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Ticampos

Politica Internacional ❤ SAVE UKRAINE ❤ STOP BOMBING NOW!

Publicações recomendadas

Citação de Cannonball, há 2 minutos:

Quem tinha razão era o Posadas,

Já estivemos mais longe de descobrir 😬

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Não sei se alguém já viu isto, mas pareceu-me uma visão bastante interessante dos problemas que os russos têm enfrentado do ponto de vista logístico.

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https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-03-21-que-partidos-sao-estes-que-a-ucrania-suspendeu/

Que partidos são estes que a Ucrânia suspendeu?

Zelensky anunciou a suspensão de 11 partidos políticos, por alegadas ligações à Rússia. Entre eles, encontram-se várias forças políticas com “socialista” ou “esquerda” no nome, o que está a ser interpretado por alguns como um ataque à esquerda. Mas também foi suspenso o maior partido da oposição, o ultraconservador Plataforma da Oposição – Pela Vida. É uma decisão ideológica?

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https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-03-21-que-partidos-sao-estes-que-a-ucrania-suspendeu/
 

Oposição de Esquerda, União de Forças de Esquerda, Partido Socialista Progressivo da Ucrânia, Partido Socialista da Ucrânia, Partido dos Socialistas. Estes são cinco dos onze partidos suspensos pelo Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, decisão anunciada no domingo por Volodymyr Zelensky no seu canal do Telegram. O presidente da Ucrânia justificou a decisão com a alegada ligação ao aparelho russo por parte destes partidos. Os outros da lista são a Plataforma de Oposição – Pela Vida, o Partido Shariy, o Nashi, o Estado, o Bloco Volodymyr Saldo e o Bloco de Oposição.

“Qualquer atividade de políticos destinada a dividir ou colaborar não terá sucesso”, disse Zelensky. “Portanto, o Conselho de Segurança e Defesa Nacional decidiu, dada a guerra em grande escala desencadeada pela Rússia, e os laços políticos que várias estruturas políticas têm com este estado, suspender qualquer atividade de vários partidos políticos durante o período de lei marcial.”

O facto de quase metade dos partidos agora suspensos terem “esquerda” ou “socialista” no nome levou a acusações de que se trata de um ataque aos partidos de esquerda. Mas, na realidade, por mais estranho que possa parecer no Ocidente, onde os conceitos de esquerda e direita são muito claros, em vários países da ex-União Soviética a ideologia partidária é fluida ou pouco vincada.

Segundo uma análise sobre o desenvolvimento dos partidos políticos na Ucrânia, realizada pelo GSDRC (Governance and Social Development Resource Centre, um grupo de estudos britânico), “a fraqueza da ideologia nos partidos políticos é comum em toda a Eurásia pós-soviética, não apenas na Ucrânia, tornando a região diferente da Europa Oriental pós-comunista e dos estados bálticos.” Os eleitores ucranianos, conclui a mesma instituição, “não conhecem a orientação ideológica ou programática dos partidos em que votam, tendendo antes a ser guiados pelo ‘fator pessoal’ do líder, o que não é surpreendente, dado o posicionamento amorfo dos partidos e as mudanças frequentes nas preferências políticas declaradas dos líderes.”

Um dos exemplos dados pela análise é a do ex-presidente Petro Poroshenko, que perdeu nas últimas presidenciais para Zelensky. “A fraqueza da ideologia e a enorme corrupção política fazem com que os políticos ucranianos sejam camaleões. Poroshenko foi um dos cinco líderes do partido que estabeleceram o Partido das Regiões, depois mudou-se para A Nossa Ucrânia”. Ou seja, deixou de ser apoiante do presidente pró-russo Viktor Yanukovitch para passar a apoiar o seu arqui-inimigo europeísta Viktor Yushchenko.

