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Pavel

[FM22] Penafiel

Publicações recomendadas

 

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Olá amigos, como tenho demasiado tempo livre nas mãos decidi partilhar aqui um save que criei com o objetivo de tentar explorar mercados secundários e acima de tudo tentar um desenvolvimento "realista" e sustentável para o clube, seja ele qual for. Estou a usar o Increase Realism mod e selecionei um porradão de ligas. Não sei se vou conseguir ser consistente nas atualizações, tanto posso atualizar 2 ou 3 vezes no mesmo dia como ficar uns quantos dias sem vir aqui, logo se verá.

Tenho o hábito de "começar" a jogar na segunda época, tenho mais liberdade e gosto de construir o plantel à minha maneira. Na primeira fui alternando entre simular os jogos e jogar uns quantos sem grandes mudanças no plantel. Em Janeiro entrou apenas um jogador para me dar profundidade no ataque. Hadi Sacko, antiga lenda do Sporting, veio do Cluj pela módica quantia de 3 mil euros e rapidamente assumiu o papel de MVP da época, mudando completamente o rumo da época e empurrando a equipa para os lugares cimeiros da Segunda Liga. Uma época meio acidentada que começou da pior maneira e acabou da melhor, sendo que fomos promovidos à Primeira Liga. Sobre as Taças à pouco a dizer, fomos eliminados da Taça da Liga pela BSAD, com azar nos pênaltis. Na Taça de Portugal fomos surpreendidos pelo Canelas na Segunda Eliminatória (a primeira para clubes da Segunda Liga). 
 

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Spoiler

2021/2022 - FC Penafiel

- 3º lugar na Segunda Liga (Promovido)

- 2ª Fase da Taça da Liga (Eliminado pelo BSAD, 0-0p)

- 2ª Eliminatória da Taça de Portugal (Eliminado pelo Canelas 2010, 0-1)

 

 

 

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Muitas entradas. Acabei por gastar mais dinheiro do que devia mas, ao mesmo tempo, com as saídas, houve um grande alívio na folha salarial. Acima de tudo quis optar por jogadores jovens, no máximo com 24 anos, havendo uma ou outra exceção. Gervásio Flor é um regen de 15 anos que não integrará o plantel principal, ao contrário de todos os outros. 

GUARDA REDES

1. Nikita Haikin | 40. Gabriel Mesquita | 30. José Ribeiro

DEFESA

3. Lucas Tagliapietra | 4. Silvério Júnio | 24. Gonçalo Loureiro | 33. Andrés Alarcón | 12. Ryan Spaulding | 13. Aitor Buñuel | 5. Rafael Rodrigues

MEIO-CAMPO

15. Pablo Siles | 7. Jordan Van der Gaag | 75. Robinho | 8. Jorge Gomes | 44. Ante Roguljić | 20. Yurii Vakulko | 23. Vasco Braga

EXTREMOS

9. Erick | 11. Zé Valente | 16. Hadi Sacko | 34. Diogo Viegas | 10. Pablo García | 77. Edi Semedo 

AVANÇADOS

14. Rui Pedro | 18. Manuel Nascimento

 

Assim resumidamente, Haikin será o titular ao longo da época, deixando alguns jogos menos importantes para Gabriel Mesquita. Espero não ter de utilizar José Ribeiro, a nossa terceira opção e claramente demasiado verde para estas andanças. Na defesa, Tagliapietra será o titular e capitão de equipa, transita da época passada na qual foi um dos responsáveis pelo sucesso, assim como Júnio. Vou tentar rodar mais e dar minutos a Alarcón. Nas alas falta-me um elemento para o banco, resolverei até ao final do mercado. Por enquanto, é uma posição com jogadores muito equilibrados e vai haver rotação também. No meio campo, Roguljić e Robinho assumem claramente funções mais ofensivas que os restantes. Não estou muito confiante em relação à capacidade destes jogadores, veremos. Pablo García e Erick serão os melhores extremos do plantel, a meu ver, completos e rápidos, como se gosta. À frente, Rui Pedro é outro claro titular, sendo que vou aproveitar para dar minutos ao Manuel Nascimento sempre que o jogo me permita. 

 

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Boa sorte Pavel 😉 

A primeira época foi interessante e mexeste-te muito bem no mercado, capacitando o plantel de qualidade e alguma experiência para o novo patamar que é e será a Primeira Liga. Creio que tens argumentos para realizar uma temporada segura e se formos a ver pela pré-época, há ovos para fazer boas e várias omeletes. 

