Phil Publicado 8 Fevereiro 2015 Eu acho que vamos fazer uma segunda volta melhor que a primeira, mas veremos. Acredito no título nem tanto por aquilo que jogamos, mas mais porque os nossos adversários ainda pior que nós jogam. Compartilhar este post Link para o post
Juan Mata Publicado 8 Fevereiro 2015 Só estou preocupado é se vamos fazer a nossa parte. Se assim for, acredito que vamos ser campeões. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 9 Fevereiro 2015 Acho muito complicado sermos campeões, ainda que não seja impossível. Mas não nos vejo a ganhar todos os jogos, muito menos quanto temos de ir à Luz, a Braga e receber o Sporting. É perfeitamente expectável que o Benfica venha a perder 4 pontos (2 empates bastam para isso), a questão é nós limparmos tudo. O meu lado mais racional diz-me que lhes vamos ceder o Bi. Compartilhar este post Link para o post
sd_campeao Publicado 9 Fevereiro 2015 Acho muito complicado sermos campeões, ainda que não seja impossível. Mas não nos vejo a ganhar todos os jogos, muito menos quanto temos de ir à Luz, a Braga e receber o Sporting. É perfeitamente expectável que o Benfica venha a perder 4 pontos (2 empates bastam para isso), a questão é nós limparmos tudo. O meu lado mais racional diz-me que lhes vamos ceder o Bi. É isto. Há aquela esperança mas racionalmente acho muito muito complicado. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) O Benfica é favorito, diria que têm na boa 70% de hipóteses de serem campeões. O Porto no entanto detem a grande maioria dos outros 30% e tem de se focar nisso. Em termos de exibições, estamos num nível razoável mas ainda aquém do esperado tendo em conta a nossa equipa. Não peço nenhum Barça mas já vi equipas do Jesualdo a dar mais garantias. É verdade que temos marcado muitos golos e tal mas a qualidade de jogo não parece sustentar esses números, muitas vezes ganhamos jogos por lances de genialidade e puramente individuais, e depois do 1-0 é tudo mais fácil. Já só peço que o Casemiro produza o que produziu no jogo anterior, que volte o Indi ao 11 e que na frente continuem a existir boas dores de cabeça para as alas, que a posição 9 tem dois jogadores de grande qualidade. Estar nos oitavos da Champions e poder ir aos quartos vai ser bom para nós do ponto de vista motivacional (e esse é mais importante que o físico nesta fase). Animicamente somos capazes de estar na melhor fase da temporada desde a derrota contra o Benfica, é tirar partido disso. Editado 9 Fevereiro 2015 por Mica Compartilhar este post Link para o post
Josep Publicado 9 Fevereiro 2015 O maior receio é em nós perdemos pontos. Duvido que o Benfica consiga fazer uma segunda ao nível da primeira. Pode, mas acho que vão perder ainda mais pontos. Compartilhar este post Link para o post
Phil Publicado 9 Fevereiro 2015 já perderam tantos pontos na segunda volta como na primeira. Compartilhar este post Link para o post
Augusto Publicado 9 Fevereiro 2015 vamos pensar jogo a jogo como dizem os mestres, hoje aproximamo-nos mais um pouco, agora é fazer o nosso papel e na sexta ganhar. Compartilhar este post Link para o post
Kimi Raikkonen Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Nós contra as melhores equipas (Braga, Sporting e Benfica) vamos perder pontos obvios, porque efetivamente o onze base é o mesmo, que continuará com as mesmas lacunas e com os mesmos problemas do costume. A clara dificuldade em construir jogo, em circular a bola de forma mais curta e a clara dificuldade em assumir o jogo contra uma equipa organizada, pressionante e subida em campo. Iremos ter a posse de bola e a genialidade de alguém, num dia bom :lol: . Editado 9 Fevereiro 2015 por Kimi Raikkonen Compartilhar este post Link para o post
DonSk Publicado 9 Fevereiro 2015 Temos é de fazer o nosso papel. Sinceramente penso que não vai ser por um ponto que o campeonato se vai decidir, o que mais me preocupa no ponto que o Benfica conquistou hoje é o boost animico que isto pode dar. Mas sei lá, às vezes até funciona da maneira errada. Vamos ver... É continuar a apoiar a cada jogo. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Nós contra as melhores equipas (Braga, Sporting e Benfica) vamos perder pontos obvios, porque efetivamente o onze base é o mesmo, que continuará com as mesmas lacunas e com os mesmos problemas do costume. A clara dificuldade em construir jogo, em circular a bola de forma mais curta e a clara dificuldade em assumir o jogo contra uma equipa organizada, pressionante e subida em campo. Iremos ter a posse de bola e a genialidade de alguém, num dia bom :lol: . Não são óbvios a partir do momento em que qualquer uma dessas três equipas já perdeu pontos contra equipas piores que a nossa, mesmo a nível de modelo de jogo. Editado 9 Fevereiro 2015 por Mica Compartilhar este post Link para o post
