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andriy pereplyotkin

Ensino Superior - A Entrada, a Estadia, o Adeus

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Escusam de vir com o fundamentalismo anti-praxe, apenas dei a minha opinião tendo em conta o que significou para mim quer ter vestido traje emprestado nos Açores quando mo foi pedido para representar o meu curso em duas ocasiões em que apenas o vesti sem eu o ter traçado porque não era o meu, apesar de ter feito praxe lá e ter significado para mim, entendi que não o devia fazer. Numa serenata uma grande amiga traçou-mo e foi diferente do que se tivesse sido eu a fazê-lo. Em Coimbra, no meu primeiro ano, também só o fiz na noite da serenata e não me arrependo nada. Tenho amigos que o fizeram logo e em conversa mais tarde disseram que se arrependeram e só o voltaram a fazer também na serenata, e que se voltassem atrás não o teriam feito. Posto isto, cada um faz o que lhe apetecer lol

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Para mim o traje é um direito académico de qualquer estudante universitário... Simboliza o orgulho de andar na universidade, de dar o melhor de si. O percurso que fez, ou está a fazer na universidade... Mas isto sou eu, que sempre me fizeram ver as coisas desta forma. Não sou anti-praxe mas acho estúpido uma pessoa ir só para poder trajar....Se querem ir, que seja por prazer... Conheço muita gente que só foi/vai às praxes porque pensa que só assim pode trajar e estão a odiar aquilo. Aquele é o significado que um traje tem para mim, certamente não será para as pessoas que andaram na praxe. Estou no 1º ano e não fui ás praxes e nem sei se vou trajar, isso é algo que ainda vou decidir.

Editado por speedfire

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Para mim o traje é um direito académico de qualquer estudante universitário... Simboliza o orgulho de andar na universidade, de dar o melhor de si. O percurso que fez, ou está a fazer na universidade... Mas isto sou eu, que sempre me fizeram ver as coisas desta forma. Não sou anti-praxe mas acho estúpido uma pessoa ir só para poder trajar....Se querem ir, que seja por prazer...

Sim, claro que é um direito académico de qq estudante. Ninguém está a por isso em causa, acho eu. Mas há um certo simbolizmo no que diz respeito a trajar por seres da praxe.

 

Para quem anda na praxe, vestir traje e senti-lo só faz sentido nesse contexto, porque há muita gente que só conhece mesmo esse. Eu conheço pessoas que não andam na praxe mas têm traje e muito sinceramente não consigo perceber a utilidade dele para essas pessoas. Para mim, é só um fato muito caro que estão a usar. Mas têm todo o direito de o fazer.

 

E por alguma razão quando se vêem morcegos, as pessoas associam logo à praxe. :mrgreen:

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E por alguma razão quando se vêem morcegos, as pessoas associam logo à praxe. :mrgreen:

True.... :mrgreen:

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Para mim o traje é um direito académico de qualquer estudante universitário... Simboliza o orgulho de andar na universidade, de dar o melhor de si. O percurso que fez, ou está a fazer na universidade... Mas isto sou eu, que sempre me fizeram ver as coisas desta forma. Não sou anti-praxe mas acho estúpido uma pessoa ir só para poder trajar....Se querem ir, que seja por prazer... Conheço muita gente que só foi/vai às praxes porque pensa que só assim pode trajar e estão a odiar aquilo. Aquele é o significado que um traje tem para mim, certamente não será para as pessoas que andaram na praxe. Estou no 1º ano e não fui ás praxes e nem sei se vou trajar, isso é algo que ainda vou decidir.

 

Consegues estar no primeiro ano e saber muito mais que muita gente que lá anda há anos.

 

Sim, claro que é um direito académico de qq estudante. Ninguém está a por isso em causa, acho eu. Mas há um certo simbolizmo no que diz respeito a trajar por seres da praxe.

 

 

"veste-o sem significado" :lol:

 

Eu visto (ou poderia vestir) com o significado que quiser, ninguém tem nada a ver com isso. Agora não me lixem a vir dizer que só sente o traje quem anda na praxe.

 

E não sou anti-praxe, cada um sujeita-se ao que quer.

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Consegues estar no primeiro ano e saber muito mais que muita gente que lá anda há anos.

 

 

 

"veste-o sem significado" :lol:

 

Eu visto (ou poderia vestir) com o significado que quiser, ninguém tem nada a ver com isso. Agora não me lixem a vir dizer que só sente o traje quem anda na praxe.

 

E não sou anti-praxe, cada um sujeita-se ao que quer.

Como direito de qq estudante eu percebi que ninguém pode dizer "não o podes vestir porque não és da praxe". Já o significado, cada um dá-lhe o que quiser. E como eu disse, é dificil para um praxista ver ou perceber o significado que o traje tem para quem não é da praxe. Mas se eu lhe dou valor porque passei um ano de caloiro para o poder usar, também aceito que lhe dê valor quem lutou toda a vida para entrar na fac ou quem o veste por qualquer outra razão.

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Concordo com o Red. Mas compreendo o outro lado, também.

