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Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

PRD. E o PRD tinha pouco que ver com o actual PNR, certo?

certo, tinha gente mais ligada com o PS e PSD.

O mais à direita de todos talvez fosse mesmo o Ramalho Eanes. Mesmo assim das melhores coisas que aconteceu a Portugal foi ele ter vencido as presidenciais ao fascista do Soares Carneiro.

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José Medeiros Ferreira e a tese que previu o 25 de Abril

 

No 3.º Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro de 1973, uma tese subscrita por um exilado na Suíça previa a queda do regime às mãos dos militares. No entanto, este estudo de José Medeiros Ferreira foi mal recebido e não foi considerado nas conclusões do conclave.

 

“As Forças Armadas já deram ao Governo um período excepcional para a resolução política do problema colonial. E diga-se em abono da verdade que oferecer dez anos para resolver politicamente uma guerra é raríssimo nos tempos que correm”, escreveu Medeiros Ferreira no seu contributo intitulado Da necessidade de um plano para a Nação.

 

Para chegar a esta conclusão, o historiador partia de uma reflexão: “O Exército é a instituição que mais se confunde com a Nação. E, embora o Exército seja objectivamente um instrumento da política das classes dirigentes, a instituição, enquanto tal, é interclassista e nacional. Semelhante natureza decorre da existência de um serviço militar obrigatório que torna presentes todas as classes sociais no seio da instituição.

 

A tese, lida em Aveiro pela mulher de José Medeiros Ferreira, que se encontrava exilado desde o Verão de 1968 e recebera no Outono daquele ano o estatuto de refugiado político das autoridades helvéticas, não esquecia as consequências da guerra colonial na relação das Forças Armadas com a sociedade. A especialização ditada pelas três frentes de guerra – Guiné, Angola e Moçambique – e a criação de corpos especializados de elite (comandos, pára-quedistas e fuzileiros) favoreceu o enquadramento dos militares pelo regime.

 

Contudo, teve um efeito perverso e contraditório com os objectivos da ditadura. “A própria guerra, porém, se bem que obrigando as Forças Armadas a tarefas medíocres e incompatíveis com a sua função nacional, deu-lhe dimensões sem precedentes na história pátria”, escreveu Medeiros Ferreira. Já então estudioso do futuro das relações externas de Portugal no âmbito da Europa, o autor antevia problemas: “As Forças Armadas isolam-se assim do todo nacional e são impedidas por tais funções de se orientarem para o aperfeiçoamento do sistema defensivo, tendo em vista ataques ou meras pressões do exterior.

 

Foi a partir da leitura do livro de António de Spínola Por uma Guiné melhor, editado em 1970 pela Agência Nacional do Ultramar, que José Medeiros Ferreira trabalhou. “Era de 80% a percentagem dedutiva-intelectual, a que juntava a experiência empírica da minha passagem pela tropa em 1967/68”, reconheceu ao PÚBLICO em Janeiro deste ano.

 

No entanto, o livro de Spínola teve consequências. Costa Gomes, enquanto comandante da região militar de Angola, disse que a tropa estava naquele território para fazer respeitar as suas fronteiras. “Ele não disse que a presença militar era para defender a integridade dos territórios ultramarinos, não repetiu o slogan do regime, mas defendeu a missão política possível”, comentou.

 

O pensamento estratégico da instituição militar estava a mudar no sentido de obrigar o Governo de Marcello Caetano a defender objectivos ao alcance dos meios militares portugueses”, referiu Medeiros Ferreira: “As Forças Armadas não se iam oferecer muito mais tempo ao regime.

 

Esta tese percursora, redigida no Natal de 1972, não foi acolhida pela oposição ao regime. “Quando regressou a Genebra a minha mulher contou-me que a tese não tinha sido bem recebida. Aliás, não faz parte das conclusões que, entre outros, foram feitas por Gomes Canotilho”, recordou José Medeiros Ferreira: “A minha tese afrontava as teses do PCP."

 

@Publico.pt

 

Silva Peneda discorda do sucesso do programa de ajustamento

 

O presidente do Conselho Económico e Social, Silva Peneda, considerou esta terça-feira que o alegado sucesso do programa de ajustamento financeiro não corresponde à verdade e defendeu a necessidade de um compromisso para melhorar a situação do país.

 

"Sobre a ideia de que o programa de ajustamento é um caso de sucesso, diria que essa ideia não pode ser aceite porque não corresponde à verdade", disse Silva Peneda na abertura do Fórum das Políticas Públicas 2014.

 

O antigo ministro do emprego de Cavaco Silva considerou que a ideia de sucesso do programa de ajustamento financeiro em curso "é muito discutível" porque se baseia em "algum crescimento económico e num ligeiro decréscimo do desemprego" registados recentemente.