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  O sorteio da primeira fase da Taça da Liga ditou-nos uma deslocação à Trofa para iniciar oficialmente a época. Não estava à espera de muitos problemas, tendo em conta que uma semana antes goleámos por 4-0 numa partida amigável. O jogo foi aberto em instantes com o contributo de Rui Pedro, o João Pinto de Penafiel. Pouco tempo depois, não podendo escapar a uma arbitragem de Hugo Miguel, Vasco Braga leva um vermelho direto devido a uma entrada por trás aos 7 minutos. Já não parecia tão divertido. Apesar de tudo, fomos mantendo o controlo do jogo, dentro do possível e sabendo que íamos jogar cerca de 85 minutos em inferioridade. Com o avançar do tempo, o Trofense foi conseguindo chegar cada vez mais próximo e com perigo à nossa baliza. Aos 56 minutos, após umas quantas tentativas, o Trofense chega à igualdade por Pachu e eu começo a ver a vida a andar para trás. A narrativa geral do jogo foi-se mantendo até que aos 75', Andrézinho assume um livre direto à entrada da área e marca um dos que será, decerto, o melhor golo da sua carreira. Estava complicado e já tinha mudado a equipa para ir com tudo para o ataque. Felizmente, Pablo García meteu na cabeça que não seria eliminado neste dia e leva tudo à frente aos 85 para retomar a igualdade. Dois minutos depois, o uruguaio volta a levar a bola pela ala direita até à grande área do Trofense e sofre um contacto muito ligeiro. Hugo Miguel não hesitou e apontou para a marca dos 11 metros. Um final dramático para os adeptos da casa que viram o Penafiel a avançar para a segunda eliminatória com a frieza de Rui Pedro, assinando o seu bis.

  Novo sorteio e desta vez foi-nos destinada uma deslocação a Faro. A tardia hora de jogo não foi suficiente para tornar tolerável o calor do Algarve no pico do Verão. Pelas 21h, o termómetro media 35° e não se esperavam facilidades nesta deslocação. O jogo começou a um ritmo bastante lento. Voltámos a dominar, tal como esperado, mas com poucas ocasiões de perigo. O Farense adiantou-se no marcador na primeira parte e no intervalo muita coisa tinha de mudar se queríamos virar o resultado. Entrada com tudo, Lucas Tagliapietra aproveita um canto para empatar de cabeça aos 47' e a reviravolta foi consumada aos 50' com um belíssimo remate de Aitor Buñuel à entrada da área. Deu para respirar durante uns momentos, até que Harramiz com um remate fantástico a 30 metros da baliza volta a empatar pelo Farense. O vencedor do prémio de golo do jogo parecia fechado até Robinho decidir elevar ainda mais a fasquia com um remate tenso com uma colocação perfeita. Estávamos de volta na liderança e nesse momento sim, parecia fechado. O Farense esteve prestes a empatar nos descontos com mais um belíssimo remate de longa distância mas Haikin estava atento e não permitiu. Foi importante esta passagem à fase de grupos visto que termos um plantel jovem e com bastante profundidade. Serão mais 3 jogos, completamente sem pressão, para dar minutos a toda esta juventude. 

 

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  Deslocação a Alvalade na segunda jornada. Um Sporting que terminou em 4º na última época e acabou por despedir Rúben Amorim. O treinador é agora Rui Jorge, que viu Brahimi como substituto de Pablo Sarabia, que regressou a Paris, onde parece que ficará. Os nossos níveis físicos ainda não estão no ponto e apenas dois dias depois da receção ao Marítimo foi preciso alguma improvisação para encaixar as alternativas nos sítios certos. Ao mesmo tempo, a equipa estava bastante motivada depois de manter uma autêntica muralha que impediu os insulares de levar os 3 pontos em nossa casa. O jogo começou da pior forma. Um golo no primeiro minuto de Islam Slimani complica-nos a tarefa de sair de Alvalade um ponto mais perto da manutenção. Contudo, a reação foi imediata da nossa parte e aos 5', uma bola nas costas da defesa verde e branca encontra Erick que, num detalhe repleto de classe, pica a bola na cara de Antonio Adán e empata o jogo. Tudo era possível. Fomos aguentando, tal como no jogo da primeira jornada. Aos 67', numa rara oportunidade de ataque da nossa parte, Pablo García é rasteirado por Matheus Reis junto à entrada da área, na ala. Robinho assume a marcação do livre e encontra Rui Pedro ao segundo poste. 2-1 para o Penafiel em pleno Estádio de Alvalade, que presencia mais um 'começo à Sporting'. Vieram com tudo e sempre que possível explorámos as opções que tínhamos nos contra ataques. Aos 88', uma charutada de Erick para a área encontra a perna de Feddal, que desvia a bola para dentro da própria baliza. Porém, Luís Godinho recebe o alerta do VAR e vai confirmar as imagens ao ecrã e anula o 3º nosso terceiro golo. Na verdade, foi como se o golo tivesse contado e o Sporting ficou bastante abalado com o golo anulado e não conseguiu criar mais perigo no pouco que restava do jogo. Grande vitória.