 

Mesmo os nomes dos partidos têm pouco, se é que algum, significado. Por exemplo, o Partido Socialista Progressivo da Ucrânia é apontado como sendo de extrema-direita, num ensaio da Escola de Estudos Eslavos e do Leste Europeu da University College London. Aliás, o partido, de pendor populista, já contou nas suas listas com Pavel Gubarev, o autoproclamado “governador popular da Região de Donetsk”, que começou por ser membro de um partido russo neonazi antes de integrar o Partido Socialista Progressivo da Ucrânia.

O possível presidente-fantoche

Dos 11 partidos suspensos pelas autoridades ucranianas, apenas dois têm representação parlamentar: a Plataforma de Oposição – Pela Vida (maior partido da oposição, com 43 deputados) e Bloco de Oposição (seis deputados). O primeiro é um partido pró-russo, que tem nas suas fileiras Viktor Medvedchuk, amigo de Putin (dado como padrinho de uma das suas filhas) e eurocético, que só denunciou a invasão russa duas semanas depois do início da guerra. Um dos seus deputados, Illia Kyva (ex-líder do Partido Socialista da Ucrânia e que antes disso havia pertencido ao Setor Direito) começou mesmo por apoiar a incursão militar, logo no primeiro dia, afirmando publicamente que “os ucranianos precisam de ser libertados”.

O segundo, o Bloco de Oposição, é um partido nascido em 2019 a partir de uma cisão de outro partido com o mesmo nome, fundado cinco anos antes. Nas últimas eleições, elegeu os seus seis deputados pelas listas regionais. A nível nacional, não atingiu o patamar mínimo de 5% para conseguir eleger um deputado. O partido é liderado por Yevhen Murayev, o dono de um canal de televisão que o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico revelou, em janeiro, a partir de informações dos serviços secretos, ser um dos principais candidatos a liderar um governo-fantoche imposto por Putin em Kiev.

Numa demonstração das originalidades da política ucraniana, Murayev é também líder de outro partido suspenso na decisão de domingo, o Nashi. Tal como o Bloco de Oposição, este nasceu das cinzas do Partido das Regiões, do ex-presidente pró-russo Yanukovitch.

 

Entre os movimentos pró-russos proibidos está ainda o Partido de Shariy, do youtuber Anatoly Shariy, uma figura controversa que chegou a dizer que compreendia a eliminação de homossexuais por parte do regime iraniano e pelos nazis. Alguns membros do partido têm ligações a movimentos ultranacionalistas russos.

O Partido Socialista da Ucrânia é o mais antigo dos onze suspensos. Fundado em 1991 por membros do Partido Comunista, banido na sequência da independência da Ucrânia, encontra-se sem líder definido e moribundo, desde que o seu último candidato presidencial, o ex-político de extrema-direita Illia Kyva, não conseguiu sequer seis mil votos (0,3%).

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Citação de Liberblue, há 7 horas:

Saudades do tempo em que o @Liberblue era o saco de pancada no tópico da política. 

#rippcp

 

Pergunto-me o que sente alguém que recebe uma notificação de si próprio.

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Zelensky coupled the decree suspending the activities of the parties, decided on by Ukraine’s national defence and security council, with a ban on private TV stations – merging them all into a single state-run TV channel. And that could be his second big error. For Ukraine’s strongest card – the unique selling point that has drawn such sympathy and support from almost the entire democratic world – has been the fact that, in stark contrast to Putin’s repressive Russian state, it is – or was – a free country.

That means that it holds real elections, has a diverse media, and allows politicians critical of the government to get their views heard. All things that we take for granted but which have already disappeared or are fast vanishing in Putin’s prison state. That difference drew a dramatic line between the society that the majority of Ukrainians wished to live in, and the big bad neighbour from hell next door. Tragically, Zelensky’s two moves fatally blur that line.

The danger for Ukraine following these martial law moves is that, however well grounded the decisions are for reasons of its own security, they risk making the country resemble the Russian invader who cracks down on opposition and stifles critical voices. And the western nations that have so far been so solid in their support may start to ask themselves whether Ukraine is now treading a dangerous path.

