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[Série TV/Livros] Game of Thrones

Publicações recomendadas

Citação de Sandes., há 1 hora:

Porque e' que Dragonstone

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estava vazio quando A Daenerys chegou? O stannis nao levou o povo todo para a wall, pois nao?

 

Não só quando ela chegou. Se ela levou o exército todo para Norte como é que a Cersei não ocupa uma posição estratégica daquelas?

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Dizer que a ultima temporada de GOT é m*rda por causa do final é como dizer que o Porto não foi campeão por causa das arbitragens 

Para alguns é verdade, mas para os mais atentos o problema foi muito maior que isso

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Se tivessem feito 10 episódios, por exemplo, na temporada 7(penso que só teve 8 ) e na temporada 8 podiam ter feitos os acontecimentos de forma mais lógica, provavelmente. Porque a 5 e a 6 apesar do downgrade foram boas.

Editado por JoaoFer

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Citação de JoaoFer, há 35 minutos:

Se tivessem feito 10 episódios, por exemplo, na temporada 7(penso que só teve 8 ) e na temporada 8 podiam ter feitos os acontecimentos de forma mais lógica, provavelmente. Porque a 5 e a 6 apesar do downgrade foram boas.

Se com o pouco tempo que tiveram, o encheram da forma que encheram, o que é que faz pensar que seria diferente com mais episódios?

Já agora, alguém que me esclareça: qual é a mensagem final da série? Ou tem alguma sequer?

Editado por Rōnin

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Citação de Rōnin, há 1 hora:

Já agora, alguém que me esclareça: qual é a mensagem final da série? Ou tem alguma sequer?

o idealismo é perigoso.

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Citação de Rōnin, há 1 hora:

Já agora, alguém que me esclareça: qual é a mensagem final da série? Ou tem alguma sequer?

Toda a gente gosta de uma boa história trágica

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Citação de HIM, há 13 horas:

Acho que este sempre foi o final do esperado.. E @Black Hawk se pensares no assunto . 

 

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O Bran está claramente mais interessado noutras coisas do que propriamente reinar. A última cena dele é demonstrativa disso mesmo. Ele “deixa” os outros reinarem, sendo um rei mais passivo, mas mantendo controlo sobre tudo. Honestamente, faz todo o sentido. Quem melhor para reinar do que alguém capaz de obter ensinamentos dos maiores e melhores Reis do passado?

A linhagem do Jon é extremamente importante para a narrativa, mas a narrativa foi tão “apressada” que nem quase dá para reparar nisso. A Dany começa a “virar” no momento em que a Missandei é morta e sabe que o Jon é o legítimo rei. 

 

Honestamente, este sempre foi o final que faria mais sentido. E ao contrário do que dizem, este episódio foi dos melhores das últimas seasons. Sim, apressado, como toda esta Season, mas é o que faz mais lógica....acho que o hate vem por causa do hate que a própria season tem. Foi um bocado por arrasto, e não tanto por merecer....

Só a cena da Arya é que foi um bocado .... meh.

 

E o Drogon fugir com o corpo da Dany foi heartbreaking

PS - o Bran não é imortal? O anterior Third Eye Raven não viveu milhares (ou centenas) de anos? Ele não se pode Wargar noutras pessoas quando estiver simplesmente à beira da morte? 

 

Citação de Kendrick Lmao, há 6 horas:

@Black Hawk em relação a arya

 

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Respondo aos dois dentro do spoiler, porque sempre que tento fazer posts que misturem vários quotes e spoilers isto dá para o torto.

Sobre o Bran, acho curto. Demasiado curto. A série teve oito temporadas, isto equivale a umas 70 a 80 horas de duração, e é manifestamente insuficiente que o primeiro foco de character development do Bran após a gruta nos seja dado nos quinze minutos finais da série, numa fase em que ele já é rei.

Pensem bem nisso: não sabemos que poderes tem o Bran; não sabemos até onde vão esses poderes que desconhecemos; não sabemos quem é ESTE Bran (pois o outro morreu); nem sequer temos qualquer indício mínimo ao longo de toda a série de que ele poderá vir a ser rei. Ou seja, acompanhámos uma série durante nove anos, uma série em que o foco sempre foi quem terminaria como rei, para que no final fosse a personagem que pior conhecemos porque aqueles dois palermas decidiram que não era importante conhecermos aquele que no final ganhou o trono.

Seven Hells, é até a personagem que desapareceu durante uma temporada inteira!

Faltou ali character development e, principalmente, uma melhor perspetiva sobre quem é o Bran. É que assim nem sequer se aceita que aquele Conselho o tenha eleito rei. Eles estão a aceitar para rei um miúdo que não conhecem? Coloquem-se na posição dos outros lordes: aceitavam para rei um tipo que não conhecem, que não demonstrou qualquer apetência para as armas, que não teve papel ativo em nada do que aconteceu nos Sete Reinos desde o primeiro episódio? É chamar-nos burros à descarada...

Sobre a Arya, eu lembro-me disso. A cena é que, e roubando o título do vídeo que aí meteram há uma semana, foreshadowing não é character development. Isso é um pequeno foreshadowing para o final dela. Faltou explicar quando é que ela começou a sentir esse desejo, faltou perceber de onde surgiu esse desejo, quando é que ela tomou essa decisão... Faltou character development nesse sentido. E isto aplica-se também ao Jon e à felicidade em ir para norte da Muralha.

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O Bran não é a personagem com mais capítulos nos livros? Tirando o Tyrion

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Citação de Rōnin, há 1 hora:

Se com o pouco tempo que tiveram, o encheram da forma que encheram, o que é que faz pensar que seria diferente com mais episódios?

Já agora, alguém que me esclareça: qual é a mensagem final da série? Ou tem alguma sequer?

Wishful thinking.

