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Carson Wentz

[FBCB 2010] March Madness!

Publicações recomendadas

DePaul :prayer:

 

O caminho até à final acabou por ser mais fácil do que parecia, agora é ganhar isso 8-)

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DePaul :prayer:

 

O caminho até à final acabou por ser mais fácil do que parecia, agora é ganhar isso 8-)

 

Só ganhar, pfff, coisa fácil.

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Eu a pensar que era a final. Nem te f*das

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Eu a pensar que era a final. Nem te f*das

 

Como pediste com jeitinho e estás quase de certeza nesta secção por engano, daqui a bocadinho posto a Final do Big East.

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:mrgreen:

 

Nah. Eu gosto de basket e também curto dos teus saves no geral, portanto venho sempre aqui dar um olhinho.

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XI - Big East Final

 

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Que dizer destes Bulldogs? São claramente a melhor equipa do Big East e vão acabar a temporada com o melhor record de toda a NCAA, com apenas uma derrota em trinta e quatro partidas. Nós tentámos o impossível, mas se jogar contra Butler já é normalmente difícil, enfrentando um Charlie Monroy em modo de destruição é absolutamente desolador. O shooting guard dos Bulldogs terminou o jogo com uns impressionantes 41 pontos, catapultando Butler para a vitória e consequente conquista do Big East.

 

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Segue-se a March Madness onde já sabemos que estaremos na zona Este, com a 6ª seed. Mas mais sobre isso no próximo post.

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XII - March Madness Preview

 

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Depois de uma temporada longa e que foi, de grosso modo, ao encontro das expetativas que dela tínhamos, chegava a altura de todas as decisões. Antes de mais relembrar que entramos para o torneio com a 6ª seed, numa zona do quadro onde somos a única equipa do Big East: Butler e Marquette ficaram colocados no Midwest, com a 1ª e 7ª seeds, respetivamente enquanto que Creighton joga no Oeste, com a 11ª seed.

 

Em termos de ausências, os grandes destaques terão que ir para equipas como Michigan State, Syracuse, Michigan, Baylor, Oregon, Cincinnati e Wichita State.

 

Dizer também que foram estes os resultados dos First Four:

 

East: #12 Virginia 82 - 71 Charlotte #12

Midwest: #16 Western Carolina 70-67 Navy #16

West: #12 West Virginia 63-37 Western Michigan #12

South: #16 Robert Morris 68-51 Morgan State #16

 

Mas, sem mais demoras, avancemos para a bracket, que é o que todos queremos saber:

 

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Destaque para as presenças de U Conn, vencedores da March Madness em 2014 e com uma época com vitória no AAC Tournament e apenas duas derrotas a registar, garantindo-lhes a 1ª seed. Também os Oklahoma Sooners têm boas perspetivas, naquela que é a sua quinta presença consecutiva e vindo de uma Final Four na temporada passada. Nós somos campeões em título, mas temos primeiro que passar por Maryland e, eventualmente, uma equipa de Wake Forest a fazer lembrar os tempos de Tim Duncan. Por fim, destacar os UCLA Bruins, equipa com mais troféus de sempre (11), mas já sem vencer tudo há mais de duas décadas.

 

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O Midwest alberga a equipa com melhor record da temporada, os Butler Bulldogs, que nós tão bem conhecemos. Também Marquette do Big East marca aqui presença. Destaque ainda para Oklahoma State, com a 2ª seed, equipa contra a qual começámos a nossa temporada, ou nomes que, melhor ou pior posicionados, têm história recente na March Madness, caso de Indiana, Ohio State e, claro Notre Dame, ainda em busca do seu primeiro título em trinta e seis presenças.

 

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O Oeste é encabeçado por uns surpreendentes Florida Gators (equipa que também esteve no nosso caminho esta temporada), que acabam por ter um osso duro de roer num quadro onde aparecem pesos-pesados como Louisville, Kansas, North Carolina ou mesmo Arizona. Contudo, com estes três últimos na metade inferior do quadro, as hipóteses de Florida chegar pelo menos à Elite Eight parecem favoráveis.

 

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E está no Sul a equipa que foi considerada a melhor da NCAA nesta faze regular, os Duke Blue Devils, mas não sem grande competição por parte de Butler. Duke divide esta região com os sempre candidatos Kentucky Wildcats, uma equipa de Gonzaga na busca da sua primeira Final Four e ainda os finalistas de 2015 Wisconsin Badgers.

Editado por Carson Wentz

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XIII - March Madness - Round of 64

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A nossa caminhada nesta edição de 2017 da March Madness começava contra os Maryland Terrapins, equipa que desde medos da década de 90 tem sido presença habitual nestas andanças, com um interregno entre 2011 e 2014 a marcar o maior período de ausência, a contrastar com o início do século onde chegaram mesmo a duas Final Fours consecutivas, em 2001 e 2002, acabando mesmo por se sagrar campeões em 2002, frente a Indiana.

 

Os Terrapins, que chegam ao torneio com um registo de 20-11, estão integrados no competitivo Big 10, tendo sido quartos colocados na fase regular, atrás de Wisconsin, Illinois e Iowa, tendo acabado por confirmar esta ordem ao serem eliminados no torneio da conferência nas meias finais pelos Wisconsin Badgers.

