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Covid-19: Informações úteis

Posts recomendados

*** Editado por @Luís Silvares ***

Este tópico pretende reunir informações úteis, que se entendam relevantes na prevenção da pandemia Covid-19

Para discussão sobre este tema, troca de ideias ou desabafos com a comunidade por favor use o tópico criado para o efeito

_________________________________________________________________________

Coloquem aqui qualquer informação que consideram ser relevante 

Citação de kareca, há 5 horas:

Para quem é cliente Fidelidade/Multicare, existe uma linha de telefone disponível também, caso a Saude24 esteja engarrafada: 808 78 24 24

Fica o contacto com dicas de prevenção para todos também:

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Tenho coronavírus? E, se tiver, o que devo fazer? Um guia rápido para o Covid-19

1. Como posso evitar o contágio?

Antes de tudo deve estar a prevenção. As medidas têm sido largamente divulgadas nas últimas semanas e são:

- quando tossir ou espirrar deve tapar a boca e o nariz com o cotovelo ou com um lenço de papel, que deve colocar imediatamente no lixo;

- deve lavar as mãos com frequência com água e sabão ou com um desinfetante para as mãos à base de álcool;

- deve evitar tocar nos olhos, nariz e boca;

- deve lavar e desinfetar as maçanetas das portas, corrimãos ou superfícies em que se toque com frequência;

- se possível, deve manter uma distância de um metro em relação às outras pessoas e evitar reuniões.

2. Que devo fazer se suspeito estar contagiado?

Os sintomas – critérios clínicos – aos quais deve estar atento são simples e similares aos de uma gripe comum: tosse, febre, dificuldade respiratória, dores no corpo, mal-estar e cefaleias. Também podem surgir vómitos e diarreia. Se a isso associar o facto de ter regressado de uma área afetada ou ter tido contacto próximo com um doente infetado – critérios epidemiológicos –, deve ligar para a linha SNS24 (808 24 24 24).

3. O que é estar em contacto próximo com um portador de vírus?

Esta pergunta tem uma resposta simples e outra um pouco mais detalhada. A simples passa por usar o bom senso: o contacto é próximo se esteve em proximidade ou em ambiente fechado com um doente ou a pouca distância dele numa viagem de avião, autocarro ou barco.

A resposta mais complexa implica ler o artigo que publicámos com os critérios que a Direção-Geral da Saúde (DGS) estabeleceu (por exemplo, detalha que é considerado próximo quem tenha estado até dois lugares à esquerda ou à direita do doente). A OMS aponta para o vírus poder ser transmissível a partir de uma distância de cerca de dois metros do infetado – por exemplo, quem tiver feito uma viagem de carro com um infetado está automaticamente neste grupo.

4. O que vão perguntar-me ao telefone?

O SNS24 faz a triagem e o encaminhamento de casos suspeitos. Os chamados algoritmos de triagem clínica – quadro de perguntas e respostas determinadas para se analisar se o caso é suspeito – foram atualizados, para “assegurarem um despiste adequado”.

Há um atendimento próprio que auxilia médicos e enfermeiros do SNS24 nesta triagem: chama-se Linha de Apoio ao Médico (LAM). Se for validada essa suspeita, a pessoa é tratada “tendo em conta a sua situação clínica”, ao nível do transporte, isolamento e diagnóstico.

5. Como é feito o teste ao Covid-19?

O teste é feito a partir de amostras do trato respiratório – com uma zaragatoa – e também de sangue, fezes ou urina. Pode ser feito em casa, se os sintomas são leves, ou num hospital ou centro de saúde. Em laboratório, é feito um teste chamado PCR ou, em português, RCP (Reação em Cadeia da Polimerase). A partir do material genético, é possível identificar o genoma do vírus.

Toda a evidência científica indica que na ausência de sintomas, o teste não é capaz de detetar a presença do vírus no organismo humano.

6. E se estiver doente?

Ainda não existe uma vacina e a DGS explica que o tratamento para a infeção “é dirigido aos sinais e sintomas apresentados”. Ou seja, o próprio sistema imunitário é que acaba por encontrar formas de eliminar o vírus do organismo.

Cerca de 80% das pessoas recupera da doença sem qualquer tratamento especial e, de acordo com a contabilidade de serviços de saúde dos países afetados, 94% das pessoas cujos casos foram resolvidos estão de boa saúde.

As pessoas gravemente doentes recebem suporte de vida. Como uma vacina ainda deve demorar vários meses, há tratamentos específicos em investigação e que vão ser testados clinicamente.

