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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

NUma eventual disputa mais acesa entre Rússia e EUA, a China mete.se do lado de quem? Creio que se abstem

não se metia. emprestava dinheiro aos dois lados da guerra, no fim recolhia os cacos e passava a potência nº1.

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Mesmo :lol: Era quem seria, no fundo, mais beneficiado numa guerra entre EUA e Rússia

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Curiosamente, a Galiza, é capaz de ser das regiões espanholas (talvez a par com a Andaluzia) com menos movimentos independentistas.

 

Por acaso até é das que mais tem.

 

690px-Nacionalisme_espanya_castell%C3%A0.svg.png

 

Descrição da foto: Apoyo electoral de los partidos nacionalistas en España por comunidades autónomas. Datos de las elecciones autonómicas de 2010 (Cataluña), 2008 (Andalucía), 2009 (Galicia y País Vasco) y 2011 (resto de España).

 

A Galiza deve ser o quarto, porque segundo os dados dos censos espanhóis a maior identificação enquanto cidadão da região do que como espanhol é na Catalunha, País Basco e Canárias, por essa ordem.

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Em Murcia, onde vivi (no mapa é a região entre a Andalucia e a Comunita Valenciana) esses grupos/movimentos/wtv estavam em claro crescimento. Mas o que se via muito (e quando digo muito, é muito!) era bandeiras republicanas espanholas. Então quando foi o Euro... Via-se muito pessoal jovem com camisolas da selecçao espanhola mas com as cores republicanas (roxo, amarelo e vermelho)

 

camiseta_seleccion_republicana.jpg

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Aí a Galiza aparece como sendo uma região com bastante apoio a partidos nacionalistas, o que para mim é o exacto oposto ao que foi dito, "movimentos independentistas".

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Aí a Galiza aparece como sendo uma região com bastante apoio a partidos nacionalistas, o que para mim é o exacto oposto ao que foi dito, "movimentos independentistas".

 

Sim, mas acho que esse "nacionalismo" aí falado em relação à comunidade em si e não ao país. Acho eu!. Pelo menos na Catalunha, País Basco e Comunidade Valenciana bate certo...

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Não é assim tão oposto.

 

Os partidos nacionalistas tanto podem defender uma maior autonomia como uma total separação do Estado Espanhol. Tudo depende das correntes. No entanto a Galiza não é nem de perto nem de longe uma província com um movimento separatista baixo.

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Recordo sempre com saudade as semanas passadas entre a Compostela, Finisterra e Corunha

 

btw, e tenho mais saudades ainda de comer um grande caldo galego

Editado por SAS_Robben

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Recordo sempre com saudade as semanas passadas entre a Compostela, Finisterra e Corunha

 

btw, e tenho mais saudades ainda de comer um grande caldo galego

Oh god li isto tão mal :facepalm: :mrgreen:

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Oh god li isto tão mal :facepalm: :mrgreen:

 

Freud explica

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Nós vamos pedir para sermos anexados a Marrocos!! Acho que não nos iam querer :(

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Não sei, mas dava um jeito do crl. Poderia ser subterrânea.

Pois dava, nem me digas nada. E subterranea era um bocado dificil, IMO.

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Ainda ei de ouvir algum destes "especialistas" dizer que os escravos deviam era agradecer as chibatadas

Editado por SAS_Robben

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A culpa é nossa porque nunca ninguém pegou nesses senhores e os levou a passear às Berlengas à pendura de fora do barco.

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Pois dava, nem me digas nada. E subterranea era um bocado dificil, IMO.

Só estou a ver aquele terreno entre a FLUP e a FAUP onde o pessoal estaciona.

Editado por Tio Hans

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"Um iPád."

 

Digam-me que essa m*rda é concorrência à Mixórdia de Temática?

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Esta história não tem ponta por onde pegar. Por um lado, acho que se anda a empolar sem necessidade. Não me mete assim tanta confusão que lhes ofereçam os iogurtes, até porque 99% dos casos de estágios destes nem o almoço oferecem. Eu acho que era um melhor começo, focarem-se nesses casos.

Por outro lado, os dois senhores do podcast do alto das suas poltronas conseguem ser iguaiszinhos aos que criticam. Arrogantes e a verem apenas um lado da questão. Se é verdade que as empresas têm de mobilizar recursos para lá terem os estagiários, estes também realizam trabalho útil para a empresa. E da forma como são tratados muitas vezes, é mais do que normal que quando eles estão "prontos" eles vão embora. Muito estagiário por este país fora anda a servir de empregado da limpeza, e a ser obrigado a ficar as horas que o "patrão" exige, para obter a classificação de estágio.