 

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O jogo foi, como se previa, extremamente competitivo, com ambas as equipas a jogarem um bom basquetebol, sem grandes erros e com boa defesa de parte a parte. A nossa vantagem no jogo interior acabou por ser fator decisivo na defesa, com uma vantagem de 12 ressaltos e com mais do dobro dos blocos dos Terrapins (11 contra 5), com o ataque a ser suportado por uma eficácia de lançamento que, não sendo brilhante, foi equilibrada, em particular quando comparado com os terríveis 12,5% de eficácia que Maryland apresentou de 3 pontos, convertendo apenas dois durante toda a partida.

 

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Avançamos assim para a segunda ronda, onde nos espera Wake Forest, 3ª seed da zona Este, depois de uma vitória expectável frente a Murray State, com o poderio ofensivo de Wake Forest a ficar bem evidente, como bem demonstram os 104 pontos que alcançaram nesse jogo.

 

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No que resta do quadro, a única surpresa foi mesmo a queda dos UCLA Bruins frente a Southern Illinois, num jogo decidido em OT e que pendeu para os underdogs por apenas um ponto, 93-92.

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XIV - March Madness - Round of 32

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A hora da segunda ronda estava aí, apenas dois dias depois do confronto contra Maryland, e iríamos agora estar frente a frente com Wake Fores, a alma mater de um dos melhores de sempre, Tim Duncan. Os Demon Deacons aparecem nesta March Madness pela primeira vez desde 2010, ano no qual foram eliminados precisamente nesta fase. Contudo, sendo a terceira seed, Wake Forest tenta uma presença na Elite Eight que não acontece há duas décadas ou mesmo, quem sabe, igualar o seu melhor resultado de sempre, a presença numa Final Four, que ocorreu apenas uma vez, em 1964.

 

Wake Forest chega a este jogo com um registo de 24-8, tendo sido a quarta equipa da fase regular da ACC, uma das mais competitivas divisões da NCAA, posição que defendeu no torneio da sua conferência, sendo apenas eliminados pela poderosíssima equipa de Duke, que acabou mesmo por conquistar o torneio da ACC, numa final frente a Notre Dame.

 

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O jogo foi completamente diferente nos seus dois períodos, com uma entrada francamente má em termos ofensivos da nossa equipa. No segundo tempo, contudo, transfigurámo-nos, fruto de uma excelente contribuição do nosso banco, que amealhou 32 dos 68 pontos que acabámos por marcar, com Tyrell Reagan a ser o principal catalisador desta recuperação, com quinze pontos em apenas dezoito minutos, sendo também instrumental em colocar Wake Forest com sérios problemas de faltas. Vencemos por nove pontos, mas o resultado engana um pouco, já que chegámos ao último minuto a vencer apenas por quatro, obrigando os Demon Deacons a recorrerem às faltas, o que, conjugado com o nosso bom aproveitamento da linha de lance livre, nos permitiu ampliar a vantagem e conseguir mesmo o upset.

 

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Upset esse que acabou mesmo por ser o único da zona Este, neste acesso ao Sweet Sixteen. O nosso objetivo para esta temporada está, assim, cumprido, e avançamos agora sem pressão para o segundo fim de semana da March Madness, rumo ao melhor resultado possível. De seguida temos encontro marcado com os Oklahoma Sooners, equipa que até agora teve uma bracket relativamente favorável sem, contudo, ter deslumbrado em qualquer um dos dois primeiros jogos.

 

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XV - March Madness - Sweet Sixteen

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Sweet Sixteen atingido e objetivo de época cumprido, mas queremos mais e, desta feita, eram os Oklahoma Sooner, 2ª seed do Este, a estarem no nosso caminho. Oklahoma está na sua quinta participação consecutiva, vindo num crescendo que culminou com a presença, na época passada, na Final Four. Para além disso, esta é também a terceira presença seguida dos Sooners no Sweet Sixteen, registo que iguala a sua melhor marca de sempre, atingida de 1987 a 1989.

 

Para aqui chegarem, eliminaram duas modestas equipas: Brown, da Ivy League, e Southern Illinois, que gastou o gás todo na primeira ronda para eliminar UCLA. Os Sooners foram, na fase regular, segundos colocados no Big 12 atrás apenas de Kansas, sendo que acabaram derrotados nas meias finais da conferência frente aos seus rivais e conterrâneos de Oklahoma State.

 

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Que dizer deste jogo? Entrámos com o pé esquerdo e Oklahoma, de forma bastante eficaz, fez o que quis da nossa defesa, passando a barreira dos cinquenta pontos na primeira parte e abrindo uma vantagem perto das duas dezenas de pontos. Até entramos bem no segundo tempo, reduzindo a desvantagem para baixo dos dez pontos, mas novo run de Oklahoma deixou-nos definitivamente de fora do jogo e, consequentemente, da March Madness.

 

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Acaba assim a nossa temporada, dentro das expetativas, mas sem grande brilho. Terceiros na fase regular do Big East, vice-campeões na conferência e afastados no Sweet Sixteen.

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XVI - March Madness - Ponto de Situação (Elite Eight)

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Eliminados que fôramos da March Madness no Sweet Sixteen, pelos Oklahoma Sooners, resta agora acompanharmos o resto do torneio que irá coroar o NCAA Division I Champion de 2017.

 

Com as três primeiras rondas já terminadas, temos finalmente apuradas as oito equipas que irão disputar entre si o título de campeão, faltando perceber primeiro quem irá disputar o lugar de representante de cada uma das quatro zonas na Final Four. Comecemos pelo Este, onde estávamos inseridos:

 

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A nossa eliminação às mãos dos Sooners deu-lhes acesso à Elite Eight onde se irão defrontar com Tennessee, equipa que surpreendeu U Conn, afastando os Huskies. Oklahoma é assim a equipa teoricamente favorita a representar o Este na Final Four, mas têm primeiro pela frente um osso bem duro de roer.