7. Como é que posso ser dado como curado?

A OMS indica que devem ser recolhidas duas amostras do trato respiratório do doente, separadas por pelo menos 24 horas. Ambas devem ser negativas.

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Coronavírus: o que comprar sem levar o supermercado para casa

Fazer contas às necessidades, construir uma lista rica e variada e não entrar em pânico. Um guia para ir às compras, no qual nem os animais foram esquecidos.

Na Austrália, o papel higiénico está a acabar; em Espanha, as prateleiras vazias levaram supermercados a fechar portas. A cada vez mais provável possibilidade de quarentena está a esgotar reservas e a sobrelotar despensas e frigoríficos, que permanecerão cheios por mais de 15 dias, período durante o qual provavelmente se dará falta de algo essencial.

Numa altura em que se luta contra um estado de alarmismo, ao mesmo tempo que as entidades pedem responsabilidade individual aos cidadãos e há escolas a solicitarem a antecipação das férias de Páscoa para manter a população escolar longe de multidões, será uma boa ideia precaver, mas com racionalidade.

Em Portugal, não existe uma lista do género, mas na Alemanha, muito por causa da experiência das guerras mundiais assim como a restrição do fluxo de bens na parte Oriental durante a vigência do Muro de Berlim, há indicações precisas do que ter em casa para, em caso de isolamento até dez dias por qualquer tipo de emergência, não ter problemas. E há quatro anos as directivas foram actualizadas pelo Escritório Federal de Protecção Civil e Assistência a Desastres (BBK), com sede em Bona, que adverte contra o pânico, aconselhando os cidadãos a fazerem stock apenas de alimentos e bebidas “que a família consumiria de qualquer forma”. Entre as dicas, estão propostas como a verificação dos prazos de validade, arrumar as compras mais recentes sempre na parte de trás dos armários, e a noção de que cada pessoa precisa de cerca de 14 litros de água por semana

Por isso, o primeiro passo, antes de entrar no supermercado, é fazer contas: quanto tempo o isolamento poderá ocorrer e quantas pessoas estarão em casa. A partir daí, a lista poderá ser construída tendo em conta as doses individuais de cada alimento, garantindo a riqueza de nutrientes e, ao mesmo tempo, uma saudável variedade alimentar, aproveitando até, sugere Cláudia Viegas, professora na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril e co-autora do livro Prazer sem Pecado (Esfera dos Livros, 2017), o tempo de isolamento para testar novas receitas ou enveredar por tarefas mais demoradas.

E, no supermercado, não limpe as prateleiras de enlatados — ninguém vai acampar... Compre apenas os que levaria para casa numas regulares compras mensais. “O importante é garantir aporte de alimentos ricos em nutrientes, escolher produtos com um prazo de validade alargado, fazer uma utilização racional dos frescos, tendo em conta o seu tempo de durabilidade, apostar em produtos com elevada rentabilidade (que tenham uma boa relação entre volume, nutrientes e capacidade de saciar) e pensar nos que estão mais disponíveis no mercado”, enumera ao PÚBLICO a professora.

Listas ricas e variadas

Comece por criar três listas distintas: uma de produtos secos (“a adquirir em quantidades maiores de acordo com o tamanho da família”), uma de frescos que aguentam algum tempo no frigorifico e outra de produtos congelados.

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Pais podem invocar direito à resistência para não levar filhos à escola

O constitucionalista diz também que o Estado incorre em responsabilidade civil e criminal se não tomar as medidas adequadas para conter a disseminação do vírus que já levou a Organização Mundial de Saúde a declarar pandemia.

Os pais que entenderem que os filhos correm risco de contaminação por ir para a escola podem invocar o direito à resistência, previsto na Constituição, e até a legítima defesa para manter os filhos em casa. Veja aqui um formulário elaborado por um jurista para saber como pode fazer valer o seu direito.

A ideia é defendida na Renascença, nesta quinta-feira, pelo constitucionalista Paulo Otero que, no que toca à decisão de não fechar todas as escolas, diz que a Constituição garante um direito à vida que, em caso de estar sob ameaça, justifica até que se invoque a legítima defesa.

“Está em causa a garantia do direito à vida e naturalmente de condições de saúde pública”, sustenta.

Paulo Otero aponta ainda “particularidades: os pais podem exercer o direito relativamente aos filhos, os filhos não podem ser sancionados por faltas injustificadas e as matérias lecionadas, se não existirem meios alternativos de ensino não devem ser tomadas em consideração na avaliação dos alunos durante o período da falta”, defende.

