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[Compras Online] - Digilow / Eletropt / Grandemarca

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A Digilow, empresa de comércio online acusada por dezenas de consumidores de não entregar os produtos nem devolver o dinheiro, nega as acusações e lança as culpas para o site de comparação de preços 'KuantoKusta'.

Várias dezenas de pessoas queixam-se de terem feito compras na Digilow ou outras empresas do grupo, como a GrandeM@rca ou a Eletropt, e de não terem nunca recebido o produto comprado nem terem conseguido ter a devolução do dinheiro.

Por escrito, o sócio-gerente da Digilow começou por dizer à Lusa que muitas das reclamações que existem na internet são falsas ou já estão resolvidas há largos meses.

João Saraiva sublinha que a empresa tem três anos de atividade, "entregou sempre todas as encomendas ou reembolsou todos os clientes" e que as queixas que começaram a surgir desde há alguns meses têm como responsabilidade o site comparador de preços 'KuantoKusta'.

Segundo o responsável, a Digilow investiu cerca de 41 mil euros no 'KuantoKusta', uma forma de publicidade que trazia aos sites da Digilow "cerca de 90%" do total de clientes.

"Em novembro de 2013, somos surpreendidos, sem qualquer aviso prévio que esta empresa não iria mais publicitar os nossos produtos no nosso site, sem qualquer justificação plausível", diz o responsável.

 

O sócio-gerente da Digilow atribui a atitude a "outros interesses obscuros", já que, segundo o responsável, a própria empresa que detém o site 'KuantoKusta' tem sites de venda ao público.

Diz mesmo que a empresa que detém o 'KuantoKusta', Paginadotcom, funciona em cartel e favorece terceiros em proveito próprio.

Responsabiliza o 'KuantoKusta' pela quebra nas vendas e adianta que já agiram judicialmente contra o site "pelos prejuízos irreversíveis causados, tanto em vendas, como na imagem da empresa".

"Não existe qualquer tipo de burla, apenas um atraso por termos sido surpreendidos por esta sabotagem repentina ao nosso negócio", acrescenta.

Contactados os responsáveis pelo site 'KuantoKusta', a resposta escrita é a de que "nada tem a ver com a situação de incumprimento em que a Digilow se encontra perante os seus clientes".

 

"A tentativa de imputar qualquer responsabilidade à nossa empresa é totalmente infundada e falsa, motivo pelo qual já nos encontramos a diligenciar no sentido de apresentar a competente queixa-crime contra a Digilow", indicou um responsável da empresa.

Paulo Pimenta esclarece que o 'KuantoKusta' alertou a Digilow depois de ter recebido "inúmeras queixas" de consumidores e que solicitaram o cumprimento dos seus compromissos "sob pena de não poderem continuar a utilizar o site".

"As queixas continuaram a surgir diariamente e os avisos à Digilow continuaram a ser feitos, até ao momento em que fomos obrigados a agir: assim que a Digilow ficou sem saldo na sua conta corrente, foi comunicado à mesma que o 'KuantoKusta' não iria mais promover os seus produtos", adianta.

O responsável explica que as lojas que queiram estar no site "devem carregar uma conta corrente" e que "é descontado um valor por cada clique efetuado por um utilizador que o leve para o site da loja que criou a conta corrente".

"Quando as lojas ficam sem saldo, o seu catálogo fica inativo, deixando de serem divulgados os seus produtos até ser efetuado um novo carregamento", explica, acrescentando não existir qualquer contrato de fidelização.

 

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3693432

 

IAPMEI avança com queixa-crime contra Digilow

 

O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação acusa a Digilow, empresa de comércio online, de usar abusivamente o nome do organismo e já apresentou uma ação e uma providência cautelar junto do Ministério Público.

Em causa está o facto de a Digilow ter no seu site que se trata de uma empresa certificada pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI).

Esta empresa, bem como outras pertencentes ao mesmo grupo, é acusada por várias dezenas de consumidores de não entregar os produtos comprados no site, nem devolver o dinheiro.

Em reposta à agência Lusa, o IAPMEI disse que a Digilow "tem vindo a utilizar de forma abusiva o nome do IAPMEI".

"Recorreu em tempos à Certificação PME do IAPMEI, que é um instrumento que atesta exclusivamente a dimensão da empresa (certifica se a empresa é ou não é pequena ou média empresa), e tem vindo a dar-lhe conotações qualitativas que não são verdadeiras na sua comunicação com o mercado", revela o organismo.

Nesse sentido, e na sequência das denúncias recebidas, o IAPMEI revela ter apresentado já uma "providência cautelar e uma queixa-crime junto do Ministério Público, tendo igualmente sido notificada da situação a Direcção-Geral do Consumidor".