 

Segundo Silva Peneda, o critério mais adequado para avaliar o sucesso do programa seria comparar as metas estabelecidas inicialmente e os resultados obtidos.

 

O presidente do CES afirmou ainda que o programa de ajustamento agravou as desigualdades em Portugal, destruiu a classe média e a reforma do Estado confinou-se à redução da despesa, através de cortes aplicados aos funcionários públicos e pensionistas.

 

Defendeu que uma política económica para o futuro do país tem de "assumir a rotura com o anterior modelo económico" e apostar em políticas que gerem confiança, "o que só será conseguido com um forte compromisso entre as forças políticas e sociais".

 

"No CES temos consciência de que após uma crise profunda como esta que estamos a atravessar nunca mais voltaremos à situação de partida, estamos a atravessar uma fase de transição e, para melhorar a realidade, só o conseguiremos com um forte compromisso. Ignorar isto é miopia política", disse Silva Peneda.

 

@JN.pt

Editado por Vaart

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Anda aí a circular uma notícia a dizer que se a Crimeia declarar independência, passa para a Turquia por causa de um acordo assinado há 230 anos.

http://maidantranslations.com/2014/03/17/turkey-under-ottoman-empire-treaty-with-catherine-the-great-if-crimea-declares-independence-it-returns-to-turkey/

Não sei a veracidade disso.

Editado por Sumudica by Night

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Anda aí a circular uma notícia a dizer que se a Crimeia declarar independência, passa para a Turquia por causa de um acordo assinado há 230 anos.

http://maidantransla...urns-to-turkey/

Não sei a veracidade disso.

Não sei se é válido, pois a antiga União Soviética e a Turquia assinaram um tratado que anulava todos os outros tratados entre o Império Russo e o Império Otomano.

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Movimento Juntos Pelo Povo passa a partido

 

O movimento de cidadãos Juntos Pelo Povo, que conquistou a Câmara de Santa Cruz nas últimas eleições autárquicas, vai passar a partido político. Neste momento estão a ser recolhidas assinaturas com vista à formação do novo partido, o que deverá criar significativas alterações no quadro político regional.

 

A passagem do movimento a partido é encarada como uma forma de facilitar a acção política, uma vez que a actuação enquanto movimento não permite grande espaço de manobra fora dos períodos eleitorais.

 

O DIÁRIO sabe que este processo tem vindo a ser acelerado nas últimas semanas. Foram recolhidos assinaturas em todo o País e foram já informados os partidos políticos que apoiaram o movimento Juntos Pelo Povo nas últimas eleições autárquicas.

 

http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/436884-movimento-juntos-pelo-povo-passa-a-partido

 

INFORMAÇÃO AOS NOSSOS SIMPATIZANTES:

 

PARA A FRENTE É QUE É O CAMINHO...

 

Estimados (as) amigos (as)

 

Passada a fase da ponderação, (e de muito tempo de reflexão), aliado às grandes injustiças que o sistema politico e constitucional português cria em matéria de fazer participar os grupos de cidadãos eleitores às diferentes eleições, a direção do JPP estabeleceu o seguinte:

 

1. À luz da Constituição, a criação de grupos de cidadãos eleitores e de partidos políticos constituem um direito e um instrumento de consolidação do sistema democrático. Todavia, no atual quadro constitucional (Artigos 114.º e 151.º), não é permitida a candidatura de grupos de cidadãos ( exceptuando às autárquicas) aos diferentes atos Eleitorais, constituindo, em nosso entender, uma medida que coarcta e contradiz a própria Constituição, que procura incentivar a participação politica.

 

2. Tendo consciência de que “agir é modificar a figura do mundo” (Sartre), o grupo fundador do Juntos Pelo Povo, iniciou este mês o processo complexo de fundação do partido político Movimento JPP, tendo iniciado a sua ação pela recolha de 7500 assinaturas, de cidadãos de todo o território nacional.

 

3. Perante este cenário, em que se prevê facilmente que a Assembleia da República, não encetará num futuro breve às alterações constitucionais desejáveis, e em que não conseguiremos alterar o rumo do sistema politico, assiste-se a “entrar no mesmo jogo”, tendo presente os seguintes indicadores:

 

3.1.As dificuldades legais impostas à criação e à participação política em listas de grupos de cidadãos eleitores que, por exemplo, para a candidatura ao Município de Santa Cruz a lei exige quase o mesmo número de assinaturas que as necessárias para a criação de um partido político em Portugal.