Editado por jjp_13

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Sim, veste-o sem significado. Há regras para vestir o traje, ou em Coimbra, capa e batina. Há regras sobre como vestir, de acordo com o nr de matrículas, há regras sobre quando podes ou não vestir, sobre o que podes ou não mostrar. Claro que o podes comprar e vestir como e quando bem te apetecer, mas isso é só um fato como os outros, não é o que simboliza para mim quando o visto. De qualquer forma isso é da escolha de cada um e cada um é feliz como quer lol

 

Hmmm. Não. Podes fazer tudo isso com significado académico e sem praxe. Podes aprender as regras fora, segui-las e ser um estudante universitário que vive a Academia sem a praxe.

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Alguém sabe qual foi a média de acesso na 1ª fase para Engenharia Multimédia no ISTEC? :compinchas:

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Para mim o traje é um direito académico de qualquer estudante universitário... Simboliza o orgulho de andar na universidade, de dar o melhor de si. O percurso que fez, ou está a fazer na universidade... Mas isto sou eu, que sempre me fizeram ver as coisas desta forma. Não sou anti-praxe mas acho estúpido uma pessoa ir só para poder trajar....Se querem ir, que seja por prazer... Conheço muita gente que só foi/vai às praxes porque pensa que só assim pode trajar e estão a odiar aquilo. Aquele é o significado que um traje tem para mim, certamente não será para as pessoas que andaram na praxe. Estou no 1º ano e não fui ás praxes e nem sei se vou trajar, isso é algo que ainda vou decidir.

Acontece-me o mesmo e irrita-me.

Por outro lado, concordo com o Red.

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Hmmm. Não. Podes fazer tudo isso com significado académico e sem praxe. Podes aprender as regras fora, segui-las e ser um estudante universitário que vive a Academia sem a praxe.

É diferente, garanto-te.

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É diferente, garanto-te.

Pois é, uns andaram na praxe outros não. Agora não cabe aos praxistas julgar se é melhor ou pior, se tem mais ou menos significado e se trajam bem ou mal. Se um não-praxista usar o traje é porque se sente bem e porque gosta, e isso é que é importante, ponto.

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Alguém sabe qual foi a média de acesso na 1ª fase para Engenharia Multimédia no ISTEC? :compinchas:

O ISTEC não é uma universidade privada?

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É diferente, garanto-te.

 

Isto:

 

Pois é, uns andaram na praxe outros não. Agora não cabe aos praxistas julgar se é melhor ou pior, se tem mais ou menos significado e se trajam bem ou mal. Se um não-praxista usar o traje é porque se sente bem e porque gosta, e isso é que é importante, ponto.

 

 

O ser diferente não implica ser melhor ou mais acertado.

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O ISTEC não é uma universidade privada?

 

Sim , esqueçe , só vi isso depois. Obrigado na mesma :compinchas:

Editado por pedrolucas19

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Escusam de vir com o fundamentalismo anti-praxe, apenas dei a minha opinião tendo em conta o que significou para mim quer ter vestido traje emprestado nos Açores quando mo foi pedido para representar o meu curso em duas ocasiões em que apenas o vesti sem eu o ter traçado porque não era o meu, apesar de ter feito praxe lá e ter significado para mim, entendi que não o devia fazer. Numa serenata uma grande amiga traçou-mo e foi diferente do que se tivesse sido eu a fazê-lo. Em Coimbra, no meu primeiro ano, também só o fiz na noite da serenata e não me arrependo nada. Tenho amigos que o fizeram logo e em conversa mais tarde disseram que se arrependeram e só o voltaram a fazer também na serenata, e que se voltassem atrás não o teriam feito. Posto isto, cada um faz o que lhe apetecer lol

 

Para mim já teve muito mais significado do que teve agora. no meu primeiro ano mal podia esperar para vestir... mas o meu padrinho nem sequer me veio traçar (era um atrasado mental que se esqueceu completamente de mim e do outro afilhado dele). Traçou-me o meu avô de praxe. No ano passado mudei de curso para direito e decidi voltar a ser praxado, meti-me numa tertúlia. Chegando ao fim do ano e perto do dia da serenata até, decidi não continuar naquela tertúlia nem por nada. As praxes não eram más mas deram-me uma ideia bastante má do tipo de pessoas que tenho no curso (só praí 3 ou 4 é que não eram stalkers e/ou passavam a vida a falar mal dos outros nas costas)

 

Posto isto, e visto se calhar que tu tens mais conhecimento das regras que eu, posso usar o traje ou não?

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Para mim já teve muito mais significado do que teve agora. no meu primeiro ano mal podia esperar para vestir... mas o meu padrinho nem sequer me veio traçar (era um atrasado mental que se esqueceu completamente de mim e do outro afilhado dele). Traçou-me o meu avô de praxe. No ano passado mudei de curso para direito e decidi voltar a ser praxado, meti-me numa tertúlia. Chegando ao fim do ano e perto do dia da serenata até, decidi não continuar naquela tertúlia nem por nada. As praxes não eram más mas deram-me uma ideia bastante má do tipo de pessoas que tenho no curso (só praí 3 ou 4 é que não eram stalkers e/ou passavam a vida a falar mal dos outros nas costas)

 

Posto isto, e visto se calhar que tu tens mais conhecimento das regras que eu, posso usar o traje ou não?