Isto, porque está em causa a “legítima defesa da vida dos próprios e da vida de terceiros”.

http://mediaserver2.rr.pt/NEWRR/escola_pedido1573ae0e.pdf

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Tem um familiar em casa com Covid-19? Saiba o que fazer

Perante a nova estirpe do coronavírus, a Organização Mundial da Saúde publicou um guia para infetados e cuidadores que estejam a lidar com o Covid-19 em casa.

Todos os pacientes que apresentem sintomas leves não precisam de hospitalização obrigatória a não ser que o seu estado de saúde piore significativamente. Segundo a OMS, nos casos em que o paciente esteja isolado em casa, um profissional de saúde qualificado deve comprovar que as condições do lugar são adequadas e que o paciente e os seus familiares conseguem cumprir todas as precauções recomendadas, como a lavagem regular das mãos, a qualidade do ar que circula na casa e a capacidade de limitar o movimento do infetado em casa. E acima de tudo é preciso estar vigilante em relação à situação familiar e manter um canal de comunicação com profissionais de saúde até que os sintomas desapareçam completamente.

No caso de estar infetado e isolado em casa, ou então ser o cuidador de alguém com Covid-19, deve tomar as seguintes precauções:

1. O paciente infetado deve instalar-se num quarto bem ventilado, com as janelas abertas e uma porta aberta;

2. Se possível, os restantes habitantes dessa casa devem mudar temporariamente de residência. Se não for possível, devem manter uma distância pessoal do infetado de pelo menos um metro, dormir em camas separadas, de preferência em divisões diferentes;

3. O infetado deve limitar os movimentos dentro de casa e reduzir ao mínimo os espaços partilhados pela restante família, por exemplo a cozinha e o WC, garantindo que são espaços bem ventilados (janelas abertas);

4. Limitar o número de cuidadores, de preferência uma só pessoa que seja saudável e não tenha doenças crónicas que afetem o seu sistema imunitário;

5. Não permitir a entrada de visitas em casa até que o infetado recupere totalmente e não apresente qualquer sintoma;

6. Aplicar medidas de higiene das mãos depois de qualquer contacto com o infetado ou com objetos no espaço em que o doente se move. Por exemplo, antes e depois de preparar comida na cozinha e depois de usar o WC;

7. Depois de bem lavadas as mãos com água e sabão ou gel desinfetante, deve secar as mãos com papel que possa descartar imediatamente. Se usar toalhas têxtil, deve mudar assim que fiquem húmidas;

8. Quando na mesma divisão que o paciente, o cuidador deve utilizar uma máscara bem ajustada à boca e nariz, evitando tocar na sua parte frontal. Essa máscara deve ser descartada assim que se afastarem para divisões diferentes e o cuidador deve lavar bem as mãos;

9. Os lençóis, toalhas, pratos e talheres usados pelo infetado não devem ser partilhados. Não é necessário descartar esses itens, basta lavá-los bem com sabão e água após o uso;

10. Convém limpar todos os dias a divisão em que o infetado passa mais tempo. Desinfetar a mobília, como a mesinha de cabeceira, a cama e outros móveis no quarto, com qualquer detergente doméstico e depois aplicar lixívia ou desinfetante com álcool

11. O WC e a sanita devem ser sujeitos à mesma limpeza e desinfetados pelo menos uma vez por dia;

12. Não deve sacudir a roupa suja do infetado nem as toalhas e lençóis por ele utilizadas. Convém colocar toda a roupa imediatamente na máquina de lavar num programa entre os 60 e 90 graus. Depois de lavada, deixe secar completamente;

13. Para manusear a roupa suja, o cuidador deve utilizar luvas e roupa de proteção;

14. O cuidador deve evitar usar objetos presentes no ambiente do paciente infetado (por exemplo, escovas de dentes não devem ser partilhadas, cigarros, pratos e talheres, bebidas, toalhas, esponjas, roupa de cama).

A Organização Mundial da Saúde lembra ainda que todos os cuidadores e os profissionais de saúde expostos a pessoas com Covid-19 são considerados contactos e devem estar vigilantes em relação ao seu estado de saúde. É essencial permanecer alerta e manter o contacto com as autoridades.