  Mais um jogo complicado, desta vez em casa frente ao Sporting de Braga. Para variar, começamos a perder. Cruzamento e Tiago Martins vêm uma mão na bola da parte de Silvério. Abel Ruíz concretiza. Novamente encostados às cordas, cai do céu um canto aos 30' no qual, numa tentativa de redenção, Silvério cabeceia para empatar o jogo. Tudo em aberto. A segunda parte começa da pior forma com o segundo amarelo a Pablo García, que foi extremamente imprudente na ação defensiva. Reduzidos a 10, sem substituições e ainda para mais, Ryan Spaulding magoa-se e pede a substituição. Dez minutos reduzidos a 9 unidades a tentar defender o resultado. E assim foi.


  No Algarve outra vez, um jogo bastante aborrecido no qual valeu o pormenor de qualidade de Ante. Aos 10' de jogo aparece isolado na cara do guarda-redes do Portimonense e pica a bola na perfeição. Faltando ainda um jogo, é uma entrada no campeonato que pode valer a concretização de todos os objetivos estabelecidos. 


  Receção à BSAD, aquele típico jogo de 'bottom half' da Primeira Liga. Nadinha de jeito, até que Ante decide atropelar o avançado adversário nas margens da grande área. O VAR sinalizou António Nobre de imediato que, após breves instantes de conversa, apontou para a marca do pontapé de pénalti. Felizmente, Haikin continua a mostrar-se a um nível muito maior do que o esperado e nega o golo a Andrija Luković. Poucos minutos depois, lance semelhante na área contrária, negado pelas imagens que mostraram o contacto fora da área mas que, ainda assim, deram um livre perigoso para os pés de Robinho. Nada deu. Estávamos a jogar contra o relógio e a pressionar o máximo possível. Aos 82 acontece o milagre, Diogo Calila deixa fugir a bola na zona proibida, sobrando para Erick, que dá dois passos e chuta ao canto inferior esquerdo, golaço para carimbar mais uma vitória. A moral estava no máximo e, na sequência de um canto aos 86', o patrão da defesa, Lucas Tagliapietra, volta a marcar um golo importantíssimo. Depois do golo adormecemos e ainda permitimos que a BSAD reduzisse para 2-1 com um fantástico pontapé de Pedro Nuno, sem chance para Haikin. Mesmo assim, ainda nada estava acabado e ainda deu para Erick bisar na partida, depois de mais uma grave perda de bola, desta vez à responsabilidade de Chico. Começo de sonho. 

 

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  Durante este mês chegaram também 3 novos reforços. Nicolás Hernández foi uma oportunidade de negócio interessante e apesar de não precisar de mais centrais, decidi aproveitar e dar ainda mais profundidade à posição para os meses mais apertados que se aproximarão. Mathías Suárez é o lateral direito que faltava no plantel, acaba contrato no próximo ano e o Montpellier queria desfazer-se dele a todo o custo. Se por milagre as perspetivas financeiras melhorarem, será uma opção a ponderar. Por último, Leandrinho, depois de nos meter de parte durante 2 meses, decide aceitar a nossa proposta no último dia de transferências. Vem colmatar a saída de Edi Semedo.

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  Deslocação a Vila do Conde. Eram esperadas bastantes dificuldades, o Rio Ave, assim como nós, teve um fantástico inicio de campeonato e todas as intenções de manter a boa forma. Como costume, começamos a perder, Vitor Gomes recebe a bola na esquerda e puxa para dentro 'à Robben', excelente finalização. Rapidamente apanhámos o Rio Ave em contrapé, e Pablo Garcia não facilitou, 1' depois. A nossa reação tem sido muito forte. Este golo deu-nos o impulso que precisávamos para o tempo que restava, sendo que fomos aos 4 até ao intervalo. Rui Pedro, Ante e Erick, com uma compostura digna de Cristiano Ronaldo, não facilitaram na cara de Jhonatan e prometeram uma segunda parte super tranquila de gerir. Já perto do final, Ante é visado no cruzamento de Pablo García e chuta de primeiro para dilatar a vantagem para 4 golos. O Rio Ave ainda consegue reduzir, já nos descontos, mas sem grande efeito. 


