Carson Wentz Publicado 19 Abril 2017 XI - Big East Tournament O Big East Tournament começou, como é hábito, com os dois jogos preliminares que, ao contrário do que ocorreu na temporada passada, não trouxeram surpresas: os Red Storm eliminaram facilmente DePaul enquanto Butler saiu por cima relativamente a Seton Hall, marcando encontro connosco nos quartos de final. vs O nosso primeiro jogo desta temporada no Big East era, curiosamente, o rematch do último que fizéramos no Big East a temporada passada. Na altura, Butler era uma das equipas de elite na NCAA, 1ª seed da conferência, que nos venceu com facilidade. Desta feita os papéis inverteram-se, saindo nós vencedores da partida, sem grandes problemas. Nas restantes partidas não houve qualquer surpresa, com todas as seeds superiores a apurarem-se sem problemas, com vantagens de, no mínimo, uma dezena de pontos, alinhando-se assim confrontos entre Creighton e Georgetown e entre nós e Marquette, nas meias-finais. vs Tínhamos assim, nas meias finais, a hipótese de nos vingarmos de uma das duas derrotas que sofremos esta temporada no Big East. O jogo começou equilibrado, com ambas as equipas a terem as suas runs, com o intervalo a chegar com vantagem nossa de quatro pontos, 40-36. Começou a segunda parte e… simplesmente fomos engolidos pela defesa de Marquette, conseguindo apenas dezoito pontos e acabando mesmo derrotados, ficando aquém do que fizemos na temporada passada, onde fomos finalistas vencidos. Marquette provou na Final contra Creighton que não são para brincadeiras, acabando por vencer novamente um jogo equilibrado, conquistando assim o título do torneio do Big East e, certamente, ajudando em muito o seu posicionamento para a March Madness. Compartilhar este post Link para o post
Osnofa Publicado 19 Abril 2017 Playoff Marquette :mrgreen: Agora rebentas com tudo como vingança. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Abril 2017 XII - March Madness Preview Apesar da desilusão no torneio do Big East acabámos por assegurar mesmo a primeira seed na March Madness, na qual voltamos a estar inseridos na zona Este, tal como aconteceu na temporada passada. Juntam-se a nós outras quatro equipas do Big East: no Midwest estarão Creighton com a 2ª seed e Providence com a 9ª seed; Georgetown é o representante no Oeste, com a 5ª seed; e, finalmente, os vencedores do torneio da conferência, Marquette, estarão na zona Sul, ocupando a 4ª seed. Esta March Madness fica marcada também muito pelas ausências, desde logo começando por duas equipas com mais títulos da história: UNC e UCLA. A eles juntam-se, pelo segundo ano consecutivo, Michigan, Baylor e Oregon, para além de equipas como California, Oklahoma State, Indiana, Ohio State, Arizona ou Florida. Dizer também que foram estes os resultados dos First Four, com uns Kansas Jayhawks, habituados a posições bem mais interessantes, a terem também que cumprir esta primeira etapa: East: #16 Mercer 75 - 66 Central Connecticut #16 Midwest: #12 IUPUI 78 - 76 Georgia Tech. #12 West: #16 Arkansas - Pine Bluff 51 - 50 Maine #16 South: #12 Kansas 66 - 61 George Mason #12 Definidas que estão as 64 equipas, aqui vão as brackets: No Este, onde estamos inseridos enquanto primeira seed destacar a possibilidade de se repetir o encontro da segunda ronda do ano passando, contra Wake Forest. Presentes estão também os U Conn Huskies, equipa que o ano passado teve estatuto de primeira seed, Louisville e ainda os finalistas vencidos da última March Madness Vanderbilt. No Midwest, para além de Creighton, há que destacar Notre Dame, a 1ª seed. Também muito habituada a estas andanças estão equipas como Kentucky, com a 5ª seed, Syracuse com a 6ª seed, ou ainda os Wisconsin Badgers que estiveram, durante grande parte da temporada, colocados como a melhor equipa do país, antes de terem uma considerável quebra de rendimento na ponta final da temporada. No Oeste são os nossos bem conhecidos Oklahoma Sooners a terem o estatuto de primeira seed, numa região que conta ainda com equipas que, com seeds mais baixas, estão habituadas a estas andanças, casos da 6ª seed Michigan State, da 10ª seed Gonzaga ou ainda de Cincinnati, com a 13ª seed. Por fim, no Sul, os campeões em título Duke Blue Devils voltam a ter para si o estatuto de 1ª seed, num quadro que conta ainda com Texas na 2ª seed, os campeões do Big East Marquette na 4ª seed e ainda, quem sabe, uns possíveis tomba-gigantes de Kansas na 12ª seed. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 21 Abril 2017 XIII - March Madness - Round of 64 A March Madness 2018 chegou finalmente! Enquanto 1ª seed no Este o nosso percurso começava com um confronto contra os Mercer Bears, equipa a fazer a sua quarta aparição na história do torneio, sendo que a sua mais famosa presença foi em 2014, quando eliminaram Duke logo na primeira ronda. vs Desde cedo fizemos jus à nossa posição de cabeça de série neste torneio e abrimos uma vantagem confortável que, ao intervalo, nos dava praticamente o dobro dos pontos de Mercer. Na segunda parte apenas tivemos que gerir a vantagem, sem desconcentrações, para, como era esperado, nos apurarmos com facilidade para a segunda ronda. Segunda ronda essa onde não existirá o possível reencontro com Wake Forest já que os Deamon Deacons acabaram mesmo por ser eliminados por Iowa, naquele que foi o único upset desta primeira ronda. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 22 Abril 2017 XIV - March Madness - Round of 32 Depois de um apuramento fácil para segunda ronda esperava-se uma tarefa igualmente acessível nesta fase da prova. Os Hawkeyes tinham conseguido passar a equipa de Wake Forest na primeira ronda, no único upset da primeira ronda desta zona Este. vs Iowa até começou bem, conseguindo abrir com um parcial de 12-3, mas rapidamente acertámos com o nosso ritmo de jogo, conseguindo ainda até ao intervalo abrir uma vantagem de dezassete pontos. No segundo tempo continuámos sem desarmar, abrindo ainda mais a vantagem rumo a uma vitória por vinte e seis pontos. Está assim conseguido o apuramento para o Sweet Sixteen, patamar que atingimos no ano transato, mas do qual queremos passar esta temporada. O nosso adversário será a equipa de BYU, que eliminou os U Conn Huskies, equipa bem habituada a boas e longas campanhas na March Madness. No que resta do Este, destaque apenas para o upset de West Virignia perante a 2ª seed Louisville, uns Mountaneers que já defrontámos esta temporada. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 23 Abril 2017 XV - March Madness - Sweet Sixteen A direção apenas nos exigia o Sweet Sixteen, é certo, mas com o estatuto de 1ª seed no Este e considerada a melhor equipa da temporada até agora, queríamos mais, queríamos ultrapassar o patamar da temporada passada e tudo menos que isso nos soaria a insucesso. vs Para nos fazer frente nesse objetivo tínhamos BYU, equipa que não teve tarefa fácil na ronda anterior, ao ter que eliminar uma das equipas clássicas da March Madness, os UConn Huskies. Na entrada desta partida demonstraram os seus melhores argumentos, estando muito bem da linha de três pontos, mas nós estivemos ainda um outro passo acima, com uma eficácia de lançamento que era, ao intervalo, de 73% em lançamentos de campo, o que, a juntar aos apenas dois turnovers que cometemos, deu para atingirmos os 57 pontos e assim construir uma almofada de uma dúzia de pontos que apenas tivemos que gerir na segunda parte. Estamos assim apurados para a Elite Eight, onde iremos encontrar uns velhos conhecidos de West Viriginia, equipa que nos conseguiu derrotar esta temporada e que deixou já pelo caminho os Louisville Cardinals, 2ª seed do Este, na segunda ronda, vindo agora de eliminar Vanderbilt, equipa que chegou à final da March Madness na temporada passada. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 24 Abril 2017 XVI - March Madness - Elite Eight vs Chegámos ao Elite Eight, conseguindo o nosso principal objetivo de melhorar a prestação da temporada passada. Agora teríamos pela frente os West Virginia Mountaineers, equipa que já nos havia vencido esta temporada, por 86-78, no seu pavilhão. A nossa esperança era que esta desforra corresse melhor do que aquela que tentámos contra Marquette e que acabou na nossa eliminação do torneio do Big East. Assim, entrámos na partida bastante focados e, graças a um esforço defensivo de excelente nível, limitámos o bom ataque de West Virginia a 28 pontos no primeiro tempo, abrindo uma dúzia de pontos de vantagem ao intervalo. No segundo tempo a nossa defesa relaxou um pouco, como era espectável, mas o ataque conseguiu manter uma boa cadência, acabando assim a partida por se manter sempre no nosso controlo, rumo a uma tranquila vitória por 88-62, ancorada por seis jogadores a passarem a dezena de pontos, com destaque para um super-eficaz Nelson Johnson, com vinte pontos em apenas oito lançamentos. Conseguimos então sair da zona Este como vencedores, fazendo jus ao nosso estatuto de primeira seed, e vamos estar presentes no último fim de semana da competição. É assim altura de