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Vaart10

Movimento Geração à Rasca interrompe discurso de Sócrates

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se não expões um problema como é que esperas uma solução para ele?

Mas o problema já está exposto e todo o país já sabe, porque toda a gente ou sofre, ou conhece quem sofra deste problema, infelizmente :|

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Isso não é solução. É uma chamada de atenção quanto muito.

 

O que de si já é importante ou não achas? Preferes ficar em casa a assistir pela televisão, ler pelos jornais, ouvir na rádio o que se passa no nosso país? Não deves ter a mínima consciência da situação do país e dos nossos jovens, coloco especial ênfase nesta última. Os jovens trabalhadores portugueses estão sujeitos a vários tipos de exploração, se isso não te revolta, porque não é contigo tudo bem. Não esperes é que depois um dia, que espero que não te aconteça, se estiveres enrascado todas sejam compreensivos contigo, quando tu no passado não estiveste "nem aí" para este tipo de situações.

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Talvez se fizeres uma pesquisa e contares os escândalos onde o Sr. "Eng." Sócrates está envolvido, ai sim irás ver bem que ele tem de facto como tu dizes: "ideias bem definidas para o país".

Eu estou a falar do Pedro Passos Coelho. Sobre o Sócrates já estou bastante bem documentado.

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Mas quem é o PSD actualmente? É um partido liderado por um protótipo melhorado do Santana.

 

o líder é mais um Sócrates que um Santana...

 

e o Sócrates, se um dia lhe saltasse a tampa, metia ditadura nesta m*rda. Ele tem sempre ar de "quem pode, mas não deve".

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Visitante

Que resposta mais nojenta do Sócrates, até fiquei enervado só de ler aquilo

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O que de si já é importante ou não achas? Preferes ficar em casa a assistir pela televisão, ler pelos jornais, ouvir na rádio o que se passa no nosso país? Não deves ter a mínima consciência da situação do país e dos nossos jovens, coloco especial ênfase nesta última. Os jovens trabalhadores portugueses estão sujeitos a vários tipos de exploração, se isso não te revolta, porque não é contigo tudo bem. Não esperes é que depois um dia, que espero que não te aconteça, se estiveres enrascado todas sejam compreensivos contigo, quando tu no passado não estiveste "nem aí" para este tipo de situações.

Mas onde é que eu disse que não me revoltava? Não venhas inventar o que eu não disse, por amor da Santa.

Agora é como digo, não precisamos de manifs que venham e depois, infelizmente, não mudem nada, não é de palavras de palavras de ordem ou de compreensão que precisamos. É de trabalho sério! É do fim dos Recibos Verdes! É de uma lei do Arrendamento, capaz! São leis de protecção à Família!

Enfim, já perceberam

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Mas onde é que eu disse que não me revoltava? Não venhas inventar o que eu não disse, por amor da Santa.Agora é como digo, não precisamos de manifs que venham e depois, infelizmente, não mudem nada, não é de palavras de palavras de ordem ou de compreensão que precisamos. É de trabalho sério! É do fim dos Recibos Verdes! É de uma lei do Arrendamento, capaz! São leis de protecção à Família!Enfim, já perceberam

 

Se discordas da manifestação é sinal que não estás muito incomodado com a situação. O povo no passado teve a capacidade de mudar algumas coisas, porque não hoje? É preferível estar acomodado?

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Autêntico Urso. Que nojo me deu ver a reportagem..

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Se discordas da manifestação é sinal que não estás muito incomodado com a situação. O povo no passado teve a capacidade de mudar algumas coisas, porque não hoje? É preferível estar acomodado?

E estou incomodado, mas também não vejo na manif algo que mude.

E a situação é diferente, uma coisa era no passado onde se lutavam por menos horas de trabalho ou pelo descanso semanal, por exemplo. Outra é lutar para ter trabalho, e sim ter trabalho, porque até o precário é quase impossível de arranjar. E ai tenho as minhas dúvidas quanto à manif.

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já tinha havido esta discussão das manifs com o rinka, ele é um comodista que acha que as manifs não fazem nada.

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E estou incomodado, mas também não vejo na manif algo que mude.E a situação é diferente, uma coisa era no passado onde se lutavam por menos horas de trabalho ou pelo descanso semanal, por exemplo. Outra é lutar para ter trabalho, e sim ter trabalho, porque até o precário é quase impossível de arranjar. E ai tenho as minhas dúvidas quanto à manif.

 

Uma manifestação não há-de mudar muito, mas pelo menos é o início de algo. Tu, tal como eu, somos jovens sabe-se lá o que nos vai acontecer no futuro. Se as coisas estão mal devemos mostrar a nossa indignação, o futuro não augura nada de bom, talvez seja tempo de o começar a mudar.

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já tinha havido esta discussão das manifs com o rinka, ele é um comodista que acha que as manifs não fazem nada.

Ok então vou passar uma tarde na rua para dizer que não sou um comodista.

