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Sporting - Futebol

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Vou deixar aqui este excerto da entrevista recente do Vítor Oliveira, pode ser que abra uns quantos pares de olhos:

Citação

Não sei até que ponto a instabilidade do Sporting não se reflete em campo: são ataques permanentes ao ex-presidente e ao atual. Parece que não há ninguém que sirva para o clube. Toda a gente é motivo de crítica, feitas pelos próprios sportinguistas, quando deveriam unir forças e respeitar a vontade da maioria dos sócios nas eleições.

 

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Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

Vou deixar aqui este excerto da entrevista recente do Vítor Oliveira, pode ser que abra uns quantos pares de olhos:

 

pois isso devia ser evidente. mas no Sporting isso nunca funcionou assim. Acompanho o futebol há uns 25 anos e contam-se pelos dedos os anos de estabilidade, união e concórdia que o Sporting viveu.

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Citação de IlidioMA, há 2 minutos:

pois isso devia ser evidente. mas no Sporting isso nunca funcionou assim. Acompanho o futebol há uns 25 anos e contam-se pelos dedos os anos de estabilidade, união e concórdia que o Sporting viveu.

Não parece um cenário assim tão mau pois tens pelo menos 20 dedos, não?

Editado por Black Hawk

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Citação de Black Hawk, há 13 minutos:

Não parece um cenário assim tão mau pois tens pelo menos 20 dedos, não?

pronto, dedos de um maneta.

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Citação de Metal, Em 14/08/2019 at 12:17:

Vocês não gostavam de ver o Silas a treinador do Sporting? Porquê? Até acho que tem boas ideias num clube que está destinado para dar o berro mais cedo ou mais tarde

Tenho ouvido o nome do Silas várias vezes também entre amigos e desconhecidos... O problema é que seria mais um para queimar na senda do que aconteceu com Domingos Paciência por exemplo cujo contexto era muito semelhante ao actual.

Como já aqui disseram, face ao amadorismo actual da estrutura que temos e respectivo contexto tinha sempre que ser alguém com uma personalidade forte, princípios bem definidos e sem medo de arriscar e que não tivesse muito a perder. Isto em relação a personalidade, depois vem o resto que também é essencial: perceber minimamente disto. Não vejo muitos nomes portugueses disponíveis com este perfil: José Mourinho (impossível) e depois há Jesualdo Ferreira ou Manuel Machado que poderia soar a desespero mas pelo menos são portugueses e conhecem a realidade do Campeonato.

Internacionais talvez apostaria sempre em alguém latino ou no limite italiano para facilitar ao máximo a comunicação que me parece ser fundamental nesta fase. Luciano Spaletti, Domenico Tedesco ou Quique Setién.

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Entrevista interessante ao Wendel pela goal.com, em que sai em defesa do Keizer:

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Puxões de orelha da mãe e decisivo empurrão holandês: os segredos de Wendel

Bruno Andrade
 
Na luta para ser o 'maquinista' do Sporting, volante é observado por Tite ao mesmo tempo que tenta perder a timidez

"Wendel vai ter muita dificuldade em apanhar o comboio (trem, em português de Portugal)".

Foi assim que Jorge Jesus, então treinador do Sporting, analisou a chegada de Wendel em janeiro de 2018. Contratado do Fluminense por quase 9 milhões de euros, o jovem volante, de fato, encontrou diversos obstáculos no início de trajetória no futebol português.

Fez apenas cinco jogos sob o comando de JJ, que poucos meses depois deixou o clube diante de um momento de forte crise interna. José Peseiro assumiu o cargo, mas também deu poucas oportunidades para o brasileiro. Resultado? Tristeza, dúvidas, vontade de "largar tudo" e ir embora. 

Apesar de ter recebido algumas ofertas, entre elas de Flamengo, São Paulo e CSKA, da Rússia, o volante permaneceu em Portugal e aos poucos começou a contornar a delicada situação. Teve muito apoio da mãe, a sempre crítica Dona Jaque, e contou principalmente com a confiança de Marcel Keizer. Substituto de Peseiro, o holandês foi o responsável por prontamente apostar no camisa 37. Um tiro certeiro.

Wendel tornou-se mais forte. Dentro e fora de campo. Virou titular e passou a ser um dos principais nomes do time, atrás apenas de Bruno Fernandes, chegou à seleção brasileira pré-olímpica (sub-23), sendo campeão do prestigiado Torneio de Toulon, na França, e agora está no radar de Tite, que nesta sexta-feira convoca à seleção principal para os amistosos contra Colômbia e Peru, nos dias 6 e 10 de setembro, respectivamente. 