Qualquer estudante universitário pode usar o traje.

O traje é académico, não é praxístico.

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Qualquer estudante universitário pode usar o traje.

O traje é académico, não é praxístico.

 

Estou a dizer acordo com as regras da praxe, etc. Mesmo que não o possa usar vou usá-lo a mesma, só quero saber se é contra as regras da praxe ou não porque conhecendo as pessoas com quem passei o último ano como conheço, eram bem capazes de fazer queixa em algum lado ou de vir mandar vir e a última coisa que quero é voltar de ter a falar com eles

Editado por Major Lazer

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Não é contra as regras da praxe. Quem acha isso é quem sofreu a lavagem cerebral dos ocasionais otários que querem ter o máximo de caloiros possíveis para poder medir pilinhas, que para conseguirem isso andam a meter medo aos "putos".

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O traje é um direito do estudante académico. A praxe apenas o inclui para diversos rituais que têm. Antes de haver praxe já havia traje.

Mas também é engraçado, a minha universidade teve que obrigar a usar o traje a quem quisesse praxar, visto que os praxadores nem se davam ao trabalho de o vestir. Coerências..

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Para mim já teve muito mais significado do que teve agora. no meu primeiro ano mal podia esperar para vestir... mas o meu padrinho nem sequer me veio traçar (era um atrasado mental que se esqueceu completamente de mim e do outro afilhado dele). Traçou-me o meu avô de praxe. No ano passado mudei de curso para direito e decidi voltar a ser praxado, meti-me numa tertúlia. Chegando ao fim do ano e perto do dia da serenata até, decidi não continuar naquela tertúlia nem por nada. As praxes não eram más mas deram-me uma ideia bastante má do tipo de pessoas que tenho no curso (só praí 3 ou 4 é que não eram stalkers e/ou passavam a vida a falar mal dos outros nas costas)

 

Posto isto, e visto se calhar que tu tens mais conhecimento das regras que eu, posso usar o traje ou não?

 

Claro que sim. Nem preciso de conhecimentos nenhuns para isso... Eu também tive uns stresses com uma otária do crl no fim do meu 2º ano nos Açores e a gaja queria-me tirar oficialmente a praxe ou lá que era porque lhe deu na telha e segundo consta respondi-lhe mal, tinha meio litro de aguardente quase de golada no bucho depois de ser corrido da Taça UEFA pelo braga!!!!!!!!!!! e tive um blackout da meia noite às 4h, já eu estava no 2º ano, embirrou com colegas meus de curso que supostamente estavam a praxar sem ter feito praxe e eu mandei-a dar uma curva depois de ela me pedir para lhes dar na cabeça por isso... Nem sei se isso deu alguma coisa em termos oficiais lá nos livrinhos de registos deles, mas tendo em conta que ela era a nojentinha da comissão e os outros nem com ela podiam acho que não, mas se desse era para o lado que eu dormia melhor porque para mim a praxe que lá fiz foi óptima, conheci 80% da universidade, a maior parte pelo nome, mal acabou a quinzena de recepção nessa mesma noite fui despachar grades oferecidas pelos membros da comissão de veteranos que nos trataram, a mim e quem comigo estava, por igual como se nos conhecessem desde sempre,se fosse para um bar de universitários podia ir sem mandar uma sms a combinar nada com ninguém porque conhecia gente em todas as mesas... isso para mim é a praxe, e sim, não é precisa a praxe para o fazer, mas bem feita facilita essa integração. E não é um papel escrito em pseudo-latim que tira isso ou não a alguém...

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Pois é, uns andaram na praxe outros não. Agora não cabe aos praxistas julgar se é melhor ou pior, se tem mais ou menos significado e se trajam bem ou mal. Se um não-praxista usar o traje é porque se sente bem e porque gosta, e isso é que é importante, ponto.

Trajar mal é algo que acho incorrecto, mas não julgo. Até porque em Coimbra, o pessoal traja de óculos de sol, etc e não são tão regrados quanto a Academia do Porto.

Eu concordo contigo plenamente, mas falo dos casos que conheço (e não quero com isto menosprezar, nem falar altivamente sobre quem traja sem ter andado em praxe) e acho que não darão o mesmo valor que eu e outros deram. Logicamente, que devem usá-lo se assim desejarem e não era a isso que me referia. Mas sentir a Academia e o orgulho na casa será algo que a meu ver um não-praxista nunca dará o mesmo valor que um praxista.

 

Estou a dizer acordo com as regras da praxe, etc. Mesmo que não o possa usar vou usá-lo a mesma, só quero saber se é contra as regras da praxe ou não porque conhecendo as pessoas com quem passei o último ano como conheço, eram bem capazes de fazer queixa em algum lado ou de vir mandar vir e a última coisa que quero é voltar de ter a falar com eles

Logicamente que podes e tens mais é que cagar nesse tipo de cenas. Eu, por exemplo, antes de trajar por praxe, trajei por tuna. E tinha o mesmo direito que qualquer outra pessoa em envergá-lo mesmo que tivesse saído de praxe.

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