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leão25

Ministra das Finanças revela que não consegue poupar

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Maria Luís Albuquerque lembrou que tem "três filhos pequenos" e que cortes na função pública também a afectam . Voltou a sugerir que é provável que cortes nos salários e pensões se mantenham em 2015.

 

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A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, lembrou que também ela tem "os rendimentos diminuídos" e - uma vez que tem "três filhos pequenos" - tem "pouca margem para poupar". A revelação foi feita na quinta-feira à noite na SIC, após ter sido questionada sobre se tinha ou não um Plano Poupança-Reforma.

A ministra garantiu que irá repor o que foi retirado em salários e pensões dos funcionários públicos "tão cedo quanto seja possível", mas como a "recuperação será lenta", admitiu que é provável que os cortes se mantenham no Orçamento para 2015. Já na terça-feira a ministra havia dito que o corte era "transitório, mas não necessariamente anual".

A ministra das Finanças admitiu que o próximo ano será igualmente duro, mas conta com a melhoria da situação económica para minorar os sacrifícios que serão exigidos aos portugueses.

Quanto ao facto de o esforço imposto pelas medidas ser conseguido à custa de 82% de corte da despesa e apenas 5% através de impostos sobre empresas do sector energético ou a banca, a ministra disse que "os portugueses não têm razões para se sentir injustiçados". Isto porque as medidas "afetam os salários e as pensões pelo peso têm na despesa pública".

A governante voltou a garantir que considera as medidas "constitucionais", reforçando que não foi previsto qualquer "plano B". "Não foram discutidas medidas alternativas no interior do Governo, nem com a troika", garantiu a ministra. KYAlulG.gif

 

Essa imagem fui eu que arranjei para acrescentar a noticia. porque isto é uma autentica vergonha.

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Também já ganhei quase 15 mil euros por mês e sem impostos nem nada, não conseguia poupar.

Tem razão.

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Ela já me poupava era a esta hipocrisia.

 

E f*dasse ela é a cara chapada do Vítor Gaspar.

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como não tem jeito para a política decidiu apostar no stand up comedy, tem jeito

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Portanto temos uma mulher que não consegue governar o seu agregado familiar com mais de 6 mil euros de vencimento a tomar conta das finanças do país, e no entanto ainda nos perguntamos como é possível que estejamos cada vez pior.

 

Claro que também é possível ela estar a mentir, afinal de contas não seria a primeira vez que esta senhora mentiria passaria uma "ideia não exacta", usando as palavras do também honestíssimo Rui Machete, e no entanto isso implicaria que teríamos num cargo público uma pessoa para quem a verdade é facilmente deformável. Em ambas as situações (mentira ou falta de jeito para as finanças), o ideal seria afastá-la do cargo que ocupa. Quiçá sugerir-lhe que siga a sugestão dos seus chefes de Governo e emigre.

 

O mais incrível nesta situação é a facilidade com que os membros do Governo se metem em enrascadas sem sequer serem forçados a tal. Qual foi a necessidade de fazer estas declarações, sabendo de antemão que ninguém, no seu perfeito juízo, aceita que alguém cujo vencimento ultrapasse os 6 mil euros diga que não consegue poupar apenas dias depois de se cortar nos rendimentos de pessoas que recebem dez vezes menos que isso. É de uma estupidez atroz - estupidez, falta de sensibilidade e de noção da realidade. Quase que dá vontade de rir disto tudo, não fosse ainda estarmos entregues a esta gente mais uns anos.

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Definitivamente, estamos entregues à bicharada... até quando?

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Essa notícia cheira-me a tanga

 

Não é notícia porque foi retirado de uma entrevista que ela deu há dias na SIC.

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É verdade, eu lembro-me de a ter ouvido dizer isto.

 

Coitada.

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Diz ali Diário de Notícias :estrelas:

 

Então há video disso?

Para além de ter lido ha pouco tempo que o passos coelho recebia +/- isso brutos.

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Esses bandidos que recebem 600€ é que conseguem meter meio ordenado no bolso ao final do mês. :estrelas:

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Eu vi a entrevista em direto e as coisas passaram-se assim:

 

O José Gomes Ferreira pergunta-lhe se ela tem um PPR. Ela diz que não tem. De seguida o JGF pergunta-lhe se ela tem as suas poupanças num banco nacional. E ela vem com o choradinho de não ter condições para poupar porque também é funcionária pública e está a sofrer os cortes como todos os outros, tem 3 filhos pequenos e está a pagar o empréstimo da casa.

