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kareca

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Tudo que kareca publicou

  1. O Odegaard já morreu para este nível? Irreconhecível.
  2. Saddam Hujsen já espalha magia. Estes amassos consentidos pelo Real já são uma feature.
  3. Diz ele que são jogadores de primeira. Vão jogar hoje, fresquinhos para o Vizela.
  4. Está a falar da dupla do meio campo, tó e pavlidis?
  5. 343 muito bom, nota-se muito trabalho agora que há tempo para isso 😆
  6. A melhor coisa que nos aconteceu foi sair da europa mais cedo
  7. Mais Pesados Da Capital
  8. Porra, antes banco do PSG que titular do Chelsea.
  9. O Simeone a festejar a quase expusão como fosse um golo, torna este ricochete bonito.
  10. Correr e tropeçar nas próprias pernas é de abençoado.
  11. O impossível aconteceu Muitas vezes recebo telefonemas de números estrangeiros situados em países da Europa Central, sobretudo da Áustria, e não atendo. Sei que é fraude. Sou uma pessoa avisada contra estas novas burlas à distância. Sei que instituições credíveis não pedem os nossos dados privados. Leio toda a informação disponibilizada sobre o assunto. Na segunda-feira, segundos após me levantar, ainda sem os óculos na cara, recebi um telefonema. Era um número de telemóvel português. Não costumo atender números que não estão registados na minha lista de contactos, mas estava meio a dormir e pensei que fosse coisa de trabalho. Atendi. Era uma mensagem de voz que me deixou assustada. Do outro lado diziam que iria ser debitado um valor muito avultado da minha conta PayPal. Caso não reconhecesse a operação, deveria telefonar imediatamente para o número xis. Liguei, desesperada. Surgiu uma funcionária falando inglês. Pedi-lhe para falar em português, porque estava a decorrer uma fraude com a minha conta. Respondeu que a PayPal não tinha atendimento em português. Não pensei na coerência disto. Estava desesperada e queria resolver o problema. Comecei a explicar-lhe tudo em língua inglesa. A senhora pediu que me identificasse cabalmente, o que aconteceu, perguntou-me se o meu equipamento era velho ou novo, se eu tinha apenas uma conta de banco ligada ao PayPal. Confirmou que essa quantia iria sair, sim. Podia passar-me para um colega da cibersegurança, que tentaria ajudar-me. Concordei. Rapidamente fui atendida por uma voz masculina asiática. Voltei a contar tudo. Ele disse que para me ajudar precisava que eu colaborasse e fizesse down­load de alguns programas. O primeiro serviu para conseguir aceder à minha conta PayPal, cuja password esquecera. Após várias operações no sentido de me ajudar, chegámos à página de entrada do meu banco online. Mandou que digitasse o código de acesso e a password. Fiquei apreensiva e atirei “não posso fazer isto. Como é que eu sei que você não é um hacker?”. Respondeu muito profissionalmente. Era técnico da PayPal e enviou-me uma página da empresa com o seu nome, Andrew, e a sua foto, um homem louro de olhos azuis, o que não batia nada com o sotaque asiático. Tive a certeza de que aquela identidade não lhe pertencia. Argumentei que achava estranho ele usar tantos números de telefone para contactar comigo. A chamada caía várias vezes e ele telefonava de novo. Usou 25 números diferentes, todos portugueses e dois austríacos. Verifiquei no histórico, depois. Argumentou que estava no escritório e que tinha acesso aos números de telefone necessários para o seu trabalho. Antigamente diziam que os ladrões usavam uns pós mágicos para nos confundirem. Acho que inalei esses pós por via telefónica. Ele “depositou” dinheiro na minha conta. Dez mil euros. “Está a ver?” Tinha de fazer este depósito porque… Falava rápido. Não percebi nada. Iria pedir-me para transferir alguns milhares e depois… Pensei, “vais perder o dinheiro todo”, e ao mesmo tempo lembrava-me de que estava ao telefone com a PayPal. Ele pediu-me que fizesse down­load de outro programa e que carregasse no botão “Autorizo”. Autorizei e percebi que tinha acabado de lhe ceder controlo remoto sobre o meu computador. Ele movia o meu cursor. Pediu-me para fazer uma transferência para o IBAN de um banco europeu, para um nome com apelidos espanhóis. Fiz. Mas o banco pediu-me os dados do cartão matriz, o que não acontece ultimamente, porque o banco envia-me um código através do SMS Token. Disse-lhe “bad news”. Não tenho esse cartão nesta casa. Ele “mandou-me” procurá-lo. Fiquei feliz por não o encontrar. O senhor não desistiu de me ajudar e esclareceu que podíamos continuar o processo usando a app do banco no telemóvel. Lá fui. Fiz uma primeira tentativa de transferência, mas o banco não permitiu. Fiz segunda, igual. Ele ia falando comigo com a voz muito ofegante, cheia de adrenalina. E foi a voz, a anormal ansie­dade na sua voz, que me fez parar e somar indícios. Tlim. Olhei para o visor do meu telemóvel e o número de telefone português tinha-se transformado no +43 1 947281684, da Áustria. Tlim. O controle do meu computador não estava nas minhas mãos. Tlim. Eu estava a transferir dinheiro da minha conta para me proteger de hackers? OK. Percebi tarde, mas cheguei lá. Rapidamente saí da conta bancária e desliguei o telefone. Arranjei-me para ir tomar café à rua. Pensei como agir. Voltei a casa, liguei para o banco e pedi ajuda. Também entrei de novo na minha conta para ver se ainda tinha saldo. Sim. Mas o técnico asiático aparece com total controlo do meu computador, ligando a minha câmara, falando comigo em alta voz, usando uma funcionalidade que lhe permitia escrever em inglês e reproduzir a mensagem em português. “Você é uma old lady e estamos a tentar salvá-la. Preocupamo-nos consigo porque você podia ser a nossa mãe. Você é burra se não nos deixa ajudar. Você está a enterrar-se porque vamos denunciar tudo isto à autoridade internacional contra o crime informático. Você tem 10 mil euros nossos, julga que vai safar-se com eles?” Oscilavam entre o elogio e o insulto. Ao mesmo tempo, a assistente do meu banco ouvia-os enquanto me fazia perguntas. Resumindo, não conseguiram roubar-me, mas apanhei um susto que jamais esquecerei, fiquei com a impressão de que qualquer um de nós pode ser enganado e preciso de tempo para pensar como foi possível isto acontecer comigo. Foi por estar ensonada. Não sei, e isso preocupa-me. https://expresso.pt/opiniao/2026-04-02-o-impossivel-aconteceu-1b9dfd65 Não sejam Isabela.
  12. Não sabia que o filho do Robinho já andava aqui
  13. Pera, os adeptos do Benfica não se queixam do intra-extra-between campo do Rui Costa? Ai cum crl
  14. “A alienação de participação societária minoritária pode envolver a atribuição ao investidor de referência de direitos de participação que lhe permitam influenciar de forma determinante a gestão da TAP" "o novo investidor de referência a ter o direito de preferência na compra de mais capital detido pelo Estado ou a ter o direito de vender a sua participação nas mesmas condições em que o Estado decida vender as suas ações" https://expresso.pt/empresas-negocios/2025-08-14-decreto-lei-que-vende-499-da-tap-foi-publicado-novo-investidor-podera-vir-a-influenciar-de-forma-determinante-a-gestao-da-empresa-8421f8bb#:~:text=Decreto-lei que vende 49%2C9% da TAP foi,de forma determinante a gestão” da empresa.&text=O decreto-lei que aprova o processo da,da reprivatização do capital social da TAP
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