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Plagio o Original

A questão trans, ideologia de género, wokismo

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Eu acredito no destino e que as coisas acontecem por que têm de acontecer, e esses eventos, que até possam ser maus, levam-me a oportunidades/experiências que poderia não vivenciar se o primeiro não acontecesse.

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Citação de Ticampos, há 52 minutos:

Nada contra. Só não vejo celeuma por pessoas acreditarem em coisas não empiricas. Nem vejo porque nos devamos preocupar com casos que não sejam radicais e fundamentalistas. Eu posso acreditar que vou ganhar o euromilhões. O que não quer dizer que aconteça ou que seja algo empírico. Outra coisa será se por causa dessa crença gastar balúrdios em jogo e ficar na miséria com a certeza que vou ganhar. Podemos encaixar o radicalismo religioso nesse ponto. Quando deixamos que uma crença se torne um obstáculo à nossa ou à vida de outrem.

E aliás nem sequer a minha realidade ou a tua realidade são empíricas. E aqui não estou a ser irónico. O que tu percepcionas com os sentidos como realidade pode não o ser de todo. Um exemplo justificado disso é uma pessoa em estado psicotico que vai percepcionar a realidade de outra forma e achar que a realidade dela é que está correta.

Deus, Deuses, entidade superior, arquiteto do universo ou o quer que queiramos chamar não tem de ser necessariamente omnisciente, omnipresente, omnipotente (e omnibondoso) para existir. Aliás parece-me 100% óbvio que existindo não terá essas 4 características em comum perante o mundo em que vivemos. A ideia que temos que essa divindade tem que ser omni tudo foi criada por religiões como o cristianismo. Certamente não correspondera de todo à realidade num caso de sua existência.

E que razão há para eu adorar, venerar algum tipo de entidade? Principalmente se não for omnibondoso ou coisa que o valha?

Eu não acredito em nada até que tal me seja provado.

Não afirmo a 100% que não existe um deus, força superior, whatever porque não sei se algum dia a ciência poderá provar a existência de algo assim mas como tenho zero evidências disso não vou estar a perder tempo com um ser ou uma força que não tenho provas que exista. Tb não me preocupam os Big Foot inteligentes, com capacidade de voo interestelar e devoradores de homens das florestas da Cascadia porque não tenho qualquer evidência da sua existência.

E se formos pela existência de uma força inconsciente, que simplesmente existe no Universo também não vejo qual o interesse em perder tempo com ela porque faça eu o que fizer ela não será afetada por mim e mesmo eu não poderei tirar proveito dela porque se ela existe e tudo gere/controla já lhe estou conectada, logo nada muda na minha vida.

 

Editado por SAS_Robben
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Citação de Hammerfall, há 17 minutos:

Eu acredito no destino e que as coisas acontecem por que têm de acontecer, e esses eventos, que até possam ser maus, levam-me a oportunidades/experiências que poderia não vivenciar se o primeiro não acontecesse.

O "destino" não passam de eventos que são "guiados" pelo acumular das experiências de vida de todos nós e das decisões que tomamos com base nelas. No limite o comportamento humano pode ser "guiado" por desiquilíbrios de origem genética ou hereditários que eles próprios nascem das experiências de vida de alguns ou todos os seres que o antecederam.

É um exemplo quase absurdo mas ser intolerante a marisco não é o destino, é a confluência de vários factores.

Se alguém morre porque um carro a atropelou não foi o destino. Foi porque o condutor tomou a decisão de atender o telemóvel enquanto guiava porque na sua experiencia nunca lhe correu mal ou porque os travões do carro falharam porque o mecânico ou o controlo da fábrica falhou.

A minha avó materna morreu quando o meu pai tinha 3 anos porque a esquina de uma caixa de madeira que estava a tirar de uma prateleira da despensa lhe caiu na cabeça e teve morte automática.

O meu pai não perdeu a sua mãe aos três anos (o que lhe impactou o resto da sua vida e por consequência todos os outros que estam a sua volta) pelo destino. Simplesmente a experiencia de vida dela lhe dizia que a caixa estar ali e a forma como a tirava nunca foi um problema portanto seguiu o que o seu cérebro mandou fazer. E se calhar colocou a caixa ali pela primeira vez porque alguém que já tinha realizado a tarefa lhe passou a sua própria experiência.