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Sobre isso do Bran acabar como Rei já anda aí malta a dizer que nos Livros o destino pode ser o mesmo com base nestes dois quotes (AGOT):

Spoiler
Bran saw his father's face change, saw the other men exchange glances. He loved Jon with all his heart at that moment. Even at seven, Bran understood what his brother had done. The count had come right only because Jon had omitted himself. He had included the girls, included even Rickon, the baby, but not the bastard who bore the surname Snow, the name that custom decreed be given to all those in the north unlucky enough to be born with no name of their own.

 

Spoiler
Bran shook his head. "I was just remembering," he said. "Jory brought us here once, to fish for trout. You and me and Jon. Do you remember?"
 

 

Tenho muitas dúvidas disto mas...

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Já agora, se alguém estiver interessado nas minhas ideias sobre a série, teria feito isto de uma forma tão diferente de forma a chegar ao mesmo final...

 

Julgo que os erros começaram logo no primeiro episódio da Season 7, quando a Daenerys foi desembarcar a Dragonstone. Eu não o faria; comigo, ela iria desembarcar a Dorne. Isto por dois motivos:

1) daria alguma relevância na narrativa a Dorne. Aquando do primeiro episódio da Season 7 ainda havia personagens dornesas na história;

2) faz mais sentido que ela fosse para Dorne porque aquela gente toda que foi com ela não cabia em Dragonstone e esta estaria ocupada por uma guarnição dos Lannister (porque alguém em Kings Landing haveria de ter inteligência suficiente para compreender a importância estratégica daquela ilha).

Quando chegasse a Dorne, ela teria com ela o apoio dos Dorneses, dos Greyjoy (da irmã do Theon), dos Dothraki e dos Unsullied, mas não os Tyrrel. Os Tyrrel não seriam aliados Targaryen porque, ao contrário de Dorne que são aliados naturais (quem leu os livros deve entender isto melhor), não têm grande ligação a eles. Estariam sossegados no seu canto a lamber as feridas depois de perderem quase toda a família em Baelor.

A Daenerys começa a conquistar os reinos adjacentes a Dorne. Manda Dothraki abrir caminho e eles fazem a única coisa que sempre souberam fazer: pilhar, saquear, violar e roubar. Destroem tudo à sua passagem. Varys e Tyrion, claro, opõem-se, ao que a Daenerys contemporiza dizendo que eles estão a derrotar os seus inimigos. Primeiro red flag.

Conquista Storms End, casa ancestral dos Baratheon, que se rende perante a visão de três dragões. Quando, mais tarde, a Daenerys legitimar o Gendry e lhe der a cidade do seu pai, terá maior impacto ela dar-lhe uma cidade que já é sua do que aquilo que aconteceu na série, que foi no fundo dar algo que não lhe pertencia.

Quando ela for conquistar Dragonstone, oferece rendição à guarnição Lannister. Estes recusam, ela começa a fazer chover fogo sobre eles, os restantes rendem-se, ela executa-os à mesma apesar do conselho adverso de Tyrion e Varys. Segundo red flag.

Algures durante este período, e enquanto o Night King anda algures a norte da Muralha, o Jon vai ao encontro da Daenerys tal como aconteceu na série. Recusa aceitá-la como rainha, mas acompanha-a a pedido desta na campanha contra Highgarden. Apaixona-se por ela, tal como na série (isto é importante que aconteça).

A Daenerys avança sobre a cidade com um exército de dorneses e dothrakis. Os Tyrrel são inimigos ancestrais dos Martell de Dorne e não suportariam jamais a humilhação de se renderem perante eles, e ainda estão assados com aquilo que os dothraki foram fazendo nas terras dos seus vassalos. Recusam abrir o castelo à Daenerys. Esta, assumindo a sua postura de "ou estão comigo ou contra mim", transformam Highgarden num novo Harrenhall.

Para o Varys e o Tyrion, terceiro red flag e começam a ponderar seriamente se devem manter a sua obediência à Daenerys.

O Jon, perante a visão aterradora de três dragões a derreterem um castelo de pedra, faz o mesmo que o último rei Stark fez perante Aegon, o Conquistador, após este derreter Harrenhall: dobra o joelho. Paralelismo com acontecimento anterior, that went full circle. Vai para norte reunir um exército de nortenhos para apoiar a Daenerys contra os Lannister, percebendo que não tem outra alternativa a fazê-lo por três motivos:

1) precisa das forças da Daenerys e dos três dragões para se opor ao Night King, e a Daenerys só aceita ir para norte depois de conquistar o Iron Throne;

2) que se não a tiver como aliada, ela irá eventualmente conquistar Westeros e irá para norte fazer chover fogo sobre Winterfell, tal como o fez sobre Highgarden;

3) já não lavrava as partes baixas de uma mulher desde que a Ygritte lhe espetou meia dúzia de flechas no lombo e tomou o gosto a montar o dragão.

No regresso a Winterfell, encontra o Sam e o Bran e descobre aí a verdade sobre os seus pais. Conta à Arya e à Sansa a verdade.

De notar que a Daenerys derrete o castelo de Highgarden, mas não mata civis. Lá dentro só estariam a Ollena e os seus soldados. A Daenerys ainda não entrou na espiral de loucura, continua apenas no mesmo mindset que a levou a varrer Astapor e Vaes Dothrak do mapa.

Durante o período descrito nos últimos parágrafos, a Cersei reforça as defesas de Kings Landing, traz a Companhia Dourada de Essos, fortifica as possessões de Casterly Rock e Lannisport, garante o controlo dos principais castelos das Riverlands.

Continuando, após derreter Highgarden, a Daenerys começa a planear a conquista de Casterly Rock e Kings Landing. O Varys, nesta fase, já percebeu que a Daenerys não bate bem da cabeça e começa a conspirar contra ela, eventualmente encontra na Sansa uma eventual aliada pois esta não gosta nem um pouco da ideia de o Jon decidir abdicar da independência do Norte. A Sansa conta-lhe o segredo do Jon. O Varys começa a conspirar para promover a queda da Daenerys e a espalhar a verdade sobre o segredo do Jon Snow, que se torna um boato generalizado como em tempos o foi a relação incestuosa dos gémeos Lannister.