 

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O Midwest foi, na primeira ronda, ainda menos excitante que o Este. Se na nossa zona houve apenas um upset, com a 10ª seed a eliminar a 7ª, no Midwest apenas Kent State acabou por vencer um adversário teoricamente favorito, embora isso quase nem seja de assinalar, quando falamos das 8ª e 9ª equipas a defrontarem-se entre si. A segunda ronda trouxe mais imprevisibilidade, nomeadamente na metade inferior do quadro, com Utah State a eliminar Notre Dame, antes de serem derrubados pelos nossos bem conhecidos Marquette Golden Eagles, a provarem mais uma vez o poderio do Big East. Poderio esse que só não foi mais evidente pela eliminação surpreendente de Butler às mãos de Vandebilt no Sweet Sixteen, o que faz desde já com que, em conjunção com os resultados do Este, seja uma seed que não a primeira a estar presente na grande final.

 

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Se gostam da March Madness, o Oeste é a vossa região! Três upsets logo a abrir, com Stanford a superiorizar-se a UAB, a décima terceira seed UIC a arrumar Louisville e, finalmente, mais uma boa prestação do Big East, com Creighton a colocar de fora North Carolina. Os Bluejays foram mesmo a surpresa desta parte do quadro, já que, enquanto 11ª seed, eliminaram equipas de topo e bastante habituadas nestas andanças, em rondas consecutivas: UNC na primeira ronda, Kansas na segunda e, por fim, Illinois no Sweet Sixteen. Terão agora novo grande teste contra os Florida Gators que acabaram por, sem grande dificuldade, sair vencedores da metade superior do quadro.

 

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Por fim, na zona Sul, vamos ter um confronto de pesos-pesados da NCAA, com Duke a marcar encontro na Elite Eight frente a Kentucky. Duke confirmou com clara facilidade o seu favoritismo, enquanto que os Wildcats eliminaram no Sweet Sixteen os Gonzaga Bulldogs, equipa responsável pelo upset mais significativo desta zona, ao terem vencido os Wisconsin Badgers, detentores da segunda seed, na Round of 32.

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XVII - March Madness - Os Campeões

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Oito equipas, quatro zonas, três rondas até se descobrirem os campeões! Comecemos então na Elite Eight:

 

Das oito equipas em competição, estamos bastante familiares com mais de metade delas: Marquette e Creighton são adversários nossos no Big East, Florida e Vanderbilt jogaram contra nós esta temporada (sendo que perdemos com os Gators e vencemos os Commodores) e Oklahoma foi a equipa que nos eliminou no Sweet Sixteen. Com os emparelhamentos da Elite Eight sabíamos que pelo menos duas dessas equipas estariam na Final Four, eventualmente três, se Oklahoma confirmasse o seu favoritismo contra Tennessee.

 

Tal acabou por não acontecer, com os Sooners a perderem de forma clara contra Tennessee, marcando assim na Final Four encontro com Vanderbilt, que derrotou Marquette, num curioso jogo entre equipas que iniciaram a March Madness como quartas seeds dos respetivos quadros.

 

Do outro lado da bracket, o favoritismo confirmou-se, de forma mais apertada para Florida, que pôs finalmente final à brilhante campanha dos Creighton Bluejays, e de forma bem mais tranquila para Duke que eliminou Kentucky de forma autoritária, perfilando-se cada vez mais como a equipa mais candidata a cortar as redes no próximo fim de semana.

 

East: #2 Oklahoma 63 - 78 Tennessee #4

Midwest: #4 Vanderbilt 83 - 68 Marquette #7

West: #1 Florida 61 - 53 Creighton #11

South: #1 Duke 86 - 64 Kentucky #3

 

No primeiro jogo da Final Four os Tennessee Volunteers, vencedores do torneio da SEC, curiosamente contra os também presentes na Final Four Florida Gators, depois de serem quartos na fase regular, disputavam a sua primeira Final Four de sempre, melhorando o melhor resultado que haviam obtido, em 2010, na sua única presença na Elite Eight. Quanto aos seus adversários, os nossos já conhecidos Vanderbilt Commodores, também eles do SEC, encontravam-se também na sua primeira Final Four da história, também contando com apenas uma única presença anterior na Elite Eight, mas num bem mais longínquo ano de 1965. Uma das histórias de conto de fadas teria que se subjugar a outra e, acabou mesmo por pender para o lado de Vanderbilt, eles que foram os vencedores da fase regular da SEC, mas que acabaram por desapontar no torneio da conferência, confirmando assim as duas vitórias que tinham já obtido sobre os Volunteers esta temporada.

 

Do outro lado tínhamos confronto de equipas mais experientes nestas andanças e, que para além disso, gozaram do seu estatuto de primeiras seeds para aqui chegar. Florida, última equipa a conseguir vencer a NCAA em dois anos consecutivos (2006 e 2007), nos seus tempos áureos com os bem conhecidos Al Horford, Joakim Noah e Corey Brewer, regressavam a uma final four, a sexta da sua história e quinta desde a entrada no novo século. Quanto a Duke, há poucas apresentações a fazer (mas ainda assim cá vão elas): 5 títulos da NCAA (todos com o Coach K, perto de cumprir 40 anos à frente de Duke) em 11 finais, aparecendo agora naquela que é a sua décima sétima Final Four, mas apenas a terceira nos últimos dez anos. Os Blue Devils venceram basicamente tudo o que havia para vencer, desde a fase regular ao ACC Tournament frente a North Carolina e procuravam agora, enquanto equipa melhor colocada no ranking nacional, confirmar as expetativas. Até agora tudo bem, já que acabaram mesmo por vencer Florida, marcando assim confronto com Vanderbilt na grande final!