Porque isto de estar a estagiar sem receber ou de ter aceite um emprego, onde vou ganhar mal é comodismo também

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já tinha havido esta discussão das manifs com o rinka, ele é um comodista que acha que as manifs não fazem nada.

 

Pelos vistos, não é só com manifs... infelizmente para ele.

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Uma manifestação não há-de mudar muito, mas pelo menos é o início de algo. Tu, tal como eu, somos jovens sabe-se lá o que nos vai acontecer no futuro. Se as coisas estão mal devemos mostrar a nossa indignação, o futuro não augura nada de bom, talvez seja tempo de o começar a mudar.

E subscrevo é altura de começar a mudar! Totalmente de acordo, mas não é com uma tarde na rua que vamos mudar.

É com muito trabalho da nossa parte, a começar por mim, que ai sim poderemos alterar seriamente as coisas, numa luta lenta, dura, dificil, com muito sofrimento, mas que espero que venha a ter resultados

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Isso não é solução. É uma chamada de atenção quanto muito.

 

 

Lamento se não sou um ingénuo que acha que por sair à rua tudo se resolve

Mas o problema já está exposto e todo o país já sabe, porque toda a gente ou sofre, ou conhece quem sofra deste problema, infelizmente :|

Se a solução não passa por manifestações, passa então por onde? Pelo sistema político? Vamos esperar pelas eleições, como na última vez, onde já estava o problema bem identificado, como dizes e bem, para legitimar pelo voto a incompetência, a ingerência e a falta de vergonha e sentido de estado?

 

Está mais que visto que se não forem os manifestantes de todo o tipo- estudantes, professores, médicos, polícias, etc...- vamos continuar a viver num projeto de país eternamente adiado, pois o povo é estúpido, mal formado e facilmente manietado pelos sr.s engravatados, que "devem saber mais do que nós".

 

Revolta ver a geração de Abril tão infértil em ideias, sem espírito solidário e tão ou mais embrutecida que naqueles tempos. Nós, a nova vaga, somos vítimas de um movimento sonolento, brando e muito mal ensinado. E assim cá estamos, comidos pelos chicos-espertos da nação, pela corja escorregadia e pela escumalha bem ligada, que subverteram os valores de liberdade e fraternidade da revolução dos cravos para justificar todos os malabarismos egoístas e uma política de libertinagem que atrofiam e esvaziam de valor(es) o país.

Editado por 13thReverend

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E subscrevo é altura de começar a mudar! Totalmente de acordo, mas não é com uma tarde na rua que vamos mudar.É com muito trabalho da nossa parte, a começar por mim, que ai sim poderemos alterar seriamente as coisas, numa luta lenta, dura, dificil, com muito sofrimento, mas que espero que venha a ter resultados

 

Uma manifestação com impacto pode iniciar uma mudança. As mudanças começam com pequenas coisas e é através de pequenas coisas que podemos mudar a situação. Se estamos precários, a ser explorados e a ser desrespeitados temos de nos indignar, não é ficando atrás de um monitor que vamos marcar a nossa posição. Aí nunca ninguém conhecerá aquilo que passamos, é preciso passar para o exterior uma imagem de "revolta" mostrando que queremos trabalhar e ter condições. A manifestação, tal como uma revolução, começa primeiro nas nossas cabeças ao tomarmos consciência do sentimento de insatisfação que sentimos, depois é só enviar a mensagem para o exterior.

 

Nós, a nova vaga, somos vítimas de um movimento sonolento, brando e muito mal ensinado. E assim cá estamos, comidos pelos chicos-espertos da nação, pela corja escorregadia e pela escumalha bem ligada, que subverteram os valores de liberdade e fraternidade da revolução dos cravos para justificar todos os malabarismos egoístas e uma política de libertinagem que atrofiam e esvaziam de valor(es) o país.

 

Epá, brutal :prayer:

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Se a solução não passa por manifestações, passa então por onde? Pelo sistema político? Vamos esperar pelas eleições, como na última vez, onde já estava o problema bem identificado, como dizes e bem, para legitimar pelo voto a incompetência, a ingerência e a falta de vergonha e sentido de estado?

 

Está mais que visto que se não forem os manifestantes de todo o tipo- estudantes, professores, médicos, polícias, etc...- vamos continuar a viver num projeto de país eternamente adiado, pois o povo é estúpido, mal formado e facilmente manietado pelos sr.s engravatados, que "devem saber mais do que nós".

 

Revolta ver a geração de Abril tão infértil em ideias, sem espírito solidário e tão ou mais embrutecida que naqueles tempos. Nós, a nova vaga, somos vítimas de um movimento sonolento, brando e muito mal ensinado. E assim cá estamos, comidos pelos chicos-espertos da nação, pela corja escorregadia e pela escumalha bem ligada, que subverteram os valores de liberdade e fraternidade da revolução dos cravos para justificar todos os malabarismos egoístas e uma política de libertinagem que atrofiam e esvaziam de valor(es) o país.