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Citação de sd_campeao, há 30 minutos:

Partilho aqui alguns dos bons textos que existem a circular. Se já é repetido, peço desculpa. (É testamento mas vale a pena ler)

"Caros amigos,
Não somos entidades com nomes sonantes nem peritos em epidemiologia, somos apenas a arraia miúda, médicos que vivem diariamente num Sistema Nacional de Saúde (SNS) que no seu basal já trabalha no limite, e como tal, vemos com apreensão os dias que se avizinham.
Não estamos satisfeitos com o modo como a situação do COVID-19 tem sido conduzida pelas entidades competentes. Na tentativa atendível de não causar pânico, a verdadeira mensagem não está a passar e a nossa perceção é que pessoas fora da área da Saúde acham que o atual cenário “é um exagero”. Compreendemos em plenitude, não fossem tantas as vezes que a comunicação social nos anuncia a catástrofe iminente, que como ao proverbial rapaz os ignoramos quando há mesmo um lobo.
Assim, pretendemos deixar umas notas, que vindas de alguém que conhecem poderão ter o impacto que conferências de imprensa não têm conseguido.
Com base no cenário que vemos em Itália e que começamos a ver em Espanha (e na informação que vai sendo partilhada entre a comunidade médica) consideramos ser necessário dizer e reforçar o seguinte:

Mais de 80% das pessoas infetadas com o COVID-19 terão sintomas muito leves, semelhantes a uma simples constipação ou a um síndrome gripal ligeiro. Estes casos podem e devem evitar idas aos Serviços de Urgência. Não o dizemos por capricho! Não há qualquer tratamento a oferecer aos casos ligeiros, não há nada que se possa fazer num hospital que os impeça de agravar (e a vasta maioria não agravarão e passarão por si sós!). Breve, ir ao hospital não vos adiantará nada pessoalmente e pelo contrário porá em risco todos os outros utentes e profissionais.

Pelo menos 10% dos casos serão graves o suficiente para causar falta de ar e obrigar a idas ao Hospital. Alguns destes serão graves o suficiente para precisarem de ventilação mecânica (“ficar ligado à máquina”). Apesar de estes casos graves serem maioritariamente pessoas idosas ou com doenças que os fragilizam, também acontecerão casos de pessoas jovens saudáveis (se 0.2% dos jovens afetados precisarem de ventilação, no caso de 10.000 afetados serão 20 jovens em Portugal em estado grave). Nos idosos e pessoas com problemas de saúde, essa percentagem pode chegar aos 15-20%, o que significa potencialmente uma enormidade de doentes graves que o SNS não terá capacidade de assistir da melhor forma, que é o que se vê acontecer em Itália, onde ventiladores estão a ser recusados logo à partida, sem qualquer contemplação, a pessoas com mais de 60 anos.

O que podemos fazer? Tentar que em vez de termos 10.000 casos até ao final de Março, tenhamos esses 10.000 casos espalhados no tempo ao longo de 6 meses. Faz muita diferença um hospital ter no mesmo dia 10 pessoas a precisar de ventilador ou ter 50 pessoas a precisar de ventilador. É simples, não vai haver para todos. Como podemos atrasar então o surgimento de novos casos? Isolarmo-nos o mais possível. E cada dia conta no atraso que vamos conseguir!

Se és dono de uma empresa ou de um escritório considera fechar portas e colocar os funcionários a trabalhar tanto quanto possível de casa. Pensa assim, vais ter que fechar portas em duas semanas de qualquer forma, com uma grande diferença: salvaste vidas!!

Se podes trabalhar de casa, deves absolutamente fazê-lo.

Não vás ao ginásio, vai dar uma corrida (não em grupo!) e faz umas flexões em casa. Não vás ao café. Não vás ao restaurante. Escusado será mencionar esse ambiente fresco e arejado que existe em discotecas e bares noturnos. Almoço de fim de semana em casa dos avós? Cancelem. Jantar de anos da Filipa? Não vai dar, a Filipa compreenderá, mais não seja em duas semanas quando perceber a dimensão do problema.

As crianças, ao contrário do que se viu escrito em alguns locais, parecem ser bastante contagiosas. Apresentam também muito poucos sintomas quando estão infetadas. Ou seja, devemos evitar o contacto entre as crianças da família e respetivos avós e outros membros mais frágeis. Pelo lado bom e para tranquilizar: tanto quanto sabemos (e já sabemos alguma coisa após tantos milhares de casos pelo Mundo) não há qualquer caso de doença grave em crianças menores de 10 anos. Os sacanitas são rijos, mas muito contagiosos.

Usem máscara, principalmente se tiverem tosse ou espirros. E importante mesmo é lavar as mãos frequentemente e evitar tocar na cara/boca/olhos. E manter distância social: não há apertos de mão, não há beijinhos e falar de perto é também má ideia (vá, todos conhecemos aquela pessoa que manda muitos “perdigotos”).