O Varys, de forma a enfraquecer a Daenerys tendo em vista o fortalecimento da posição do Jon Snow, arranja maneira de os planos da Daenerys serem descobertos pelos Lannister e boa parte do seu exército e frota são alvos de emboscadas. O Viserion e a Missandei morrem numa destas cenas.

A Daenerys percebe que está a ser traída, mas como não sabe de onde, começa a duvidar dos seus aliados e vai ficando paranóica. Aqui, sim, começa a espiral de loucura da Daenerys. Para onde quer que olhe, vê inimigos, mesmo quando eles não o são, e não consegue lidar com a traição que levou à morte do dragão e da Missandei.

O Jon, nesta fase, pode aperceber-se que é o Varys quem anda a minar a Daenerys, e para mostrar à sua rainha que lhe é leal e que não quer o trono, entrega-o. Ela executa-o.

Decide avançar em força sobre Kings Landing com aqueles em quem confia: Unsullied e Dothraki. O Jon avança sobre a cidade, mas chega já no final da batalha, como um dia o Ned Stark chegou no final do saque de Kings Landing às mãos do Tywin Lannister. Quando lá chega, a cidade está destruída. A Daenerys, nesta fase já borderline louca, atacou a cidade com o Drogon e o Rhaegal. Um dos escorpiões fez aquilo que a série nos procurou vender e matou o Rhaegal, a Daenerys flipou de vez e arrasou mais uma cidade.

No mesmo exato momento em que a Daenerys arrasa Kings Landing, o Night King manda abaixo a Muralha com o Corno de Joramun.

O Jon, ao chegar à Red Keep, mata a Daenerys tal como aconteceu na série, o Drogon foge. Pormenor importante aqui: ele matou a mulher que ama como um dia Azor Ahai teve de matar o seu grande amor de forma a forjar a Lightbringer. O Jon é o Príncipe que foi prometido, nascido de sal e fogo, blablabla profecias.

Chega-lhes a informação da queda da Muralha, os mortos estão a matar os vivos que encontram e já vêm por lá abaixo, os que podem fogem para sul, não há tempo para discutir quem deve ser rei ou não, muito menos para vinganças, grande batalha algures (eu até proponho o Tridente, o mesmo local em que o Robert matou o Rhaegar), o Jon lidera um grande exército de vivos contra os mortos tal como as profecias indiciavam.

Aqui chegados, temos finalmente um vislumbre dos poderes do Bran. Ele entra na mente do Drogon e, quando tudo parece perdido, o Drogon, sob controlo do Bran, começa a varrer os mortos com fogo.

Chegados aqui já nem me interessa se é o Jon, a Arya ou o crl que f*da que mate o Night King. A batalha é ganha. O Bran é aclamado rei porque todos reconhecem que ele é demasiado poderoso. O Jon vai então para norte da Muralha porque sim, porque não quer ser rei, porque está desgostoso por ter assassinado a mulher que amava. A Arya vai para onde quiser, a Sansa é rainha no norte porque o Bran aceita e ninguém os tem no sítio para reclamar uma decisão dele.

Créditos finais. Seria uma m*rda? Epa, ya. Mas não seria pior do que foi ihib

PS: O Jaime matava a Cersei. Por qualquer motivo, a Cersei estaria numa posição em que iria morrer anyway, e o Jaime sufocava-a com as próprias mãos para que ela não sofresse mais. As coisas que ele faz por amor...

Isto foi o que me saiu em 20 minutos, depois de um dia extenuante de trabalho e sem grande discernimento para pensar em detalhes. Se tivesse dez anos para dedicar inteiramente a isto talvez conseguisse algo mais elaborado...

Editado por Black Hawk
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Citação de Black Hawk, há 31 minutos:

Já agora, se alguém estiver interessado nas minhas ideias sobre a série, teria feito isto de uma forma tão diferente de forma a chegar ao mesmo final...

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Julgo que os erros começaram logo no primeiro episódio da Season 7, quando a Daenerys foi desembarcar a Dragonstone. Eu não o faria; comigo, ela iria desembarcar a Dorne. Isto por dois motivos:

1) daria alguma relevância na narrativa a Dorne. Aquando do primeiro episódio da Season 7 ainda havia personagens dornesas na história;

2) faz mais sentido que ela fosse para Dorne porque aquela gente toda que foi com ela não cabia em Dragonstone e esta estaria ocupada por uma guarnição dos Lannister (porque alguém em Kings Landing haveria de ter inteligência suficiente para compreender a importância estratégica daquela ilha).

Quando chegasse a Dorne, ela teria com ela o apoio dos Dorneses, dos Greyjoy (da irmã do Theon), dos Dothraki e dos Unsullied, mas não os Tyrrel. Os Tyrrel não seriam aliados Targaryen porque, ao contrário de Dorne que são aliados naturais (quem leu os livros deve entender isto melhor), não têm grande ligação a eles. Estariam sossegados no seu canto a lamber as feridas depois de perderem quase toda a família em Baelor.

A Daenerys começa a conquistar os reinos adjacentes a Dorne. Manda Dothraki abrir caminho e eles fazem a única coisa que sempre souberam fazer: pilhar, saquear, violar e roubar. Destroem tudo à sua passagem. Varys e Tyrion, claro, opõem-se, ao que a Daenerys contemporiza dizendo que eles estão a derrotar os seus inimigos. Primeiro red flag.

Conquista Storms End, casa ancestral dos Baratheon, que se rende perante a visão de três dragões. Quando, mais tarde, a Daenerys legitimar o Gendry e lhe der a cidade do seu pai, terá maior impacto ela dar-lhe uma cidade que já é sua do que aquilo que aconteceu na série, que foi no fundo dar algo que não lhe pertencia.