Mas a antiga joia do Tricolor das Laranjeiras, hoje com 21 anos, quer - e pode - mais: perder menos tempo com celular, deixar a timidez de lado, se cobrar cada vez mais por ter errado um simples passe num treino e, quem sabe, assumir o papel de maquinista do trem que tardou a pegar. 

Como foi para entrar naquele "comboio" que o Jorge Jesus disse que você teria "muita dificuldade" para pegar?
Demorou. Teve toda uma fase da adaptação, cheguei no meio da temporada e tive poucas oportunidades com ele [Jorge Jesus]. Só treinava, não era chamado para os jogos, e quando era chamado para os jogos era quase sempre com sobreaviso. Isso me deixava um pouco triste. Depois veio o Peseiro, que não me colocava para jogar, depois colocava para jogar... O Keizer chegou, me colocou para jogar e, então, consegui pegar o comboio.

Em que vagão está sentado hoje?
Estou no vagão dos humildes ainda [risos].

Pode atingir o posto de maquinista?
Posso, posso... O fundamental é continuar trabalhando forte, ajudando os meus companheiros e, claro, fazendo bons jogos.

É quase indiscutível que o Bruno Fernandes é o grande nome do Sporting...
Óbvio!

...O segundo melhor jogador do time é o Wendel?
Não, tem muita gente na minha frente ainda. Tem o Acuña, o Coates, o Mathieu, tem outros jogadores que admiro muito aqui dentro. Depois tem eu [risos].

Acredita que os diversos e constantes elogios ao Bruno Fernandes, muitos deles merecidos, acabam por tirar espaço de eventuais elogios para os outros jogadores do Sporting? É um erro da imprensa?
Os elogios são bons para o Bruno, para o clube e para todos nós do elenco, até porque somos nós que participamos disso tudo com ele, somos nós que damos um passe, são os atacantes que sofrem os pênaltis, etc. Todos ajudam. Quando o Bruno pede rapidamente a bola, temos a certeza que algo de bom vai acontecer. Ele tem uma leitura de jogo diferenciada, sempre pensa na jogada antes de todos. 

Então é o famoso "joga no Bruno que ele resolve"...
Ele tem sempre uma jogada guardada no bolso, prevê os lances. Vai sempre deixar um atacante na cara do gol, vai marcar um gol... Se o Bruno pedir a bola, então você precisa dar a bola para ele.

E o Wendel? Qual é o seu papel no Sporting de hoje?
Muita linha de passe, bom passe, saída de bola com qualidade, marcação também...

Qual é a importância do Marcel Keizer no seu crescimento?
Tem uma importância muito grande. Logo que chegou já apostou no meu futebol, e felizmente pude dar uma resposta positiva para ele.

Por que o Sporting ainda não ganhou na temporada [quatro empates e quatro derrotas - contando a pré-temporada]? Dos três grandes de Portugal, por exemplo, foi o que menos mexeu no time titular...
Damos sempre o máximo no dia a dia, nos treinos, nos jogos... Todos aqui se conhecem, todos trabalham bem. Falta sorte, falta a bola entrar.

Sente que as críticas ao Keizer têm sido exageradas?
São injustas. É um ótimo treinador e que ajuda todo mundo aqui. Perder faz parte, é do futebol. É fácil criticar de fora, infelizmente existe muita injustiça. Mas vamos melhorar, por ele e pelo Sporting.

Já tem saudades da experiência com a seleção brasileira sub-23 no Torneio de Toulon?
Foi uma experiência muito boa, e a minha ficha só foi cair quando já estava dentro de campo. Um sentimento muito diferente, uma emoção muito forte de representar o meu país. Lembro, por exemplo, de ter ligado para a minha mãe para contar da convocação, contar o que estava sentindo na hora. Foi muito bom, muito bom mesmo, principalmente porque fomos campeões.

O que falta para conseguir a primeira oportunidade na seleção principal?
Olha, não sei... Estou trabalhando, né? Todos temos o sonho de chegar à seleção principal. Eu, felizmente, fui campeão logo na minha primeira convocação à seleção sub-23. Foi um grande passo na minha carreira. Agora é continuar trabalhando muito forte aqui no Sporting. Se vier uma convocção, vou ficar muito feliz. 

O que acha que poderia trazer de novo à seleção principal?
Sinceramente, não sei se está faltando algo à seleção [risos]. Tem um meio-campo muito bom, com Arthur, Casemiro, Allan...

Qual é a sua maior referência brasileira no meio-campo no futebol atual?
Gosto muito do Arthur, observo bastante ele. É muito técnico, sabe tocar muito bem a bola, tem o drible. Admiro muito ele, é top. 