 

#4 Tennessee 81 - 82 Vanderbilt #4

#1 Florida 64 - 72 Duke #1

 

E assim cá temos, a grande final da NCAA 2016/17:

 

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Foi um jogo muito mais competitivo do que muitos certamente esperariam, com Vandebilt a dar uma excelente réplica, chegando inclusivamente ao intervalo a vencer por seis pontos. Os ataques superiorizaram-se constantemente às defesas (com ambas as equipas a lançarem bem acima dos 55% de eficácia) e, pelo segundo ano consecutivo, o campeão nacional decidiu-se através de um buzzer beater, mas desta vez apenas de dois pontos.

 

Os Blue Devils confirmam assim o seu estatuto de favoritos que granjearam durante toda a temporada e conquistam assim o sexto título da NCAA na sua história, sucedendo-nos enquanto campeões nacionais, conquista alicerçada naquele que foi considerado o melhor jogador da temporada, o PG Senior Carl Chapman.

 

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Por falar em prémios, aqui ficam as distinções da temporada, não só da NCAA em global, mas em particular do Big East, onde se destacam as eleições de Walton Cruz e Carl Hogan para a All-Freshman Team e de Vincent Bernardo para a All-Conference 1st Team:

 

NCAA Player of the Year: Carl Chapman (PG), Duke

 

NCAA Freshman of the Year: Jess Saiz (PG), IUPUI

 

NCAA Coach of the Year: Dean Radke, Butler (33-2)

 

All-NCAA 1st Team: Carl Chapman (PG), Duke | Rolf Bock (SG), Wake Forest | Charles Johnson (SF), Vanderbilt | Allan Myers (PF), Richmond | Dustin Morey (Center), Duke

Big East Player of the Year: Robert Tutt (PG), Butler

 

Big East Freshman of the Year: Claude O’Neil (PF), Butler

 

Big East Coach of the Year: Dean Radke, Butler (33-2)

 

All-Big East 1st Team: Robert Tutt (PG), Butler | Charlie Monroy (SG), Butler | Frank Finnegan (SF), Marquette | Delmar Gantz (PF), Creighton | Vincent Bernardo (Center), Villanova

 

Referir finalmente, os resultados das finais dos outros torneios nacionais que ocorrem em paralelo com a March Madness:

 

NIT: #1 Old Dominion venceram #4 Houston na Final (Oregon e California semi-finalistas)

 

CBI: #2 Boston University venceram #1 Belmont na Final (2-1, à melhor de três | East Tennessee State e Louisiana Tech. Semi-finalistas)

 

CIT: #5 Coppin State venceram #15 Samford (Tennessee Tech. E Green Bay semi-finalistas)

Editado por Carson Wentz

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XVIII - 2016/17 Season Wrap Up

 

Terminou dentro do esperado a nossa primeira época ao comando dos Villanova Wildcats. Com um record final de 23 vitórias e 13 derrotas, fomos terceiros na fase regular da conferência, finalistas no torneio do Big East e, com um upset de Wake Forest pelo meio, chegamos ao Sweet Sixteen, como pretendíamos no início da temporada.

 

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A nossa equipa esta temporada pautou-se por um grande equilíbrio nas contribuições individuais dos jogadores e por alguma fragilidade no jogo interior, fruto de, essencialmente, dois fatores: a suspensão do Senior Branden Aldrich até ao início de Janeiro (ele que foi bastante útil na ponta final da temporada, como o demonstra a sua terceira melhor média de minutos por jogo); e a falta de qualidade evidente dos dois bigs de segundo ano, sendo DeMarco redshirted esta temporada e o canadiano Desplancque atuando apenas um minuto em toda a época. O próprio James Bibbs, ainda rookie, sendo mais promissor, estava ainda muito verde para estas andanças, sendo usado apenas em situações em que as nossas vantagens (ou desvantagens) eram grandes, ou quando tínhamos graves problemas de faltas, essencialmente na primeira metade da época.

 

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A próxima temporada perspetiva-se, assim, bem complicada. Para além de Vincent Bernardo, o nosso melhor jogador, e Jeffery Holmgren, o nosso melhor marcador, também Branden Aldrich irá sair depois das respetivas temporadas como Seniors. Para além deles, recebemos ainda notícias de que o base Walton Cruz, ainda Freshman, irá ser um one-and-done, inscrevendo-se no Draft, juntando-se a ele o Junior Tyrell Reagan, que também se declarou. Perdemos assim, de uma só vez, três titulares, bem como os dois suplentes mais utilizados.

 

Resta-nos Nelson Johnson para segurar o barco, bem como o sempre dependente, embora pouco espetacular, Vince Boldt, sendo quase certamente os dois titulares a transitarem para a próxima temporada. Estamos assim claramente dependentes de uma recruiting class de excelência, se queremos ter hipóteses de, pelo menos, igualar a prestação que tivemos esta época.

