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Covid-19 (Coronavírus) - Tópico de discussão

Publicações recomendadas

Citação de ascom, há 11 minutos:

Mas eu falo da TP porque conheço e sou amigo de umas dezenas de pessoas lá e é preocupante porque não existe nenhum plano de contigência de momento. Também podiam mandar algumas pessoas para casa e não o fazem e nem sequer têem um plano para o futuro.

Estão-me a dizer que pode bem haver um foco lá e há gente doente; os trabalhadores estão assustados.

Eu trabalho lá e a empresa tem bastantes problemas, mas esse não é um deles. Existe plano de contingência, está na intranet da empresa disponível para toda a gente e a empresa está a tratar de por gente de todos os projectos que conseguem trabalhar em casa a faze-lo. Podia estar a fazer mais? Podia e devia, mas está a fazer tanto quanto a maioria das empresas por cá.

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Citação de toze2, há 8 minutos:

Assumindo os valores que têm vindo a ser falados de casos infectados que necessitam de ventilador (cerca de 1%) e que a projecção era até ao final do mês termos 19k dá cerca de 190.

Quantos temos em Portugal? Eu lembro-me de já terem metido isso no tópico mas não fixei o valor.

https://www.publico.pt/2020/03/14/sociedade/noticia/dgs-faz-apelo-hospitais-privados-militares-quer-saber-ventiladores-1907701

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Citação de toze2, há 5 minutos:

Vê as medidas anunciadas ontem de madrugada. Tinha lá qualquer coisa para o pessoal a recibos verdes. Não me recordo se era tipo metade da média de vencimento.

O meu sogro trabalha na Segurança Social. Já sei que não há vai haver solução para muitas das pessoas que trabalham nesta situação

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Citação de Alexis Ren, Agora:

Aquela audio do "suposto médico" é só cringe, tão fake que ainda caem na esparrela 

Há vários, já ouvi três diferentes nos últimos três dias. O último que ouvi dizia que já tínhamos mais de 1000 casos aqui confirmados. Mesmo que a situação esteja pior do que aquela que a DGS pretende transparecer, esses áudios não trazem absolutamente benefício nenhum.

Peço-vos mesmo que os denunciem na medida do possível, não necessariamente andar a fazer posts no Facebook mas digam-no de forma proativa às pessoas que vos enviaram isso que não disseminem conjeturas ou supostos factos de supostos médicos.

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Citação de Mica, Agora:

Há vários, já ouvi três diferentes nos últimos três dias. O último que ouvi dizia que já tínhamos mais de 1000 casos aqui confirmados. Mesmo que a situação esteja pior do que aquela que a DGS pretende transparecer, esses áudios não trazem absolutamente benefício nenhum.

Peço-vos mesmo que os denunciem na medida do possível, não necessariamente andar a fazer posts no Facebook mas digam-no de forma proativa às pessoas que vos enviaram isso que não disseminem conjeturas ou supostos factos de supostos médicos.

É isso mesmo. Fontes "médicas" confio no que leio aqui do lucho e Red Prince e o que a minha irmã me vai dizendo (é médica). Tirando isso não confio em nada..

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Citação de Mica, Agora:

Há vários, já ouvi três diferentes nos últimos três dias. O último que ouvi dizia que já tínhamos mais de 1000 casos aqui confirmados. Mesmo que a situação esteja pior do que aquela que a DGS pretende transparecer, esses áudios não trazem absolutamente benefício nenhum.

Peço-vos mesmo que os denunciem na medida do possível, não necessariamente andar a fazer posts no Facebook mas digam-no de forma proativa às pessoas que vos enviaram isso que não disseminem conjeturas ou supostos factos de supostos médicos.

O que eu ouvi era a dizer que já havia mais de 5 mil casos e já algumas vitimas mortais que tavam a ser abafadas para a CS, vou já denunciar o video.