Quando ela for conquistar Dragonstone, oferece rendição à guarnição Lannister. Estes recusam, ela começa a fazer chover fogo sobre eles, os restantes rendem-se, ela executa-os à mesma apesar do conselho adverso de Tyrion e Varys. Segundo red flag.

Algures durante este período, e enquanto o Night King anda algures a norte da Muralha, o Jon vai ao encontro da Daenerys tal como aconteceu na série. Recusa aceitá-la como rainha, mas acompanha-a a pedido desta na campanha contra Highgarden. Apaixona-se por ela, tal como na série (isto é importante que aconteça).

A Daenerys avança sobre a cidade com um exército de dorneses e dothrakis. Os Tyrrel são inimigos ancestrais dos Martell de Dorne e não suportariam jamais a humilhação de se renderem perante eles, e ainda estão assados com aquilo que os dothraki foram fazendo nas terras dos seus vassalos. Recusam abrir o castelo à Daenerys. Esta, assumindo a sua postura de "ou estão comigo ou contra mim", transformam Highgarden num novo Harrenhall.

Para o Varys e o Tyrion, terceiro red flag e começam a ponderar seriamente se devem manter a sua obediência à Daenerys.

O Jon, perante a visão aterradora de três dragões a derreterem um castelo de pedra, faz o mesmo que o último rei Stark fez perante Aegon, o Conquistador, após este derreter Harrenhall: dobra o joelho. Paralelismo com acontecimento anterior, that went full circle. Vai para norte reunir um exército de nortenhos para apoiar a Daenerys contra os Lannister, percebendo que não tem outra alternativa a fazê-lo por três motivos:

1) precisa das forças da Daenerys e dos três dragões para se opor ao Night King, e a Daenerys só aceita ir para norte depois de conquistar o Iron Throne;

2) que se não a tiver como aliada, ela irá eventualmente conquistar Westeros e irá para norte fazer chover fogo sobre Winterfell, tal como o fez sobre Highgarden;

3) já não lavrava as partes baixas de uma mulher desde que a Ygritte lhe espetou meia dúzia de flechas no lombo e tomou o gosto a montar o dragão.

No regresso a Winterfell, encontra o Sam e o Bran e descobre aí a verdade sobre os seus pais. Conta à Arya e à Sansa a verdade.

De notar que a Daenerys derrete o castelo de Highgarden, mas não mata civis. Lá dentro só estariam a Ollena e os seus soldados. A Daenerys ainda não entrou na espiral de loucura, continua apenas no mesmo mindset que a levou a varrer Astapor e Vaes Dothrak do mapa.

Durante o período descrito nos últimos parágrafos, a Cersei reforça as defesas de Kings Landing, traz a Companhia Dourada de Essos, fortifica as possessões de Casterly Rock e Lannisport, garante o controlo dos principais castelos das Riverlands.

Continuando, após derreter Highgarden, a Daenerys começa a planear a conquista de Casterly Rock e Kings Landing. O Varys, nesta fase, já percebeu que a Daenerys não bate bem da cabeça e começa a conspirar contra ela, eventualmente encontra na Sansa uma eventual aliada pois esta não gosta nem um pouco da ideia de o Jon decidir abdicar da independência do Norte. A Sansa conta-lhe o segredo do Jon. O Varys começa a conspirar para promover a queda da Daenerys e a espalhar a verdade sobre o segredo do Jon Snow, que se torna um boato generalizado como em tempos o foi a relação incestuosa dos gémeos Lannister.

O Varys, de forma a enfraquecer a Daenerys tendo em vista o fortalecimento da posição do Jon Snow, arranja maneira de os planos da Daenerys serem descobertos pelos Lannister e boa parte do seu exército e frota são alvos de emboscadas. O Viserion e a Missandei morrem numa destas cenas.

A Daenerys percebe que está a ser traída, mas como não sabe de onde, começa a duvidar dos seus aliados e vai ficando paranóica. Aqui, sim, começa a espiral de loucura da Daenerys. Para onde quer que olhe, vê inimigos, mesmo quando eles não o são, e não consegue lidar com a traição que levou à morte do dragão e da Missandei.

O Jon, nesta fase, pode aperceber-se que é o Varys quem anda a minar a Daenerys, e para mostrar à sua rainha que lhe é leal e que não quer o trono, entrega-o. Ela executa-o.

Decide avançar em força sobre Kings Landing com aqueles em quem confia: Unsullied e Dothraki. O Jon avança sobre a cidade, mas chega já no final da batalha, como um dia o Ned Stark chegou no final do saque de Kings Landing às mãos do Tywin Lannister. Quando lá chega, a cidade está destruída. A Daenerys, nesta fase já borderline louca, atacou a cidade com o Drogon e o Rhaegal. Um dos escorpiões fez aquilo que a série nos procurou vender e matou o Rhaegal, a Daenerys flipou de vez e arrasou mais uma cidade.

No mesmo exato momento em que a Daenerys arrasa Kings Landing, o Night King manda abaixo a Muralha com o Corno de Joramun.

O Jon, ao chegar à Red Keep, mata a Daenerys tal como aconteceu na série, o Drogon foge. Pormenor importante aqui: ele matou a mulher que ama como um dia Azor Ahai teve de matar o seu grande amor de forma a forjar a Lightbringer. O Jon é o Príncipe que foi prometido, nascido de sal e fogo, blablabla profecias.

Chega-lhes a informação da queda da Muralha, os mortos estão a matar os vivos que encontram e já vêm por lá abaixo, os que podem fogem para sul, não há tempo para discutir quem deve ser rei ou não, muito menos para vinganças, grande batalha algures (eu até proponho o Tridente, o mesmo local em que o Robert matou o Rhaegar), o Jon lidera um grande exército de vivos contra os mortos tal como as profecias indiciavam.

