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Ghitshu

Irão endurece perseguição aos Bahá’í

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"Comunidades" islamicas em estado laicos (Diferente de) paises muçulmanos nao laicos...

 

Eu até ousaria dizer que, no nivel geral das mentalidade no que ao mundo diz respeito, os estados muçulmanos, na sua maioria, estao 200 anos atrás dos estados laicos.

Então mas só são Muçulmanos quando te convém a ti? Claro que já disse que as coisas pioram muito em ambientes de miséria e guerra. E isso não é culpa do Islão. Por isso é que te disse para olhares para as comunidades Muçulmanas em ambientes com menos miséria.

 

Talvez sim, talvez não. Mas isso não é culpa do Islão.

E mais, se olhares para o IDH, aparecem alguns países Islâmicos em posições altas.

Emirados Arabes: 30º

Qatar: 37º

Bahrain: 42º

Saudi Arabia: 56º

Kuwait: 63º

Líbia: 64º (desceu 10 posições, estava em 54º. desceu devido à 'revolução')

 

Todos esses países estão bem posicionados no ranking da IDH.

 

Também merece respeito por desrespeitar básicos direitos humanos?

 

According to a US panel, attacks on Bahá'ís in Iran have increased since Mahmoud Ahmadinejad became president.[110][111] The United Nations Commission on Human Rights revealed an October 2005 confidential letter from Command Headquarters of the Armed Forces of Iran to identify Bahá'ís and to monitor their activities.[112] Due to these actions, the Special Rapporteur of the United Nations Commission on Human Rights stated on March 20, 2006, that she "also expresses concern that the information gained as a result of such monitoring will be used as a basis for the increased persecution of, and discrimination against, members of the Bahá'í faith, in violation of international standards. The Special Rapporteur is concerned that this latest development indicates that the situation with regard to religious minorities in Iran is, in fact, deteriorating."

 

Foi assim que o holocausto começou.

 

 

Em relação ao vídeo que postaste.

Como disse ele comete erros.

 

O que tem esse texto?

Editado por GSousa

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Não é que tenha grande coisa a ver com o que falamos, mas ok.

 

Tinha falado do Islão e das mulheres, pareceu-me ser o mesmo contexto do que se tinha falado atrás.

 

Claro que sim o Cristianismo e o Judaísmo evoluíram (não propriamente as religiões, mas as mentalidades)... Porque os países Católicos também estão muito mais evoluídos, mais ricos, mais desenvolvidos.

E o Islão também está a evoluir.

 

Os Talibans? Grande exemplo... Um grupo financiado e armado pelos Católicos dos EUA.

Tens comunidades Muçulmanas na Europa, incluindo em Portugal, são pessoas completamente normais e sem esses complexos que estamos a falar.

Se estamos a falar do Islão num contexto de fome, miséria e guerra, independentemente dos povos serem Muçulmanos ou não vai haver mais barbaridades.

 

Quais foram os grupos de católicos que venderam/doaram armas aos talibans?

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Frances... não é o meu forte. :lol:

 

Mas isso é uma notícia sobre uma rapariga que se suicidou porque era mal tratada? Percebi bem?

 

Anyway, na imagem vejo mulheres muçulmanas numa espécie de manifestação. Malandras... e eu a pensar que no Islão elas não podiam sair à rua quanto mais manifestar-se. :mrgreen:

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Frances... não é o meu forte. :lol:

 

Mas isso é uma notícia sobre uma rapariga que se suicidou porque era mal tratada? Percebi bem?

 

Anyway, na imagem vejo mulheres muçulmanas numa espécie de manifestação. Malandras... e eu a pensar que no Islão elas não podiam sair à rua quanto mais manifestar-se. :mrgreen:

Traduçao á google..

 

Amina Al Filali, 16, foi obrigado por lei a se casar com o homem que a estuprou. A garota se suicidou, absorvendo veneno de rato, provocando uma reflexão sobre o país em defesa das mulheres.

 

Seu nome era Amina Al Falali, ela tinha 16 anos. No sábado, 10 de março ela foi morta perto de Tânger com veneno de rato. O motivo de sua ação perturba Marrocos: estuprada aos 15 anos, ela foi forçada a casar com seu agressor. Este arranjo é de direito marroquino e permite que o estuprador para escapar da prisão. O drama provocou uma ampla mobilização da blogosfera e da mídia. Uma petição para a revogação do "artigo da Lei Penal" e intitulado "Somos todos Amina Al Filali" foi publicado no Facebook. "Além do aspecto legal, é uma questão de moral, a percepção das mulheres como objetos que perdura, a falta da própria educação e educação especial sexo", escreve o economista francês .

 

Cerca de 300 pessoas realizou um protesto na quinta-feira, o apelo da Liga Democrática dos Direitos da Mulher, nos tribunais de Larache, onde uma decisão confirmando o casamento da menina havia sido pronunciado. Outro protesto está programado para sábado, no edifício do parlamento em Rabat.

 

A emoção no país forçou os políticos a falar sobre a legislação para proteger as mulheres. Escasso: o governo tem dedicado em grande parte sua reunião semanal para apreciação deste drama. "Esta menina foi estuprada duas vezes, o passado, quando ela era casada", disse o porta-voz do governo Mustapha El Khelfi. "Temos de estudar em profundidade a situação com a possibilidade de aumentar as penas, como parte de uma reforma do código penal artigo. Não podemos ignorar essa tragédia ", acrescentou.

"Um debate para reformar a lei"

 

A mulher só ministro islâmico Bassima Hakkaoui, gerente de portfólio da solidariedade, da mulher e da família reconheceu um "problema real" e apelou para um "debate para reformar a lei", no canal de televisão pública 2M. "É um clamor da sociedade", lançou um ex-ministro, Nouzha Skalli, que ocupou o mesmo cargo no governo anterior. As duas mulheres falavam sobre o canal público, o que é raro, existem quinta-feira dedicou quase toda sua agenda a partir de meio-dia. "A lei considera o menor violado um criminoso, apesar de ser vítima de violência", disse Nouzha Skalli, lamentando "a falta de protecção dos menores." "Nós devemos reformar o código penal, a fim de adaptar-se à nova Constituição que proíba a violência contra as mulheres e garantir a igualdade de género", acrescentou. Na lei marroquina, o estupro é considerado um crime e é punível até cinco anos de prisão. o estuprador tem uma escolha entre a prisão ou o casamento com sua vítima.

 

Em muitas famílias, onde o peso da tradição e da religião é muito forte, a perda da virgindade fora do casamento é considerado uma vergonha para a família. Muitas vezes arranjos são encontrados, com a contribuição de justiça, para que as meninas se casar com seu agressor estuprou. Marrocos não é o país do Magrebe só nesta situação. Tunísia e Argélia também, se a vítima se casar com seu estuprador, ele está isento de acusação.

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