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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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:lol: a UE não está mesmo a conseguir lidar

 

Nós não temos de lidar com nada.

Quem tem de lidar é o RU. Quiseram sair e agora aguentem-se à bronca

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Entre o Juncker e o Farage, não sei qual será o mais ridículo.

Meter um eurodeputado na rua, após dizer que se tem que respeitar a democracia britânica e o reino unido ainda se encontra na União Europeia... acho que o Junker ganha de goleada. O Farage não passa dum Paulo Portas da vida.

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Este tipo de incidentes têm-se repetido um pouco por toda a Inglaterra.

 

Citação do jornal "Correio da Manhã" online

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Portugueses vítimas de racismo após referendo Autoridades registaram mais 57% de queixas de crimes de ódio.

 

Cidadãos estrangeiros, incluindo portugueses, foram vítimas de ataques racistas no Reino Unido após o referendo que determinou a saída da União Europeia, tendo as autoridades registado mais 57 por cento de queixas de crimes de ódio desde sexta-feira.

 

Os incidentes aconteceram em Londres, País de Gales ou Norfolk, disseram à agência Lusa vários membros da comunidade portuguesa, que acrescentaram que nem todos são divulgados por receio de reprovação ou represálias. Em Londres, Fátima Lourenço ainda está abalada com o que aconteceu na passada sexta-feira, quando um grupo de jovens com idades entre os 18 e os 20 anos lhe cuspiu na cara e agrediu na rua com uma bandeira inglesa. "Houve pessoas que reagiram, que lhes chamaram nomes e vieram pedir desculpa. Eu não estava à espera, senti-me humilhada e tive de chorar para desabafar", contou à Lusa.

 

O relato, que começou por fazer nas redes sociais, atraiu críticas de compatriotas, mas Fátima Lourenço, que faz trabalho doméstico e vive no Reino Unido há 13 anos, explica que só o fez para partilhar a experiência e para deixar o alerta para outros. "Não acontece só a nós, o meu companheiro trabalha com polacos e eles também disseram que foram insultados", acrescentou. Iolanda Banu Viegas, conselheira das Comunidades Portuguesas em Wrexham, no País de Gales, confirma bastantes situações semelhantes, nomeadamente de comentários maldosos de colegas nos locais de trabalho ou de abuso verbal junto a estabelecimentos portugueses naquela cidade. "Só num dia vi vários casos de pessoas a chegar perto e a gritar 'vão-se embora'. São provocações", lamentou a portuguesa, que também trabalha para uma agência galesa de combate à discriminação para incentivar as pessoas a fazerem queixas formais.

 

Não foi o que aconteceu com Cláudia Martins, motorista de autocarro em Wrexham, que se sentiu hostilizada no posto de correios local, onde foi pedir informação sobre o pedido de cartão de residência que o governo português aconselhou a pedir. "O senhor olhou para mim, disse que não era ali que se fazia e riu-se para o colega. Senti-me mal. Mas, como faço sempre o mesmo serviço de autocarro, também tive pessoas a trazerem-me flores e chocolates e a dizerem-me que fique", disse.

 

Em Thetford, na região de Norfolk, na costa leste de Inglaterra, Joe Barreto, fundador da organizão sem fins lucrativos Simple, confirma que ele próprio também foi vítima de um episódio de xenofobia. "Um carro parou junto à minha família, cuspiu-nos e insultou-nos. Fiz queixa à polícia, mas muitos portugueses aqui não querem falar por medo de represálias", revelou à Lusa. Um emigrante português descreveu que o chefe o agrediu fisicamente, mas que nenhuma das testemunhas o defendeu e por isso não oficializou a queixa, e outros têm sido alvo de abusos verbais. "Já há pessoas a prepararem-se para voltar para Portugal devido ao que estão ao passar e com receio do que se avizinha", afirma Joe Barreto.

 

O conselheiro das Comunidades Portuguesas António Cunha e o vereador de Stockwell, no sul de Londres, Guilherme Rosa, confirmam ter conhecimentos de mais casos na região da capital britânica, nomeadamente através das redes sociais, nos dias após o referendo. Porém, Cunha que vinca os portugueses não são alvo em particular deste tipo de incidentes e que não há "razão para alarme".

 

Nem a Embaixada nem o Consulado portugueses de Londres receberam denúncias oficiais de ataques a portugueses, e a polícia britânica também não confirmou casos específicos nacionais. Porém, o site de denúncia de crimes de ódio (que incluem discriminação racial, religiosa ou sexual) True Vision registou mais 57% de casos entre quinta-feira e domingo relativamente ao mês anterior. Mesmo com a ressalva de que esta não é uma confirmação de um aumento deste tipo de crimes, a polícia disse estar a "trabalhar em proximidade com as comunidades para manter a unidade e tolerância e evitar qualquer tipo de crime de ódio ou abuso na sequência do referendo" à permanência britânica na UE.