Aqui chegados, temos finalmente um vislumbre dos poderes do Bran. Ele entra na mente do Drogon e, quando tudo parece perdido, o Drogon, sob controlo do Bran, começa a varrer os mortos com fogo.

Chegados aqui já nem me interessa se é o Jon, a Arya ou o crl que f*da que mate o Night King. A batalha é ganha. O Bran é aclamado rei porque todos reconhecem que ele é demasiado poderoso. O Jon vai então para norte da Muralha porque sim, porque não quer ser rei, porque está desgostoso por ter assassinado a mulher que amava. A Arya vai para onde quiser, a Sansa é rainha no norte porque o Bran aceita e ninguém os tem no sítio para reclamar uma decisão dele.

Créditos finais. Seria uma m*rda? Epa, ya. Mas não seria pior do que foi ihib

PS: O Jaime matava a Cersei. Por qualquer motivo, a Cersei estaria numa posição em que iria morrer anyway, e o Jaime sufocava-a com as próprias mãos para que ela não sofresse mais. As coisas que ele faz por amor...

Pelo menos tinha mais lógica fds.

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@Black Hawk

Muito bom, muito mais coerente do que aconteceu. Algumas dúvidas/curiosidades e elementos adicionais para complementar a tua ideia:

Spoiler

Dúvidas:

1) Introduzias o Euron Greyjoy na mesma?
2) Na tua narrativa, existiria Cleganebowl? Se sim, como?
3) Que acontece à Melisandre?

Elementos adicionais:

1) Para a morte do Rhaegal ser mais realista, existiria um diálogo pré-batalha entre a Cersei e o Qyburn em que eles referem que trouxeram armas de aço valiriano para derreter e transformar nas pontas dos projécteis dos escorpiões;
2) A tal emboscada que referes podia ser naval, ao largo de Fair Isle, num paralelismo invertido com a emboscada do Stannis ao Victarion nos livros, introduzindo aqui o Euron, que capturava a Yara;
3) Theon não morre como morreu, antes sacrifica-se quando o Euron ia matar o Jon pelas costas numa batalha qualquer, aproveitando o Jon para o matar e, nos seus últimos momentos, o Theon pede desculpa pela traição ao Robb e aos Stark, que o Jon concede.

 

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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Já agora, se alguém estiver interessado nas minhas ideias sobre a série, teria feito isto de uma forma tão diferente de forma a chegar ao mesmo final...

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Julgo que os erros começaram logo no primeiro episódio da Season 7, quando a Daenerys foi desembarcar a Dragonstone. Eu não o faria; comigo, ela iria desembarcar a Dorne. Isto por dois motivos:

1) daria alguma relevância na narrativa a Dorne. Aquando do primeiro episódio da Season 7 ainda havia personagens dornesas na história;

2) faz mais sentido que ela fosse para Dorne porque aquela gente toda que foi com ela não cabia em Dragonstone e esta estaria ocupada por uma guarnição dos Lannister (porque alguém em Kings Landing haveria de ter inteligência suficiente para compreender a importância estratégica daquela ilha).

Quando chegasse a Dorne, ela teria com ela o apoio dos Dorneses, dos Greyjoy (da irmã do Theon), dos Dothraki e dos Unsullied, mas não os Tyrrel. Os Tyrrel não seriam aliados Targaryen porque, ao contrário de Dorne que são aliados naturais (quem leu os livros deve entender isto melhor), não têm grande ligação a eles. Estariam sossegados no seu canto a lamber as feridas depois de perderem quase toda a família em Baelor.

A Daenerys começa a conquistar os reinos adjacentes a Dorne. Manda Dothraki abrir caminho e eles fazem a única coisa que sempre souberam fazer: pilhar, saquear, violar e roubar. Destroem tudo à sua passagem. Varys e Tyrion, claro, opõem-se, ao que a Daenerys contemporiza dizendo que eles estão a derrotar os seus inimigos. Primeiro red flag.

Conquista Storms End, casa ancestral dos Baratheon, que se rende perante a visão de três dragões. Quando, mais tarde, a Daenerys legitimar o Gendry e lhe der a cidade do seu pai, terá maior impacto ela dar-lhe uma cidade que já é sua do que aquilo que aconteceu na série, que foi no fundo dar algo que não lhe pertencia.

Quando ela for conquistar Dragonstone, oferece rendição à guarnição Lannister. Estes recusam, ela começa a fazer chover fogo sobre eles, os restantes rendem-se, ela executa-os à mesma apesar do conselho adverso de Tyrion e Varys. Segundo red flag.

Algures durante este período, e enquanto o Night King anda algures a norte da Muralha, o Jon vai ao encontro da Daenerys tal como aconteceu na série. Recusa aceitá-la como rainha, mas acompanha-a a pedido desta na campanha contra Highgarden. Apaixona-se por ela, tal como na série (isto é importante que aconteça).

A Daenerys avança sobre a cidade com um exército de dorneses e dothrakis. Os Tyrrel são inimigos ancestrais dos Martell de Dorne e não suportariam jamais a humilhação de se renderem perante eles, e ainda estão assados com aquilo que os dothraki foram fazendo nas terras dos seus vassalos. Recusam abrir o castelo à Daenerys. Esta, assumindo a sua postura de "ou estão comigo ou contra mim", transformam Highgarden num novo Harrenhall.

Para o Varys e o Tyrion, terceiro red flag e começam a ponderar seriamente se devem manter a sua obediência à Daenerys.

O Jon, perante a visão aterradora de três dragões a derreterem um castelo de pedra, faz o mesmo que o último rei Stark fez perante Aegon, o Conquistador, após este derreter Harrenhall: dobra o joelho. Paralelismo com acontecimento anterior, that went full circle. Vai para norte reunir um exército de nortenhos para apoiar a Daenerys contra os Lannister, percebendo que não tem outra alternativa a fazê-lo por três motivos:

1) precisa das forças da Daenerys e dos três dragões para se opor ao Night King, e a Daenerys só aceita ir para norte depois de conquistar o Iron Throne;

2) que se não a tiver como aliada, ela irá eventualmente conquistar Westeros e irá para norte fazer chover fogo sobre Winterfell, tal como o fez sobre Highgarden;

3) já não lavrava as partes baixas de uma mulher desde que a Ygritte lhe espetou meia dúzia de flechas no lombo e tomou o gosto a montar o dragão.