vermos como correram as coisas nas outras regiões: O Midwest teve uma primeira ronda basicamente idêntica à do Este, com a única surpresa (que nem se pode considerar bem surpresa) a ser o apuramento dos nossos adversários do Big East de Providence frente a Tulsa. Na segunda ronda deu-se a maior surpresa até então, com Wisconsin a confirmar que a baixa de forma no decorrer da temporada foi mesmo assunto sério, sendo eliminados por Syracuse, enquanto que, do outro lado do quadro, Kentucky fez valer a sua experiência, apurando-se para o Sweet Sixteen. Estas duas equipas voltaram a puxar dos galões, eliminando, respetivamente, Creighton e Notre Dame, definindo então entre si o apuramento para a Final Four, com Kentucky a sair por cima e a marcar um confronto entre Wildcats para a próxima ronda. No Oeste o destaque vai, numa primeira fase, para Gonzaga, que provou existiram coisas mais importantes que a seed durante a March Madness, facto que foi depois comprovado por Miami que, com um percurso bem difícil, acabou por conseguir lugar nos quatro melhores, eliminando pelo caminho equipas com muito valor: a 5ª seed Georgetown, a 1ª seed e nosso carrasco na temporada passada Oklahoma e, finalmente, a 2ª seed Stanford. Por fim, na zona Sul, destaque claro para Belmont que, enquanto 13ª seed, eliminou sem dó nem piedade a equipa de Marquette, vinda do título do Big East, acabando depois por chegar ao Sweet Sixteen, sendo só eliminados por 2 pontos contra Duke, campeões em título. Do outro lado do quadro Maryland também esteve bem, passando com sucesso por Texas e Mississipi State, antes de sucumbir perante uns inevitáveis Blue Devils, a tentarem repetir o título da época passada. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 25 Abril 2017 XVII - March Madness - Final Four vs Último fim de semana da competição, dois jogos apenas na luta por nos sagrarmos campeões nacionais e um confronto entre Wildcats nas meias finais desta competição. Tanto nós como Kentucky estivemos taco a taco durante todo o primeiro tempo, com diversas mudanças na liderança e não foi, por isso, surpreendente ver o jogo chegar ao intervalo empatado a 35. No segundo tempo as coisas voltaram a estar equilibradas até à altura em que foi necessário recorrer mais e mais aos bancos. É certo que, do nosso lado, Mark Downer até foi o nosso jogador em maior destaque, mas ficou-se por aí a contribuição dos nossos suplentes, com Kentucky a aproveitar para abrir uma vantagem que não mais largou até ao intervalo, acabando por conseguir o upset e, de forma meritória, apurar-se para a Final. Na outra partida Duke não facilitou, vencendo Miami por 83-66 e avançando assim para a sua segunda final consecutiva onde pretendem renovar o seu título de campeões nacionais. O jogo teve moldes bastante similares ao que nos opôs a Kentucky, com as equipas taco a taco durante toda a primeira parte, chegando empatadas ao intervalo, desta vez a 41. No segundo tempo, o banco de Kentucky voltou a estar muito bem, mas os Blue Devils responderam à altura. Com o jogo a chegar aos seus momentos decisivos muito equilibrado foram os detalhes a resolver e, aí, a excelente eficácia de lançamento da linha de lance livre dos Wildcats, falhando apenas 2 em 25 tentativas, fez a diferença, com Kentucky, vindo da 5ª seed do Midwest, a conseguir vencer o título, impedindo o repeat de Duke. Com os jogos desta temporada terminados, eis os prémios da época: NCAA Player of the Year: David Leverett (PG), Kentucky NCAA Freshman of the Year: Stephen Wallace (SG), Kansas NCAA Coach of the Year: Michael Hannan, Washington (28-6) All-NCAA 1st Team: David Leverett (PG), Kentucky | Jerrold Carter (SG), Illinois | Jonathan Mayes (SF), VCU | Heinz Karrer (PF), UConn | Brent Eley (Center), Western Kentucky Big East Player of the Year: Rufus Escalera (PG), Butler Big East Freshman of the Year: Charles Brown (SG), Villanova Big East Coach of the Year: Fábio Mesquita, Villanova (31-6) All-Big East 1st Team: Rufus Escalera (PG), Butler | Charles Brown (SG), Villanova | Frank Finnegan (SF), Marquette | Leigh Earley (PF), Creighton | Riley Elias (Center), Providence Referir finalmente, os resultados das finais dos outros torneios nacionais que ocorrem em paralelo com a March Madness: NIT: #1 UMass venceram #1 Oklahoma State na Final (Louisiana Tech e UCLA semi-finalistas) CBI: #3 Western Michigan venceram #2 Northeastern na Final (2-0, à melhor de três | UTEP e Louisiana Lafayette Semi-finalistas) CIT: #10 Northern Iowa venceram #13 Detroit na Final (UMKC e Saint Joseph’s semi-finalistas) Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 26 Abril 2017 XVIII - 2017/18 Season Wrap Up Segunda época concluída aos comandos dos Villanova Wildcats e com direito a apuramento para a Final Four da March Madness. Apesar de termos acabado por ser eliminados por uma equipa de Kentucky que vinha para o torneio com uma seed inferior, acabou depois por se perceber o quão fortes eram os Wildcats, vencendo na Final os favoritos Duke Blue Devils e conquistando assim o título de campeões nacionais. A desilusão da temporada terá que estar associada, isso sim, com a prestação aquém das expetativas no torneio do Big East, depois de termos sido claramente a equipa mais forte na fase regular. Em termos estatísticos não há como não realçar a excelente qualidade dos nossos rookies, com Charles Brown a ser o marcador de serviço e um dos melhores jogadores do Big East, com média de 18,6 pontos por jogo. David Cupp também esteve muito bem, acumulando muitos minutos e sendo o nosso pilar, a par de Vince Boldt, na luta das tabelas. Destaque ainda para Nelson Johnson, o patrão desta equipa, tendo já sido um dos mais importantes jogadores na temporada passada, a continuar muito certinho nas suas contribuições. Outro destaque terá que ir para a boa época em termos de lesões, com os nossos starters a serem sempre os mesmos nos 37 jogos que disputámos ao longo do ano. A próxima temporada essa sim afigura-se extremamente complicada. Vamos perder três titulares desta época, nomeadamente os dois rookies David Cupp e Charles Brown, algo que já prevíamos quando os decidimos trazer no início da temporada, para além de Nelson Johnson, que conseguimos segurar durante três anos. Vince Boldt irá continuar para a sua época de Senior e, felizmente para nós, seguramos também o base Armando Blakey, algo que nem sempre foi certo que acontecesse. Nos suplentes, para além da natural saída de Timothy Bray, o nosso único Senior, Joe Bissel decidiu também sair após a sua época de Sophomore, enquanto que Timothy Williams, jogador redshirted esta época por ser uma transferência, nem sequer se estreará num uniforme nosso, decidindo também ele declarar-se para o draft, decisão no mínimo estranha. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 27 Abril 2017 I - 2018/19 Schedule & Roster Depois de duas épocas consecutivas com resultados interessantes, em especial na temporada passada ao atingirmos a Final Four, esta época e, quem sabe, a próxima, serão temporadas de transição, com um roster bastante curto. Não admira assim que o objetivo da direção passe apenas para o apuramento para a March Madness e mesmo isso não é certo que aconteça. Para já concentremo-nos no calendário extra-conferência. Como é possível reparar, esta temporada trás menos nomes sonantes do que o habitual. Apesar de tudo teremos uma (muito difícil) oportunidade de desforra contra Kentucky, para além de jogos contra Iowa State e Memphis, este a contar para o torneio que disputamos este ano, o Hall of Fame Tipoff Classic, onde, dependendo dos resultados, podemos reencontrar Kentucky ou defrontar Pittsburgh. Como foi referido no post de balanço sobre a época transata, tivemos várias saídas importantes a registar, com sete jogadores de saída, sendo que apenas dois deles acabaram por não ser escolhidos no draft. Tivemos assim a 1ª overall pick David Cupp, a 10ª Timothy Williams, a 22ª e 23ª Nelson Johnson e Charles Brown, respetivamente, e ainda Joe Bissell, o 60º e último selecionado no NBA Draft. Com tantas saídas é de esperar, obviamente, que o nível da equipa se possa ressentir e tendo em conta que o único 4 star recruit que conseguimos foi o SG Orlando McNeese, de Connecticut, espera-se uma temporada muito difícil. Não foi assim de estranhar que tenhamos tido apenas a 60ª melhor draft class, bem atrás de outras equipas do Big East como Butler (24ª), Creighton (34ª), Georgetown (35ª) ou menos Seton Hall (48ª) e Xavier (50ª). Tivemos ainda, por termos somente 11 jogadores ao nosso dispor, que recorrer a transferências, tudo jogadores que irão ser redshirted esta época. Acabamos por só conseguir dois jogadores, sendo eles o SF Fabien Decremes, ex-Wake Forest e o PF David Rex, ex-Oklahoma State. A estes juntaram-se ainda dois walk-ins, sendo que apenas o PG Irvin Smith irá ficar. Ficamos assim com um cinco inicial que, sendo menos forte que o da temporada passada, obviamente, dá garantias. O problema é no banco, essencialmente no que a bases e wings diz respeito. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 28 Abril 2017 II - Início de temporada; Hall of Fame Tipoff Classic Terceira temporada a começar, aquela que promete, sem dúvida, ser a mais desafiante até agora, a começar fora de portas, com Louisiana-Lafayette, equipa que, na temporada passada, foi semi-finalista do CBI, um dos torneios de final de temporada. @ O primeiro jogo da temporada, apesar do diminuído grau de dificuldade do adversário, foi uma excelente prova de força da nossa equipa. O rookie Orlando McNeese esteve em excelente plano na sua estreia, batendo o recorde de triplos da escola, com oito lançamentos certeiros de três pontos, ultrapassando os sete conseguidos por Jeffrey Holmgren em 2016/17, rumo a uma vitória por quase 60 pontos, fora de portas, para abrir a temporada. vs. Logo de seguida abríamos a nossa participação no Hall of Fame Tipoff Classic, frente a Memphis, equipa que nos derrotara, também num torneio, há dois anos. O jogo foi de bom nível, muito disputado na primeira parte e connosco a conseguirmos uma run consistente a abrir uma vantagem sólida para o segundo tempo, que nos permitiu gerir até à vitória e, consequentemente, até à final deste torneio, onde reencontraríamos os Kentucky Wildcats, que eliminaram Pittsburgh nesta ronda inaugural. vs. Que dizer da prestação da nossa equipa? Absolutamente genial defensivamente durante o primeiro tempo e, apesar do banco de Kentucky ser claramente superior ao nosso, conseguimos aguentar a pressão que estes fizeram durante o segundo tempo, vencendo convincentemente contra uma equipa que tem, claramente, bem mais argumentos que nós para atacar esta temporada. Sagramo-nos, assim, vencedores do Hall of Fame Tipoff Classic, de forma surpreendente, arrancando a temporada com uma série de três vitórias consecutivas, feito inédito até agora nestes meus três anos ao leme dos Wildcats. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 29 Abril 2017 III - Segundo Assalto Depois do começo de época acima das expetativas, contando já com a vitória no Hall of Fame Tipoff Classic, era agora altura de mais uma série de três jogos, que iria concluir-se com novo encontro frente a Kentucky. @ A primeira destas três partidas seria realizada no nosso pavilhão, contra os Brown Beats, da Ivy League. Esta foi mais uma partida onde o nosso poderio ofensivo esteve em pleno destaque, essencialmente na segunda parte, o que nos levou a passar novamente a barreira da centena de pontos, pela segunda vez em quatro jogos nesta temporada. vs. Saímos, de seguida, para uma deslocação curta, a Delaware, para o confronto com os Fightin’ Blue Hens, numa partida onde voltámos a entrar forte, abrindo uma vantagem de 16 pontos ao intervalo, vantagem essa que ainda aumentámos até ao final da partida, rumo a nova vitória por 87-63. @ Ainda invictos esta temporada, recebíamos a equipa de Kentucky, para novo confronto frente aos Wildcats, equipa que já derrotámos esta temporada e que, por seu turno, nos havia eliminado na Final Four da March Madness na temporada passada. Mais uma vez excedemos por completo as expetativas, com uma fenomenal primeira parte a praticamente garantir-nos a vitória e, mais importante que isso, voltámos a bater a barreira dos 100 pontos, algo que, até agora nesta temporada, aconteceu em metade dos jogos que já disputámos. Seis vitórias consecutivas em seis jogos disputados dá-nos, de momento, a liderança isolada do Big East algo que, de todo, não esperávamos ver acontecer nesta fase da temporada. Compartilhar este post Link para o post
Nuk Publicado 29 Abril 2017 Estás imparável. A recruitment não foi tão forte como ano passado mas começaste em grande. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 30 Abril 2017 IV - Últimos jogos extra-conferência Com seis vitórias consecutivas e o calendário de jogos extra-conferência já para lá de meio e com os jogos em teoria mais complicados já ultrapassados, aproximava-se a todo o gás o ano novo e, com ele, os confrontos frente a adversários do Big East. Assim, nesta reta final de 2018, faltavam cinco jogos, o primeiro deles frente a Temple. @ Batalha de Philadelphia no jogo contra os Owls, e foi com as armas a dispararem a todo o gás que este jogo se disputou. Nós e Temple combinamos para duas centenas de pontos, num jogo onde ambas as equipas lançaram acima dos 60% de campo, com a vitória a sorrir-nos por 104-96. @ Regresso a casa para um jogo contra uma equipa que, apesar de ter tido uns últimos anos complicados, foi em tempos uma habitual presença na March