  Mais um jogo fora, desta vez em Arouca. Ambas as equipas entram com tudo mas a sorte acaba por nos sorrir com dois golos nos primeiros 15'. Pablo García aproveitou um cruzamento rasteiro de Erick para fazer o 1-0 e, pouco tempo depois, na sequência de um canto, Leandro Teixeira aparece no papel de Tagliapietra e marra a bola com violência para dentro da baliza. Esta vantagem não durou muito visto que Bukia, com mérito na jogada individual, aparece na cara de Haikin e não perdoa. Contudo, ao cair do pano da primeira parte, Buñuel aparece em zona ofensiva e finaliza à ponta de lança. Estava feito o 3-1. O Arouca regressa inspirado do balneário e reduz novamente a partida com o bis de Bukia. Por esta altura decidi mexer na equipa e Leandrinho fez render Rui Pedro, já desgastado. Pouco tempo depois, o próprio ganha o pénalti que nos traria tranquilidade, convertido por Erick. 


  Depois do difícil mês de Agosto que fomos capazes de superar, fomos abençoados com um belo calendário em Setembro, perfeito para pontuar. O próximo adversário era o Feirense. Um Feirense que nos causou imensos problemas e manteve a vantagem conquistada aos 8' por Manu Silva até aos 57', quando um rasgo de qualidade de Pablo García iguala a partida. Diferenciado. Aos 80', Rafael Rodrigues, ex-lateral esquerdo das escolas do Benfica, encontra Buñuel numa desmarcação pela ala, na cara do guarda-redes. Golo confirmado após a validação do VAR. Continuamos o arranque (quase) perfeito.


  Deslocação a Aveiro para a Taça de Portugal. Jogo teoricamente acessível contra o Beira-Mar e assim provou ser. Rodei a equipa praticamente toda  e dei minutos aos que menos jogaram até agora. Sem hipóteses para os Aurinegros. De salientar o pontapé majestoso de Leandro Teixeira para fazer o 2-0. Do meio da rua. Na próxima eliminatória enfrentaremos o Vitória SC.
Para terminar o mês, receção ao Vitória. Jogo complicado apesar da fraca forma dos visitantes, que se encontram no 16º lugar, com uns míseros 5 pontos. Beneficiamos de um pénalti aos 34'. Empurrão na área na sequência de um canto que Fábio Veríssimo não hesitou em apitar. Vasco Braga concretiza e estamos na liderança. Já na segunda parte, Rui Pedro faz o seu 6º golo da época e dilata o resultado. Um 2-0 muito enganador, sendo que fomos completamente dominados pelos vimaranenses. 

 

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  Em casa frente ao Vitória, desta vez para a Taça de Portugal. Começa mal, Rafael Rodrigues entra de forma imprudente dentro da grande área e "oferece" o golo a Oscar Estupiñan, que não vacilou a conversão. Estávamos muito motivados e não queríamos esta saída precoce da taça. Fomos com tudo. Rafael, novamente a protagonizar o momento, assume a marcação de um livre direto à entrada da área e marca um golo magnífico ainda na primeira parte. O jogo foi correndo sem grande coisa para descrever até que, aos 85', Silvério Júnio vai às alturas para concretizar o canto batido por Pablo Siles. Ainda estava tudo em aberto e o Vitória fez questão de nos abrir os olhos. Bissoli, aos 87', reduz a partida e abre a possibilidade de um prolongamento. Contudo, estando por cima do jogo e mantendo a posse de bola do último terço do Vitória, João Ferreira, condicionado pelo cansaço e estupefato com a velocidade de Erick, recém entrado na partida, empurra o jogador penafidelense. Pénalti e segundo cartão amarelo para o vimaranense. Rui Pedro, como já nos habituou, não falha. Finalmente podemos respirar e celebrar a passagem à próxima fase.


  Início da Taça da Liga (para nós, que folgámos a primeira jornada) e um jogo digno de pré-época ou campeonato de sub-23. Tanto nós como o Benfica apresentámos um 11 completamente diferente do habitual. Houve pouco fio de jogo, tal como esperado com tanta alteração e apesar do Benfica ter criado bastante mais perigo na primeira parte, o lance que a marca é um pontapé de Manuel Nascimento à trave de Odysseas. Excelente tentativa do miúdo de 16 anos. Contudo, mesmo antes do apito do árbitro, Darwin foge com a bola e faz um passe simples para Gonçalo Ramos adiantar o Benfica no marcador. Na segunda parte, a história repete-se até que, novamente na compensação, Everton faz um passe brilhante nas costas da defesa para encontrar Gonçalo Ramos que, sem problemas, finaliza e faz o 2-0 final. Primeira derrota da época confirmada. Ainda deu para Robinho assustar Odysseas num livre direto já no último minuto de tempo extra. Apesar da derrota, bons detalhes.