Editado por SAS_Robben
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Citação de SAS_Robben, há 19 minutos:

E que razão há para eu adorar, venerar algum tipo de entidade? Principalmente se não for omnibondoso ou coisa que o valha?

Eu não acredito em nada até que tal me seja provado.

Não afirmo a 100% que não existe um deus, força superior, whatever porque não sei se algum dia a ciência poderá provar a existência de algo assim mas como tenho zero evidências disso não vou estar a perder tempo com um ser ou uma força que não tenho provas que exista. Tb não me preocupam os Big Foot inteligentes, com capacidade de voo interestelar e devoradores de homens das florestas da Cascadia porque não tenho qualquer evidência da sua existência.

E se formos pela existência de uma força inconsciente, que simplesmente existe no Universo também não vejo qual o interesse em perder tempo com ela porque faça eu o que fizer ela não será afetada por mim e mesmo eu não poderei tirar proveito dela porque se ela existe e tudo gere/controla já lhe estou conectada, logo nada muda na minha vida.

 

Concordo com tudo. Além disso se realmente existir um Deus omnipotente, omnipresente e bondoso, mesmo quem é ateu/agnóstico e leve uma vida correta, será aceite no Paraíso, devido à bondade do Deus. Por isso é win-win na mesma.

Há uns tempos li esta teoria - Atheist's Wager de Michael Martin: 

A benevolent god exists No benevolent god exists
Belief in god (B) No belief in god (¬B) Belief in god (B) No belief in god (¬B)
Good life (L) +∞ (heaven) +∞ (heaven) +X (positive legacy) +X (positive legacy)
Evil life (¬L) −∞ (hell) −∞ (hell) −X (negative legacy) −X (negative legacy)

Given these values, Martin argues that the option to live a good life clearly dominates the option of living an evil life, regardless of belief in a god. Whether one believes in god has no effect on the outcome.

Fonte: Wikipédia

Editado por Rajnack

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Citação de SAS_Robben, há 31 minutos:

Não afirmo a 100% que não existe um deus, força superior, whatever porque não sei se algum dia a ciência poderá provar a existência de algo assim mas como tenho zero evidências disso não vou estar a perder tempo com um ser ou uma força que não tenho provas que exista. Tb não me preocupam os Big Foot inteligentes, com capacidade de voo interestelar e devoradores de homens das florestas da Cascadia porque não tenho qualquer evidência da sua existência.

E se formos pela existência de uma força inconsciente, que simplesmente existe no Universo também não vejo qual o interesse em perder tempo com ela porque faça eu o que fizer ela não será afetada por mim e mesmo eu não poderei tirar proveito dela porque se ela existe e tudo gere/controla já lhe estou conectada, logo nada muda na minha vida.

 

Podes perder numa tentativa de investigação científica ou busca pelo conhecimento no futuro. Também é um bom tema filosófico para discussão. Acho que a IA conseguirá num futuro distante perceber se logicamente é plausível "Deus" no mundo em que vivemos, até lá só estamos a mandar postas de pescada (tanto quem acredita como quem não, como quem não sabe).

Citação de SAS_Robben, há 21 minutos:

Se alguém morre porque um carro a atropelou não foi o destino.

Foi o destino. Uns décimos de segundo antes do acidente já sabias que essa seria a consequência fatídica. O atropelamento iria ocorrer inevitavelmente. Aqui tendo a discordar de ti, acho que quando conhecermos todas as leis da física e química (caso tal fosse possível humanamente), conseguiremos conhecer o futuro, assim como conhecemos o futuro em eventos físicos relativamente simples como o embate do acidente uns décimos de segundo antes dele ocorrer.

Citação de Rajnack, há 12 minutos:

Concordo com tudo. Além disso se realmente existir um Deus omnipotente, omnipresente e bondoso, mesmo quem é ateu/agnóstico e leve uma vida correta, será aceite no Paraíso, devido à bondade do Deus. Por isso é win-win na mesma.