Em quais aspectos ainda precisa crescer mais, sobretudo na visão da seleção?
Preciso continuar em alto nível e ajudando o Sporting. Sou daqueles que se cobra muito nos treinos, me cobro até mesmo quando erro um simples passe. Não posso errar. Sou do tipo de jogador que se cobra muito mais nos treinos, porque assim o risco de errar num jogo é menor. Sei, por exemplo, que ainda posso evoluir na questão da marcação.


Wendel fez 33 jogos e marcou três gols em 2018/19 (Foto: Divulgação)

Como é a sua noite de sono depois de uma vitória com uma boa atuação?
Procuro curtir com a minha família. Também assisto ao jogo para perceber se preciso melhor em algo, perceber o que errei...

E como é a noite de sono com uma derrota e uma atuação fraca?
Vem logo a minha mãe na orelha: "Você não é assim. Dormiu mal, é?". Diz logo que preciso fazer um próximo jogo melhor, fica a semana inteira falando na minha cabeça [risos]. 

Esse tipo de "cobrança de mãe" é mais positiva ou negativa? Incomoda?
Ah, incomoda. Pô, a gente vem de um jogo ruim, de derrota, então não é legal chegar em casa e ouvir críticas: "Por que fez isso? Por que fez aquilo?". Fico mal com isso, ainda mais porque já chego em casa de cabeça quente. Mas depois paro para pensar e vejo que tudo isso é bom para mim. Sempre procuro analisar o que a minha mãe fala. No fundo, isso é bom.

Você teve algumas propostas para sair, mas ficou no Sporting. Por quê?
Algumas propostas chegaram, mas o Sporting disse que eu acabaria sendo utilizado. Fiquei e corri atrás do meu espaço. Esperei pela minha chance e agora sou feliz aqui.

Em algum momento pensou que havia tomado a decisão errada de ter vindo jogar na Europa?
Sim, sim... Pô, você chega na Europa e acontece tudo isso? Aí você pensa: "Estava bem no Fluminense, o que eu vim fazer aqui? Não jogo aqui, jogava lá". Isso é difícil, mas é passageiro. Tem que ser muito forte para encarar tudo isso de frente. Felizmente, tive a minha família do lado. Caso contrário, não sabia nem sequer o que estaria fazendo aqui ainda. Lembro que falava que queria ir embora, que queria largar tudo. Tudo isso me tornou mais forte, cresci como homem e também como jogador. O Wendel de agora é muito diferente. Antes, por exemplo, não falava com quase ninguém, quase não respondia. Era mesmo muito fechado. Como disse antes, tudo é passageiro, nada é para sempre.

Essa timidez, aliás, chega a atrapalhar dentro e/ou fora de campo?
Acho que não. Sou bem tranquilo, quieto, na minha. Não sou de falar, de entrevistas. Não gosto. É algo meu, desde criança, e não tem nada a ver isso de ser "desligado". Sou assim, é o meu perfil. Gosto mais de mostrar o meu futebol e ficar calado. Mas posso mudar isso aos poucos, dar mais entrevistas, contar com todo esse apoio do clube...

Há quem diga que o celular também é um sério problema para você. Na verdade, é um problema para mim e para quase todos nos dias de hoje. Tenta se afastar um pouco dele, das redes sociais?
É difícil para todo mundo. Tento desligar um pouco, de verdade. Procuro também jogar videogame, estar mais com os amigos, dormir... Mas reconheço que isso é um vício. Já exagerei muito mais, admito, mas agora estou mais tranquilo.

 

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Citação de AriGold76, há 33 minutos:

Como já aqui disseram, face ao amadorismo actual da estrutura que temos e respectivo contexto tinha sempre que ser alguém com uma personalidade forte, princípios bem definidos e sem medo de arriscar e que não tivesse muito a perder. Isto em relação a personalidade, depois vem o resto que também é essencial: perceber minimamente disto. Não vejo muitos nomes portugueses disponíveis com este perfil: José Mourinho (impossível) e depois há Jesualdo Ferreira ou Manuel Machado que poderia soar a desespero mas pelo menos são portugueses e conhecem a realidade do Campeonato.

 

Citação de AriGold76, há 33 minutos:

Não vejo muitos nomes portugueses disponíveis com este perfil: José Mourinho (impossível) e depois há Jesualdo Ferreira ou Manuel Machado 

 

Citação de AriGold76, há 33 minutos:

Manuel Machado 

😲 😲 😲 😲 😲

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Citação de Sandes., há 8 minutos:

Entrevista interessante ao Wendel pela goal.com, em que sai em defesa do Keizer:

 

Máquina, e admira as qualidades do Arthur, tem bom gosto. Bigodes ❤️

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O Manuel Machado de há uns anos era bom treinador. Nas últimas épocas é que as coisas não correram bem no Nacional, talvez também por falta de investimento.