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A culpa é nossa porque nunca ninguém pegou nesses senhores e os levou a passear às Berlengas à pendura de fora do barco.

 

E eles nem se podiam queixar que era uma oportunidade para viajarem.

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Criação Monetária na Economia Moderna

 

No boletim trimestral do Banco Central Inglês “Money creation in the modern economy”, assinado por três economistas do gabinete de análise monetária do banco, é analisada pormenorizadamente a criação de moeda, a dinâmica da circulação monetária e a forma como os bancos gerem o risco nas economias modernas. As conclusões a que chega são, no mínimo, controversas.

 

A análise ortodoxa do funcionamento da criação monetária ensina-nos que os bancos funcionam como intermediários, os depósitos são criados pela poupança das famílias, e os bancos posteriormente utilizam esses depósitos para conceder novos créditos. Além disso, o banco central determina a oferta de moeda na economia controlando a base monetária, soma das reservas dos bancos e da moeda em circulação, o chamado multiplicador monetário.

 

O Banco Central Inglês argumenta que estas concepções são afinal falsas.

 

Na realidade, em vez dos bancos comerciais funcionarem como intermediários, recebendo os depósitos das famílias e emprestando-os ulteriormente, é o próprio empréstimo que cria os depósitos, o fenómeno é o inverso da sequência que é hoje consensual. A escolha que as famílias fazem por poupar, aumentando os seus depósitos, e não usando essa riqueza no consumo de bens e serviços, é feita à custa dos depósitos das empresas que doutro modo teriam recebido pelo pagamento desses bens e serviços. Não há novos depósitos na economia, não há criação de moeda.

 

Por outro lado, e como é explicado no artigo, quando alguém hipoteca uma casa, não recebe do banco centenas de milhares de euros em notas que vêm de depósitos doutras clientes do banco, mas antes lhe vê creditada a conta bancário com um depósito no valor da hipoteca. Nesse momento é criado um novo depósito na economia, é criada moeda nova

.

Este processo é ilustrado pela figura abaixo com os balanços do banco central, dos bancos comerciais e do consumidor durante a concessão de um empréstimo. No balanço do consumidor os ativos e os passivos do consumidor são aumentados pelo novo depósito e pelo novo empréstimo respectivamente, existindo a criação de moeda na sua definição mais ampla. Apesar disso, esta criação de moeda não é necessariamente acompanhada por um aumento da base monetária do banco central. Embora seja verdade que o aumento dos depósitos poderão exigir aos bancos a obtenção de reservas para cobrir as necessidades de liquidez adicionais resultantes, a oferta de reservas é ilimitada e por isso não é ela que constringe a quantidade de empréstimos.

 

 

A conclusão dos autores é clara, “Os depósitos bancários são simplesmente o registo de quanto deve o banco aos seus clientes. Por isso são passivos, e não ativos que se possam emprestar”, a ideia dos bancos como intermediários na alocação de poupanças de uns em consumos ou investimento de outros é errada.

 

Quanto ao multiplicador monetário, o Banco Central Inglês também o deixa maltratado. Pode-se ler no boletim que a teoria só estaria correta se a quantidade de reservas impusesse uma restrição relevante à concessão de crédito, e se os bancos centrais determinassem directamente a quantidade de reservas. No entanto nem uma nem outra condição se verificação. Em vez de controlar a quantidade de reservas, os bancos centrais definem a política monetária fixando o preço das reservas, as taxas de juro. É no preço do dinheiro e não na sua quantidade que as políticas monetárias se focam. De facto, os bancos enfrentam limites ao endividamento, mas a restrição não se dá pela imposição de reservas legais, mas antes pela avaliação da relação entre o risco e o retorno de cada empréstimo, pela competição entre bancos que os obriga a emprestarem lucrativamente, pela gestão do risco que fazem.

 

É a decisão de quanto emprestar, que é fundamentalmente condicionada pelas oportunidades disponíveis de criar empréstimos lucrativos, que determinam quantos depósitos são criados. E é a quantidade de depósitos que cria a procura dos bancos por reservas. Como se pode ler no boletim, assim como na relação entre depósitos e empréstimos, a relação entre reservas e empréstimos opera também de forma inversa ao comummente aceite.

 

Vale muito a pena ler o artigo inteiro, perceber os limites à criação de moeda, quer provocados pela política monetária quer pelo comportamento das famílias e empresas, estudar o que acontece à moeda recém-formada, a teoria do refluxo e o efeito da batata-quente. Mas acima de tudo, vale a pena perceber que o sistema monetário não funciona da forma que os livros clássicos de economia nos explicam.

 

Artigo completo: http://www.bankofengland.co.uk/publications/Documents/quarterlybulletin/2014/qb14q1prereleasemoneycreation.pdf

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