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Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

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Citação de Alexis Ren, Agora:

O que eu ouvi era a dizer que já havia mais de 5 mil casos e já algumas vitimas mortais que tavam a ser abafadas para a CS, vou já denunciar o video.

Estás a dar uma contribuição maior do que a que imaginas.

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Citação de El Shafto, há 4 minutos:

Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

Tal e qual.

Fora das grandes cidades então deve ser mato, só precisei de aqui tar 5 mins para perceber.

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Citação de El Shafto, há 1 minuto:

Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

Eles acabam também por não ter muito receio porque já estão mentalizados que o "tempo deles já passou".

Já viveram o suficiente para agora, em final de vida, se fecharem em casa só porque anda aí um virus. 

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Citação de El Shafto, Agora:

Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

Infelizmente concordo. Eu ainda não consegui meter na cabeça da minha avó que isto não vai passar em duas semanas. Falei com os meus pais e a minha tia e achámos mais prudente ela ir para a Batalha (onde moram os meus pais, eu moro com ela em Lisboa) que assim faz companhia à minha outra avó e não ficamos com receio de ela sair muito de casa.. Mas mesmo ela aceitando (ainda que com bastante relutância ir para lá) acha que isto vai passar rápido e que daqui a duas semanas está em casa. 

E mesmo assim tenho noção que sorte tenho eu que a consegui convencer a isto acho.

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Citação de El Shafto, há 2 minutos:

Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

Não duvides.

E os que se começam a rir, desvalorizando? Que nervos.

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Os que pensam que isto passa em duas semanas não estão a ver muito bem o filme, o mais provável nessa altura é termos fechado as fronteiras e, no mínimo, a Região da Grande Lisboa em lockdown total.

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Os meus avós, por sua vez, estão bem preocupados. Eu como sou muito ligado a eles custa bastante. O meu avô principalmente é um caso de alto risco, por causa das doenças cardíacas e diabetes.
Aliás, já reduzi ao máximo o contacto com eles, embora se eles precisarem de qualquer coisa eu trato por eles.

 

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Citação de bobzz, há 7 horas:

Para a malta que vai hoje toda de volta para as ilhas, é bom para eles e para os que lá estão (aqui a resposta é mais obvia, mas nestes incluem-se os familiares preocupados), ou era melhor estarem todos quietinhos?

Melhor esta estarem quietinhos, mas estão a vir para cá...

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os velhos sào como um porta. até podem dizer que sim, que não vao sair. Mas basta não estarmos ao pé deles que lá vão

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Citação de Mica, há 5 minutos:

Estás a dar uma contribuição maior do que a que imaginas.

Esses só servem ainda mais para alarmar a população, é demasiada desinformação junta e infelizmente há muita gente que vai atrás dessa conversa. 

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Citação de ascom, há 17 minutos:

Exacto! eu só me dou com espanhóis e italianos para disfarçar,  porque na verdade odeio-os e culpo-os pelo coronavirus! nem são eles que me pedem ajuda porque querem ir para casa trabalhar ou ter uma licença sem vencimento porque estão aterrorizados

O que há é muita desinformação e medo sem fundamento. Uma rapariga da minha equipa tem anemia e desmaiou na sexta de manhã. Veio cá o INEM e levou a para observação. Há hora de almoço os rumores já falavam em vários possíveis infectados a serem levados do edifício e pessoas da equipa a terem familiares que nem são da TP a ligar por terem ouvido falar disto. É o que dá o histerismo.

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Citação de Lebohang, há 3 minutos:

Os que pensam que isto passa em duas semanas não estão a ver muito bem o filme, o mais provável nessa altura é termos fechado as fronteiras e, no mínimo, a Região da Grande Lisboa em lockdown total.

Acho o mesmo. Dia após dia os casos aumentam, isto só vai lá fechando tudo.

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Citação de Lebohang, há 6 minutos:

Os que pensam que isto passa em duas semanas não estão a ver muito bem o filme, o mais provável nessa altura é termos fechado as fronteiras e, no mínimo, a Região da Grande Lisboa em lockdown total.