Zelensky’s motives for his move are obvious. He fears – with considerable justification – that the banned parties, especially the ‘Platform for Life’ – which is the largest opposition party – form a Trojan Horse within the walls of Ukraine that undermine the country’s remarkable fighting spirit and will to resist the invader. This is scarcely surprising. The Platform’s leader, a 67-year-old oligarch named Viktor Medvedchuk, is a pal of Putin whom he has described as ‘a close personal friend’. So close, that the Russian leader is reputed to be the godfather of Medvedchuk’s daughter. In May last year, because of his pro-Russian stance, Medvedchuk was charged with treason and placed under house arrest. Within four days of the February invasion he vanished from his home and his current whereabouts are unknown.

Another opposition politician affected by the ban is Yevhen Murayev who heads the Nashi (‘Ours’) party and a TV station of the same name. Murayev was one of a small group of politicians named by Britain’s Foreign Office early in the conflict as the possible nucleus of a puppet pro-Russian government that Putin intended to install when he invaded – a claim that Murayev has strongly denied.

Ukraine is not the first democracy to have suspended democratic norms in time of war. In Britain during World War Two, those thought to be potential fifth columnists – ‘the enemy within’ – were given short shrift. Hundreds of German and Italians living here – many of them Jews or exiles who had fled from fascism – were interned on the Isle of Man after Winston Churchill gave the order to ‘collar the lot’ in 1940 when the country was threatened with imminent invasion.

Hundreds of actual fascists – including the Blackshirt leader Sir Oswald Mosley and his wife Diana – were imprisoned without trial in Holloway jail until the danger of invasion had passed. The Communist party’s Daily Worker newspaper was banned for undermining the war effort. In both World Wars the draconian ‘Defence of the Realm Act’ or DORA, made a wide range of normal political activity potentially criminal if it was thought to aid the enemy. Even more repressive moves were made in the U.S. after Pearl Harbor in December 1941 when thousands of Japanese Americans were arrested and locked up in internment camps for the rest of the war.

Nevertheless, in both countries normal political activity continued throughout the conflict. In Britain, by-elections returned opposition MPs and the government’s handling of the war was robustly criticised in the press and the House of Commons – leading, at the war’s most dangerous moment in May 1940, to the replacement of one PM, Neville Chamberlain, with Churchill. In the U.S. in 1944 the Democrat Franklin D. Roosevelt beat off a challenge from the Republican Thomas E. Dewey in a full presidential election.

So is the suppression of opposition by Zelensky a sign of strength – a confident government acting ruthlessly to crackdown on the enemy within? Or is it a confession of weakness, an admission that beneath the veneer of unity and resistance there are many Ukrainians prepared to compromise or even collude and collaborate with the invader who is devastating their country? Either way, it is not a good look for a man who has been seen as the heroic symbol of freedom against tyranny.

So is the suppression of opposition by Zelensky a sign of strength – a confident government acting ruthlessly to crackdown on the enemy within? Or is it a confession of weakness, an admission that beneath the veneer of unity and resistance there are many Ukrainians prepared to compromise or even collude and collaborate with the invader who is devastating their country? Either way, it is not a good look for a man who has been seen as the heroic symbol of freedom against tyranny.

https://www.spectator.co.uk/article/is-zelensky-s-party-crackdown-his-first-mistake-

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Citação de Descartes, há 35 minutos:

Pergunto-me o que sente alguém que recebe uma notificação de si próprio.

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e é verdade. Um gajo dantes levava pancadaria por todo lado, agora habituaram-se a malhar no @Che e no @Plagio o Original não querem outra coisa. Uma pessoa fica magoada. Agora quando digo que o PCP é um partido nojento pa crl, já ninguém diz nada...as vezes lá vêm um palhacito tentar picar-me (num topico sobre formula1 lol), mas são cenas tão estupidas que nem vale o esforço de responder.