No regresso a Winterfell, encontra o Sam e o Bran e descobre aí a verdade sobre os seus pais. Conta à Arya e à Sansa a verdade.

De notar que a Daenerys derrete o castelo de Highgarden, mas não mata civis. Lá dentro só estariam a Ollena e os seus soldados. A Daenerys ainda não entrou na espiral de loucura, continua apenas no mesmo mindset que a levou a varrer Astapor e Vaes Dothrak do mapa.

Durante o período descrito nos últimos parágrafos, a Cersei reforça as defesas de Kings Landing, traz a Companhia Dourada de Essos, fortifica as possessões de Casterly Rock e Lannisport, garante o controlo dos principais castelos das Riverlands.

Continuando, após derreter Highgarden, a Daenerys começa a planear a conquista de Casterly Rock e Kings Landing. O Varys, nesta fase, já percebeu que a Daenerys não bate bem da cabeça e começa a conspirar contra ela, eventualmente encontra na Sansa uma eventual aliada pois esta não gosta nem um pouco da ideia de o Jon decidir abdicar da independência do Norte. A Sansa conta-lhe o segredo do Jon. O Varys começa a conspirar para promover a queda da Daenerys e a espalhar a verdade sobre o segredo do Jon Snow, que se torna um boato generalizado como em tempos o foi a relação incestuosa dos gémeos Lannister.

O Varys, de forma a enfraquecer a Daenerys tendo em vista o fortalecimento da posição do Jon Snow, arranja maneira de os planos da Daenerys serem descobertos pelos Lannister e boa parte do seu exército e frota são alvos de emboscadas. O Viserion e a Missandei morrem numa destas cenas.

A Daenerys percebe que está a ser traída, mas como não sabe de onde, começa a duvidar dos seus aliados e vai ficando paranóica. Aqui, sim, começa a espiral de loucura da Daenerys. Para onde quer que olhe, vê inimigos, mesmo quando eles não o são, e não consegue lidar com a traição que levou à morte do dragão e da Missandei.

O Jon, nesta fase, pode aperceber-se que é o Varys quem anda a minar a Daenerys, e para mostrar à sua rainha que lhe é leal e que não quer o trono, entrega-o. Ela executa-o.

Decide avançar em força sobre Kings Landing com aqueles em quem confia: Unsullied e Dothraki. O Jon avança sobre a cidade, mas chega já no final da batalha, como um dia o Ned Stark chegou no final do saque de Kings Landing às mãos do Tywin Lannister. Quando lá chega, a cidade está destruída. A Daenerys, nesta fase já borderline louca, atacou a cidade com o Drogon e o Rhaegal. Um dos escorpiões fez aquilo que a série nos procurou vender e matou o Rhaegal, a Daenerys flipou de vez e arrasou mais uma cidade.

No mesmo exato momento em que a Daenerys arrasa Kings Landing, o Night King manda abaixo a Muralha com o Corno de Joramun.

O Jon, ao chegar à Red Keep, mata a Daenerys tal como aconteceu na série, o Drogon foge. Pormenor importante aqui: ele matou a mulher que ama como um dia Azor Ahai teve de matar o seu grande amor de forma a forjar a Lightbringer. O Jon é o Príncipe que foi prometido, nascido de sal e fogo, blablabla profecias.

Chega-lhes a informação da queda da Muralha, os mortos estão a matar os vivos que encontram e já vêm por lá abaixo, os que podem fogem para sul, não há tempo para discutir quem deve ser rei ou não, muito menos para vinganças, grande batalha algures (eu até proponho o Tridente, o mesmo local em que o Robert matou o Rhaegar), o Jon lidera um grande exército de vivos contra os mortos tal como as profecias indiciavam.

Aqui chegados, temos finalmente um vislumbre dos poderes do Bran. Ele entra na mente do Drogon e, quando tudo parece perdido, o Drogon, sob controlo do Bran, começa a varrer os mortos com fogo.

Chegados aqui já nem me interessa se é o Jon, a Arya ou o crl que f*da que mate o Night King. A batalha é ganha. O Bran é aclamado rei porque todos reconhecem que ele é demasiado poderoso. O Jon vai então para norte da Muralha porque sim, porque não quer ser rei, porque está desgostoso por ter assassinado a mulher que amava. A Arya vai para onde quiser, a Sansa é rainha no norte porque o Bran aceita e ninguém os tem no sítio para reclamar uma decisão dele.

Créditos finais. Seria uma m*rda? Epa, ya. Mas não seria pior do que foi ihib

PS: O Jaime matava a Cersei. Por qualquer motivo, a Cersei estaria numa posição em que iria morrer anyway, e o Jaime sufocava-a com as próprias mãos para que ela não sofresse mais. As coisas que ele faz por amor...

Isto foi o que me saiu em 20 minutos, depois de um dia extenuante de trabalho e sem grande discernimento para pensar em detalhes. Se tivesse dez anos para dedicar inteiramente a isto talvez conseguisse algo mais elaborado...

És genial. ❤️

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Game Of Thrones Season 8 Bonus Episode Trailer and Game Of Thrones Prequel Breakdown

Spoiler

 

 

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Citação de Black Hawk, há 3 horas:

Já agora, se alguém estiver interessado nas minhas ideias sobre a série, teria feito isto de uma forma tão diferente de forma a chegar ao mesmo final...