 

No Parlamento, na segunda-feira, o primeiro-ministro David Cameron qualificou as situações relatadas na comunicação social britânica, nomeadamente contra polacos Londres e perto de Cambridge, como desprezíveis e valorizou o contributo dos estrangeiros para o país. Mas Fátima Lourenço confessa ter receio de ser novamente confrontada, confiou à Lusa: "Vou continuar aqui, mas vou estar alerta. Adoro vestir a camisola da seleção nos dias dos jogos [de futebol], mas agora vou pensar duas vezes", admitiu.

 

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O coitado ao início a refugiar-se no free speech. Levou com cada p*ta nas ventas que pode ser que aquilo vá ao sítio. :lol:

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Agora o racismo e xenofobia só existem por causa do referendo :lol: Está bem está, durante anos ninguém ligou um crl e os media e politicos do costume eram os primeiros a por água na fervura e diminuir e relativisar atitudes do género, agora que chegou ao bolso é um ai jesus e já vale tudo para salvarem o seu status quo.

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A Marine Le Pen diz que isto é o momento mais importante da história da Europa desde a queda do Muro de Berlim. Isto já nem é só sobre a União Europeia, é sobre o crescimento do nacionalismo na Europa. E chega ao ponto em que o próprio sucesso, ou falta dele, da saída do Reino Unido estará intrinsecamente ligado a esse processo.

 

Já não sei quem foi, mas ainda no outro dia li alguém escrever que é importante que o Reino Unido sofra com esta saída. Não para provar que este projecto europeu tem pernas para andar ou que seja o caminho certo a seguir, mas para quebrar a euforia nacionalista que se gerou por toda a Europa. Este mundo está todo f*dido.

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Agora o racismo e xenofobia só existem por causa do referendo :lol:

 

Claro que não mas deu um boost aos racistas/xenófobos para passar a sentir que tão à vontade de exprimir as suas "ideias".

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A Marine Le Pen diz que isto é o momento mais importante da história da Europa desde a queda do Muro de Berlim. Isto já nem é só sobre a União Europeia, é sobre o crescimento do nacionalismo na Europa. E chega ao ponto em que o próprio sucesso, ou falta dele, da saída do Reino Unido estará intrinsecamente ligado a esse processo.

 

Já não sei quem foi, mas ainda no outro dia li alguém escrever que é importante que o Reino Unido sofra com esta saída. Não para provar que este projecto europeu tem pernas para andar ou que seja o caminho certo a seguir, mas para quebrar a euforia nacionalista que se gerou por toda a Europa. Este mundo está todo f*dido.

Em termos financeiros não sei como se trava o crescimento económico britânico quando este transita para a Commonwealth, para a TPP e para o mercado Chinês. A mercadocracia ou dá um tiro na cabeça do UK e mata-os de vez, ou eles rapidamente provam que a decisão que tomaram, independentemente dos seus motivos, tem pernas para andar.

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Quem tem que levar um grande abanão é a UE. E convém agir já.

 

A França e a Holanda vão a votos daqui a menos de um ano. Na Holanda o PVV (partido nacionalista) lidera as sondagens e tem surgido com um discurso anti-europeísta muito forte e na França ninguém leva a sério a reeleição do Hollande e depois dos atentados a popularidade da Le Pen subiu imenso.

 

Claro que até lá muita coisa pode mudar, esperemos que sim, mas se a UE coaduna com a Hungria como é que se vai colocar perante países com a França e a Holanda no caso da Le Pen e do Wilders vencerem?

 

Se calhar o problema está no facto de partidos como o que governa a Hungria pertencerem ao PPE e se misturarem com liberais e conservadores. Ás tantas já não sabemos bem quem é quem.

 

Claro que não mas deu um boost aos racistas/xenófobos para passar a sentir que tão à vontade de exprimir as suas "ideias".

Sim, mas também não vamos descobrir agora que existem ataques às comunidades estrangeiras no UK, por exemplo.

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Ativistas angolanos vão ser libertados por decisão do Supremo.

 

@SIC N

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No Brasil, a um mês dos JO, a policia manifesta-se desta forma:

 

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Editado por Woyzeck

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Em junho já temos números reais.

 

Como assim? Estás a falar de desorçamentação? Ou de despesa adicional com 35 horas + redução do IVA etc

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