Passa por nós!

Não é preciso sair à rua, por assim dizer (ok esta vou ter que explicar muito bem) é preciso é criarmos uma economia privada que crie emprego para os mais jovens com condições.

Isto é, andámos durante décadas a esperar uma solução vinda do Estado, mas isso acabou. Não confio mais no Estado, seremos nós a resolver, a arregaçar as mangas e a resolver os problemas. Quem melhor que nós para saber o que passamos? Agora depende de nós e tenho confiança na nossa geração.

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Passa por nós!

Não é preciso sair à rua, por assim dizer (ok esta vou ter que explicar muito bem) é preciso é criarmos uma economia privada que crie emprego para os mais jovens com condições.

Isto é, andámos durante décadas a esperar uma solução vinda do Estado, mas isso acabou. Não confio mais no Estado, seremos nós a resolver, a arregaçar as mangas e a resolver os problemas. Quem melhor que nós para saber o que passamos? Agora depende de nós e tenho confiança na nossa geração.

Nesta altura, do pouco que percebo de economia, parece-me que a solução passa pelo Estado, sim. E pelas manifestações. Falando por mim, eu gostava muito de avançar com um negócio meu, mas sei que é um risco enorme. Não tenho capital para investir por aí além e se a concorrência não me comesse de cebolada, comer-me-ia o fisco. Assim prefiro odiar o meu patrão que me paga mal, a arranjar um problema com a minha consciência e assim evitar despesas com psicólogos.

 

O Estado atrofia, se não for pela carga fiscal, é pela falta de incentivos e políticas de protecionismo- ligeiras, que fossem. Mas o grande problema do país não mora em Belém ou na AR. Está nos odiosos caciques das autarquias e juntas que absorvem todos os recursos e os dispensam apenas com quem lhes garante votos, espezinhando sem dó nem piedade quem os afronta ou, simplesmente, exige o que é seu.

 

A minha solução era trazer o país a um "stall" regimental, em que ninguém votava e todos os que até agora se estiveram a alimentar de nós através do sistema político se veriam obrigados a renunciar para sempre. O país pertence ao povo e não a quem o representa. É o povo que tem de o recuperar, por modos bem diferentes daqueles pelos quais é enganado e explorado.

 

 

ps: isto de escrever acerca do país ao som de Zeca Afonso dá para divagar e nem dizer o que se queria... Rinka, se não nos manifestarmos agora contra as políticas que nos tolhem a criatividade, acabaremos por embarcar numa nau condenada ao naufrágio. É preciso que o Estado dê condições para que essa economia privada floresça.

Editado por 13thReverend

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Nesta altura, do pouco que percebo de economia, parece-me que a solução passa pelo Estado, sim. E pelas manifestações. Falando por mim, eu gostava muito de avançar com um negócio meu, mas sei que é um risco enorme. Não tenho capital para investir por aí além e se a concorrência não me comesse de cebolada, comer-me-ia o fisco. Assim prefiro odiar o meu patrão que me paga mal, a arranjar um problema com a minha consciência e assim evitar despesas com psicólogos.

 

O Estado atrofia, se não for pela carga fiscal, é pela falta de incentivos e políticas de protecionismo- ligeiras, que fossem. Mas o grande problema do país não mora em Belém ou na AR. Está nos odiosos caciques das autarquias e juntas que absorvem todos os recursos e os dispensam apenas com quem lhes garante votos, espezinhando sem dó nem piedade quem os afronta ou, simplesmente, exige o que é seu.

 

A minha solução era trazer o país a um "stall" regimental, em que ninguém votava e todos os que até agora se estiveram a alimentar de nós através do sistema político se veriam obrigados a renunciar para sempre. O país pertence ao povo e não a quem o representa. É o povo que tem de o recuperar, por modos bem diferentes daqueles pelos quais é enganado e explorado.

Muito bem dito, subscrevo quase tudo menos a solução de que passa pelo estado.

Não! O estado gastou, gastou e gastou e agora não tem meios para nos socorrer, logo parte e partirá de nós a solução! Nós iremos investir, iremos criar e mostraremos ao Estado qu não precisamos deles

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Iremos investir e criar com que capital? :-k

Arranjamos, como sempre se arranjou, com contribuições ou empréstimos. Mas sem pedir ajuda ao Estado, que isso já se viu que pouco ajuda

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Arranjamos, como sempre se arranjou, com contribuições ou empréstimos. Mas sem pedir ajuda ao Estado, que isso já se viu que pouco ajuda

 

:mrgreen:

 

Um visionário portanto. :D

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Muito bem dito, subscrevo quase tudo menos a solução de que passa pelo estado.

Não! O estado gastou, gastou e gastou e agora não tem meios para nos socorrer, logo parte e partirá de nós a solução! Nós iremos investir, iremos criar e mostraremos ao Estado qu não precisamos deles

Lê o meu post scriptum. ;)

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