Há uns tempos li esta teoria - Atheist's Wager de Michael Martin: 

A benevolent god exists No benevolent god exists
Belief in god (B) No belief in god (¬B) Belief in god (B) No belief in god (¬B)
Good life (L) +∞ (heaven) +∞ (heaven) +X (positive legacy) +X (positive legacy)
Evil life (¬L) −∞ (hell) −∞ (hell) −X (negative legacy) −X (negative legacy)

Given these values, Martin argues that the option to live a good life clearly dominates the option of living an evil life, regardless of belief in a god. Whether one believes in god has no effect on the outcome.

Fonte: Wikipédia

Concordo com a perspectiva do win-win do benevolente (isto considerando que ele é omnipotente e omnisciente, tendo o poder de nos colocar lá e a consciência de todos os nossos atos). Contudo quem nos diz que no não benevolente quem vive a Evil vai para o inferno? Vai na volta é o Evil que vai para o Heaven. E o Good vai para o Hell. Sendo ele não benevolente.

Editado por Ticampos

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Citação de SAS_Robben, há 11 horas:

No dia em que verificar provas concretas de que um ser omnisciente, omnipresente e omnipotente existe eu passo a considerar a sua existência.

No entanto, mesmo que seja provada a sua existência, recuso me a ter qualquer respeito e veneração por um ser que tendo todos estes poderes permite o sofrimento que todos sentimos e assistimos.

 

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Citação de Ticampos, há 8 minutos:

Podes perder numa tentativa de investigação científica ou busca pelo conhecimento no futuro. Também é um bom tema filosófico para discussão. Acho que a IA conseguirá num futuro distante perceber se logicamente é plausível "Deus" no mundo em que vivemos.

Eu não tenho qualquer questão com a procura em si. Se um cientista dedicar a sua vida a procura de um deus/força motriz disto tudo não me choca nada. Pelo contrário, acho que todos os temas devam ser cientificamente discutidos e investigados. Claro que também acredito que existem limites racionais para essa pesquisa mas desde que a mesma siga o método ou rigor científico acho uma pesquisa tão aceitável como querer pesquisar o fundo dos oceanos para descobrir a sua fauna e flora.

Por exemplo, a Teologia é para mim dos ramos mais interessantes das humanidades. Tivesse ido para história como queria e teria sido uma das minhas escolhas. O impacto das crenças dos seres humanos em deuses e/espiritualidade é fascinante e diz coisas tremendas de nós enquanto espécie e a nossa evolução. O padrinho da minha namorada também é padre católico e gostamos muito de falar destes temas entre nós.

Sobre o tema da IA é tudo ainda puramente especulativo. Não sabemos como vai evoluir e se não irá cair nos mesmos erros que nos visto que somos nós que lhe damos a base.

Editado por SAS_Robben
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Esclareçam-me só nessa questão do destino, para eu tentar perceber: está escrito em algum lado que a minha vida vai ser de determinada forma, é isso?

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Citação de Ghelthon, há 9 minutos:

Esclareçam-me só nessa questão do destino, para eu tentar perceber: está escrito em algum lado que a minha vida vai ser de determinada forma, é isso?

A meu ver parece-me o mais provável, simplesmente não temos qualquer possibilidade ou capacidade de conhecer todas as regras matemáticas, físicas, químicas, biológicas, etc, que em simultâneo nos diriam qual seria o desfecho da tua vida. Não acredito em fenómenos 100% aleatórios que são necessários para que o destino não exista. Sendo que no fundo tudo é descrito pela matemática, simplesmente criamos ciências objetivamente inferiores para simplificar e representar os fenómenos desconhecidos que os fundamentam. Ou seja... Exemplificando. Criamos ciências sociais como a ciência política, porque não conseguimos explicar todos os fenómenos das ciências exatas que explicam o motivo pelo qual tu decides votar em X partido em vez de Y. Então temos que tornar esse conhecimento mais abstrato e menos complexo.

Editado por Ticampos

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Citação de Ghelthon, há 7 minutos:

Esclareçam-me só nessa questão do destino, para eu tentar perceber: está escrito em algum lado que a minha vida vai ser de determinada forma, é isso?