#RIPPCP vou sentir a tua falta

 

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Belo texto, esquecendo o facto que a ucrânia está a ser invadida, tratada pelo invasor como se não fosse um país e a sua população atacada indiscriminadamente.

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Citação de Liberblue, há 11 minutos:

e é verdade. Um gajo dantes levava pancadaria por todo lado, agora habituaram-se a malhar no @Che e no @Plagio o Original não querem outra coisa. Uma pessoa fica magoada. Agora quando digo que o PCP é um partido nojento pa crl, já ninguém diz nada...as vezes lá vêm um palhacito tentar picar-me (num topico sobre formula1 lol), mas são cenas tão estupidas que nem vale o esforço de responder.

#RIPPCP vou sentir a tua falta

 

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Citação de rcoelho14, há 11 horas:

Queres uma sociedade inclusiva e avançada e ao mesmo tempo importas grupos que têm como cultura cortar clitóris a crianças, outros grupos que espancam alguém porque é gay, outros em que é aceitável matar a mulher porque esta não cozinhou em condições o bife ao jantar ou porque não queria sexo.

Nós cá achamos isto nojento e criminalizamos e estamos a tentar que pare (e sabemos nós o caminho grande ainda a ser feito na nossa sociedade).
Nos caso que mencionei, vêm de culturas onde estas ações não só são aceitáveis, como são encorajadas.
E tu questionas qual o mal de aceitar acolher centenas ou milhares de culturas destas.

Mais, se nós como sociedade acharmos que ainda assim devemos ajudar, eu seria favorável. Gostava de viver num mundo mais solidário onde todos se ajudavam uns aos outros. Seria um mundo bem melhor.
Mas não vou fingir que não existem problemas sérios a considerar.

São problemas que não se resolvem em 1 ou 2 anos, são coisas que demoram décadas e gerações diferentes, e mesmo assim nem sempre resulta para todos (um exemplo, em França os atentados terroristas que aconteceram há uns anos foram cometidos por migrantes de 3ª geração, já supostamente integrados).

É a minha opinião sincera, se discordares, força, gostava sinceramente de ouvir o teu lado 🙂

Não sei se percebo bem o termo importar, se é algo propositado ou não. Prefiro usar o acolher, isto porque as pessoas estão a sair do seu país natal porque querem uma vida e muitos deles também não concordam com esses atos extremistas. Ainda que venham dessas ovelhas negras, é uma questão de educação. Aqui também temos grupos que espancam gays, pretos, matam a mulher por não abrir as pernas e os próprios filhos.

Depois vens com a historia de terroristas em França, migrantes de 3ª geração. Ainda que aches que é algo está nos genes ou é falado todos os dias ao jantar, qual a percentagem de imigrantes em França, nessas gerações todas, que praticaram esses atos?

A minha opinião sobre a imigração é que nos faz muita falta. Somos um país de ignorantes, que tem medo de conhecer culturas por preconceitos falados à mesa ao invés de aprender e crescer como nas grandes metrópoles na europa.

 

 

 

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Chover no molhado.

Nós somos excelentes, os outros são uma porcaria.

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Citação de kareca, há 49 minutos:

Não sei se percebo bem o termo importar, se é algo propositado ou não. Prefiro usar o acolher, isto porque as pessoas estão a sair do seu país natal porque querem uma vida e muitos deles também não concordam com esses atos extremistas. Ainda que venham dessas ovelhas negras, é uma questão de educação. Aqui também temos grupos que espancam gays, pretos, matam a mulher por não abrir as pernas e os próprios filhos.

Depois vens com a historia de terroristas em França, migrantes de 3ª geração. Ainda que aches que é algo está nos genes ou é falado todos os dias ao jantar, qual a percentagem de imigrantes em França, nessas gerações todas, que praticaram esses atos?

A minha opinião sobre a imigração é que nos faz muita falta. Somos um país de ignorantes, que tem medo de conhecer culturas por preconceitos falados à mesa ao invés de aprender e crescer como nas grandes metrópoles na europa.