Madness. A julgar pelo que demonstraram no nosso pavilhão neste jogo não será fácil regressarem a esse patamar. Abrimos o jogo numa incrível run de 26-0 nos primeiros sete minutos e meio, que serviu de tónico para a devastação dos Aztecs por 55 pontos de diferença. @ De seguida fomos ao pavilhão de North Dakota State (Carson Wentz ftw!) defrontar uns Bisons que deram boa réplica, essencialmente no primeiro tempo, mas que acabaram por sofrer com problemas de faltas e turnovers, acabando derrotados, naquela que foi a nossa nona vitória consecutiva. @ E o oponente naquela que queríamos que fosse a décima consecutiva foi a modesta equipa de Holy Cross, que desde cedo não demonstrou argumentos, rumo a mais um jogo muito produtivo da nossa parte, novamente a atingirmos a centena de pontos, catapultando-nos ainda mais para a liderança isolada da tabela dos melhores ataques da NCAA. @ O último dos jogos extra-conferência seria também, em teoria, um dos mais complicados. Se esta época temos primado pelas demolições ofensivas, foi na defesa que começamos a tirar fôlego a Iowa State, permitindo apenas 21 pontos dos Cyclones no primeiro tempo. Esse número não foi possível de replicar na segunda parte, mas tivemos também um crescendo de produção do nosso ataque, de forma a atingirmos a marca perfeita de onze vitórias nesta primeira fase da época. Com onze vitórias em onze jogos partimos, sem surpresa, para os confrontos do Big East na liderança. Surpreendentes são os registos de equipas como Xavier e, principalmente, DePaul, equipa também ainda invicta nesta temporada. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 1 Maio 2017 V - Close Call Com o ano novo chegava nova fase nesta temporada, com o começo dos jogos no Big East. Depois de uma primeira metade da época com resultados bem acima das nossas expetativas mais otimistas, chegou a hora de testar verdadeiramente o nosso valor. @ Para começar recebemos Butler, num jogo que em tudo se assemelhou aos jogos que temos vindo a disputar esta temporada, embora a valia dos Bulldogs se tenha demonstrado, principalmente no âmbito defensivo, impedindo-nos de chegar perto da centena de pontos como largas vezes temos feito esta temporada. @ Seguiu-se novo jogo caseiro, desta vez contra Creighton e este foi o primeiro jogo da época em que a derrota pareceu verdadeiramente possível, embora o resultado final não o indique. Chegamos aos últimos dois minutos tendo desperdiçado a vantagem construída na primeira parte mas, felizmente para nós, os lançamentos dos Bluejays não entraram, obrigando-nos a mandar-nos para a linha de lance livre onde o jogo se resolveu, felizmente a nosso favor. @ Primeira deslocação no Big East, contra uma das mais frágeis equipas da conferência esta temporada. Não demorámos a alcançar uma confortável vantagem que soubemos gerir até final, rumo à terceira vitória e liderança isolada da conferência. @ O quarto e último jogo desta série, segundo consecutivo fora de portas, foi o mais sério teste, contra uns Xavier Musketeers apenas derrotados por Duke, esta temporada. O jogo foi sempre muito disputado, com a nossa equipa a fazer prevalecer o domínio nos lançamentos de três e Xavier a controlar claramente as tabelas, conseguindo mais ressaltos ofensivos do que aqueles com que nos sentimos confortáveis. No final, o jogo decidiu-se por detalhes, com Vince Boldt, após um ressalto ofensivo num lance livre a pôr-nos na frente por um ponto a 17 segundos do final. Os Musketeers tentarem o game winning shot, mas acabaram por falhar, não sendo ainda eles a quebrar a nossa invencibilidade. O excelente momento continua, com os surpreendentes Blue Demons a serem a maior ameaça à nossa liderança, mas com equipas como Xavier e Marquette a revelarem-se também bastante consistentes. Compartilhar este post Link para o post
Taka Publicado 3 Maio 2017 Não ganhares isso esta época é uma vergonha 8) Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 3 Maio 2017 VI - Cruise Control Quatro jogos sobravam no mês de Janeiro, os dois primeiros no nosso pavilhão, antes de deslocações a Seton Hall e Georgetown, respetivamente. @ Para começar receção a St. John’s, equipa a demonstrar claras dificuldades nos encontros do Big East. O encontro não teve grande história, com mais uma vitória tranquila da nossa parte, fruto em grande parte da vantagem construída bastante cedo. @ Seguiu-se o encontro contra a surpresa da temporada até agora, os DePaul Blue Demons, 18ª seed do país ao momento. DePaul bateu-se frente a frente connosco