De certa forma está determinada pelas tuas experiências, pelas experiências a que assistisse ou lês, pela tua educação, cultura, meio ambiente e afins. Não somos assim tão diferentes de um robot ou computador. Consumimos informação, processamos a mesma e agimos com base no que retiramos deste processo.

Agora é possível reprogramar o que o teu cérebro construiu, o que em alguns casos até é uma desvantagem...

Um outro problema é que também somos afetados pelos outros que passam também por este processo mas com base naquilo que o seu cérebro construiu.

Chamar a isto destino é que já me parece... abusivo.

Editado por SAS_Robben

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Citação de Ghelthon, há 4 minutos:

Esclareçam-me só nessa questão do destino, para eu tentar perceber: está escrito em algum lado que a minha vida vai ser de determinada forma, é isso?

Sim, vivemos na matrix. Top G

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Citação de Ticampos, há 7 minutos:

A meu ver parece-me o mais provável, simplesmente não temos qualquer possibilidade ou capacidade de conhecer todas as regras matemáticas, físicas, químicas, etc, que em simultâneo nos diriam qual seria o desfecho da tua vida. Não acredito em fenómenos 100% aleatórios que são necessários para que o destino não exista.

Mas isso está escrito nalgum lado, tipo 10 mandamentos, ou simplesmente a minha existência é condicionada pelas leis naturais e portanto a minha vida foi, é e será o que está "determinado" e seria sempre assim, mesmo que "reiniciasse"? 

Citação de SAS_Robben, há 6 minutos:

De certa forma está determinada pelas tuas experiências, pelas experiências a que assistisse ou lês, pela tua educação, cultura, meio ambiente e afins. Não somos assim tão diferentes de um robot ou computador.

Agora a nossa vantagem relativa as máquinas é que é possível reprogramar o que o teu cérebro construiu. Quer dizer, em alguns casos até é uma desvantagem.

Chamar a isto destino é que já me parece... abusivo.

Eu acredito no livre-arbítrio, mas também eu sou a pessoa mais céptica que conheço. A ideia de que a nossa vida está definida desde o início parece-me totalmente absurda, mas gosto de lidar com visões diferentes.

Editado por Ghelthon

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Citação de Hammerfall, há 48 minutos:

Eu acredito no destino e que as coisas acontecem por que têm de acontecer, e esses eventos, que até possam ser maus, levam-me a oportunidades/experiências que poderia não vivenciar se o primeiro não acontecesse.

o destino fez-me vir aqui dizer que dark souls é m*rda

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Citação de Ghelthon, há 7 minutos:

Mas isso está escrito nalgum lado, tipo 10 mandamentos, ou simplesmente a minha existência é condicionada pelas leis naturais e portanto a minha vida foi, é e será o que está "determinado" e seria sempre assim, mesmo que "reiniciasse"? 

Eu acredito no livre-arbítrio, mas também eu sou a pessoa mais céptica que conheço. A ideia de que a nossa vida está definida desde o início parece-me totalmente absurda, mas gosto de ter visões diferentes.

A discussão entre o livre-arbitrio e os condicionalismos existentes é um tema sobre o qual gosto de aprender e discutir.

A minha posição atual é de que existe mas que é condicionado pelo que falei anteriormente.

Isso não me impede de mudar de opinião se me for comprovada melhor posição. Até porque a inexistência de livre arbítrio não me parece ser assim tão irracional. É dos temas mais complexos e divisivos para os ateus.

Aliás, não mudar de posição perante provas e argumentos racionais iria contra tudo o que acredito.

Editado por SAS_Robben

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Citação de Ghelthon, há 5 minutos:

Mas isso está escrito nalgum lado, tipo 10 mandamentos, ou simplesmente a minha existência é condicionada pelas leis naturais e portanto a minha vida foi, é e será o que está "determinado" e seria sempre assim, mesmo que "reiniciasse"? 

Eu acredito no livre-arbítrio, mas também eu sou a pessoa mais céptica que conheço. A ideia de que a nossa vida está definida desde o início parece-me totalmente absurda, mas gosto de lidar com visões diferentes.