Kimi Raikkonen Publicado 9 Fevereiro 2015 Quero lá saber se os outros perdem pontos ou não. Só me interessa o confronto direto, e dado o passado recente não é positivo para nós. Perder daquela maneira contra o Benfica, o Sporting, no que começou bem acabou em desgraça e o Braga também foi outro que tal que sofremos para ter 3 pontos, já para não falar da Taça da Liga, até às expulsões basicamente. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Eu também não quero saber, se tivessemos feito o nosso trabalho estaríamos em 1º, só não acho que seja necessário tanto negativismo por causa de um punhado de jogos. Está feito, está feito, é acreditar que assimilaram algo com esses erros. Em Alvalade estivemos mais próximos da vitória do que eles, dou bem mais valor a esse jogo do que a uma partida a contar para a Taça de Portugal, mas percebo e gosto da exigência. A não ser que me esteja a escapar algo, em confronto direto contra o Braga ou equipas superiores a coisa está assim: Porto: 3V 4E 2D (Shakhtar(2E), Bilbao(2V), Sporting(1E1D), Braga(1E1V), Benfica(1D)) Sporting: 3V 3E 2D (Schalke(1V1D), Porto(1E1V), Benfica(2E), Braga(1V), Chelsea(2D)) Benfica: 2V 4E 5D (Monaco(1E1V), Zenit(2D), Leverkusen(1E1D), Porto(1V), Sporting(2E), Braga(2D)) Editado 9 Fevereiro 2015 por Mica Compartilhar este post Link para o post
Lewan Publicado 9 Fevereiro 2015 A mim ainda me estão atravessados os 2 pontos em casa com o Boavista, com rotatividade, com chuva ou com 10 jogadores tínhamos de ter ganho aquele jogo. Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado 9 Fevereiro 2015 Acho muito complicado sermos campeões, ainda que não seja impossível. Mas não nos vejo a ganhar todos os jogos, muito menos quanto temos de ir à Luz, a Braga e receber o Sporting. É perfeitamente expectável que o Benfica venha a perder 4 pontos (2 empates bastam para isso), a questão é nós limparmos tudo. O meu lado mais racional diz-me que lhes vamos ceder o Bi. Sem dúvida. Compartilhar este post Link para o post
DarkDragonaite12 Publicado 9 Fevereiro 2015 Sem dúvida. já eu acredito mais do que nunca que vamos ser CAMPEÕES ! já recuperamos 2 pontos ao 1 classificado , e acredito que vamos conseguir ganhar todos os jogos até a luz , é um felling , depois esse jogo ja vai decidir muito , se vencermos podemos ganhar o titulo , nao vencendo fica muito complicado Compartilhar este post Link para o post
Quintero Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Ainda à poucos dias corremos um sério risco de ficar a 9 pontos, neste momento estamos a 4 e ainda com muito campeonato para decorrer. Continuo a acreditar que é possível Editado 9 Fevereiro 2015 por Quintero Compartilhar este post Link para o post
Revolution_07 Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Acho muito complicado sermos campeões, ainda que não seja impossível. Mas não nos vejo a ganhar todos os jogos, muito menos quanto temos de ir à Luz, a Braga e receber o Sporting. É perfeitamente expectável que o Benfica venha a perder 4 pontos (2 empates bastam para isso), a questão é nós limparmos tudo. O meu lado mais racional diz-me que lhes vamos ceder o Bi. Acho o mesmo Editado 9 Fevereiro 2015 por Revolution_07 Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 9 Fevereiro 2015 Não pondero outra hipótese que não seja sermos campeões. Compartilhar este post Link para o post
Kanye Publicado 9 Fevereiro 2015 Não pondero outra hipótese que não seja sermos campeões. x2. Menos que isso era uma época de falhanços, a não ser que ganhássemos a Champions ou assim. Compartilhar este post Link para o post
Phil Publicado 9 Fevereiro 2015 O coração diz que vamos, a cabeça e o juízo diz que não. Compartilhar este post Link para o post
