Leonardo Dias Publicado 22 Maio 2011 Levantamento utilizou dados oficiais dos países e fatores como remuneração, desigualdade salarial e perfil dos contratos de trabalho Um estudo realizado em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) abrangendo 70% dos trabalhadores formais urbanos do Brasil (55 milhões de pessoas) e dos Estados Unidos (116 milhões) causou surpresa, entre os próprios pesquisadores, ao atestar que, no Brasil, os assalariados têm mais proteção social e os empregos gerados têm sido de melhor qualidade do que nos Estados Unidos — mesmo antes da eclosão da crise financeira mundial, em 2008. No ensaio Os sentidos das precariedades em dois mercados nacionais de trabalho: Brasil e Estados Unidos, os pesquisadores Claudio Salvadori Dedecca e Wilson Menezes, professores, respectivamente, da Unicamp e da UFBA, levam em consideração dados oficiais dos países e fatores como remuneração, desigualdade da massa salarial e perfil do contrato de trabalho, de acordo com a segurança oferecida ao trabalhador. De acordo com os pesquisadores, os resultados contestam teses que relacionam melhorias na remuneração média e na proteção social dos assalariados com menos regulação nos contratos de trabalho. Segundo o estudo, enquanto houve, na última década, no Brasil, expansão na absorção de trabalhadores pelo mercado formal — com mais proteção social —, com aumento real na média de salários (13% entre 2001 e 2009), nos Estados Unidos ocorreu fenômeno inverso: a ampliação de vagas ocorre principalmente em áreas de remuneração mais baixa, como em grandes redes varejistas, e é seguida por constante diminuição na proteção social. Além disso, não resulta em aumento salarial médio real (3% entre 2001 e 2009). Hoje, mostra a pesquisa, o trabalhador norte-americano não conta com diversos direitos legais com os quais os empregadores brasileiros têm de arcar, como férias e feriados remunerados, pagamento de horas extras e licença-maternidade. — Os resultados apontam para uma redução das precariedades dos contratos de trabalho no mercado brasileiro, (...) situação que não encontra sinalização para o mercado de trabalho americano — conclui o estudo. — A constatação não confirma a tese que associa um menor desemprego e maior proteção a uma menor regulação dos contratos de trabalho, independentemente da efetividade das matrizes institucionais. O levantamento integra um projeto maior, que inclui pesquisadores e universidades da Europa e dos Estados Unidos. A próxima etapa será comparar as realidades dos mercados de trabalho brasileiro e norte-americano com o mexicano. Clicrbs Compartilhar este post Link para o post
Vimaranes1922 Publicado 22 Maio 2011 Mulheres da vida no Brasil :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Leonardo Dias Publicado 22 Maio 2011 Mulheres da vida no Brasil :prayer: Aqui chamamos de prostitutas/p*tas Compartilhar este post Link para o post
Guest Vladimir Ilitch Publicado 22 Maio 2011 O Lula e a Dilma estão a fazer um excelente trabalho por lá. Parabéns ao Brasil e aos brasileiros :) Compartilhar este post Link para o post
Sahar Publicado 22 Maio 2011 O Lula e a Dilma estão a fazer um excelente trabalho por lá. Parabéns ao Brasil e aos brasileiros :) A mãe duma amiga minha que é brasileira venera o Lula, diz que infelizmente nunca vai haver um igual lá. Sem dúvida, um país como futuro. Compartilhar este post Link para o post
Guest fiasco Publicado 22 Maio 2011 Eu venero Lulas fritas em alho, diz que infelizmente nunca posso comer todos os dias Compartilhar este post Link para o post
Rafael Antunes Publicado 23 Maio 2011 Esse futuro nunca chega... Compartilhar este post Link para o post