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I - 2017/18 Schedule & Roster

 

Segunda época desta aventura e, depois da chegada ao Sweet Sixteen na temporada passada, os objetivos da direção repetiam-se para esta temporada. Mas eu queria mais, evolução! Penso que temos roster para conseguir uma boa seed para a March Madness e, consequentemente, chegar à Elite Eight ou, quem sabe, ainda mais longe! Mas antes de apresentar a equipa para esta temporada, aqui fica o calendário extra-conferência para esta temporada:

 

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Começamos a temporada em casa contra uma acessível equipa de Penn, antes de termos desde logo um duro teste, fora de portas, frente a West Virginia. Segue-se a participação no Cancun Challenge, com três jogos em três dias, sendo a partida contra Syracuse o verdadeiro teste, antes de mais dois jogos complicados: primeiro contra Oklahoma, a equipa que nos eliminou da March Madness na temporada anterior, e depois uma deslocação a Wichita State. Seguem-se dois jogos mais acessíveis antes de dois novos bons desafios de preparação para o Big East, com confrontos fora contra Texas A&M e em casa na receção aos Michigan State Spartans.

 

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Como foi referido no post de balanço sobre a época transata, tivemos várias saídas importantes a registar, não só por parte dos seniors mas também por parte de outros jogadores importantes como Tyrell Reagan ou o nosso base titular Walton Cruz, que acabou mesmo por ser o único a ser escolhido no NBA Draft, com a 15ª pick da primeira ronda.

 

Assim, e se queríamos manter o nível competitivo, era absolutamente essencial termos uma recruiting class de qualidade e foi isso que conseguimos. Temos três novos recrutas a entrar diretamente para o cinco inicial, com Charles Brown a ser a jóia da coroa. Para além dele, também o big David Cupp é um five star recruit, vindo ocupar o lugar deixado vago por Vincent Bernardo. Por fim, o menos bom dos três, mas, ainda assim, bem interessante Armando Blakey será o nosso novo point guard. As saídas de última hora acabaram por nos deixar com menos tempo para encontrar substitutos, que acabaram por ser Carl Lomeli, um walk-in freshman que irá, se tudo correr normalmente, ter muito pouco tempo de jogo, e Timothy Williams, através de uma transferência, vindo da UAB.

 

Esta aposta em jogadores de topo tem os seus riscos, já que pelo menos Brown e Cupp devem ser one-and-dones, o que nos deixará dependentes de novo bom recrutamento para o próximo Verão, mas é esse o custo de manter a equipa competitiva.

 

Assim, e apesar dos dois novos elementos de última hora estragarem um bocadinho a média, tivemos aquela que foi considerada a 6ª melhor recruiting class do país, atrás de Wisconsin, Stanford, dos campeões nacionais de Duke, Florida e Syracuse. No Big East fomos claramente os que conseguiram melhor marca, à frente de Marquette, que surgia na 18ª posição.

 

Com tudo isto, somos considerados como uma das melhores equipas da NCAA, ocupando de momento a 11ª seed.

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II - Início de temporada; Cancun Challenge

 

O começo da segunda temporada ao leme de Villanova previa-se a todo o gás, com cinco jogos em duas semanas, já contando com o Cancun Challenge. Mas, primeiro, para começar a temporada, um jogo teoricamente fácil contra os Penn Quakers.

 

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Sabíamos que o jogo contra Penn não seria um grande desafio, daí o termos marcado para o início da temporada, de forma a ambientarmos os novos jogadores, o que não esperávamos era que fosse tão fácil. Entrámos desde cedo muito bem, principalmente na defesa, o que acabou por resultar numa primeira parte com o triplo dos pontos dos Quakers. No segundo tempo, mesmo com rotação de jogadores, mantivemos a pressão e acabámos com um excelente resultado, limitando Pennsylvania a menos de 30 pontos e vencendo a primeira partida da temporada.

 

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Seguia-se um jogo em teoria bem mais complicado, no terreno dos Mountaineers que, à data, eram colocados uma posição à nossa frente no ranking da NCAA. A primeira parte foi de loucos, com um excelente espetáculo a terminar 50-49 a nosso favor. O ritmo era insustentável e foi com naturalidade que ambas as equipas abrandaram no segundo tempo. Contudo, acabámos por abrandar mais do que West Virginia, com os da casa a acabarem por levar a melhor e a imporem-nos a nossa primeira derrota da temporada, antes do início do torneio de Cancun. Com este resultado acabámos por cair posições no raking, sendo que ocupamos agora a 21ª seed.

 

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A estreia no Cancun Challenge foi contra uns frágeis Boston University Terriers, vencedores do CBI na temporada passada. Abrimos cedo uma vantagem perto das duas dezenas de pontos e, a partir daí, foi só gerir, num jogo onde o nosso banco acabou por ver muita utilização, com Mitchell Glasser a destacar-se, atingindo o duplo-duplo.

 

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Na segunda ronda novo confronto muito semelhante ao jogo contra Boston, mas desta vez contra Miami (Ohio). Os RedHawks acabaram por dar um pouquinho mais de luta, até mais tarde, mas no final acabámos novamente com uma confortável vantagem, desta feita, na ordem dos trinta pontos, mantendo-nos na luta pela vitória neste Cancun Challenge.

 

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E o jogo decisivo acabou por ser contra Syracuse, equipa que já se havia cruzado no nosso caminho na temporada transata. Os Orange têm uma excelente equipa, ocupando de momento a 8ª seed do país e, como se previa, equilibraram a partida durante quase os 40 minutos. No entanto, uma pequena vantagem nossa de quatro pontos à entrada do minuto final obrigou Syracuse a ter que recorrer às faltas para tentar equilibrar a partida, estratégia que acabou por não resultar graças à nossa boa eficácia na linha de lance livre. 88-80 foi o resultado final da partida, levando-nos assim à conquista deste torneio.

