguma maneira ofendido com a questão. Não sinto. Sinto-me tão incomodado ou ofendido quando alguém sublinha que eu gosto de touradas como me sinto se me recordassem que gosto de comer caracóis acompanhados com pão torrado e uma boa meia dúzia de imperiais geladas...

 

Quanto ao Bernardo vs Rui só por brincadeira ou desconhecimento é que se pode equacionar essa possibilidade. O único jogador que surgiu em Portugal a atuar naquela posição e pode almejar à comparação é o Deco. E hoje em dia, como já não se joga com um "10" declarado, nunca mais irá aparecer alguém...

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Citação de Rōnin, há 3 horas:

Isto é conversa de quem não viu o Rui Costa no seu melhor.

-

Estou-me a repetir, mas é importante delinear a diferença entre futebol pouco atractivo e mau futebol.

Com o Fernando Santos nem sabemos atacar nem sabemos defender. Talvez seja por aí que o Descartes goste tanto do homem, porque é uma forma de apimentar a vida, com cada calafrio que a selecção sofre. 

Mas eu afirmei ou perguntei? Eu vi o Rui Costa no seu melhor, sim. 

Citação de Eden Hazard, há 3 horas:

...

 

Again, pergunta, não afirmação.

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