Penso que o cenário mais provável é o segundo. Até não descarto que tenhamos a repetição do Universo em loop, vezes e vezes sem conta, como se fosse um filme. Com big bangs repetitivos. O primeiro cenário não faz sentido nenhum.
Não acredito em livre-arbítrio. Acho que está tudo condicionado pelas forças motrizes que não conhecemos.

Editado por Ticampos

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  • Se o universo acabar em uma morte térmica, ele pode durar cerca de 10^100 anos, segundo algumas estimativas. Nesse caso, a idade atual do universo seria cerca de 0,000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000013787% da sua idade total.
  • Se o universo acabar em um Big Rip, ele pode durar cerca de 22 bilhões de anos, segundo algumas estimativas. Nesse caso, a idade atual do universo seria cerca de 62,67% da sua idade total.
  • Se o universo acabar em um Big Crunch, ele pode durar cerca de 80 bilhões de anos, segundo algumas estimativas. Nesse caso, a idade atual do universo seria cerca de 17,23% da sua idade total.
  • Se o universo acabar em um Big Bounce, ele pode durar infinitamente, pois ele se recicla em novos ciclos de expansão e contração. 

Cenários interessantes que perguntei à AI do Bing, a propósito desta discussão do Universo que criei. Pode parecer estúpido mas acho muito mais provável que o cenário de morte térmica não exista por um motivo weird. Pela simples razão que acho mais racional estarmos num estágio intermédio do Universo (qual seria racionalmente a probabilidade de estarmos no momento 0,000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000013787% da idade do Universo vs a probabilidade de estarmos num cenário entre 10% e 90%)?

Editado por Ticampos

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Ser céptico é uma bênção, a vida é bem mais simples. 😁

Citação de SAS_Robben, há 6 minutos:

A discussão entre o livre-arbitrio e os condicionalismos existentes é um tema sobre o qual gosto de aprender e discutir.

A minha posição atual é de que existe mas que é condicionado pelo que falei anteriormente.

Isso não me impede de mudar de opinião se me for comprovada melhor posição. Até porque a inexistência de livre arbítrio não me parece ser assim tão irracional. É dos temas mais complexos e divisivos para os ateus.

Aliás, não mudar de posição perante provas e argumentos racionais iria contra tudo o que acredito.

Acho que não há grande coisa a aprender, porque estas discussões raramente assentam em questões empíricas. Há, isso sim, discussão de diferentes teorias. Portanto não me parece que esta discussão sirva para mudar opiniões ou filosofias, será mais para analisar esses diferentes pontos de vista, o que me parece ser um exercício interessante.

De resto, parece-me que coisas como religião, karma, destino, reencarnação, e similares, estão intimamente ligadas à dificuldade que o ser humano tem em lidar com a sua finitude, e portanto a necessidade de criar explicações alternativas.

Não que me ache mais racional ou iluminado que outra pessoa com visões opostas em relação a isto, mas esses assuntos estão absolutamente claros e arrumados na minha cabeça, o que me traz uma boa paz de espírito em relação à minha existência.

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Perguntei também à AI do Bing com uns scripts marados que criei para me arranjar a explicação para a existência do mal num cenário em que Deus é tudo o que de melhor existe no mundo.
A justificação  dele foi que Deus quer dar Liberdade Total, Responsabilidade Total. Ao ser totalmente libertário permite à humanidade (e a tudo o resto) viver todo o tipo de experiências únicas, sejam elas positivas e negativas. Sendo que um Mundo em que apenas a bondade fosse possível e o sofrimento impossível não seria tão perfeito na medida em que não ofereceria todas as possibilidades sem limitações.
Basicamente resumindo: Um mundo com menos possibilidades seria menos perfeito e completo que um mundo com mais possibilidades. Portanto um mundo perfeito tem de ser o mais completo.possível e o mais comp'lexo que possa ser. E isso também exige a existência de Deus, para o tornar ainda mais complexo.
Para além disso a existência do sofrimento e todo o tipo de dificuldades permite usufruir da melhor forma do suposto pós-vida, pois ao conhecermos o que é o mal damos mais valor ao que é bom.
É uma perspectiva interessante, no sentido que nunca vi ninguém a dá-la. Não me parece é que seja plausível ou totalmente racional, porém. Continuaria a título pessoal a preferir um mundo perfeitamente agradável que um mundo mais complexo que permite a existência de situações negativas.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:


Continuaria a título pessoal a preferir um mundo perfeitamente agradável que um mundo mais complexo que permite a existência de situações negativas.