Nem todos os casos que estão em Lisboa, são de Lisboa e arredores. 

Editado por Genzo

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Citação de El Shafto, há 2 minutos:

Pelo menos aqui até noto que quem está mais relaxado são os mais idosos. O meu avô então, continua a fazer a sua vidinha normal. A resposta é sempre a mesma, que isto é um exagero, que os miúdos tão todos contentes porque não vão à escola, e tudo mais.

Tou desconfiado que as pessoas só se mancam mesmo quando começar a morrer gente à séria.

Que rebelde esta 3.ª idade. Isto vai ser estudado na disciplina de História como "A última primavera geriátrica".

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Expresso: Covid-19: Governo espera pico do surto em maio

Citação

MEDIDAS COVID-19

Plano Como António Costa decidiu impor restrições inéditas, apesar das
incertezas Governo espera pico do surto em maio.

TEXTO DAVID DINIS E LILIANA VALENTE FOTO TIAGO MIRANDA

A partir de segunda-feira, meio país vai ficar em casa. Mas o Governo
não sabe quando poderá acabar o estado de alerta, o encerramento
de escolas, bares e discotecas, ou as restrições em zonas comerciais.
A estimativa de pico de contágios com que o Executivo está a trabalhar é de
dez semanas, cenário ainda ontem traçado também pelo diretor-geral da
Saúde britânico. É com base nestes números que a DGS está ainda a afinar
projeções que apontam assim para que o auge da crise só acontecerá na
segunda semana de maio.

E depois ainda será preciso esperar que o número
de casos baixe o suficiente para que o fim do estado de alerta não
desencadeie uma nova sequência de contágios. A crise poderá ser longa — é
certamente imprevisível — e a economia e as finanças, que aguentam este
primeiro plano de ataque, ficarão presas por um fio.
A meio destas semanas (o primeiro caso apareceu em Portugal no dia 2 de
março), o Governo fará uma avaliação. A 9 de abril verá, por exemplo, se os
técnicos já têm mais certezas sobre a eficácia deste tipo de isolamento
‘forçado’, e se o ritmo dos contágios no país se revelou menos forte como se
espera. Nesta fase, no Executivo, as expectativas baixaram: na comunicação
ao país, esta quinta-feira, António Costa avisou que “é muito provável que
este possa ser um surto mais duradouro do que se possa ter estimado
inicialmente”. Horas depois, Marcelo corroborou a mensagem.

Perante esse cenário, e com os casos em Itália e Espanha a dispararem, o
Governo tinha uma decisão política a tomar: ou protegia a economia de uma
queda abrupta ou tomava medidas de contenção mais fortes para tentar
conter a propagação do vírus. Foi isso que os ministros discutiram naquele
longo dia de quinta-feira, que começou com o Conselho de Ministros —
interrompido durante a tarde para António Costa procurar junto dos partidos
uma união em torno das medidas e retomado logo depois — e terminou pela
uma da manhã, quando apareceu um friso de cinco ministros a explicar as 30
A medidas de restrição à circulação e de compensação para empresas e
trabalhadores.

A HESITAÇÃO DE COSTA
A tensão na discussão aconteceu entre dois polos: entre o que defendiam os
técnicos do Conselho Nacional de Saúde Pública, o que significava pôr em
prática os mesmos protocolos seguidos pelos outros países ou tentar uma
receita “mais radical”. Costa resistiu e até meio desse dia parecia inclinar-se
para a contenção defendida pelos especialistas, mas acabaria por pôr a carta
mais alta que tinha nesta resposta. Mário Centeno alinhou: não se deve olhar
para números nesta altura. Contudo, não há ainda dados (nem foram cedidos
aos partidos) sobre todos os impactos na economia e nas finanças.
“Estamos a trabalhar sem toda a informação e com nível de incerteza
elevado”, assume o ministro Siza Vieira.