  Deslocação ao Dragão e era preciso muito esforço para levar pontos daqui. A história continuou, o Porto muito mais forte e a encostar-nos à nossa área constantemente. Surpreendentemente, sem grande perigo. Tal como o temos feito até agora, usámos as bolas paradas como trunfo e, aos 57', Silvério Júnio volta a marcar de cabeça após um livre lateral. A jogar em casa, os azuis e brancos não tinham qualquer intenção de baixar os braços e deixar-nos levar os pontos para Penafiel. Na sequência de um livre, de todos, Galeno é aquele que salta mais alto e cabeceia para empatar o jogo. Tudo em aberto no antigo Estádio das Antas. Aos 85' chega uma botija de oxigénio quando Wendell, numa ação total irresponsabilidade, entra a pés juntos sobre Rafael Rodrigues e leva o cartão vermelho direto. Muito bem, Hugo Miguel. Honras repartidas num dos jogos mais difíceis da época. Voltámos a casa com um sorriso na cara. 


  No Estoril, voltamos à tradição de sofrer um golo nos primeiros 10 minutos. Como nem tudo é mau, mantemos a tradição de reagir imediatamente e, 10 minutos depois de André Franco adiantar a sua equipa no marcador, Ante volta a marcar pelo Penafiel. O médio croata já mostrou ser frio à frente da baliza e sempre que é preciso lá está ele. Na segunda parte, a sorte esteve novamente do nosso lado e, numa tentativa de passe de Leandrinho para Pablo García, Jorge Fernandes desvia a bola para dentro da própria baliza. Na liderança. Já perto do final, aos 87', Joãozinho rasteira Pablo García e dá-nos mais um pénalti neste campeonato. Imagino os programas desportivos. Porém, Erick, que assume a conversão, esbarra na cara de Dani Figueira, que afasta a bola para canto. Continuamos imbatíveis no campeonato, mas cada vez mais à justa. 

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Publicado (editado)

Quando acertarem as contas, vens para quinto digo eu. Isso já é um feito muito bom tendo em conta que ainda agora subiste.

No meu save do salgueiros fiquei todo contente por estar em primeiro mas só depois é que reparei que tinham jogos a menos 😁

Editado por RoMbA

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É como o Romba disse, mas ainda assim cheira-me que vais tar sempre lá para cima. Campeão não sei, pelo menos este ano, mas cheira a Champions.

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Excelente campeonato até à data, a exceder e de que maneira, as expetativas.

Nada tira o valor de estares em primeiro e tens tido um registo verdadeiramente impressionante, contudo, creio que é inevitável que a reposição de jogos dos teus adversários, acabará por levar a que tenhas uma queda na tabela classificativa. Vamos a ver se continuas a ter unhas para tocar esta guitarra. Seria excelente se assim fosse!

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Citação de Pavel, Em 07/05/2022 at 17:01:

Deslocação a Alvalade na segunda jornada. Um Sporting que terminou em 4º na última época e acabou por despedir Rúben Amorim. O treinador é agora Rui Jorge, que viu Brahimi como substituto de Pablo Sarabia

Epa, não consigo lidar com isto. É toda uma sobrecarga de wtfs acima da minha capacidade de processamento. Enfim #VarandasOut

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Citação de RoMbA, Em 08/05/2022 at 18:45:

Quando acertarem as contas, vens para quinto digo eu. Isso já é um feito muito bom tendo em conta que ainda agora subiste.

No meu save do salgueiros fiquei todo contente por estar em primeiro mas só depois é que reparei que tinham jogos a menos 😁

Citação de El Shafto, Em 08/05/2022 at 18:51:

É como o Romba disse, mas ainda assim cheira-me que vais tar sempre lá para cima. Campeão não sei, pelo menos este ano, mas cheira a Champions.

Citação de Martini Branco, Em 10/05/2022 at 22:45:

Excelente campeonato até à data, a exceder e de que maneira, as expetativas.

Nada tira o valor de estares em primeiro e tens tido um registo verdadeiramente impressionante, contudo, creio que é inevitável que a reposição de jogos dos teus adversários, acabará por levar a que tenhas uma queda na tabela classificativa. Vamos a ver se continuas a ter unhas para tocar esta guitarra. Seria excelente se assim fosse!

O que me mete impressão é o calendário de piç* da época 22/23, é um sufoco depois da paragem, vamos ver se a malta cede fisicamente ou se conseguem ir aguentando. Posso adiantar que a meio de Janeiro o Porto ainda levava o número fantástico de 11 jogos enquanto que, por exemplo, o Santa Clara levava 18.

Citação de Black Hawk, Em 11/05/2022 at 17:04:

Epa, não consigo lidar com isto. É toda uma sobrecarga de wtfs acima da minha capacidade de processamento. Enfim #VarandasOut

Espera até veres as transferências em Janeiro lmaooooo #VarandasIN

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  Festa da Taça na Madeira. O Marítimo, agora comandado por Rúben Amorim, despachou facilmente o União de Santarém e o Fontainhas no seu caminho até nos encontrar na quinta eliminatória. Aproveito desde já para dizer que esta paragem é terrível para a condição física do plantel, mesmo tendo realizado um amigável por semana até o plantel entrar de férias entre 10 e 30 de dezembro. Ao menos passaram o Natal em família. 