Eu falei em importar porque infelizmente acredito haver outros interesses por trás a quem convém gente de países pobres, e não para ajudá-las.
E também porque o meu cérebro estava ainda a funcionar a carvão e não me lembrava de mais palavras 🙃
Mencionei esses exemplos e também mencionei que cá temos, mas que não aceitamos, e que em muitas culturas pelo mundo fora é aceitável e encorajado. E essas pessoas não ficam todas lá nos seus países, vêm para países onde isso é inaceitável e têm dificuldades em integrar-se com as novas regras.

O da França foi um exemplo só, sei que é uma fração muito minúscula. Acredito ser um problema de uma geração que não se sente aceite pela sociedade e que por seu lado rejeita essa mesma sociedade e aceita valores mais extremistas passados em algumas mesquitas (não é segredo que volta e meia a França fecha mais 1 por defender ideias extremistas), muitas com ligações wahhabistas à Arábia Saudita.
Juntar isto às sucessivas crises económicas e às vezes a uma certa admiração desmedida pelo país e cultura dos seus pais/avós e temos uma combinação perigosa

Eu sou da opinião que a imigração é algo que devemos aceitar, com o intuito de ajudar as pessoas, mas que devemos ter cautela e ter noção de, sem rodeios, falar de casos menos bons quando isso merece ser falado.
Se não, acabamos como o Reino Unido com os paquistaneses a violar crianças durante décadas e ninguém fazia nada por ter medo de ser chamada racista.

E quem diz sobre isto, digo sobre outros crimes e atitudes.
E estendo isto a nativos do país que os acolhe, porque parece às vezes que há uma teimosia em aceitar que também temos bestas cá e que não somos perfeitos.

(eu quando falei nisto, não falei em específico de Portugal, daí exemplos que dou do estrangeiro, a Europa será sempre o grande objetivo dos migrantes vindos do Médio Oriente e de África, achei relevante falar mais no geral)

Editado por rcoelho14

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Citação de Ghelthon, há 8 horas:

Ah claro, está explicado.

antes ainda disse isto:

"Antes disso já o Milhazes... É um triste, não sei porque razão ganhou ali uma ultra raiva à Rússia, quando a gente sabe que até foi para lá enviado pelo Partido Comunista estudar, esteve casado com uma russa. Não sei o que a Rússia lhe fez que o homem veio de lá virado do avesso. Tudo bem, está no seu direito, mas é uma pessoa rancorosa. "

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Alguém avise a Ucrânia que a pena dele foi perdoada. 

 

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Nunca percebi a panca da extrema direita com a Fred Perry. 

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Eu prefiro moda casual de luxo. Chique, confortável. Estilo tchuchuco, Lacoste, indomável.

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Citação de Liberblue, há 13 horas:

e é verdade. Um gajo dantes levava pancadaria por todo lado, agora habituaram-se a malhar no @Che e no @Plagio o Original não querem outra coisa. Uma pessoa fica magoada. Agora quando digo que o PCP é um partido nojento pa crl, já ninguém diz nada...as vezes lá vêm um palhacito tentar picar-me (num topico sobre formula1 lol), mas são cenas tão estupidas que nem vale o esforço de responder.

#RIPPCP vou sentir a tua falta

 

Esse vil ataque, por acaso, não foi a brincadeira em que te meteram um link para a Internacional Comunista no YouTube quando pediste um stream, pois não...?

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In the end, all roads lead to global warming.

“I want to quote the French philosopher Bruno Latour, even though philosophically, I’m not on his side. He said that the coronavirus crisis is just a dress rehearsal for future problems that await us in the form of global warming, epidemics and other troubles. I don’t think this is necessarily a pessimistic view, it’s simply realistic. So many people have been warning us about this – there will be epidemics and ecological disasters – and now we know what it looks like. We need to stop thinking through a capitalist prism. I don’t agree with those who claim that now is no time for politics, that we should just mobilize to survive these dangers. No! Now is a great time for politics, because the world in its current form is disappearing. Scientists will just tell us, ‘If you want to play it safe, keep this level of quarantine,’ or whatever. But we have a political decision to make, and we are offered different options.”