 

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Com um início de temporada quase perfeito, apenas com uma compreensível derrota frente a West Virginia, arrancamos melhor que na temporada passada mas, ainda assim, já a ver partir algumas equipas ainda invictas, com particular destaque para os fortíssimos Creighton Bluejays, 2ª seed de toda a NCAA até ao momento, que parecem querer imitar os feitos de Butler na temporada passada.

 

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III - Dr. Jekyll & Mr. Hyde

 

Começámos a época em boa forma, vencendo desde logo a abrir o Cancun Challenge, derrotando na última ronda a equipa de Syracuse que nos havia derrotado na temporada passada e, no jogo seguinte, tínhamos nova hipótese de acerto de contas, desta vez contra os Oklahoma Sooners, a equipa que, se bem se recordam, nos eliminou no Sweet Sixteen a temporada passada.

 

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Infelizmente para nós os fantasmas da temporada passada voltaram a ensombrar-nos e, a jogar em casa, contra uma equipa de Oklahoma até mais frágil que na temporada passada, não conseguimos entrar bem no jogo, deixando os Sooners abrir a partida numa run de 16-3. A partir desse ponto estivemos sempre a lutar contra o tempo, algo que acabou por não resultar, com Oklahoma a impor-nos a segunda derrota da época, primeira em casa, por 84-78.

 

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Não havia, contudo, tempo para chorar as mágoas, já que de seguida recebíamos uma das equipas mais fortes na história da NCAA, os Notre Dame Fighting Irish. E bem, que dizer desta exibição? Entramos desde início muito fortes, vergando Notre Dame a uma desvantagem que era já de vinte e três pontos ao intervalo. Se se podia esperar que abrandássemos no segundo tempo, tal não aconteceu, marcando uma média de quase dois pontos por minuto, acabando este parcial com 79 pontos (mais do que marcamos em média em muitos jogos completos) e a partida com uns impressionantes 134 pontos, muito graças a quatro dos nossos cinco titulares passarem a barreira das duas dezenas de pontos (apenas o center Vince Boldt não o fez, contribuindo, ainda assim, com um duplo-duplo de 14 pontos e 12 ressaltos.

 

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Depois destes dois jogos com dois finais tão distintos, fica assim ordenada a classificação do Big East, quando nos faltam apenas cinco jogos antes do início dos confrontos na conferência.

 

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IV - Últimos jogos extra-conferência

 

Um registo de cinco vitórias e duas derrotas para abrir a temporada, e já com um troféu conquistado, dava-nos um início de época bem mais interessante do que aquele que ocorreu na época passada. O objetivo para os últimos cinco jogos contra equipas fora do Big East era continuar este bom momento, preparando-nos já para os duros embates que aí virão, principalmente através de testes duros contra Texas A&M e Michigan State. Mas, para começar esta série, a deslocação ao sempre difícil terreno de Wichita State.

 

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Os Shockers são uma equipa em crescendo nas últimas temporadas, beneficiando também do facto de estarem numa conferência que não é das mais fortes. Ainda assim, Wichita State é uma equipa bem competitiva, como o demonstrou este jogo, que esteve bem tremido durante o primeiro tempo. Contudo, na segunda parte, fruto de uma clara melhoria no esforço defensivo, acabámos por dar a volta ao resultado e regressar a Villanova com mais uma boa vitória.

 

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Depois da deslocação a Wichita State seguiam-se os dois jogos mais fáceis desta série, o primeiro dos quais sendo a receção a Colorado. Apesar de sermos claramente favoritos, não nos podemos deixar enganar, já que esta equipa de Colorado venceu já esta época o torneio de Las Vegas, que contava com equipas como Vanderbilt, finalistas vencidos da NCAA na época passada, ou Xavier, equipa que conhecemos bem do Big East.

 

Avisados que estávamos destes perigos, entramos concentrados e mantivemo-nos assim durante os quarenta minutos para, num jogo sem grande história, conquistarmos novo triunfo.

 

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Seguia-se novo jogo caseiro, desta vez contra Mount St. Mary, e tivemos aquele que foi, a par do jogo inaugural da temporada contra Penn e da receção a Notre Dame, um dos melhores jogos da temporada, limitando os Mountaineers a apenas quarenta e dois pontos contra os nossos oitenta e três, com cinco dos nossos jogadores a passarem a barreira da dezena de pontos.

 

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Deslocámo-nos, seguidamente, ao lone star state, para defrontar Texas A&M, naquele que seria o último confronto fora de portas desta primeira metade da temporada. A primeira parte foi bastante disputada mas os problemas com faltas dos Aggies acentuaram-se bastante no segundo tempo o que nos permitiu conquistar uma margem folgada rumo à vitória e carimbar assim a quinta vitória consecutiva antes do grande teste de preparação para os desafios do Big East.

 

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Michigan State Spartans! Uma das powerhouses da NCAA que vem, contudo, de uma humilhante ausência da March Madness na temporada passada. Os Spartans têm, esta temporada, tudo feito para corrigir esse erro e vêm atualmente de uma série de sete vitórias consecutivas, sendo que apenas perderam esta temporada para Miami, atualmente a 4ª seed em toda a NCAA.

 

O jogo começou a todo o gás, com os ataques a superiorizarem-se às defesas e com um festival de triplos que levou o jogo para o intervalo com muitos pontos marcados, mas com uma boa run nossa na ponta final do período a permitir-nos uma confortável vantagem de dez pontos no descanso. Michigan State não desarmou, correndo toda a segunda parte atrás do prejuízo e melhorando bastante a sua eficácia defensiva, mas também nós encontrámos ainda outra velocidade, para conseguir manter perto da dezena de pontos a vantagem que construímos e, assim, acabar esta fase extra-conferência com mais uma vitória.