Josep Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Citação do site "Maisfutebol" Lopetegui: «FC Porto quer criar uma nova forma de entender o jogo»Treinador desvenda conceitos, revela pormenores do seu trabalho e explica as suas preferências no futebolJulen Lopetegui abriu um pouco das suas ideias sobre o treino ao jornal espanhol «El País», que realizou uma reportagem no Olival com o treinador, a que chamou «A Revolução de Lopetegui». O técnico conta que quando foi convidado a treinar o FC Porto percebeu que «queria criar uma forma de entender o jogo». «Foi para isso que se contrataram 16 jogadores novos. É a equipa mais jovem da história do FC Porto, com uma idade média de 24 anos. É um projeto muito atrativo. E um desafio muito grandes porque tivemos a dificuldade de chegar a 3 de julho e a 14 de agosto já temos de nos apurar para a Champions», afirmou. A reportagem debruça-se essencialmente sobre o que consideram uma quebra de conceitos e mudança drástica no FC Porto. Recordam, por exemplo, que em 2004, com Mourinho, o FC Porto era uma equipa «assente em veteranos, que cavava trincheiras e abdicava da bola». Uma ideia muito discutível e que parece influenciada pelos últimos anos da carreira de José Mourinho. Lopetegui, por seu turno, explica que o seu objetivo é levar os jogadores a «compreender o jogo». «Acho que enquanto se joga entende-se muito pouco. E estou a incluir-me a mim», sublinhou. E questiona conceitos: «Não entendo os que dizem que jogam em contra-ataque. Para jogar em contra-ataque é preciso espaço. Seria absurdo dizer que uma equipa não quer aproveitar espaços porque não joga em contra-ataque.» «A chave é saber o que fazer com a bola para que a posse não acabe num contra-ataque. Ninguém oferece espaço. É preciso trabalhá-lo. E quando o temos, temos de aproveitar», acrescentou. A reportagem revela que Lopetegui faz duas ou três sessões de vídeo coletivas e e complementa-as com até sete sessões individuais. «Temos de explicar para que serve o que se faz nos treinos», explica. «Antes dos treinos explicamos aos jogadores o que irão fazer. Eles têm de saber quais são os problemas que cada jogo irá colocar e que soluções podem adotar», insistiu. Por fim, a nível individual, Lopetegui diz que o jogador «aprende por repetição e descobrimento espontâneo», tentando «automatizar movimentos», mas com cuidado para «não matar a criatividade». «O jogador não é uma Playstation. Tem de sentir-se livre. Tomar decisões não é um direito, é uma exigência», rematou. Aqui está mais completo. Editado 9 Fevereiro 2015 por Diogo Peixoto Compartilhar este post Link para o post
Elvis Publicado 9 Fevereiro 2015 Tou no telemóvel e não abri o link, mas isso é a cena completa? Se não for, quando a tiverem postem sff. Parece interessante, embora logo aquela frase sobre o Porto do Mourinho seja completamente ao lado :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Recordam, por exemplo, que em 2004, com Mourinho, o FC Porto era uma equipa «assente em veteranos, que cavava trincheiras e abdicava da bola». :estrelas: Editado 9 Fevereiro 2015 por Refutador Compartilhar este post Link para o post
Ayrton Publicado 9 Fevereiro 2015 (editado) Hay porteros que a fuerza de orientar a sus defensas desarrollan una gran voz. Julen Lopetegui colgó los guantes hace 13 años, pero sus indicaciones de barítono resuenan con color faríngeo proyectándose con claridad por las colinas de Olival, donde se enclavan los campos de entrenamiento del Oporto. “¡Línea de tres!”, ordena, metido entre los jugadores durante un ejercicio de ataque elaborado. “¡Salgo! ¡El mediocentro decide! ¡Alturas diferentes! ¡Juego de cara! ¡Alturas diferentes y así es fácil jugar de cara! ¡Bien, bien, bien…!”