 

3.2.A obrigação de apresentar, de quatro em quatro anos, e para concorrer ao Município de Santa Cruz milhares de assinaturas, mais um impeditivo legal que dificulta a participação politica.

 

3.3. A interpretação popular (expressiva maioria dos simpatizantes), que vêm o JPP como partido e não como um grupo de cidadãos eleitores.

 

3.4.O sonho de um grupo de cidadãos de ver e de pensar além do território geográfico de Santa Cruz, e da Região Autónoma da Madeira, e a motivação de criar e incentivar um novo paradigma político-partidário em Portugal.

 

Esperamos, sinceramente, a vossa colaboração

 

A coordenação, Paulo Alves e Élvio Sousa

 

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https://www.facebook.com/movimento.juntospelopovo

 

https://twitter.com/JuntosPeloPovo

 

http://juntospelopovo.com/home.php

 

https://www.youtube.com/user/JuntosPeloPovo

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Por que é que a Crimeia, logo após a dissolução da URSS, passou a ser território Ucraniano em vez de ter ficado na Rússia?

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Uma "prenda" dada à Ucrãnia em 1900 e troca o passo

e assim ficou. acho eu!

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Já agora, cerca de 500 pessoas oriundas do Mali aproveitaram ontem o forte nevoeiro para passarem 3 vedações de arame farpado entrarem em Melilla, que está a ficar sobrelotada deste tipo de imigração.

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Por que é que a Crimeia, logo após a dissolução da URSS, passou a ser território Ucraniano em vez de ter ficado na Rússia?

 

O Khrushchev ofereceu a Crimeia à Republica Soviética da Ucrânia em 54 para comemorar os 300 anos da Ucrânia no Império Russo.

 

De notar que se a Crimeia hoje é realmente russa em identidade, isso se deve a uma das migrações étnicas forçadas impostas pelo Stalin que correu com as comunidades locais, nomeadamente com a comunidade Tártara que era maioritária e agora é uma minoria na região.

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Uma pergunta ao pessoal do Porto: onde crl é que eles iam meter a estação de metro da Faculdade de Letras?

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Vigo pedirá en referendo a adhesión a Portugal

 

Polo menos douscentos cincuenta mil vigueses están chamados ás urnas para decidir en referendo o futuro da cidade de Vigo.

 

 

Despois de anos de rumores e difamacións acerca da procedencia e nacionalidade dos habitantes vigueses, o levantamento popular das clases lusistas da cidade, fará posíbel este pronuciamento.

 

As opción que se presentarán en dito referendo serán:

 

- Os habitantes de Vigo dependerán de Galiza como ente autónomo e soberano, deixando atrás a actual dependencia española.

- Vigo seguirá pertencendo ao reino de España.

- Vigo consumará a súa independencia plena, para posterior adhesión á República de Portugal como Estado-Cidade Federada.

(Sendo esta última opción con máis peso dentro da propia cidadanía viguesa.)

 

Se os habitantes da cidade votan pola saída da autonomía galega, e por tanto da española, o seguinte paso será o ingreso de Vigo no seo da República de Portugal, pasando así a ser a terceira cidade máis habitada do país luso.

 

As autoridades de Vigo contemplan que polo menos o 70 por cento dos habitantes da cidade participarán na votación e que a abafadora maioría farao a favor da saída do seo de España.

 

Na consulta poden participar todos os cidadáns de Vigo maiores de idade residentes en na cidade, así como os portugueses con permiso de residencia.

 

Vigo súmase así ao rebufo do éxito da consulta popular en Crimea, na que os seus habitantes, por ampla maioría, decidín libremente convivir dentro da federación de Rusia.

 

En tanto, España e a Unión Europea deixaron claro que non recoñecerán os resultados do referendo e que, en xeral, non o consideran lexítimo.

 

Pola súa parte Artur Mas pronunciábase a favor da consulta viguesa, e afirmaba que “o pobo de Vigo debe ser dona do seu futuro, e desde Catalunya apoiaremos a súa consulta”.

 

http://temposgalegos.com/2014/03/17/vigo-pedira-en-referendo-a-adhesion-a-portugal/

 

:confuso:

 

Imaginemos que isto seria legit (não faço ideia) e que haveria um referendo e o Sim à adesão à República Portuguesa ganhava, isto era assim? Portugal não teria de aceitar, etc...?

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obviamente, nós somos um estado soberano e essa anexação teria de ser aceite por nós. de qq das maneiras, não estou a ver isto a acontecer, estava aberto um precedente que os espanhois não estão dispostos a abrir.