 

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Seis vitórias consecutivas, claramente a melhor série desde que assumi controlo dos Wildcats, deixa-nos assim com um registo de 10-2 à entrada para os jogos contra rivais do Big East. Este excelente registo chega, contudo, apenas para a terceira posição, atrás dos impressionantes Bluejays e de uma equipa de Providence ainda invicta, mas muito graças ao calendário facilitado que tiveram até aqui.

E o Big East promete começar em grande, com um confronto precisamente contra Creighton a abrir!

 

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V - Duelo De Titãs

 

Big East Basketball! Pelo segundo ano consecutivo iríamos abrir os jogos do Big East na fase regular com a receção à equipa sensação da temporada. O ano passado vencemos Butler, quebrando a sua série invencível, este ano iríamos começar esta série com a receção a Creighton, atual 2ª seed da NCAA.

 

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E tal como na temporada passada entrámos a todo o gás no Big East, com uma vitória importante contra um adversário difícil. No entanto, ao contrário do ano passado, desta feita o triunfo não foi encarado como surpreendente, já que damos efetivamente a sensação de ser a equipa mais forte do Big East e uma das mais fortes da NCAA.

 

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O segundo jogo desta série foi novamente em casa, frente a Seton Hall. Os Pirates até entraram bem na partida, liderando durante grande parte da primeira parte mas, quando a rotação das equipas começou a fazer mais efeito, percebeu-se a falta de profundidade do plantel de Seton Hall. Eram dez os pontos de vantagem que levámos para o intervalo e, no segundo tempo, a tendência normal do avolumar do resultado confirmou-se, acabando o jogo com uma vitória bem folgada da nossa parte, 87-61, apesar do ridículo número de vezes que deixamos Seton Hall ir à linha de lance livre.

 

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Arrancamos este Big East a todo o gás, mas esperam-nos três jogos algo traiçoeiros, todos fora de portas, frente a, por ordem, Marquette, Providence e Xavier.

 

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VI - Roadtrip

 

Depois do bom começo nos confrontos no Big East, com duas vitórias caseiras, dando especial destaque ao confronto com Creighton, era agora altura de começarmos uma roadtrip de três jogos que nos levaria aos pavilhões de Marquette, Providence e Xavier.

 

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Em Marquette, contra os Golden Eagles, o jogo começou louco, com ambas as equipas a lançarem com grande percentagem de acerto, chegando a partida ao intervalo com já ambas as equipas consideravelmente acima da meia centena de pontos. No segundo tempo as defesas prevaleceram mais, mas mostrámos novamente que nos adaptamos bem a ambos os tipos de jogo, conquistando nova vitória.

 

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Seguia-se um confronto contra uns Fiars ainda invictos esta temporada, beneficiando, contudo, de um calendário bastante facilitado. A turma de Providence, enfrentando o seu primeiro verdadeiro teste, revelou todas as suas debilidades, acabando por sair por nós derrotada, por claros 98-65, num jogo onde Charles Brown esteve monstruoso, conseguindo uns incríveis 39 pontos.

 

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Por fim, contra Xavier, depois de dois jogos onde fomos demolidores ofensivamente, foi agora a vez de demonstrarmos todas as nossas credenciais defensivas. Limitámos os Musketeers a apenas 45 pontos e mantemos assim a invencibilidade no Big East.

 

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5 vitórias em 5 jogos na conferência catapultam-nos para a liderança isolada do Big East. São já onze as vitórias consecutivas no global e o nosso grande rival somos agora nós próprios, procurando evitar cair em facilitismos.

 

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VII - Não há bem que sempre dure…

 

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Depois da roadtrip de três jogos na qual conseguimos três vitórias tranquilas, era hora de regresso ao nosso pavilhão para um confronto com uma turma de Butler bem abaixo do que fez na temporada passada.

 

Desde cedo conseguimos contrariar os Bulldogs e rumámos a mais uma vitória confortável, mantendo o registo imaculado no Big East.

 

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Novo jogo caseiro, desta feita com DePaul, uma das equipas mais frágeis da conferência. Nova vantagem construída cedo, nova vitória fácil, antes da deslocação ao pavilhão dos Georgetown Hoyas.

 

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E tal como na temporada passada, Georgetown foi uma equipa que nos deu grandes problemas. Entrámos de forma francamente má na partida, cometendo muitas faltas e turnovers que permitiu aos Hoyas construir uma larga vantagem que nunca conseguimos reduzir até ao intervalo.

 

No segundo tempo entrámos melhor e, correndo atrás do resultado, conseguimos equilibrar a partida e empatar o jogo a menos de dois minutos do fim. Contudo, parecia estar escrito no destino que esta seria a nossa primeira derrota nesta fase regular contra adversários do Big East e, com um triplo ao soar da buzina, Georgetown acaba mesmo por conquistar uma merecida vitória, interrompendo a nossa série de treze vitórias consecutivas.

 

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Não é tempo de pânico, mas a verdade é que, com a derrota em Georgetown, fica reduzida a um jogo apenas a nossa vantagem para os Bluejays, equipa que ainda teremos que defrontar, no seu pavilhão, naquele que será o nosso último jogo na fase regular. Esperemos que, quando chegarmos a esse confronto, tenhamos já garantida a 1ª seed para o torneio do Big East.