  No relvado dos Barreiros, um jogo sem grandes eventos a destacar, uma primeira parte aborrecida, tendo em consideração a falta de preparação física que afetava ambas as equipas. Logo no primeiro minuto da segunda parte, após a marcação de um canto, Miguel Silva decide ir ao pão e deixa a baliza escancarada, ocasião que Pablo Siles aproveita, à entrada da área, e coloca a bola, com todo o tempo do mundo, no lado contrário do guarda-redes dos madeirenses.

  Finalmente conseguimos assegurar a superioridade no jogo e, aos 67', uma bola nas costas visa Mathias Suárez que, com tranquilidade, a transporta e leva às redes do Marítimo. Golo importantíssimo da parte do lateral direito emprestado pelo Montpellier. Perto do final, Pedro Pelágio ainda assustou com uma bola à trave da baliza de Nikita Haikin, porém, sem sucesso. 

  Mais uma vez, mostrámos ter uma equipa que só tira o pé do pedal com o apito final e, já na compensação, cai uma bola nos pés de Erick que não vacilou e fixou o resultado final em 3-0. Estamos nos quartos da Taça. A sorte protege os audazes e o sorteio ditou um jogo contra o Rio Ave, tendo conseguido evitar o Sporting e o Benfica (que eliminou o Porto por 2-1 no Dragão).

  Da Madeira para os Açores, fomos para São Miguel defrontar o Santa Clara, no regresso da Liga Portugal Bwin. As dificuldades físicas de Rui Pedro obrigaram-me a encostá-lo e optar por Leandrinho como ponta de lança titular. O jogador brasileiro não tinha quaisquer intenções de me desiludir e, ainda na primeira parte, no seu primeiro remate do jogo, faz o 1-0. 

  Contudo, o jogo complica-se quando, aos 55', Leandro Teixeira leva o segundo cartão amarelo. Seguimos com 10 unidades. Como se não chegasse, pouco depois, Mathias Suárez comete o mesmo erro. Temos agora 15 minutos para defender o resultado com tudo e todos. Na raça, a nossa resistência foi suficiente para aguentar e levar os 3 pontos para o continente. 

  Seguia-se a próxima etapa da Taça de Portugal com a deslocação a Vila do Conde. A primeira ocasião de perigo veio apenas na segunda parte, com um remate por intermédio de Jordan Van der Gaag que, com dificuldade, foi sacudido por Jhonatan. Com a equipa em ascensão no jogo, acabou por ser o guarda-redes do Rio Ave a continuar a mostrar serviço e a negar golos a Leandrinho, que hoje jogava a extremo esquerdo, e a Rui Pedro, que voltou a assumir a titularidade na frente de ataque. 

  Apesar de tudo, foi Zé Manuel que aproveitou um fantástico passe de Zimbabwe e contornou Nikita Haikin. O guarda redes israelita ficou pregado ao chão  e viu o extremo veterano do Rio Ave a correr para celebrar aquele que seria, decerto, o golo da vitória, com os adeptos da casa. Uma excelente campanha na Taça mas que deixa uma certa tristeza por sabermos que o jogo estava mais do que ao nosso alcance. 

  Aproximando-se o fim deste mês absolutamente caótico e dois jogos complicadíssimos. Começando pela receção ao Sporting de Rui Jorge, que garantiu 2 fantásticos reforços neste período de transferências. Mykhaylo Murdyk, o talentoso extremo ucraniano de 22 anos, que veio do Shakthar a troco de 15M. Também, com alguma surpresa, outro ex-Porto ruma a Alvalade. Foi a vez de Alex Telles, declarado como dispensável pelo Manchester United, com o custo de 9M para os leões. 

  O jogo começou e rapidamente Nikita Haikin negou o 1-0 a Paulinho com uma fantástica defesa a um remate potente do avançado. Como esperado, o Sporting queria arrancar os 3 pontos (bastante importantes, por sinal, sendo o 4º classificado da liga) mas sempre a esbarrar no guarda redes israelita até que, na compensação do primeiro tempo, João Pinheiro apita para o pontapé de pénalti numa falta algo questionável (juro que não sou biased). Alex Telles assumiu a marcação mas, tal como em toda a primeira parte, Haikin não permitiu. Fantástica defesa do guarda redes.