Não é demais salientar que durante esta época as outras doenças, acidentes e infortúnios vários não vão tirar férias. Continuarão a existir AVCs, ataques cardíacos, outras infeções, acidentes de viação, exatamente na mesma quantidade de antes. Com uma diferença saliente: quando esses doentes graves precisarem de vaga nos cuidados intensivos (que mesmo num dia bom já são insuficientes e difíceis de gerir), podem bem não a ter. A mortalidade do COVID não é só a mortalidade do COVID - com um sistema a trabalhar para lá do limite, todas as outras doenças que já antes matavam, matarão mais.

Terminamos com uma nota importante: o pânico é contraproducente. Ninguém tem necessidade de açambarcar setecentos rolos de papel higiénico. A sociedade como a conhecemos não colapsará. Mas isto não é a gripe A, não é a vespa asiática, não é a crise dos combustíveis, não é nenhuma das mais recentes catástrofes sempre anunciadas e felizmente nunca cumpridas. Desta vez é a sério (palavra de escuteiro) e cabe a cada um de nós fazer a sua parte para que seja o menos sério possível."

 

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INEM PRONTO PARA FAZER TESTES NO DOMICÍLIO

A partir desta quinta-feira, o INEM passará a visitar a casa de doentes que tenham ligado para a linha SNS24 com a suspeita de estarem infetados com o Covid-19, e procederá à recolha de amostras de saliva para testes. O doente só será transportado ao hospital se o estado de saúde inspirar cuidados.

 

Mayday

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Covid-19: MEO, NOS e Vodafone oferecem dados móveis e canais desportivos aos clientes

Os operadores MEO, NOS e Vodafone não vão cobrar pelas mensalidades dos canais Sport TV, BTV e Eleven Sports enquanto durar o período excecional de suspensão da maioria das competições desportivas. A par, vão oferecer 10 GB de dados móveis aos seus clientes de serviço telefónico móvel.

Em comunicado hoje divulgado, as operadoras MEO, NOS e Vodafone informam que vão oferecer "10 GB de dados aos seus clientes de serviço telefónico móvel" e não vão "cobrar a mensalidade a novos e atuais clientes" nos canais Sport TV, BTV e Eleven Sports.

Em comunicado, as três operadoras informam que a sua intenção é "minimizar os impactos que o COVID-19 já está a ter na vida dos portugueses".

Explicam as operadoras que "os clientes particulares ou empresariais dos três operadores podem subscrever a oferta através da App de Cliente ou site, entre os dias 17 e 31 de março. A oferta de 10GB de dados será válida pelo período de 30 dias a partir da data de subscrição".

No que diz respeito aos canais desportivos, "os operadores tomaram a decisão, juntamente com a Sport TV, BTV e Eleven Sports, de não cobrar a mensalidade a novos e atuais clientes para os respetivos canais. Esta medida mantém-se durante o período excecional de suspensão da maioria das competições desportivas dos respetivos canais".

"Esta medida procura facilitar o cumprimento pelos cidadãos das medidas de prevenção e controlo de infeção pelo COVID-19, dando resposta às necessidades acrescidas de comunicação por se encontrarem em casa em regime de teletrabalho, de prevenção ou de assistência a familiares", pode ler-se na nota.

Este anúncio tem lugar depois da Liga e da Federação suspenderem as competições em Portugal.

Numa primeira fase, e em comunicado, foi a Federação Portuguesa de Futebol a informar que "face à limitação crescente de acesso a instalações desportivas e à necessidade de toda a população seguir medidas eficazes de higiene e etiqueta respiratória foi decidido suspender as competições nacionais de futebol e futsal organizadas pela Federação Portuguesa de Futebol".

"A medida é aplicada a partir de 13 de março e vigora por tempo indeterminado".

Pouco depois, foi a Liga Portugal a confirmar também a suspensão, por tempo indeterminado, dos campeonatos por si organizados (Liga NOS e Liga Pro).

A ronda 25 da principal divisão do futebol português estava marcada para o próximo fim de semana, com o líder FC Porto a visitar o Famalicão, no domingo, um dia depois de o Benfica receber o Tondela e de o Sporting jogar no terreno do Vitória de Guimarães.

As decisões surgiram na sequência de uma reunião do grupo de emergência criado pelo Presidente da FPF para monitorizar o impacto do Covid-19 que reuniu esta quinta-feira de manhã. Do referido grupo fazem parte o Presidente da FPF, o Presidente da Liga Portugal, o Presidente da Comissão Delegada das Associações, o Presidente do Sindicato de Jogadores, o Presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, o Presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol e o Presidente da Associação Nacional de Médicos de Futebol.