 

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VIII - Bounce back?

 

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Depois da derrota em Georgetown, a nossa primeira nesta fase regular do Big East, era tempo de recuperar. Tínhamos novo jogo fora de portas, desta feita contra os St. John’s Red Storm, e entrámos determinados a apagar a má imagem deixada em Georgetown.

 

Boa primeira parte, mas a verdadeira demolição veio mesmo no segundo tempo, onde jogadores habitualmente menos usados deram uma excelente resposta, com destaque óbvio para Mark Downer, o habitual suplente de Nelson Johnson, a chegar às duas dezenas de pontos.

 

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Regressávamos depois a casa para a receção a uma equipa de Providence a apresentar os resultados de uma previsível queda de forma, com a chegada do calendário mais apertado, com os confrontos no Big East mas que, ainda assim, apresentava um registo que lhes permitia sonhar com a ida à March Madness.

 

Não tiveram, contudo, argumentos para contrariar a nossa superioridade, acabando o jogo com um confortável 93-61 a nosso favor.

 

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Seguidamente recebemos Marquette naquele que foi, sem dúvida, o nosso pior jogo da temporada. Os Golden Eagles benificiaram, é certo, de um enorme acerto de três pontos (14 marcados em 19 tentativas), mas isso só não chega para explicar a nossa completa apatia nesta partida, que resultou na nossa segunda derrota no Big East esta época, quarta no cômputo geral da temporada.

 

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Felizmente para nós também os nossos mais diretos perseguidores, os Creighton Bluejays, escorregaram, mantendo-se assim inalterada a nossa vantagem de um jogo na classificação, com os jogos decisivos a aproximarem-se a passos largos.

 

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IX - Fase decisiva

 

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Vindos da derrota frente a Marquette, importava recuperar para manter a liderança do Big East. Foi isso que fizemos contra uma equipa de Xavier que deu uma excelente réplica, com os números da vitória a serem algo exagerados pela necessidade dos Musketeers recorrerem às faltas na ponta final da partida.

 

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De seguida deslocámo-nos ao terreno de DePaul, uma das equipas mais frágeis do Big East. Entrámos arrasadores, limitando os Blue Demons a apenas 14 pontos no primeiro tempo, rumo a uma confortável vitória.

 

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Seguiu-se nova partida fora de portas, contra uma equipa de Butler que nada tem em comum com aquela que foi uma das melhores da NCAA na temporada passada. Os Bulldogs correm, aliás, o sério risco de ficarem mesmo de fora da March Madness, a menos que tenham um excelente desempenho no torneio de Big East. A avaliar pelo que fizeram em casa, contra nós, essa parece uma tarefa quase impossível.

 

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Vindos da derrota frente a Marquette, importava recuperar para manter a liderança do Big East. Foi isso que fizemos contra uma equipa de Xavier que deu uma excelente réplica, com os números da vitória a serem algo exagerados pela necessidade dos Musketeers recorrerem às faltas na ponta final da partida.

 

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Quatro vitórias consecutivas, na ressaca do desaire contra Marquette fazem com que se mantenha o status quo no Big East. Faltam três jogos para o final da fase regular e parece cada vez mais certo que será o nosso jogo em Creighton a definir quem entrará para o torneio da conferência com o estatuto de primeira seed.

 

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Editado por Carson Wentz

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Elite 8 é obrigatório esta época, não?

 

A direcção só me exige Sweet Sixteen, mas sim, tudo o que não seja melhor que na temporada passada é desilusão.

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X - Final da Fase Regular; Jogo decisivo em Creighton

 

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A primeira das três partidas finais no Big East era a receção aos Georgetown Hoyas, equipa que nos impusera a nossa primeira de duas derrotas em jogos do Big East nesta temporada. Os Hoyas estavam já arredados da luta pelas duas primeiras seeds, mas mantinham-se numa luta com Marquette pelo terceiro e quarto lugares, algo que os poderá voltar a colocar no nosso caminho no torneio do Big East. Se tal acontecer, demos boas indicações, controlando todo o jogo rumo a uma vitória tranquila por duas dezenas de pontos.

 

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O nosso penúltimo jogo ocorreu em Seton Hall, contra uns Pirates a tentarem, em luta contra DePaul, fugir à última posição da conferência. Não resultou muito bem para os nossos adversários que, apesar dos excelentes 37 pontos do shooting guard Carlton Davis, saíram derrotados da partida. Creighton venceu as duas partidas que teve, deixando assim confirmada para a última ronda a decisão sobre quem seria a 1ª seed no torneio do Big East.

 

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E cá temos, ao fim de três dezenas de partidas o jogo que tudo decidirá em relação ao posicionamento para o torneio do Big East! O jogo foi muito equilibrado, como era de esperar, na primeira parte, com Creighton a lançar pior que nós mas a conseguir vantagem nas tabelas, algo que lhes permitiu chegar ao intervalo a vencer pela margem mínima. No segundo tempo acertamos nos ressaltos e, consequentemente, conseguimos criar a vantagem que acabou por nos dar a vitória no jogo e, assim, a primeira posição na fase regular do Big East.

 

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Ficam assim ordenadas as contas desta época 2017/18, na conferência:

 

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Para além da nossa vitória na luta contra os Bluejays, destaque também para Georgetown que acabou por conseguir manter a vantagem para Marquette. Os Golden Eagles podem, portanto, atravessar-se no nosso caminho, mas têm primeiro um duro embate contra Providence, pelo acesso às meias-finais.

 

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Editado por Carson Wentz

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