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Julgo que os erros começaram logo no primeiro episódio da Season 7, quando a Daenerys foi desembarcar a Dragonstone. Eu não o faria; comigo, ela iria desembarcar a Dorne. Isto por dois motivos:

1) daria alguma relevância na narrativa a Dorne. Aquando do primeiro episódio da Season 7 ainda havia personagens dornesas na história;

2) faz mais sentido que ela fosse para Dorne porque aquela gente toda que foi com ela não cabia em Dragonstone e esta estaria ocupada por uma guarnição dos Lannister (porque alguém em Kings Landing haveria de ter inteligência suficiente para compreender a importância estratégica daquela ilha).

Quando chegasse a Dorne, ela teria com ela o apoio dos Dorneses, dos Greyjoy (da irmã do Theon), dos Dothraki e dos Unsullied, mas não os Tyrrel. Os Tyrrel não seriam aliados Targaryen porque, ao contrário de Dorne que são aliados naturais (quem leu os livros deve entender isto melhor), não têm grande ligação a eles. Estariam sossegados no seu canto a lamber as feridas depois de perderem quase toda a família em Baelor.

A Daenerys começa a conquistar os reinos adjacentes a Dorne. Manda Dothraki abrir caminho e eles fazem a única coisa que sempre souberam fazer: pilhar, saquear, violar e roubar. Destroem tudo à sua passagem. Varys e Tyrion, claro, opõem-se, ao que a Daenerys contemporiza dizendo que eles estão a derrotar os seus inimigos. Primeiro red flag.

Conquista Storms End, casa ancestral dos Baratheon, que se rende perante a visão de três dragões. Quando, mais tarde, a Daenerys legitimar o Gendry e lhe der a cidade do seu pai, terá maior impacto ela dar-lhe uma cidade que já é sua do que aquilo que aconteceu na série, que foi no fundo dar algo que não lhe pertencia.

Quando ela for conquistar Dragonstone, oferece rendição à guarnição Lannister. Estes recusam, ela começa a fazer chover fogo sobre eles, os restantes rendem-se, ela executa-os à mesma apesar do conselho adverso de Tyrion e Varys. Segundo red flag.

Algures durante este período, e enquanto o Night King anda algures a norte da Muralha, o Jon vai ao encontro da Daenerys tal como aconteceu na série. Recusa aceitá-la como rainha, mas acompanha-a a pedido desta na campanha contra Highgarden. Apaixona-se por ela, tal como na série (isto é importante que aconteça).

A Daenerys avança sobre a cidade com um exército de dorneses e dothrakis. Os Tyrrel são inimigos ancestrais dos Martell de Dorne e não suportariam jamais a humilhação de se renderem perante eles, e ainda estão assados com aquilo que os dothraki foram fazendo nas terras dos seus vassalos. Recusam abrir o castelo à Daenerys. Esta, assumindo a sua postura de "ou estão comigo ou contra mim", transformam Highgarden num novo Harrenhall.

Para o Varys e o Tyrion, terceiro red flag e começam a ponderar seriamente se devem manter a sua obediência à Daenerys.

O Jon, perante a visão aterradora de três dragões a derreterem um castelo de pedra, faz o mesmo que o último rei Stark fez perante Aegon, o Conquistador, após este derreter Harrenhall: dobra o joelho. Paralelismo com acontecimento anterior, that went full circle. Vai para norte reunir um exército de nortenhos para apoiar a Daenerys contra os Lannister, percebendo que não tem outra alternativa a fazê-lo por três motivos:

1) precisa das forças da Daenerys e dos três dragões para se opor ao Night King, e a Daenerys só aceita ir para norte depois de conquistar o Iron Throne;

2) que se não a tiver como aliada, ela irá eventualmente conquistar Westeros e irá para norte fazer chover fogo sobre Winterfell, tal como o fez sobre Highgarden;

3) já não lavrava as partes baixas de uma mulher desde que a Ygritte lhe espetou meia dúzia de flechas no lombo e tomou o gosto a montar o dragão.

No regresso a Winterfell, encontra o Sam e o Bran e descobre aí a verdade sobre os seus pais. Conta à Arya e à Sansa a verdade.

De notar que a Daenerys derrete o castelo de Highgarden, mas não mata civis. Lá dentro só estariam a Ollena e os seus soldados. A Daenerys ainda não entrou na espiral de loucura, continua apenas no mesmo mindset que a levou a varrer Astapor e Vaes Dothrak do mapa.

Durante o período descrito nos últimos parágrafos, a Cersei reforça as defesas de Kings Landing, traz a Companhia Dourada de Essos, fortifica as possessões de Casterly Rock e Lannisport, garante o controlo dos principais castelos das Riverlands.

Continuando, após derreter Highgarden, a Daenerys começa a planear a conquista de Casterly Rock e Kings Landing. O Varys, nesta fase, já percebeu que a Daenerys não bate bem da cabeça e começa a conspirar contra ela, eventualmente encontra na Sansa uma eventual aliada pois esta não gosta nem um pouco da ideia de o Jon decidir abdicar da independência do Norte. A Sansa conta-lhe o segredo do Jon. O Varys começa a conspirar para promover a queda da Daenerys e a espalhar a verdade sobre o segredo do Jon Snow, que se torna um boato generalizado como em tempos o foi a relação incestuosa dos gémeos Lannister.

O Varys, de forma a enfraquecer a Daenerys tendo em vista o fortalecimento da posição do Jon Snow, arranja maneira de os planos da Daenerys serem descobertos pelos Lannister e boa parte do seu exército e frota são alvos de emboscadas. O Viserion e a Missandei morrem numa destas cenas.

A Daenerys percebe que está a ser traída, mas como não sabe de onde, começa a duvidar dos seus aliados e vai ficando paranóica. Aqui, sim, começa a espiral de loucura da Daenerys. Para onde quer que olhe, vê inimigos, mesmo quando eles não o são, e não consegue lidar com a traição que levou à morte do dragão e da Missandei.

O Jon, nesta fase, pode aperceber-se que é o Varys quem anda a minar a Daenerys, e para mostrar à sua rainha que lhe é leal e que não quer o trono, entrega-o. Ela executa-o.