 

mas os galegos são bienvenidos, malta muito porreira :) todos os que conheci insistiram em falar português comigo

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Sim, se começasse tudo a pedir a independência Espanha passava a ser Madrid e pouco mais :mrgreen:

 

Eu há 2 anos vivi 1 ano na Comunidade Autónoma de Murcia, que até é uma das que tem menos esse sentimento independentista, já havia vários grupos a pedirem a independência de Espanha e chegou a haver uma manifestação com bastante gente, num dia em que também houve em Barcelona, Alicante e Valência, no mesmo dia.

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Curiosamente, a Galiza, é capaz de ser das regiões espanholas (talvez a par com a Andaluzia) com menos movimentos independentistas.

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Vigo pedirá en referendo a adhesión a Portugal

 

Imaginemos que isto seria legit (não faço ideia) e que haveria um referendo e o Sim à adesão à República Portuguesa ganhava, isto era assim? Portugal não teria de aceitar, etc...?

 

Claro. Mas é 99.9% certo que Portugal nunca aceitaria isso. Este tipo de movimentos separatistas são muito mal vistos pela UE.

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Claro. Mas é 99.9% certo que Portugal nunca aceitaria isso. Este tipo de movimentos separatistas são muito mal vistos pela UE.

 

Não sei se Portugal não aceitaria, porém claro, não querem criar conflitos com o país vizinho, como tal, provavelmente não aceitaria.

Mas que seria bom para Portugal, isso seria.

 

Eu vivo em Chaves, faz fronteira com Espanha, e posso dizer que Vigo e Verín são as cidades com maior ligação a Chaves.

Sim, porque na região não há muitas cidades, temos Valpaços, uma cidade muito pequena, Vila Real, capital de distrito, não cumpre com as obrigações, pela histórica rivalidade entre Chaves e Vila Real, como tal, Chaves sai prejudicado, um dos exemplos era o polo da universidade em Chaves que Vila Real deixou de financiar como era "obrigada" a fazer, tendo Chaves que fazer uma ligação com Vigo, tendo agora imensos espanhois a estudar na nossa universidade e na escola de enfermagem. Isto é apenas um exemplo, como isto há bem mais.

Chaves tem uma ligação politico/cultural com Verin, sendo a primeira euro-cidade da UE.

Para os espanhóis, Chaves é um ponto turistico, tendo a cidade uma grande quantidade de turismo espanhol.

Como tal, não me admira em nada que Vigo quisesse ingressar em Portugal.

Editado por rmmp

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Dava-me um gozo do crl ver a Galiza pertencer a Portugal mas nunca vai acontecer.

Editado por Peplin

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NUma eventual disputa mais acesa entre Rússia e EUA, a China mete.se do lado de quem? Creio que se abstem

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NUma eventual disputa mais acesa entre Rússia e EUA, a China mete.se do lado de quem? Creio que se abstem

 

Depende do ponto de vista, visto que se ocorrer uma eventual guerra com a Rússia, haverá imediatamente uma com a Coreia do Norte, e haverá mais países a entrar numa guerra, pois há muito interesse para alguns países combater a Europa e os USA.

 

A China ficaria dividida pela ideologia politica, como todos sabemos não é democracia nenhuma, como tal, tem tendência a apoiar a Coreia do Norte e a Rússia.

Porém tem o lado financeiro e social, onde a maioria dos seus imigrantes estão na Europa e USA, já para não falar da Coreia do Sul e Japão. Em termos de comercia beneficiaria mais na junção à Europa e USA e Japão e Coreia do Sul. Até porque os países ditos de "ricos", G8, apenas teria como oposição a Rússia. Não sei como é o nivel de comercio entre China e Rússia e mesmo o número de emigrantes a viver na Russia, mas penso que não seja muito.

 

Ou então, simplesmente não entraria em guerra, tal como Portugal fez na 2º guerra mundial, politicamente concorda com uma parte, porém é na outra parte que tem os grandes beneficios, como tal, o melhor é nem apoiar, nem defrontar nenhuma das partes.

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Ter a Galiza a se juntar a Portugal dava-me das maiores alegrias da minha vida mas é absolutamente impossível tendo em conta o contexto da politica europeia. Mexer nas fronteiras da UE seria sempre um exercício demasiado perigoso para a manutenção da paz politica e social dentro da União.

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Uma pergunta ao pessoal do Porto: onde crl é que eles iam meter a estação de metro da Faculdade de Letras?

Não sei, mas dava um jeito do crl. Poderia ser subterrânea.

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Uma coisa que eu gostava de perceber é o porquê desses movimentos independentistas de regiões Espanholas, qual é o motivo? E queriam se juntar a Portugal porquê lol?

É claro que Portugal não aceitaria de certeza, mesmo que tivesse o sim da Espanha...

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