Let’s talk about what you suggest.

“What if we will need another lockdown, even longer? Or multiple lockdowns? It’s a sad prospect, but we should get ready to live in some kind of permanent state of emergency. What we should fear now is a perfect storm: a health, economic and mental health crisis. You know, Marxists like to make fun of the state mechanisms of oppression and domination, but we desperately need an efficient state apparatus. I think we’re entering a new era. This virus doesn’t mean everything is over, but we need to reorganize our social life.”

What will that societal reorganization look like?

“We should focus on what is crucial, which is, first, health care. The coronavirus epidemic is a universal crisis. In the long term, states cannot preserve themselves in a safe bubble while the epidemic rages all around. We need coordinated efforts, centralized at least in some sense, and we need to get ready for long periods of infection. We shouldn’t think in terms of money when it comes to health. Materially, we have the means to organize some kind of global health care. If we don’t, our global unity is liable to disappear, and it could be the end of globalization as we know it. People will continue to die in certain places, at the same time that others try to continue functioning as isolated bubbles. Australia and New Zealand are trying to establish their own joint bubble, but I don’t think this will work. Every country has a right to protect its citizens, but it’s dangerous to see this approach as a solution, because in this way the long-term threat will remain.”

For starters, Zizek believes that international bodies need to be strengthened, among them the much maligned World Health Organization. In this spirit, he decided to donate all the royalties from his new book to the organization Doctors Without Borders.

“The next serious problem I see is a food shortage,” he continues. “States are aware of it and I hope they’re getting ready. At the moment, we are living off old stocks. Now it’s the spring harvest, and in Europe they have a problem. In France, for example, most of the spring harvest is done by people from other European countries, but now borders are closed. Who will do the work? The WHO is constantly warning that the pandemic could lead to mass starvation, so we need to reorganize our agriculture and food distribution.”

In your book you suggest reinventing communism, such that it will provide a solution to all our problems, now and in the future. Can you elaborate on this?

“The formula proposed by Marx and Engels was, ‘From each according to his ability, to each according to his needs’! Yes! But this will not be in the way Marx meant it, where everyone will have a comfortable life, with whatever they need, and choose their creative job and so on. My formula is much more brutal, and darker. The state should simply guarantee that nobody actually starves, and perhaps this even needs to be done on an international scale, because otherwise you will get refugees. For our part, we need to forget about cars, air travel, fashion – and everyone should give back to society according to their ability. This means, for one thing, that the state should be given a certain right to mobilize people when needed. Can you imagine any other way to solve the problems we face?”

https://www.haaretz.com/world-news/.premium.MAGAZINE-slavoj-zizek-s-brutal-dark-formula-to-save-the-world-1.8898051

Das poucas vezes que Slavoj Zizek se arrisca a soluções.

1. Sistema Mundial de Saúde. 2. Distribuição de Alimentos à escala mundial. 3. Abolir a lei do valor para garantir uma sociedade funcional. Por exemplo, medicina, alimentação, etc, etc. 

Editado por Che
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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Esse vil ataque, por acaso, não foi a brincadeira em que te meteram um link para a Internacional Comunista no YouTube quando pediste um stream, pois não...?

Brincadeira se fosse de outro user levava na boa.

De ti...vil ataque foi quando me acusaste no tópico da política de ser desonesto e estar a truncar as citações que fazia de outro user para responder a apenas aquilo que me convinha. Neste caso uma discussão com HappyKing.

Até que alguém alertou para o obvio, que era que o HappyKing editava o post depois de eu fazer a citação.

Mas não foste homenzinho para te chegar á frente e reconhecer que afinal estavas errado e que eu não estava a proceder de maneira desonesta.

Por isso até lá não quero saber das tuas playlists do YouTube.

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