Decide avançar em força sobre Kings Landing com aqueles em quem confia: Unsullied e Dothraki. O Jon avança sobre a cidade, mas chega já no final da batalha, como um dia o Ned Stark chegou no final do saque de Kings Landing às mãos do Tywin Lannister. Quando lá chega, a cidade está destruída. A Daenerys, nesta fase já borderline louca, atacou a cidade com o Drogon e o Rhaegal. Um dos escorpiões fez aquilo que a série nos procurou vender e matou o Rhaegal, a Daenerys flipou de vez e arrasou mais uma cidade.

No mesmo exato momento em que a Daenerys arrasa Kings Landing, o Night King manda abaixo a Muralha com o Corno de Joramun.

O Jon, ao chegar à Red Keep, mata a Daenerys tal como aconteceu na série, o Drogon foge. Pormenor importante aqui: ele matou a mulher que ama como um dia Azor Ahai teve de matar o seu grande amor de forma a forjar a Lightbringer. O Jon é o Príncipe que foi prometido, nascido de sal e fogo, blablabla profecias.

Chega-lhes a informação da queda da Muralha, os mortos estão a matar os vivos que encontram e já vêm por lá abaixo, os que podem fogem para sul, não há tempo para discutir quem deve ser rei ou não, muito menos para vinganças, grande batalha algures (eu até proponho o Tridente, o mesmo local em que o Robert matou o Rhaegar), o Jon lidera um grande exército de vivos contra os mortos tal como as profecias indiciavam.

Aqui chegados, temos finalmente um vislumbre dos poderes do Bran. Ele entra na mente do Drogon e, quando tudo parece perdido, o Drogon, sob controlo do Bran, começa a varrer os mortos com fogo.

Chegados aqui já nem me interessa se é o Jon, a Arya ou o crl que f*da que mate o Night King. A batalha é ganha. O Bran é aclamado rei porque todos reconhecem que ele é demasiado poderoso. O Jon vai então para norte da Muralha porque sim, porque não quer ser rei, porque está desgostoso por ter assassinado a mulher que amava. A Arya vai para onde quiser, a Sansa é rainha no norte porque o Bran aceita e ninguém os tem no sítio para reclamar uma decisão dele.

Créditos finais. Seria uma m*rda? Epa, ya. Mas não seria pior do que foi ihib

PS: O Jaime matava a Cersei. Por qualquer motivo, a Cersei estaria numa posição em que iria morrer anyway, e o Jaime sufocava-a com as próprias mãos para que ela não sofresse mais. As coisas que ele faz por amor...

Isto foi o que me saiu em 20 minutos, depois de um dia extenuante de trabalho e sem grande discernimento para pensar em detalhes. Se tivesse dez anos para dedicar inteiramente a isto talvez conseguisse algo mais elaborado...

plot hole :3_grin:

Se o Bran tinha a possibilidade de usar o warg nos dragões porque é que não o usou antes de as coisas chegarem a esses termos?

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Citação de Rōnin, há 6 horas:

plot hole :3_grin:

 

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Se o Bran tinha a possibilidade de usar o warg nos dragões porque é que não o usou antes de as coisas chegarem a esses termos?

 

True, mas só esse pormenor era muito bom.

Eu até pensei que o Jon ia montar no Drogon e ficar com ele no final

😕 disappointing, too much to ask

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Citação de Black Hawk, há 9 horas:
Spoiler

 

Julgo que os erros começaram logo no primeiro episódio da Season 7, quando a Daenerys foi desembarcar a Dragonstone. Eu não o faria; comigo, ela iria desembarcar a Dorne. Isto por dois motivos:

1) daria alguma relevância na narrativa a Dorne. Aquando do primeiro episódio da Season 7 ainda havia personagens dornesas na história;

2) faz mais sentido que ela fosse para Dorne porque aquela gente toda que foi com ela não cabia em Dragonstone e esta estaria ocupada por uma guarnição dos Lannister (porque alguém em Kings Landing haveria de ter inteligência suficiente para compreender a importância estratégica daquela ilha).

 

 

 

Spoiler

O problema da Daenerys desembarcar num qualquer sítio que não DragonStone é que depois não podes mover o Jon para fora do Norte por uma razão lógica, enquanto que aí tens a necessidade urgente de dragon glass. É por isso que suspeito que ela desembarcar lá também seja um plot dos livros, quiçá dado ao D&D pelo próprio GRRM, por três motivos:

1. O GRRM sempre disse que quer replicar nos livros uma Dança dos Dragões e nessa guerra original um Rei estava em King's Landing e outra estava em DragonStone;

2. A conversa do Sam com o Stannis sobre as maciças reservas de dragon glass em DragonStone não foi só conversa de Série mas também de Livros;

3. Tal como na Série, o Jon Snow Livros é obcecado por dragon glass;

O que não faz sentido no plot da Série não é desembarque dela em DragonStone mas sim o facto do Jon, que é Rei, ir para lá e meter-se nas garras dela de livre vontade. Muito provavelmente o que vai acontecer nos Livros é o mesmo que na Série com a diferença que o Jon será enviado como emissário de quem seja a pessoa que detém o Norte, o que fará mais lógica.

 

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Citação

As for finishing my book… I fear that New Zealand would distract me entirely too much.   Best leave me here in Westeros for the nonce.   But I tell you this — if I don’t have THE WINDS OF WINTER in hand when I arrive in New Zealand for worldcon, you have here my formal written permission to imprison me in a small cabin on White Island, overlooking that lake of sulfuric acid, until I’m done.   Just so long as the acrid fumes do not screw up my old DOS word processor, I’ll be fine.

http://georgerrmartin.com/notablog/2019/05/21/thanks-new-zealand/

WorldCon é em Julho do próximo ano...

WHAT IS DEAD MAY NEVER DIE!

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