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Covid-19 (Coronavírus) - Tópico de discussão

Publicações recomendadas

Citação de Rei_Patricio, há 12 minutos:

Já se pode dizer que a Páscoa não foi a tragédia que muitos previram.

Mas agora vão aparecer os infectados por causa da celebração do 25 de Abril na Assembleia !

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Publicado (editado)
Citação de Rei_Patricio, há 14 minutos:

Já se pode dizer que a Páscoa não foi a tragédia que muitos previram.

Desde o início do surto que há sempre pessoal a prever tragédias, há gente que não consegue perceber que verem "muita gente" à hora x no sitio y e falar com 2 ou 3 Zés não é uma prova válida de que vem aí m*rda.

Editado por Brahimi

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O pessoal só quer que haja m*rda para dizer "eu avisei crl", mais nada. Só querem ter razão.

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Citação de bobzz, há 4 minutos:

Poll: Rodrigo Guedes de Carvalho ou Jose Alberto Carvalho?

Bruno de Carvalho

 

boa tarde presidente

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Citação de noikeee, há 3 horas:
Spoiler

Pedro Simas Virologista e investigador do Instituto de Medicina Molecular

“Estamos no princípio dos princípios da epidemia”

A equipa de cientistas que o virologista Pedro Simas coordena no Instituto de Medicina Molecular (IMM) foi a primeira a conseguir, esta semana, isolar o vírus a partir de amostras de testes de infetados com coronavírus em Portugal, o que servirá para estudar a resposta imunológica e o efeito dos fármacos em reprimir a infeção. O investigador defende que o próprio vírus é a solução, que o único caminho é a imunidade de grupo e vê na sociedade um “excessivo medo de morrer”. Esperar pela vacina em confinamento total “é humanamente impossível”, alerta.

Em que fase da epidemia estamos em Portugal?

No princípio dos princípios. Seria fantástico erradicar o vírus, mas neste momento o problema só se resolve com imunidade de grupo. Em 10 milhões de pessoas teremos 2% de infetados, ou seja, 200 mil, contando com assintomáticos. Podem até ser mais, mas há ainda muita incerteza. Sermos o melhor aluno da Europa também nos torna mais vulneráveis e agora até temos um risco pandémico maior do que há quatro semanas.

Porquê um risco maior?

Porque temos um número baixo de infetados, pouca imunidade populacio­nal e o vírus espalhado pelo país. É como se fossem focos prontos a explodir quando se libertarem as pessoas.

Portugal devia ter feito como a Suécia, que não fechou as escolas?

Foi fantástico o que aconteceu em Portugal e o estado de emergência foi a decisão correta. Mas o caso da Suécia mostra que, com distanciamento social, conseguimos aumentar a imunidade de grupo por infeção natural, de forma controlada e sem que o SNS entre em disrupção. A primeira fase da contenção é a mais simples, o grande desafio vem a seguir. E a questão mais óbvia agora é proteger os grupos de risco.

Como é que podem ser protegidos?

Com uma concentração muito ativa na proteção dos lares, onde ocorre a maior parte das mortes. Com isso, resolvemos grande parte do problema.

Os médicos também falam em jovens saudáveis a precisar de cuidados intensivos. Como é que se pede imunidade de grupo e se lida com o risco?

Os médicos veem chegar aos hospitais as situações mais graves. As pessoas ficam em pânico porque, por um lado, ouvem dizer que a probabilidade de morte fora do grupo de risco é pequena, mas, por outro, veem que há jovens ventilados nos cuidados intensivos. Mesmo que um jovem saudável de 30 anos precise de ventilador tem uma probabilidade de recuperação muito grande. A nível mundial, as mortes abaixo dos 30 anos são cerca de 0,2%. É um risco que faz parte da natureza. 98% das pessoas que não pertencem aos grupos de risco lidam com a infeção de forma benigna ou ligeira e os restantes 2% podem precisar de cuidados intensivos.

Há um excessivo medo de morrer?

Sim, até entre cientistas e médicos. É fácil criar esse medo porque se olha para o raro e não para o global.

É possível ter a vacina pronta a ser usada até ao final de 2020?

É altamente improvável. Mas não é impossível que seja desenvolvida até ao final do ano. Se só chegar daqui a um ano ou ano e meio, acho que já nem será necessária, porque não há nenhum país no mundo que consiga ter estas medidas em vigor mais seis meses. Também não vale a pena estar à espera de um fármaco, porque, em toda a história da ciência, não há nenhum que tenha sido usado para prevenir uma pandemia.