“Não tínhamos consenso técnico nesta matéria. Na quinta-feira decidimos
que tínhamos de ser mais rigorosos”, diz um governante ao Expresso. Foi aí
que um relatório do Centro Europeu de Controlo de Doenças deu a chave
técnica para apoiar o discurso político de António Costa, propondo um
conjunto de medidas de distanciamento social aos governos europeus,
exatamente dois dias antes de a Organização Mundial da Saúde indicar que é
a Europa, neste momento, o centro da pandemia.
A decisão inédita de quase parar o país acontece “numa fase muito mais
precoce da propagação da doença”, ao contrário de Espanha e Itália, diz o
mesmo governante do núcleo duro. E aconteceu aliás, antes de ser registada
qualquer morte. À hora de fecho deste jornal havia 112 casos confirmados.

NÃO DEIXAR O SNS COLAPSAR
A expectativa do Governo é conter o ritmo da propagação, para dar tempo de
resposta ao SNS. “Se se propaga muito depressa, os 5% de casos graves
[previsíveis pelas estimativas] é muita gente — e entope os serviços.” É
tempo, agora, de comprar “mais ventiladores” e reorganizar os serviços
hospitalares, adiando cirurgias “para termos capacidade de internamentos”,
explica este membro do Governo. Na reserva estão equipamentos
imprescindíveis para quando se atingir o pico da epidemia.
Esta é a primeira linha de ataque, com medidas de flexibilização da
contratação dos hospitais entretanto aprovadas, mas é preciso que haja quem
venda. Aí, os obstáculos surgiram logo no espaço europeu: na semana
passada, já com casos detetados, a Alemanha decidiu parar a exportação de
ventiladores. A decisão foi já contestada por outros chefes de Governo, mas a
resposta alemã foi pragmática: a UE será prioritária quando voltar a vender,
mas só o fará quando a Alemanha tiver as suas necessidades preenchidas.
Como pano de fundo, o Governo tem sempre o cenário italiano, tentando não
fazer o que se veio a provar ser errado. Em Itália, os hospitais já chegaram à
situação limite de decidir quem tratar e quem deixar para trás. “O surto pôs
os hospitais sob um stresse que não tem precedentes desde a Segunda Guerra
Mundial”, disse ao “New York Times” Massimo Galli, diretor para as doenças
infecciosas do Hospital Universitário de Milão. O que Costa quis foi tentar
evitar que o SNS chegue a este ponto. Do outro lado da moeda, uma atuação mais restritiva tem um preço.

Não se sabe ainda quantos trabalhadores serão afetados, mas haverá pelo menos
cerca de 750 mil pais que irão para casa acompanhar as 900 mil crianças
com idades abaixo de 12 anos até a fim das férias da Páscoa, a 14 de abril. No
Governo, admite-se que será muito difícil não prolongar por mais semanas a
pausa — avaliando de caminho a hipótese (muito improvável) de se
conseguir fazer ensino à distância. O que acontecerá no terceiro período
ainda está em aberto. Centeno defendeu que não se deve olhar
para números agora, sobre todos os impactos na economia e nas finanças
O outro preço é o económico, que se prevê com faturas altas: por exemplo, a
medida de apoio salarial aos pais custa ao orçamento de Mário Centeno €294
milhões por mês. “As empresas não aguentam muito tempo assim. E nós não
vamos poder manter esse apoio indeterminadamente”, diz ao Expresso uma
fonte próxima de António Costa. Daí a importância de sabermos quanto
tempo durará este surto por cá, sabendo-se que “não haverá vacina tão cedo,
não conhecemos o vírus, se ele resiste ao calor, se é possível um segundo
contágio?”