  Na segunda parte manteve-se a narrativa e todas as tentativas esbarraram na exibição divinal de Nikita. Sem chance, fosse o Paulinho, o Alex Telles, ou o Messi. Estava nas estrelas que a nossa baliza ia ficar "intacta" nesta noite. E assim foi. O árbitro apitou para o final e foi entregue o mais merecido prémio de homem do jogo ao guardião. 

  Aproveitando o mercado de Inverno, contratei Thiaguinho, que estava sem clube e assinou como jogador livre. Pode jogar como Box to Box e essa posição, a meu ver, era a maior lacuna do plantel. Jogar com um b2b com 9 de resistência provavelmente não será o mais indicado. No caminho inverso foi Robinho, jogador com o qual não tinha intenções de renovar e que ainda valeu 75m.

 

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Afinal ficas em terceiro. Bom trabalho sim senhora 👏

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Foi pena a taça mas de resto no campeonato continuas a ir muito bem

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  Começámos o mês contra o Gil Vicente num autêntico esmagamento. Fomos para o intervalo a ganhar 4-0 e raramente não tivemos a posse de bola. Contra o Portimonense, 3 dias depois, a história foi diferente. Aos 5', Lucas Tagliepietra faz uma entrada por trás horrenda sobre Gonçalo Borges. Vermelho direto e falta perigosa, que acaba por levar a uma bola no poste de Nikita Haikin. 

  A equipa de Portimão, mesmo em superioridade numérica, mostrava dificuldades em manter a bola com segurança e, aos 27', Vasco Braga recupera uma bola perdida no corredor esquerdo e cruza para Leandrinho finalizar. Muito mal Samuel Portugal no lance, a roçar o frango. 
Na resposta, os algarvios subiram a equipa toda para a marcação de um canto, e Lucas Possignolo, a ganhar nas alturas, desvia a bola para o segundo poste, no qual aparece Willyan Rocha a empatar a partida. O jogo estava ao rubro e, novamente por intermédio de Vasco Braga, chegamos à grande área do Portimonense, dentro da qual o mesmo é rasteirado em falta por Willyan Rocha. Pénalti. Concretizado com sucesso por? Vasco Braga, naturalmente. 

  A segunda parte começou algo lenta e notavam-se as dificuldades de ambas as equipas criarem ocasiões no último terço. Foi aos 57' que veio a primeira falha de concentração deste segundo tempo. Jesús Diaz, de 18 anos, apanha a nossa dupla de centrais a dormir e encontra João Veras sozinho na cara da baliza. 2-2. Golo este que acabou por fechar o resultado. Um empate que sabe a mais, na verdade. 
Primeiro jogo com o Benfica a contar para o campeonato. Uma deslocação à Luz numa altura em que seguíamos 1 ponto atrás deles. Era um jogo que nos podia fazer sonhar ainda mais. O primeiro lance de perigo veio aos 15', Rui Pedro, no meio dos centrais, chuta rasteiro ao poste esquerdo da baliza de Odysseas. Contudo, quatro minutos depois, Fábio Verissimo vê um empurrão com falta sobre Darwin Nuñez. Pénalti confirmado pelo VAR e Moussa Dembelé não perdoou. 

  O Benfica manteu o controlo do jogo nos minutos seguintes e não tardou até Tomás Tavares receber um passe em profundidade de Florentino Luís. O lateral direito enganou e simplesmente contornou o guarda redes israelita. Ninguém estava disposto a baixar os braços e  equipa estava concentrada. Aos 30', Otamendi perde a bola onde não devia enquanto pressionado por Rui Pedro. O avançado levou a bola e deixou para Erick finalizar.

  O improvável acontece 2 minutos depois. Erick, claramente decidido em brilhar neste 'jogo grande', encontra uma bola perdida na grande área do Benfica, originada por uma chouriçada num livre distante. A confusão que se instalou impediu que qualquer jogador dos encarnados evitasse o empate. 

  O Benfica quebrou com este golo. Aquela que já não estava a ser uma brilhante e segura exibição transformou-se num absoluto pesadelo para os campeões nacionais. Desorganização, bolas perdidas e passes sem qualquer sentido. Era preciso Nélson Verissimo intervir durante o intervalo. E assim foi, com o regresso da equipa ao relvado, foi anunciada a substituição de Rafa por Everton Cebolinha. 

  Viram-se ligeiras diferenças neste regresso mas continuámos por cima no jogo. Aos  53', Erick decide que quer levar a bola do jogo. Uma finalização exímia com o pé direito. Estávamos no comando. Quinze minutos mais tarde, num lance que faz recordar Gonçalo Inácio em Tondela, Nicolás Hernandez apanha a bola mesmo a jeito a 25 metros da baliza de Odysseias. Remate magnífico do central ao canto superior esquerdo. 4-2.