Dizer que a solução é a imunidade de grupo é admitir que haverá muitas mortes ao longo deste processo?

Sim, é inevitável. O que queremos é minimizar isso. Se depois de aliviar as medidas for preciso voltar atrás, corrige-se a decisão e entra-se numa estratégia de aceleração e desaceleração. Mas temos de aceitar que haverá sempre perda de vidas, como já está a haver. Mesmo que fosse possível eliminar o vírus sem imunidade de grupo, o problema não ficava resolvido. Bastou que quatro ou cinco pessoas saíssem da China para chegarmos onde estamos e sabemos que o vírus deverá ainda tornar-se explosivo em África, no Sul da Ásia ou América do Sul. A única forma de ter o destino do país nas nossas mãos é criarmos essa imunidade, porque mesmo que houvesse um novo surto em Espanha estaríamos protegidos.

Mas estamos longe dos 60% ou 70% de imunidade necessários. Como é que lá chegamos?

Ninguém pode dizer que serão 60% ou 70% e há modelos que apontam para 20%. A percentagem é irrelevante, porque não há outra alternativa senão usar o vírus como solução, ou seja, como se fosse uma vacina atenuada. Se protegermos os grupos de risco, se calhar até atingimos a imunidade necessária em alguns meses. O outro caminho, o do confinamento completo, é humanamente impossível de manter. Além de que fechar a economia desta forma é tremendamente severo.

Como se assegura que não é ultrapassada a capacidade do SNS?

Desenhando estratégias inteligentes e seletivas de distanciamento social, apoiadas pelos testes serológicos para saber o que está a acontecer. Sem saber que percentagem da população foi infetada, estamos cegos. É preciso testar uma amostra representativa da população, além dos funcionários dos lares, para que só entrem os que estão imunes, os profissionais de saúde ou os professores no grupo de risco. Isto pode ser feito gradualmente, atribuindo certificados de imunidade, uma espécie de boletim de vacinas que permitirá saber, por exemplo, se já podemos visitar um familiar num lar.

É garantido que alguém que contrai o vírus fica imune?

O grau de resposta imunológica está correlacionado com a severidade da doença. Uma infeção assintomática não vai estimular tanto o sistema imunológico e poderá produzir uma imunidade mais leve, enquanto uma infeção severa provoca um estímulo enorme. Sabemos que os coronavírus reinfetam os seres humanos de tempos em tempos, mas mesmo que uma pessoa fique com uma imunidade pequena e volte a ser reinfetada tenderá a lidar melhor com a infeção. Uma das atuais terapias é a utilização de soros de pessoas recuperadas nas que estão doentes e isso é um sinal de que a imunidade é efetiva e protetora, dure três meses, seis meses ou um ano.

Era possível estar preparado para esta pandemia?

Nunca vamos estar preparados. A questão para a comunidade científica já não era se iria surgir uma pandemia grave, mas quando. E serão cada vez mais. Ao longo da história, os vírus foram saltando de espécie em espécie. Quando descobrimos a agricultura, a varíola passou das vacas para o homem. Depois crescemos em cidades com mais de meio milhão de pessoas e o sarampo passou dos animais para o homem. Há 100 anos, o VIH existia em chimpanzés e só havia 30 mil em África, isolados, mas o homem invadiu o território deles e o vírus saltou a barreira da espécie. Cada vez mais há pressão em territórios como o dos morcegos, que são o habitat natural dos coronavírus. Portanto, a melhor forma para estarmos preparados é prevenir, através de uma forma inteligente de viver com a natureza. E não a que temos tido.

 

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O total de não confirmados também aumentou muito pouco, não sei até que ponto isso pode querer dizer que foram feitos poucos testes.

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Citação de bobzz, há 1 hora:

Poll: Rodrigo Guedes de Carvalho ou Jose Alberto Carvalho?

Big Daddy Rod, qual é a dúvida?

 

Edit: Eu abomino TVI, por isso a minha opinião é biased.

Editado por IlidioMA

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Citação de Flanders, há 57 minutos:

O total de não confirmados também aumentou muito pouco, não sei até que ponto isso pode querer dizer que foram feitos poucos testes.

essa conversa dos testes já cheira mal há umas valentes semanas. Ao início era "pois, está baixo pq não se testa". Começou a testar-se e massa e não houve o boom que muitos esperavam (queriam?). Entretanto, estas semanas todas de testes serviu para descobrir que, invariavelmente, dia após dia, apenas cerca de 10% dos testes dão positivo. Ou seja, anda-se a gastar testes para nada.