As decisões estão a ser tomadas sem que haja informações seguras de como
irá evoluir a situação. “Perante uma doença nova, estamos a trabalhar sem
toda a informação e com um nível de incerteza elevado. Mas há muito que
sabemos, e temos de identificar os riscos e criar condições para sair disto o
melhor possível”, diz ao Expresso o ministro de Estado e da Economia, Pedro
Siza Vieira. “O que não podemos é ficar paralisados”, acrescenta.
Se por um lado o Governo quer evitar a pressão no SNS, por outro é preciso
evitar a morte de muitas empresas, para que a economia não caia a pique,
dificultando depois uma retoma. Para isso há €2,3 mil milhões entre ajudas
diretas e ajudas pelos impostos.

UNIÃO EUROPEIA TEM DE TER RESPOSTA
Foi neste ponto que António Costa se virou para a UE. Para conter o primeiro
impacto, os líderes da UE coordenaram respostas: apoio às empresas com
perdas, também para que possam segurar os empregos, mais o apoio direto
às famílias que fiquem com os filhos. “Faremos o que for preciso”, disse
Angela Merkel na quarta-feira, glosando a resposta de Mario Draghi que
travou a crise do euro.

Esta sexta-feira juntou-se mais um dado novo: os pacientes com o novo
coronavírus mantêm, segundo um estudo científico citado pela Bloomberg, o
agente patogénico nas vias respiratórias durante 37 dias. A descoberta ajuda
a perceber o tempo longo de recuperação dos doentes — e aumenta as
dúvidas sobre eventuais recaídas.

Na quarta-feira, antecipando que o problema se pode avolumar, Costa
pressionou os líderes europeus para que a UE tomasse uma decisão e não a
revertesse dois anos depois, aceitando agora flexibilização e medidas de
apoio à economia e depois impondo austeridade. Nesse encontro por
videoconferência, a presidente da Comissão Europeia prometeu o que
anunciou esta sexta-feira: avaliará se os 25 mil milhões europeus de ataque
ao surto podem comparticipar medidas nacionais e tratará todos os seus
custos como sendo pontuais. Assim, não vão ao défice — mas apenas à
dívida. E Costa, como Centeno, sabe que isso será um problema: a Alemanha
tem uma dívida de 60%, Portugal de 120%, pelo que a margem de manobra
nacional será muito mais curta. Dito de outra forma, Portugal estará mais
dependente da confiança dos investidores e muito menor capacidade de
impor medidas adicionais.

Nesse aspeto, esta crise será mais difícil de gerir
do que a de 2008: os países estão mais endividados, as empresas também e o
BCE já tem as taxas de juro negativas. Por isso, travar o surto é prioritário:
esta sexta-feira, quer o Governo quer o Presidente admitiram a hipótese de
impor “medidas mais reforçadas”, se necessário. O “como se paga” terá de
ficar para depois de segunda-feira, quando o Eurogrupo fechar o pacote de
medidas e que será bem acima do montante de €27 mil milhões anunciado
na quinta-feira, apurou o Expresso junto de fonte europeia.

Em Lisboa, dentro do Governo, há uma imagem que vale mil palavras para
descrever a crise atual: “Estamos a fazer um mergulho no escuro e temos de
sair bem do outro lado.” Para já, isso só é possível mantendo os olhos postos
na saída.

 

 

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num país tão pequeno, a acontecer um lockdown, será no território inteiro.

Eu estou com a minha avó e ela percebe bem o risco e já sabe que não deve sair de casa, mas aqui na aldeia a vida está na mesma, os velhos a passear, a ir a casa uns dos outros e ao café... Não vou à cidade mesmo há uns dias mas uma amiga disse-me que as espalanadas ontem estavam todas cheias também...

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Bem, fui ao Jumbo de Mem Martins porque precisava de batatas e já só havia das doces. Apanhei lá uns gajos que levavam 4 carrinhos de compra cheios e ainda compraram uma arca horizontal, fdç.

Acabei por apanhar um gajo à beira da estrada ao pé do Leroy Merlin a vender sacas de 10kg de batatas e orientei-me.

Editado por Casual 1904

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