. Lopetegui quiere que sus futbolistas controlen los partidos mediante la posesión del balón. Puesto que tener la pelota genera desequilibrios tanto en el contrario como en el propio equipo, hacerlo es el gran desafío que plantea el fútbol contemporáneo, cada vez más condicionado por la reducción de espacios para jugar y pensar. El técnico insiste en “ampliar el campo” con jugadores que se desmarquen por afuera, en “profundizar” con hombres habilidosos que acudan entre líneas a recibir y a distraer, y en ocupar “alturas diferentes” dominando zonas en ataque sin descubrirse en defensa. Para un club como el Oporto, que conquistó su última Copa de Europa en 2004 dirigido por Mourinho y constituido sobre veteranos que cavaban trincheras y renunciaban al balón, el cambio de principios roza el conflicto. A eso se añaden dos condicionantes: el Oporto nunca tuvo tantos jóvenes ni tantos españoles (siete jugadores) en plantilla. “Cuando recibo la oferta percibo que quieren crear una manera de entender el juego”, cuenta Lopetegui. “Para eso se fichan 16 jugadores nuevos. Es el equipo más joven de la historia del Oporto, con una edad media de 24 años. Eso lo convierte en un proyecto muy atractivo. Un reto muy grande porque nos encontramos con la dificultad de llegar el 3 de julio y tener que clasificar para Champions el 14 de agosto contra equipos consolidados”. No hubo pretemporada sino terapia de choque. Muchos de los titulares apenas contaban en sus equipos anteriores. Adrián (716 minutos), Oliver (710), Tello (400) y Casemiro (270) debieron adaptarse a una situación nueva. Lopetegui añadió juventud con una apuesta personal: el interior Rubén Neves, de 17 años, se convirtió en el jugador más joven de la historia del club en debutar en Champions. La fase de grupos fue un éxito. El equipo acabó primero con 14 puntos, 16 goles a favor y cuatro en contra. Solo el Chelsea, el Bayern, el Barça y el Madrid mejoran el registro. El 18 de febrero se medirá al Basilea en octavos. “Para mí no hay una escuela española”, dice Lopetegui. “Hay entrenadores. Yo quiero que mi equipo sepa hacer todo bien. Esto te lleva a querer atacar y defender cada vez mejor. Para eso busco que los chicos sean capaces de entender el juego. Muchas veces se da por hecho que los jugadores entienden completamente el juego y no es así. Creo que cuando juegas entiendes muy poco. Y me incluyo. No es fácil dar soluciones diferentes a diferentes dificultades. La riqueza de tu equipo depende de las soluciones que sepan dar tus futbolistas”. En sintonía con técnicos como Guardiola o Lillo, el entrenador del Oporto no cree que el juego se divida en defensa y ataque. “No lo distingo”, señala. “No entiendo a los que dicen que juegan a la contra. Para jugar a la contra necesitas espacios. Sería absurdo decir que un equipo no quiere aprovechar los espacios porque no juega al contragolpe. Del mismo modo, cuando estamos en campo contrario y perdemos la pelota, intentamos ser muy agresivos. Este robo es una herramienta ofensiva cuando el equipo contrario está estructurando una jugada porque ahí tú sí encuentras espacios”. “La clave pasa por saber qué hacer con la pelota para que la posesión no se nos vuelva en contra”, continúa Lopetegui. “El espacio no se regala. Hay que trabajarlo. Y cuando se tiene debes saber aprovecharlo. A veces puedes correr menos y a veces más porque el contrario también puede llevar la iniciativa. Por eso el jugador debe ser capaz de entender cada vez más el juego”. El cuerpo técnico de Lopetegui está integrado por su ayudante de campo, Julián Calero, y por el preparador físico, Juan Carlos Martínez. Dos maestros en el arte de diseñar simulaciones que ayudan a los jugadores a asimilar conceptos. La vocación pedagógica es evidente. Antes de cada partido hacen dos o tres sesiones de vídeo colectivas y las complementan con hasta siete sesiones individuales. “Debes explicar por qué y para qué se hacen los entrenamientos”, admite Lopetegui. “Antes de la práctica tratamos de enseñar a los jugadores lo que harán y luego estructurar esa manera de jugar en los entrenamientos. Ellos deben saber cuáles son los problemas que presenta cada partido y cuáles son las soluciones que se proponen”. “El jugador aprende por repetición y por descubrimiento espontáneo”, concluye. “Cuando se presenta la situación del partido que has simulado en la práctica, se desencadena la respuesta automatizada. Intentamos automatizar movimientos, pero la línea es muy delgada y si te pasas puedes matar la creatividad. El jugador tiene que tener herramientas para poder sostenerse en la dificultad pero siempre siendo él mismo. El jugador no es una Play Station. Tiene que sentirse liberado. La toma de decisiones no es un derecho, es una exigencia”. El desafío de Lopetegui es épico. Tan grande como introducir una nueva cultura en un exitoso club centenario. Editado 9 Fevereiro 2015 por Ayrton Compartilhar este post Link para o post