Não. Não há uma grande conspiração em torno deles. E sim, de facto os tugas cumpriram bem as medidas de confinamento e por isso a coisa cá não assuimu - para já, vermos com a soltura que aí vem como isto evolui - os contornos dantescos de outros vizinhos nossos.

Eu sei que é chato para muita gente que gosta de sempre andar a dizer que Portugal é um país do terceiro mundo, que somos um país subdsenvolvido, corrupto, pobre, caótico, anacrónico, um autêntico Ruanda, e que estava à espera da pandemia para o poder vociferar ainda mais alto "eu sempre disso que isto aqui era um atraso de vida pá" mas não. Somos tão banalmente europeus como qualquer outro país mediano do velho continente. Com os mesmos problemas e defeitos desses nossos co-continentais. É chato para quem quer vender uma imagem somalesca da nação de modo a prometer uma nova Aurora na pátria em que finalmente gloriosos amanhãs Ocidentais irão aqui chegar, se apenas o povão neles votar, mas (in)felizmente Portugal já se encontra na mais apática e corriqueira Ocidentalidade, a mesma dos outros ocupantes deste quadrante do planeta. 

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

essa conversa dos testes já cheira mal há umas valentes semanas. Ao início era "pois, está baixo pq não se testa". Começou a testar-se e massa e não houve o boom que muitos esperavam (queriam?). Entretanto, estas semanas todas de testes serviu para descobrir que, invariavelmente, dia após dia, apenas cerca de 10% dos testes dão positivo. Ou seja, anda-se a gastar testes para nada.

Não. Não há uma grande conspiração em torno deles. E sim, de facto os tugas cumpriram bem as medidas de confinamento e por isso a coisa cá não assuimu - para já, vermos com a soltura que aí vem como isto evolui - os contornos dantescos de outros vizinhos nossos.

Eu sei que é chato para muita gente que gosta de sempre andar a dizer que Portugal é um país do terceiro mundo, que somos um país subdsenvolvido, corrupto, pobre, caótico, anacrónico, um autêntico Ruanda, e que estava à espera da pandemia para o poder vociferar ainda mais alto "eu sempre disso que isto aqui era um atraso de vida pá" mas não. Somos tão banalmente europeus como qualquer outro país mediano do velho continente. Com os mesmos problemas e defeitos desses nossos co-continentais. É chato para quem quer vender uma imagem somalesca da nação de modo a prometer uma nova Aurora na pátria em que finalmente gloriosos amanhãs Ocidentais irão aqui chegar, se apenas o povão neles votar, mas (in)felizmente Portugal já se encontra na mais apática e corriqueira Ocidentalidade, a mesma dos outros ocupantes deste quadrante do planeta. 

O que ele disse é verdade. O relatório de hoje apresenta o resultado de 1161 testes. Ontem foram obtidos menos resultados que nos dias anteriores e por isso podemos assumir que por isso é que o número de infetados foi mais baixo.

Não deixas de ter razão no que disseste, mas tem piada que falas da questão dos testes para falar dos contornos dantescos que o Covid não assumiu em Portugal e de teorias da conspiração, mas ainda há duas semanas estavas a fazer futurologia e a dizer que o levantamento de medidas ia matar milhares de pessoas. Aliás, neste mesmo post, tu dizes que os Portugueses cupriram bem as medidas de confinamento para depois dizeres que quando vier a "soltura" se vai ver como isto evolui, porque depreendes que como se vão levantar medidas, o povo vai andar aí todo aos linguadões no meio da rua ou a tossir uns para cima dos outros e vão-se esquecer que a pandemia ainda está longe de acabar.

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Citação de Kiko17, há 56 minutos:

O relatório de hoje apresenta o resultado de 1161 testes.

Isto é verdade, mas também é verdade que já tiveste dias em que foram carregados imensos testes negativos de dias anteriores de uma só vez porque esses não são sempre reportados pelos laboratórios.

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Citação de Cannonball, há 1 hora:

Ainda no outro dia vinha no jornal que nem sequer se sabe as sequelas que os doentes mais graves terão, isto se houverem.