na primeira parte até que, no segundo tempo, começámos a tratar melhor a bola, com mais assistências e menos turnovers, o que nos levou a conseguir a vitória neste jogo difícil. @ Fora de portas para o confronto com Seton Hall, num encontro onde estivemos exímios na partilha de bola: apenas cinco dos nossos lançamentos não resultaram de assistências, com destaque para o nosso base Armando Blakey a conseguir um duplo-duplo com 27 pontos e 10 assistências. @ O último jogo deste mês era no pavilhão de Georgetown, claramente a equipa mais frágil do Big East esta temporada. Abafamos por completo as tentativas de ataque dos Hoyas, rumo a uma vitória por quase quarenta pontos, limitando Georgetown a apenas 41 pontos marcados. Continuamos invictos esta época, mas, ainda assim, estamos longe de ter uma posição tranquila. Na realidade, o próximo jogo contra Marquette é de extrema importância já que, em caso de derrota, podemos mesmo ser ultrapassados pelos Golden Eagles na tabela. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 4 Maio 2017 VII - Teste de Fogo em Marquette Apenas um jogo restava na primeira volta do Big East e seria logo no terreno do nosso principal adversário. Uma vitória dar-nos-ia uma vantagem que, não sendo decisiva, seria bastante importante, de dois jogos de avanço sobre os Golden Eagles. Contudo, uma derrota, não só deixaria uma clara marca na nossa temporada, interrompendo a nossa série invicta, como também faria com que Marquette saltasse para a liderança do Big East. @ Um jogo tão importante exigia da nossa parte concentração absoluta e foi precisamente isso que… não aconteceu! Entrámos absolutamente apáticos e deixámos Marquette abrir uma enorme vantagem que, a oito minutos do intervalo, era de uns ridículos 20 pontos: 40-20. Já com três timeouts queimados era hora de dar a volta se ainda queríamos ter qualquer hipótese de tentar chegar à vitória. E finalmente a equipa respondeu. Limitámos os Golden Eagles a apenas nove pontos no que restou do primeiro tempo, enquanto nós conseguimos 29, levando o jogo empatado a 49 para o intervalo. Se é verdade que Marquette nos apanhou desprevenidos, não menos verdade era que a possibilidade de isso voltar a acontecer neste jogo era diminuta. Mantivemos a concentração da ponta final da primeira parte e, com uma enorme demonstração de poderio ofensivo, ultrapassámos a centena de pontos rumo à importante vitória por 107-89. Concluída que foi esta primeira volta do Big East com uma vitória no terreno do nosso grande rival desta época, atingimos as duas dezenas de vitórias e, embora ainda seja muito cedo para o garantir, o primeiro lugar da conferência parece destinado a pertencer-nos. Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 4 Maio 2017 Não vou mentir, eu sempre que venho aqui quase fico perto da gargalhada porque já estou a ver o choke a vir e vai ser hilário :lol: que senhor rape LOL Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 5 Maio 2017 Obrigado pelo apoio moral :C Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 5 Maio 2017 O povo diz que à terceira é de vez... Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 6 Maio 2017 VIII - Final da Fase Regular Depois de uma primeira ronda invicta no Big East a fazer continuar a nossa série totalmente invencível esta temporada, avançámos para os últimos nove jogos da fase regular com um bom registo e uma vantagem confortável sobre Marquette, o nosso principal rival. Essa vantagem tornou-se ainda mais confortável quando os Golden Eagles perderam os dois jogos seguintes, em Butler e frente a Xavier, avançando a nossa vantagem para quatro jogos, o que nos permitiu uma segunda volta completamente descansada que conseguimos concluir novamente só com vitórias. Marquette, ainda assim provou ser um rival à altura, sendo que, na visita ao nosso pavilhão, foi preciso um buzzer beater do rookie Orlando McNeese para batermos finalmente os Golden Eagles e alcançar a desejada fase regular totalmente invicta. Apesar de todo o sucesso já atingido, de nada valerá se não tivermos toda a atenção focada nos jogos a eliminar que se aproximam, o primeiro dos quais contra o vencedor da eliminatória inicial entre Seton Hall e St. John’s. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 8 Maio 2017 IX - Big East Tournament Depois de uma fase regular perfeita, chegou a hora do Big East Tournament que pretendemos vencer pela primeira vez. Na ronda preliminar existiram duas surpresas, com as seeds mais baixas Georgetown e St. John’s a eliminarem Providence e Seton Hall, respetivamente. Marcávamos assim encontro com St. John’s na primeira ronda em que estávamos em ação. vs A diferença de níveis entre os Red Storm e nós fora bastante clara durante toda a temporada e não foi, por isso, de estranhar que o jogo desde cedo tenha sido decidido, chegando nós ao intervalo já com 66 pontos marcados e uma vantagem de mais de trinta pontos. O segundo tempo foi mais do mesmo, embora tenhamos abrandado ligeiramente no ataque, acabando, ainda assim, o jogo com 115 pontos e mais que duplicando a pontuação de St. John’s, naquela que foi a nossa trigésima vitória consecutiva. Para as semi-finais temos encontro marcado com Xavier, que conseguiu o upset sobre Butler. No outro lado do quadro, Marquette ultrapassou facilmente Georgetown enquanto DePaul não confirmou a boa temporada que vinha a fazer, deixando-se surpreender por Creighton. vs A partida a contar para as meias-finais teve um começo muito similar ao da eliminatória anterior, connosco a sermos claramente superiores aos Musketeers, chegando ao intervalo com o dobro dos pontos destes, 50-25. No segundo tempo Xavier deu melhor conta de si, acabando por equilibrar o parcial e levando o resultado final para números relativamente respeitáveis. Estávamos, assim, na final, onde iríamos defrontar, de forma previsível, Marquette. vs Este sim foi, como se esperava, um jogo mais complicado. Marquette defendeu muito bem durante toda a partida e os triplos, a nossa principal arma ao longo de toda a temporada, estiveram bem abaixo do que esperávamos nesta partida. O jogo foi-se desenrolando, sem grandes vantagens por parte de nenhuma das equipas, mas sempre com Marquette a parecer mais no controlo das operações. Foi assim que chegaram os minutos finais e a situação não se inverteu, com os Golden Eagles a vencerem o jogo, a quebrarem a nossa série invencível ao fim de 32 jogos e a manterem-nos longe do título do Big East que nos escapa pela terceira época consecutiva. Depois da primeira desilusão da temporada não há tempo para lamber as feridas, com a March Madness a poucos dias de distância, onde voltaremos a ser, tal como já aconteceu na época passada, a 1st seed da zona Este. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 9 Maio 2017 X - March Madness Preview Na ressaca da primeira derrota da temporada, e logo no jogo decisivo relativamente ao título do Big East, preparávamos a March Madness onde estaremos inseridos na zona Este como 1ª seed. A conferência é ainda representada por Marquette (2ª seed) e Xavier (9ª seed) no Midwest, Creighton (10ª seed) no South e DePaul (10ª seed) no Oeste. Butler também poderia ter entrado na zona Sul, mas acabou por ser um dos derrotados no First Four, cujos resultados foram os seguintes: East: #16 New Mexico State 71 - 59 Bethune-Cookman #16 Midwest: #16 Samford 70 - 69 Hartford #16 West: #12 West Virginia 71 - 66 Butler #12 South: #12 Oklahoma 68 - 41 Ohio State #12 Para alem de equipas com tradição, como Butler ou Ohio State, a ficarem de fora já nesta fase, outras existiram que nem apuramento conseguiram, casos de Virginia, Baylor, Indiana, Michigan, Oregon e, principalmente, equipas com excelentes resultados nas últimas épocas, casos de Wisconsin, Gonzaga e os campeões da temporada passada Kentucky. Feitas as introduções, aqui estão as brackets com as 64 equipas participantes na March Madness desta época: No Este, onde repetimos o estatuto de cabeças de série, teremos como adversários principais equipas que já defrontámos nestes três anos ao leme de Villanova, como são Maryland, Syracuse ou Memphis, para além de equipas como Miami ou os potenciais adversários da segunda ronda U. Conn. No Midwest, os Michigan State Spartans terão forte concorrência dos nossos carrascos de Marquette, para além de outras equipas de valia como Notre Dame, Arizona, Kansas (ainda que com uma seed menos favorável que habitualmente) ou até Wake Forest, a cimentar cada vez mais o seu estatuto de habitual participante nestas andanças. No Oeste os vice-campeões de há dois anos Vanderbilt partem na pole position. Nesta zona saúdam-se ainda os regressos de Cal e UCLA, para além das presenças fortes dos sempre complicados Louisville Cardinals e ainda de Dayton. Por fim, e como vem sendo hábito, Duke reina no Sul, procurando a terceira final consecutiva. Os Blue Devils terão concorrência de equipas como Utah e Florida ou ainda os vencedores de um escaldante encontro de primeira ronda entre UNC e Oklahoma. Compartilhar este post Link para o post