Se o mundo fosse perfeitamente agradável, como é que tu saberias que o mundo era perfeitamente agradável?

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Só li isto e já n gosto mt

Citação de Ghelthon, há 7 minutos:

Ser céptico é uma bênção, a vida é bem mais simples. 😁

Eu acho que não sabes o que ser céptico é, pelo menos no sentido em que os cépticos gregos assim o definiram. Eles diziam que é impossível chegar a qlqr conhecimento, é impossível para o ser humano saber o que quer que seja, crenças racionais são impossíveis. Se deus existe ou não, se temos livre árbitro, o que quer q seja. Seres céptico implica n quereres saber de nada disso e estás feliz assim

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Citação de Descartes, Agora:

Se o mundo fosse perfeitamente agradável, como é que tu saberias que o mundo era perfeitamente agradável?

Acho que essa pergunta nem se colocaria. E nem se precisaria de colocar. Não saberia. E não deixaria de ser agradável por isso.

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Citação de Ghelthon, há 20 minutos:

Ser céptico é uma bênção, a vida é bem mais simples. 😁

Acho que não há grande coisa a aprender, porque estas discussões raramente assentam em questões empíricas. Há, isso sim, discussão de diferentes teorias. Portanto não me parece que esta discussão sirva para mudar opiniões ou filosofias, será mais para analisar esses diferentes pontos de vista, o que me parece ser um exercício interessante.

De resto, parece-me que coisas como religião, karma, destino, reencarnação, e similares, estão intimamente ligadas à dificuldade que o ser humano tem em lidar com a sua finitude, e portanto a necessidade de criar explicações alternativas.

Não que me ache mais racional ou iluminado que outra pessoa com visões opostas em relação a isto, mas esses assuntos estão absolutamente claros e arrumados na minha cabeça, o que me traz uma boa paz de espírito em relação à minha existência.

Eu não tenho certezas de nada. Se há pessoa que não é tranquila sou eu. Coloco em causa todas as minhas opiniões e posições, mesmo naquelas em que transpareco maior convicção. Daí ser um indivíduo ansioso.

Mas simplesmente tento basear me em evidências e no método científico exatamente porque é aquele que promove a procura, a admissão do erro e uma guinada noutra direção quando as evidências apontam para tal.

 

Editado por SAS_Robben

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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

Só li isto e já n gosto mt

Eu acho que não sabes o que ser céptico é, pelo menos no sentido em que os cépticos gregos assim o definiram. Eles diziam que é impossível chegar a qlqr conhecimento, é impossível para o ser humano saber o que quer que seja, crenças racionais são impossíveis. Se deus existe ou não, se temos livre árbitro, o que quer q seja. Seres céptico implica n quereres saber de nada disso e estás feliz assim

Não sabia que a definição "académica" da palavra era essa, thanks. Seja como for, acho que dá para perceber o que quis dizer.

Já agora, fun fact: tive Filosofia no secundário (10° e 11°, penso) e odiei. Hoje em dia adoro pensar e discutir estas coisas.

@Ticampos, as opiniões da AI são-me irrelevantes, não lhe reconheço capacidade pensante para reflectir sobre essas coisas.

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Citação de Ticampos, há 4 minutos:

Acho que essa pergunta nem se colocaria. E nem se precisaria de colocar. Não saberia. E não deixaria de ser agradável por isso.

A questão é que o próprio conceito de agradável não existiria. Ele só existe por contraponto ao conceito de desagradável. Sem esta dicotomia não faz qualquer sentido dizer que algo é agradável ou não.

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Citação de Descartes, há 6 minutos:

Se o mundo fosse perfeitamente agradável, como é que tu saberias que o mundo era perfeitamente agradável?

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