Há rumores que a Alemanha já colocou em causa o MO de tratamento dos casos mais graves dado pela OMS com recomendações da China e seguido à risca na Itália (entubamento imediato) e que pode causar sequelas.

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Citação de IlidioMA, há 2 horas:

essa conversa dos testes já cheira mal há umas valentes semanas. Ao início era "pois, está baixo pq não se testa". Começou a testar-se e massa e não houve o boom que muitos esperavam (queriam?). Entretanto, estas semanas todas de testes serviu para descobrir que, invariavelmente, dia após dia, apenas cerca de 10% dos testes dão positivo. Ou seja, anda-se a gastar testes para nada.

Não. Não há uma grande conspiração em torno deles. E sim, de facto os tugas cumpriram bem as medidas de confinamento e por isso a coisa cá não assuimu - para já, vermos com a soltura que aí vem como isto evolui - os contornos dantescos de outros vizinhos nossos.

Eu sei que é chato para muita gente que gosta de sempre andar a dizer que Portugal é um país do terceiro mundo, que somos um país subdsenvolvido, corrupto, pobre, caótico, anacrónico, um autêntico Ruanda, e que estava à espera da pandemia para o poder vociferar ainda mais alto "eu sempre disso que isto aqui era um atraso de vida pá" mas não. Somos tão banalmente europeus como qualquer outro país mediano do velho continente. Com os mesmos problemas e defeitos desses nossos co-continentais. É chato para quem quer vender uma imagem somalesca da nação de modo a prometer uma nova Aurora na pátria em que finalmente gloriosos amanhãs Ocidentais irão aqui chegar, se apenas o povão neles votar, mas (in)felizmente Portugal já se encontra na mais apática e corriqueira Ocidentalidade, a mesma dos outros ocupantes deste quadrante do planeta. 

Estás com muito tempo livre para andares a fazer testamentos simplesmente porque disse que os não confirmados subiram pouco e isso pode querer dizer (ou pode não querer dizer nada por isso deixei em dúvida) que os baixos números de hoje se deveu a poucos resultados de testes que saíram.

Que estamos a ser dos países que mais testamos da Europa, que estamos (dentro do possível) a safar-nos bastante bem e que o governo, com erros normais porque é impossível acertar-se em tudo numa situação destas, está a gerir bem a pandemia já se sabe.

Só deixei a nota, porque é diferente os 100 e tal casos de hoje serem resultado de 800 testes ou de 5000. 

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Citação de Flanders, há 53 minutos:

Estás com muito tempo livre para andares a fazer testamentos simplesmente porque disse que os não confirmados subiram pouco e isso pode querer dizer (ou pode não querer dizer nada por isso deixei em dúvida) que os baixos números de hoje se deveu a poucos resultados de testes que saíram.

Que estamos a ser dos países que mais testamos da Europa, que estamos (dentro do possível) a safar-nos bastante bem e que o governo, com erros normais porque é impossível acertar-se em tudo numa situação destas, está a gerir bem a pandemia já se sabe.

Só deixei a nota, porque é diferente os 100 e tal casos de hoje serem resultado de 800 testes ou de 5000. 

100 casos são 100 casos. Não se fazem testes aleatórios por enquanto portanto o facto de se terem feito menos ou mais testes num determinado dia vem também da necessidade. Se houver um outlier e num dia houver menos gente a telefonar para a saúde 24, há menos casos a testar. Podias fazer os tais 5000 casos aleatoriamente a assintomáticos, mas os casos positivos não seriam maiores em proporção.

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DIÁRIO DA COVID-19

Dados de 27 de Abril

 

Pode ser o efeito das segundas-feiras, mas o que é certo é que esta não foi a primeira segunda feira que tivemos e hoje foi dia de recordes!

 

Dados do Dia - Entre () diferença para o dia anterior:

  • Casos Confirmados - 24027 (+ 163)
  • Casos Recuperados - 1357 (+ 28)
  • Óbitos - 928 (+ 25)
  • Casos Ativos - 21742 (+ 110)
  • Internados - 995 (- 10)
  • Internados em UCI - 176 (- 6)
  • Indivíduos Testados - 237571 (+ 1161)

 