 

A ideia com que eu fiquei foi que o JGF estava a encaminhar a entrevista para lhe questionar a confiança que ela tem na Segurança Social e na banca nacional. E ela esquivou-se tentando passar a imagem que, embora sendo Ministra, está a sentir na pele como qualquer português os efeitos das políticas de austeridade. Que não é privilegiada e que as políticas do Governo afetam toda a gente por igual. Também se pode dar o caso dessas perguntas terem sido combinadas e de ela ter premeditado o choradinho para nos comover com a complacência do jornalista.

 

Em todo o caso mostrou uma inabilidade atroz. Porque se colocou na posição que o Puro muito bem descreveu. Ou está a mentir ou não está. Não há 3ª hipótese. Se está a mentir é mau. E se não está também é mau. Porque ter à frente das Finanças do país alguém que nos manda apertar o cinto e nos exige contenção nas despesas e, no entanto, não se consegue governar com o ordenado de Ministra é péssimo para a sua própria credibilidade. E ainda é pior do que o Puro descreveu. É que a senhora é casada e, ao que julgo saber, o seu marido tem um emprego muito bem remunerado (penso que até ganha bem mais do que ela). E de resto sabe-se que quem está numa posição de poder e tem dificuldades financeiras está muito mais sujeito à corrupção do que quem não as tem. Por isso é que se paga bem aos governantes e por isso é que há (eu incluído) quem pense que eles ganham pouco para as responsabilidades que têm.

 

Uma coisa que esta gente parece não compreender é que o português médio não tem inveja dos governantes ganharem bem. Nós estamos cientes que é assim e que tem mesmo que ser assim. Nós sabemos que para eles as medidas de austeridade doem menos. Não é por eles nos dizerem que também passam dificuldades que nos induzem mais compaixão ou complacência. Nós sabemos que eles ganham muito mais do que nós e não nos chateamos com isso. Queremos é que façam um bom trabalho e não nos castiguem mais do que a conta. E queremos que os sacrifícios que eles nos impõem sirvam para alguma coisa.

 

Da mesma forma que ninguém se escandaliza (muito) com o que ganham alguns jogadores de futebol quando estes são competentes e mostram que têm valor dentro de campo e que dizemos que não merecem um tostão furado quando se comportam como abéculas nos jogos assim lidamos com os políticos e governantes. E estas coisas básicas eles parece que não sabem. E depois dá nisto...

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Portanto temos uma mulher que não consegue governar o seu agregado familiar com mais de 6 mil euros de vencimento a tomar conta das finanças do país, e no entanto ainda nos perguntamos como é possível que estejamos cada vez pior.

 

Claro que também é possível ela estar a mentir, afinal de contas não seria a primeira vez que esta senhora mentiria passaria uma "ideia não exacta", usando as palavras do também honestíssimo Rui Machete, e no entanto isso implicaria que teríamos num cargo público uma pessoa para quem a verdade é facilmente deformável. Em ambas as situações (mentira ou falta de jeito para as finanças), o ideal seria afastá-la do cargo que ocupa. Quiçá sugerir-lhe que siga a sugestão dos seus chefes de Governo e emigre.

 

O mais incrível nesta situação é a facilidade com que os membros do Governo se metem em enrascadas sem sequer serem forçados a tal. Qual foi a necessidade de fazer estas declarações, sabendo de antemão que ninguém, no seu perfeito juízo, aceita que alguém cujo vencimento ultrapasse os 6 mil euros diga que não consegue poupar apenas dias depois de se cortar nos rendimentos de pessoas que recebem dez vezes menos que isso. É de uma estupidez atroz - estupidez, falta de sensibilidade e de noção da realidade. Quase que dá vontade de rir disto tudo, não fosse ainda estarmos entregues a esta gente mais uns anos.

 

Vinha aí dizer isto.

Surreal!

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Quem ganha 6 mil, é normal que gaste 5mil, poupa mil, para ela é como se não fosse nada.

Quem ganha 600, gasta 500, poupa 100, é como se não fosse nada.

 

Vejo as coisas desta forma, mas sabendo ela como está o país, que ganha 10x mais do que talvez metade do país, ir dizer aquilo para a tv, é mesmo a pedir para ser espancada no dia seguinte. Mas pronto, viva o governo :handclap:

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Quem ganha 6 mil, é normal que gaste 5mil, poupa mil, para ela é como se não fosse nada.

Quem ganha 600, gasta 500, poupa 100, é como se não fosse nada.

 

Vejo as coisas desta forma, mas sabendo ela como está o país, que ganha 10x mais do que talvez metade do país, ir dizer aquilo para a tv, é mesmo a pedir para ser espancada no dia seguinte. Mas pronto, viva o governo :handclap:

 

Estás a falar a sério ? Estás mesmo a comparar 600€ com 6000€ ? :lol:

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