  Era 'só' aguentar, mas o Benfica, empurrado pelos 51 mil espectadores da casa, parecia ter uma nova vida para o que restava da partida. Aos 81', um canto teleguiado de João Mário para a cabeça de Darwin dá ainda mais esperança a todos os benfiquistas presentes. Um 'thriller'. Já ao minuto 90, o expectável aconteceu. Everton ganha em velocidade a Silvério Júnio e, com uma saída infeliz de Haikin, apenas precisou de empurrar a bola para dentro da baliza. Estava reposto o empate. 

  Silvério, novamente em destaque pela negativa, agarra a camisola de Darwin que fugia na desmarcação. Restavam quatro minutos e agora estamos reduzidos a 10. Não foi suficiente para nos roubar a invencibilidade. O jogo bem que foi aos 97' mas foi montada uma muralha que impediu o Benfica de ganhar o jogo.

  Numa tentativa de voltar às vitórias, jogamos perante um Estádio do Jamor completamente vazio, como habitual. Ameaçámos por duas vezes, a primeira por Erick e a segunda por Leandrinho, contudo, esbarrámos no VAR em ambas. Offside. A BSAD não conseguia impedir a nossa superiorizarão e o golo aconteceu mesmo aos 29', quando Pablo García cabeceia um cruzamento de Leandrinho. O resultado não mexeu mais e levamos 3 pontos muito importantes para casa. 

  A primeira derrota para o campeonato estava perto e voltará a ser aos pés do Rio Ave. O jogo começa na perfeição, com Leandrinho a fazer o 1-0 no ressalto de um remate de Erick. A maldição dos cartões vermelhos continua a assombrar-nos e foi Pablo Siles a levar o segundo amarelo desta vez. O rumo do jogo mudou completamente e em menos de 4 minutos, primeiro por Vitor Gomes e depois por Gabrielzinho, o Rio Ave virou o encontro. Um grande passo na luta pela permanência. 

  Já em Março, mais um jogo complicado, desta vez em Braga. O jogo começa com Gonçalo Paciência a descobrir com facilidade o espaço nas costas da nossa defesa e a fazer o 1-0. O golo ainda foi revisto pelo VAR mas Artur Soares Dias não demorou até à confirmação. Do lado contrário, a resposta chega aos 15'. De forma bastante semelhante, Vasco Braga aparece na cara de Matheus e desvia a bola do guarda redes.

  Manteve-se a igualdade no marcador. Aos 36', João Novais, na marcação de um livre direto, chuta à trave da baliza de Haikin. A situação mais perigosa no que restou na primeira parte. Na bola de saída pedi aos jogadores para executarem uma jogada que treinámos durante a semana. A bola circulava calmamente do lado esquerdo enquanto Erick tentava aparecer nas costas. Dito e feito, culminando com uma magnífica finalização do extremo brasileiro. 

  Aos 55', Al Musrati é apanhado completamente a dormir por Rui Pedro, que varre a bola e de forma pragmática cruza para encontrar Erick, claro. Mais um bis para a estrela do Penafiel. Erick este que fez parte do plantel do Sporting de Braga na época 21/22 até ser dispensado e regressar ao Brasil. Uma pequena vingança. 

  David Carmo conseguiu reduzir de cabeça, após um canto. Adivinhava-se mais um final dramático nos jogos do Penafiel. Com a pressão ao máximo, a compensação foram minutos de muito aperto e muito chutão para a frente. Era complicadíssimo ter a bola no pé contra esta equipa do Braga mas a nossa equipa mostrou a eficiência defensiva a que já habitou o público do futebol português. 

 

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Erick ❤️ 

Tou a ver é que o Porto também é monstruoso por aí. Também são carregados pelo Fábio Vieira? Não é que o Vitinha não seja bom também, mas o Fábio Vieira fica um monstro.

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Maldito Rio Ave que te arruma da taça e dá a primeira derrota no campeonato...

O Porto tem menos 2 jogos e está mesmo à espreita, eles não perdem?! O Benfica também se pode colar se vencer o jogo em atraso. Pelo menos Champions vai ter de dar! Vamos Pena!

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Querem ver que ainda da campeonato mesmo...esse Porto leva menos jogos mas mesmo assim

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Continuas em grande forma no campeonato mas só saberemos se dá para o campeonato quando os jogos estiverem equilibrados

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Porra lá o Rio Ave, que tem sido a besta negra da tua temporada... Não só te eliminaram da Taça, como também te fizeram sentir o amargo sabor da derrota no campeonato. Continuas no 1º posto da prova e será uma luta intensa pelo top3. Creio que o Porto acabará por se revelar mais forte e conseguirá levar o título, mas adorava que conseguisses manter o nível 😉 

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