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Sintomas COVID-19:

O que acontece caso seja testado positivo com COVID-19.

Tratamento administrado aos pacientes:

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Igreja Católica suspende missas em todo o país

A Igreja Católica anunciou esta sexta-feira a suspensão de todas as missas em Portugal “até ser superada a atual situação de emergência”.

“Em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde, a Conferência Episcopal Portuguesa determina que os sacerdotes suspendam a celebração comunitária da Santa Missa até ser superada a atual situação de emergência”, lê-se num comunicado enviado pela Conferência Episcopal.

“Também devem seguir-se as indicações diocesanas referentes a outros sacramentos e atos de culto, bem como à suspensão de catequeses e reuniões. Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas na televisão, rádio e internet”, acrescenta o comunicado.

Na prática, isto significa que outros sacramentos — como batismos, casamentos e funerais sem missa, bem como as confissões e a unção dos doentes — continuam a poder ser realizadas de acordo com indicações específicas de cada diocese. A maioria das dioceses tem pedido ou a suspensão destes sacramentos ou a sua realização sem a presença de pessoas não essenciais para a celebração.

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Covid-19. Guia de sobrevivência para quem vai ficar em casa (24 horas/dia por tempo indeterminado)

O que é que une Paulo, um professor de 47 anos do Norte de Portugal, e Diener, jogadora de basketball profissional italiana? Os dois ficaram em casa há dias, por força da crise do coronavírus. Este distanciamento social é sinónimo de casa, 24 horas por dia. Sozinho ou em família - sem sabermos exactamente por quanto tempo. Nos próximos dias, muitos mais portugueses estarão na mesma situação, ou em isolamento aconselhado pelo Governo, pelas empresas ou por recomendação dos organismos de saúde.

É preciso "força mental", dizia Paulo (nome fictício) ao Expresso. "Às vezes fica um bocadinho de loucos cá em casa", corrobora a italiana ao The Guardian, numa reportagem publicada hoje. Mas há maneiras de ajudar a viver estes dias diferentes. O que se segue é um pequeno guião prático, que cada um pode adaptar à sua medida.

COMIDA

Estar em casa é sinónimo de novos desafios. E não vale a pena esconder que um deles será ter imaginação suficiente para criar novos pratos para cada refeição. Precisa de ajuda especializada? O Expresso leva José Avillez a sua casa com 12 vídeos para aprender tudo sobre cozinha.

É natural que precise de ingredientes e estes são os principais supermercados em que é possível fazer compras à distância, com entregas em casa. El Corte Inglés, Apolónia, Continente, Auchan, Pingo Doce (através do Mercadão), Mercadona, Intermarché e E.Leclerc rapidamente serão os seus melhores amigos. Os que preferem opções mais saudáveis têm à sua disposição o Celeiro, Go Natural e Biomercado.

Se a ideia for encomendar comida pronta, estas são as principais aplicações que vai querer ter se tiver de ficar em casa nos próximos dias.Takeaway.com, Glovo e Uber Eats são incontornáveis, tal como o NoMenu. Se preferir cadeias de fast-food (cuidado com a linha e a saúde), a Pizza Hut, a Domino's Pizza ou o Burger King também têm apps dedicadas às encomendas. O Boa Cama Boa Mesa sugere ainda oito restaurantes que entregam ao domicílio.

MEDICAMENTOS

Se for doente crónico e tomar medicação diária, por exemplo para a hipertensão ou diabetes, certifique-se de que tem em casa os fármacos de que precisa em quantidade suficiente para, pelo menos, um mês.

Em relação ao novo coronavírus, não existe tratamento para a doença, mas apenas para o alívio dos sintomas, como a febre, cefaleias ou dores musculares. Neste sentido, é importante ter em casa medicamentos para baixar a febre (por exemplo paracetamol), anti-inflamatórios e pastilhas para a garganta. Verifique ainda se tem um termómetro a funcionar - ele será fundamental para medir riscos nos próximos dias.

Ao seu dispor tem também algumas farmácias com entregas em casa. São disso exemplo A Farmácia Online, A Sua Farmácia Online, FarmaHome ou GamaFarma.

Atenção: não leve medicamentos a mais da sua farmácia, eles podem ser importantes para outras pessoas também - e será sempre possível combinar com os farmaceuticos uma entrega em segurança daqui a uns dias.