 

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3693426

 

ASAE investiga Digilow por suspeita da prática de burla

 

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) está a investigar a empresa de comércio online Digilow, pela suspeita do crime de burla, e alerta todos os consumidores para os cuidados a ter nas compras feitas pela internet.

Várias dezenas de pessoas queixam-se de terem feito compras na Digilow ou outras empresas do grupo, como a GrandeM@rca ou a Eletropt, e de não terem nunca recebido o produto comprado nem terem conseguido a devolução do dinheiro.

A Digilow, diz o seu site, "é uma empresa de comércio online com preços low-cost" que não tem "qualquer tipo de atendimento pessoal".

Contactada pela Lusa, a ASAE confirmou ter recebido "algumas queixas relacionadas com irregularidades no âmbito dos contratos celebrados à distância" e onde são referidas as empresas pertencentes à Digilow.

"Nesse âmbito, estão a ser desenvolvidas por esta autoridade as diligências consideradas necessárias e adequadas à averiguação/investigação das situações descritas, com possibilidade das práticas desenvolvidas configurarem crime de burla", adianta a ASAE.

Na sua newsletter de fevereiro, a ASAE aproveita para alertar os consumidores sobre vendas através da internet, telefone ou redes sociais e diz mesmo que o consumidor precisa ter noção de que "podem surgir na internet particulares com o claro intuito de não cumprirem as condições estabelecidas e fugirem às autoridades sem deixar rasto".

 

Segundo a ASAE, tanto a internet, como o correio eletrónico, as redes sociais, os telemóveis ou os 'smartphones' "estão sujeitos às mesmas regras no que respeita à prestação e confirmação de informações, desistência do contrato e reembolso".

A legislação estipula que a falta de informação prévia por parte do fornecedor pode ser punida com coimas de 250 a mil euros ou de 1.500 a 8.000 euros, consoante se trate de uma pessoa singular ou coletiva.

Já a falta de confirmação das informações prestadas por via eletrónica é punida com coimas de 400 a 2.000 euros ou de 2.500 a 25.000 euros.

"Em qualquer dos casos, o fornecedor arrisca a perda dos bens", diz a ASAE.

Por outro lado, esclarece que o consumidor tem o direito de se arrepender da compra que fez e tem 14 dias para dar conhecimento ao fornecedor através de carta registada com aviso de receção, "sem ter de pagar qualquer indemnização ao fornecedor ou indicar o motivo por que o fez".

 

A ASAE adianta que o fornecedor "está obrigado a cumprir com a encomenda, no limite, após 30 dias contados a partir do dia seguinte em que o consumidor lhe transmitiu o pedido".

Em caso de incumprimento do contrato, por indisponibilidade do bem ou serviço encomendado, o consumidor deve ser informado desse facto e tem direito a ser reembolsado dos valores pagos, no prazo máximo de 30 dias.

"Passados esses 30 dias, sem que o consumidor tenha sido reembolsado, o fornecedor fica obrigado a devolver em dobro, no prazo de 15 dias úteis, a quantia paga pelo consumidor", esclarece a ASAE.

 

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3693420

 

Fica o aviso, investiguem sempre as lojas 1º

 

 

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Em tempos quando andei a ver preços para a Nikon, deparei-me com esta loja (grandemarca) que tinha preços melhores que a Niobo, estranhei e como tal fui investigar na net, e é um rol de queixas e reclamações que nunca mais acaba, ri-me quando agora o suposto dono diz que a culpa é do KuantoKusta por em Novembro bla bla bla, e mudaram o espaço da loja mas não existe 'ninguém' para atender sobre encomendas (Basta ler o site para achar logo todo o procedimento muito estranho)

 

http://www.portaldaqueixa.com/entidades/grandemarca-com-digilow-unipessoal-lda.html#.UwOs5vl_u7g

 

http://reclamacoes.net/tag/digilow/

 

http://www.portaldaqueixa.com/negocios-e-sites-na-internet/electropt-sem-maquina-e-sem-dinheiro.html

 

 

 

Edit: Não sabia se devia meter aqui ou nas noticias tecnologia (como a loja é venda geral artigos coloquei aqui)

Editado por jmgv

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Por acaso estive para comprar um forno na DigiLow em meados de novembro, no site, na altura tinham um telefone, liguei para lá para tentar perceber a opinião deles em relação à qualidade do material, e pela conversa, percebi que ou eles não faziam ideia do que estavam a vender, ou então era malta muitissimo mal preparada para atender telefones e dar informações, depois após pesquisar por feedback encontrei queixas deles em tudo quanto é sitio.

 

Acabei por comprar noutra loja, e acabou por me ficar mais barato do que a digilow anunciava.

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