  • Taxa de Crescimento de Novos Casos - 0,7% (- 1,3 pp)
  • Taxa de Crescimento Médio desde 11/03 - 15,0% (- 0,3 pp)
  • Taxa de Crescimento Médio nos Últimos 5 Dias - 1,8% (- 0,4 pp)
  • Taxa de Letalidade - 3,86% (+ 0,09 pp)
  • Taxa de Recuperados - 5,65% (+ 0,08 pp)
  • Peso dos Óbitos nos Casos Fechados - 40,6% (+ 0,1 pp)
  • Taxa de Internamento - 4,6% (0)
  • Taxa de Internamento nas UCI - 17,7% (- 0,4 pp)
  • Taxa de Crescimento Novos Testados - 0,5% (- 1,5 pp)
  • Peso dos Confirmados no Total de Testados de há 5 Dias - 11,4% (- 0,4 pp)

 

Principais dados negativos do dia:

  • A taxa de letalidade subiu nove centésimas, passando para os 3,9%;

 

Principais dados positivos do dia:

  • Foi o menor número de casos confirmados desde 19 de março;
  • Menor taxa de crescimento de novos casos de sempre. A primeira vez abaixo de 1%;
  • Estamos com a menor taxa média de crescimento de novos casos dos últimos 5 dias. Primeira vez abaixo dos 2%.
  • O número de internados baixou dos 1000 pela primeira vez desde 1 de abril;
  • É o menor número de internados em UCI desde 30 de março.

 

A projeção para amanhã, se os indicadores de hoje se voltarem a verificar:

  • Taxa de crescimento de novos casos a 0,7% -> Novos casos: 168; Total Confirmados: 24195
  • Taxa de confirmados sobre os testados de há 5 dias em 11,4% -> Novos casos: 1037; Total Confirmados: 25064
  • Taxa média de crescimento nos últimos 5 dias de 1,8% -> Novos Casos: 432; Total confirmados: 24459

 

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Governo vai anunciar no dia 30 de Abril o que pode abrir no dia 4 de Maio e como... anedótico.

Não fosse o facto dos maiores do setor já terem anunciado que vão abrir ...

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GRAU DE DESCONTROLO - 26 de Abril

A fórmula utilizada consiste na taxa de crescimento do valor médio dos novos casos registados nos últimos 7 dias em relação ao valor médio de novos casos nos 7 dias anteriores. Crescimento positivo implica que a situação está pior que na semana passada. Crescimento negativo que a situação está a melhorar.

Países com 5000 ou mais casos confirmados:

  1. EQUADOR - 562%
  2. BIELORRÚSSIA - 158%
  3. QATAR - 96%
  4. MÉXICO - 94%
  5. SINGAPURA - 73%
  6. ARÁBIA SAUDITA - 67%
  7. BANGLADESH - 61%
  8. PAQUISTÃO - 60%
  9. COLÔMBIA - 56%
  10. BRASIL - 47%

...

44. MALÁSIA - (45%)

45. FRANÇA - (48%)

46. COREIA DO SUL - (55%)

47. AUSTRÁLIA - (65%)

48. CHINA - (84%)

 

Outros países com evolução preocupante com menos de 5000 casos confirmados e mais de 500:

  • URUGUAI - 1480%
  • SENEGAL - 249%
  • CAMARÕES - 207%
  • GRÉCIA - 133%
  • NIGÉRIA - 113%
  • HONDURAS - 96%

 

Portugal está com 1%.

 

Agora a mesma análise comparativa das últimas 2 semanas, mas relativa ao número de mortes:

Países com 100 ou mais mortes confirmadas:

  1. FINLÂNDIA - 153%
  2. MÉXICO - 74%
  3. IRLANDA - 73%
  4. RÚSSIA - 67%
  5. PERÚ - 58%
  6. PAQUISTÃO - 47%
  7. BRASIL - 46%
  8. ÍNDIA - 41%
  9. GRÉCIA - 40%
  10. POLÓNIA - 37%

...

45. ARGÉLIA - (39%)

46. FRANÇA - (41%)

47. ISRAEL - (58%)

48. COREIA DO SUL - (60%)

49. CHINA - (100%)

 

Outros países com mais de 500 casos confirmados e evolução preocupante no número de mortes, embora registem menos de 100:

  • LÍBANO - 200%
  • KUWAIT - 117%
  • LUXEMBURGO - 114%
  • QATAR - 100%
  • CHIPRE - 100%
  • GHANA - 100%
  • EMIRADOS ÁRABES UNIDOS - 84%
  • BOLÍVIA - 75%

 

Portugal regista, neste momento, -10%.

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