CRIANÇAS TODO O TEMPO

Vai ter de ficar com o seu filho em casa nas próximas semanas? Não desespere. Em casa ou na rua existem vários programas que pode fazer, aproveitando até o bom tempo que vai continuar nos próximos dias. Ir para os jardins mais próximos de casa, de preferência sem recurso a transporte público, jogar à bola, correr ou fazer jogos, andar de bicicleta, skate ou patins são tudo atividades que não comportam riscos.

Quanto aos parques infantis, têm o problema de poder concentrar muitas crianças, com a utilização de escorregas, baloiços e cavalinhos. E as superfícies destes equipamentos podem, pelo menos por umas horas, ser fonte de contaminação. Já a ida a espaços fechados e com grande concentração de pessoas, como centros comerciais por exemplo, será tanto mais de evitar quanto mais casos começarem a surgir no país, lembra Hugo Rodrigues, pediatra na Unidade Local de Saúde do Alto Minho e autor do blogue Pediatria para Todos.

Em casa, divida o tempo entre os estudos - estando a escola fechada, há muito material pedagógico online e pode rever matérias dadas com a ajuda dos manuais escolares - jogos, legos, puzzles, cartas e leitura. Com a certeza que televisão e videojogos também farão parte da rotina de muitas crianças e adolescentes, mas o tempo dedicado a esta atividade deve ser limitado. De preferência, estabeleça regras e horários.

Mais importante que tudo: aproveite o tempo com eles. Nenhum de vocês se esquecerá mais destes dias.

EXERCÍCIO

A piscina ou o ginásio que frequenta estão fechados? A equipa com que treinava deixou de aparecer? Em tempos de contenção existem aplicações capazes de o manter em forma. Se estiver em casa, dê uma oportunidade ao Asana Rebel: yoga e fitness ou aposte tudo no Seven (com treinos bastante intensos). Para motivação extra, experimente o Centr, com assinatura do ator Chris Hemsworth.

Se estiver de perfeita saúde, a rua continua a ser um bom local para uma corrida e existem apps especializadas na monitorização dos seus treinos. Adidas Running ou Nike Run Club são boas opções (mesmo sem smartwatch associado=. De bicicleta, experimente o Strava.

DESPORTO

Esta Covid-19 paralisou a generalidade do mundo desportivo, com várias das principais competições suspensas, adiadas ou com jogos jogados à porta fechada: as ligas portuguesa, espanhola e italiana, alguns jogos da Liga dos Campeões e outros da Liga Europa, a NBA, o circuito ATP, Mundial MotoGP estão afetados. A Fórmula 1, cuja primeira prova se disputaria este fim de semana, na Austrália, irá ser igualmente travada, segundo as últimas notícias.

Portanto, as opções de escolha para o leitor que queira passar tempo ao sofá (matando saudades) são cada vez menores. Ainda assim, deixamos aqui as provas que poderá assistir em direto ao longo desta semana - corremos o risco, obviamente, de tudo isto mudar nas próximas horas.

Sexta-feira, 13
00h00: Grémio - Internacional (Copa Libertadores, SportTV1)
02h00: Rali do México (Mundial de Ralis, SportTV5)
23h00: Buffalo vs. Boston (NHL, SportTv3)

Sábado, 14
12h00: Watford - Leicester (Premier League, SportTV1)

14h00: País de Gales - Escócia (Torneio Seis Nações, SportTV2)
15h00: Manchester City - Burnley (Premier League, SportTV2)
17h00: Konyaspor - Fenerbahçe (Superliga turca, SportTV3)
17h30: Aston Villa - Chelsea (Premier League, SportTV2)
23h00: Rali do México (Mundial de Ralis, SportTV5)

Domingo, 15
05h10: GP da Austrália (Fórmula 1, ElevenSports)
13h00: Trabzonspor - Basaksehir (Superliga turca, SportTV4)
14h00: West Ham - Wolverhampton (Premier League, SportTv2)
16h00: Gatasaray - Besiktas (Superliga turca, SportTV3)

16h30: Tottenham - Manchester United (Premier League, SportTV2)
19h00: Indycar St. Petersburg (Fórmula Indy, SportTV3)

Quarta-feira, 16
20h00: Barcelona - Nápoles (Liga dos Campeões, ElevenSports)

20h00: Bayern - Chelsea (Liga dos Campeões, ElevenSports)