Ainda assim não é o que o Sporting precisa. Já o Jesualdo, gosto da vertente pedagógica que tem e que todos elogiam. Na altura tive pena que tivesse saído.

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Citação de Ghelthon, há 14 horas:

Vou deixar aqui este excerto da entrevista recente do Vítor Oliveira, pode ser que abra uns quantos pares de olhos:

 

Esta é a chave. a última vez que vi união foi no 1º mandato do cintra, ficavamos em 3º mas tinhamos o estádio sempre cheio, mesmo nas derrotas a equipa saia aplaudida, uma curva tremenda onde eu aprendi a ver bola, puxavamos pela equipa do 1º ao ultimo minuto e só quando chegavamos a casa iamos ver o resumo (e não, não havia sport tv). a raiz do problema começou a ver-se aí, assim que o sucesso começou a despontar começaram a sair os inúteis debaixo das pedras. Até conseguimos que alguém mandasse fechar a bancada central para passados uns meses ser presidente...

A partir daí temos sido geridos por incompetentes ganaciosos, oportunistas de esquina e croquetes pomposos. o clube transformou-se numa vaca leiteira para políticos em ascensão, bancos e banqueiros, populitas, gestores falidos e endividados, gestores corruptos, e outra gente do género. tranformou a melhor massa adepta do mundo (anos 90) numa amálgama de revoltadinhos, dependentes do tacho, arrivistas, gangs organizados e gentinha disforme a precisar de protagonismo.

Gostava de pensar que tudo isto se curaria com vitórias, mas o passado recente mostra que mesmo sendo campeão isso só vai esconder a m*rda. passado 3 meses volta, só que em pior.

 

Daí a minha exigência, daí o meu pessimismo.

Editado por Cabeça de giz
typos

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Citação de Cabeça de giz, há 43 minutos:

Esta é a chave. a última vez que vi união foi no 1º mandato do cintra, ficavamos em 3º mas tinhamos o estádio sempre cheio, mesmo nas derrotas a equipa saia aplaudida, uma curva tremenda onde eu aprendi a ver bola, puxavamos pela equipa do 1º ao ultimo minuto e só quando chegavamos a casa iamos ver o resumo (e não, não havia sport tv). a raiz do problema começou a ver-se aí, assim que o sucesso começou a despontar começaram a sair os inúteis debaixo das pedras. Até conseguimos que alguém mandasse fechar a bancada central para passados uns meses ser presidente...

A partir daí temos sido geridos por incompetentes ganaciosos, oportunistas de esquina e croquetes pomposos. o clube transformou-se numa vaca leiteira para políticos em ascensão, bancos e banqueiros, populitas, gestores falidos e endividados, gestores corruptos, e outra gente do género. tranformou a melhor massa adepta do mundo (anos 90) numa amálgama de revoltadinhos, dependentes do tacho, arrivistas, gangs organizados e gentinha disforme a precisar de protagonismo.

Gostava de pensar que tudo isto se curaria com vitórias, mas o passado recente mostra que mesmo sendo campeão isso só vai esconder a m*rda. passado 3 meses volta, só que em pior.

 

Daí a minha exigência, daí o meu pessimismo.

Acho que o Bruno de Carvalho conseguiu muita união no primeiro mandato. Aliás, tanto assim foi que depois ganhou umas eleições com quase 90%. O segundo mandato é que foi o oposto, que acabou com a maior divisão entre adeptos que o clube já viu, provavelmente.

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A sério que se falou no Manuel Machado? O gajo está completamente ultrapassado em tudo, desde treino, forma de jogar e de ver o futebol e até à forma de lidar com os jogadores. Um gajo que chegasse a um clube como o Sporting e se relacionasse com os jogadores da forma que ele o faz tinha logo a cama feita. Conseguiu descer duas equipas em 16/17 e desde que o Moreirense o mandou embora ainda 17/18 não ia a meio que ninguém lhe pega.

Entendia que fosse considerado... há 10 anos, no futebol de há 10 anos e com o Sporting de há 10 anos.

Preferia um Tiago Fernandes a esse gajo. E entre esses dois preferia o Paulinho.

Editado por JGabriel

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Não desgostava de ver o Manuel Machado no nosso clube, mas como dirigente.
Como treinador está completamente ultrapassado.

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Não vejo nem o MM, o Setien, Tedesco,Spaletti a virem para o caos em que está o Sporting. Vejo mais o Silas.

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Precisamos de um treinador que saiba ser campeao em portugal. Dos livres, so' ha' um que acho que seja possivel: Jaime Pacheco

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