Quinta-feira, 17
17h55: Wolverhampton - Olympiacos (Liga Europa, SIC)
17h55: Getafe - Inter de Milão (Liga Europa, SportTV2)
17h55: Shakhtar - Wolfsburgo (Liga Europa, SportTV5)
17h55: Bayer Leverkusn - Rangers (Liga Europa, SportTV3)
20h00: Copenhaga - Basaksehir (Liga Europa, SportTV5)
20h00: Basileia - Eintracht Frankfurt (Liga Europa, SportTV3)
20h00: Roma - Sevilha (Liga Europa, SportTV2)
20h00: Manchester United - Lansk (Liga Europa, SportTV1)

SÉRIES

Nos últimos dias foram muitas as notícias sobre concertos cancelados, espetáculos adiados e outros eventos culturais com futuro incerto. Não aconteceu só em Portugal, é algo que está a acontecer um pouco por todo o mundo. Mas continua a existir muita cultura para aproveitar também em casa. A começar pelas produções televisivas. Estas são as 20 melhores séries de 2020 para ver em streaming:

Um novo “Messiah” que surge em 2020, Daniel Radcliffe a trabalhar no céu, uma história alternativa de Drácula, uma nova série que junta o realizador de “The End of the F***ing World” aos produtores de “Stranger Things”, novos episódios de uma história do criador de “La Casa de Papel”, David Lynch numa curta-metragem ou o regresso de Spielberg a um projeto dos anos 1980. As últimas novidades do streaming estão aqui.

Não chega? O Expresso criou listas com tudo o que pode usufruir entre quatro paredes:

Para os amantes de literatura há 50 livros para ler em casa, os que preferem a sétima arte têm 50 filmes para ver no sofá, 50 séries (algumas de outros tempos) para ver deitado sem adormecer, 50 álbuns de música clássica obrigatórios para ouvir em casa e 50 álbuns de música pop para escutar sem parar.

AMIGOS

Quantas vezes pensou, nos últimos tempos, naqueles amigos com quem nunca mais falou? Este é o momento para retomar esses contactos, que no dia a dia acabam por ficar para trás, e restabelecer ligação.

Quem diz amigos, claro, diz familiares. Claro que não será possível, certamente não recomendável, combinar encontros. Mas as tecnologias oferecem agora oportunidades para manter alguma proximidade, com as chamadas vídeo mais fáceis e baratas do que nunca.

Como os dias vão ser longos (e podem ser muitos) faça uma lista. E, já agora, grupos no Whatsapp para trocar experiências e dicas sobre estes dias de distanciamento social.

TRABALHO

Claro que depende das suas circunstâncias, mas haverá muitas pessoas nos próximos dias que terá de trabalhar de casa. Se for o seu caso, esta é uma boa oportunidade: em circunstâncias normais, as empresas tendem a desincentivar trabalho à distância, mas este pode ser o momento para mostrar ao seu chefe que é tão ou mais eficiente em casa do que no posto de trabalho habitual.

Para isso, o segredo é a disciplina, ou seja, o método. Mais um bom computador, com comunicação aberta para os seus colegas. Se tudo correr bem, quando voltarmos ao normal a flexibilidade será bem maior.

CUIDADOS BÁSICOS

Não se esqueça, as visitas são desaconselhadas em situação de pandemia.

Convém, também, manter-se informado sobre a evolução da pandemia (nós, claro, sugerimos que seja por aqui).

De resto, não se esqueça das recomendações mais básicas. Aqui tem um guia para infetados e cuidadores que estejam a lidar com o Covid-19 em casa. Sem riscos.

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Eventos culturais online em tempos dificeis

PORTUGAL

13/03/2020 21h30 “Onironauta”, de Tânia Carvalho (dança). Teatro Viriato. Live streaming

13/03/2020 21h30 Anibal Zola (música). Live streaming

14/03/2020 21h30 Salvador Sobral (música). Live streaming

15/03/2020 Luís Senra (música) no Covidarte. Live streaming

16/03/2020 21h30 Cordel (música). Live streaming

18/03/2020 19h00 “Obras Inéditas”, de Julian Opie (exposição). Museu Berardo. Live streaming

20/03/2020 “Quarentena – festival de artes on-line”. Vários artistas. Live streaming. Link em breve.

20/03/2020 Emy Curl (música). Live streaming

26/03/2020 “Mundo Novo”, Teatro da Garagem (teatro). Mais informações

INTERNACIONAL

Berliner Philharmoniker Digital Concert Hall (música, Alemanha)

Cuarentena Fest (música, Espanha)

Yo Me Quedo En Casa Festival (música, Espanha)

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