Ion Timofte Publicado 24 Setembro 2008 Infelizmente tenho que concordar contigo. É uma pena que o Norte só sirva para mandar dinheiro para a capital e dar tanto ao país, sendo este investido no Sul. Segundo o que o ACP disse quando foi para o algarve, o problema maior era a questão dos hoteis tenho muita pena o rally nao ser cá em cima... Compartilhar este post Link para o post
Argus Publicado 25 Setembro 2008 Um post sobre o meu carro preferido (copi past da wikipedia) O Lancia Stratos HF, conhecido simplesmente como Lancia Stratos foi um bem sucedido carro de rali durante a década de 70 e o início da década de 80. O carro deu início a uma nova era no ralli pois foi o primeiro carro projectado de propósito para este tipo da competição. A carroçaria foi projectada por Bertone e a disposição técnica foi vagamente baseada num concept car chamado Stratos Zero, com um motor Lancia Fulvia V4, o qual foi apresentado na Exposição de Automóveis de Turim de 1970. A carroçaria era em forma de cunha, e bastante curta e larga, a qual aumentava a tracção. Em 1971 a Lancia apresentou o protótipo Lancia Stratos HF. O protótipo (chassi 1240) foi pintado em vermelho flourescente com o pára-brisas envolvente em forma de crescente de modo a fornecer a máxima visibilidade dianteira e uma visibilidade traseira quase nula (desnecessária em rally). Nos estágios iniciais de desenvolvimento, o protótipo foi equipado com três motores diferentes: o motor Lancia Fulvia, o motor Lancia Beta e o motor traseiro Ferrari Dino V6 de 2,4 litros e 190 cv. A Lancia realizou testes extensivos com o Stratos fazendo-o competir em diversos eventos, onde os protótipos do Grupo 5 eram permitidos, durante temporadas de 1972 e 1973. A produção de 400 carros, necessária para a homologação no Grupo 4 foi lançada em 1973 e o carro foi homologado para o Campeonato Mundial de Rally de 1974. O motor Ferrari Dino V6 foi descontinuado em 1974, mas foram construídos 500 motores, os últimos a serem produzidos, para a Lancia. Para a competição, o motor foi afinado até 280 cv tendo chegado a 560 cv com a montagem um turbo compressor KKK. As versões com motor turbo eram apenas permitidas no grupo 5 e nessa altura, estas, não possuíam a fiabilidade que as aspiradas tinham. O Lancia Stratos ganhou os campeonatos mundiais de 1974, 1975 e 1976 com o piloto Sandro Munari, e podia ter ganho mais, caso não fosse a política interna do grupo Fiat de previligiar o Fiat 131 Abarth no Campeonato Mundial de Rally. O Stratos ganhou o Rally de Monte Carlo em 1979 com a equipe privada Chardonnet. Sem o apoio da Fiat, e apesar dos novos regulamentos que restringiam a potência do motor, o carro permaneceu um concorrente sério e capaz de vencer viaturas de fábrica quando conduzido por um piloto experiente. O ponto final da carreira do Lancia Stratos ao nível internacional ocorreu apenas em 1981, no Ralli da Córsega, com uma vitória de Bernard Darniche. Quando o grupo Fiat apostou no Fiat 131 Abarth para o grupo 4, construiu também dois carros com turbo para o Grupo 5 com a carroçaria Stratos para o campeonato de resistência. Estes carros de Testes perderam com o Porsche 935 em circuitos fechados, mas em provas híbridas foram bem sucedidos. Apesar de terem sido derrotadas na Volta à França em Automóvel, um destes carros ganhou a Volta à Itália em Automóvel. Infelizmente um dos carros foi destruído no circuito de Zeltweg, quando se incendiou devido a problemas de sobreaquecimento. O último carro ganhou novamente a Volta à Itália em Automóvel antes de ser enviado para o Japão para competir no circuito Fuji em fórmula silhueta, o que nunca aconteceu. O carro seria então vendido à coleçcão Matsuda antes de ser vendido novamente ao coleccionador de Stratos, Christian Hrabalek, designer de carros e foundador da Fenomenon Ltd. Hrabalek tem a coleção a maior de Lancia Stratos no mundo possuindo 11 carros originais, incluindo o protótipo vermelho flourescente de 1971, O carro que ganhou o Rally Safari em 1977 do assim como a versão de 3 litros que venceu o Campeonato Europeu de Rally-Cross pilotado por Franz Wurz, pai de Alexander Wurz. Compartilhar este post Link para o post
Eduardo Santos Publicado 26 Setembro 2008 Espero que isto ajude: Pora = Porra Motiv = Motivo Paso = Passo Rodo = Não faço a mínima Trosos = Troços Ese = Esse Raly = Rally Informasão = Informação Ofisial = Oficial Ke = Que Emfiamos = Enfiamos Asistensias = Assistências :funny: Outra: Copi - Copy Compartilhar este post Link para o post
Argus Publicado 28 Setembro 2008 Eu não sei o que é que os erros têm a ver com raly e muito menos com o gropo b! Todos os post que nao tiverem a ver com o grupo b deverao ser marcados como spam! Grupo B (FIA) O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo). Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total. Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção. O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época. Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso mínimo e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm. Grupo B Audi Quattro S1, também do Grupo B Ford RS200, do Grupo B.Audi Sport Quattro S1 Citroën BX 4TC Citroën Visa 1000 Pistes Ferrari 288 GTO Evoluzione Ford RS200 Ford Escort RS 1700T Lada VFTS Lancia 037 Rally Lancia Delta S4 MG Metro 6R4 Mitsubishi Starion 4WD* Peugeot 305 V6 Porsche 911 SC RS Porsche 959 Renault 5 Turbo Škoda 130 LR Toyota Celica Twin-Cam Turbo Mazda RX-7 4x4 Nissan 240RS Opel Manta 400 Peugeot 205 T16 Pilotos Markku Alen Attilio Bettega Massimo Biasion Stig Blomqvist John Buffum Juha Kankkunen Hannu Mikkola Michèle Mouton Tony Pond Walter Röhrl Timo Salonen Henri Toivonen Ari Vatanen Compartilhar este post Link para o post
Argus Publicado 28 Setembro 2008 Vala na deixem o topico morrer! Compartilhar este post Link para o post
mouki Publicado 29 Setembro 2008 Para mim um dos melhores e a sua morte foi uma das causas do afastamento da Lancia ao longo do ano dos rallys. zkLH56Jx6qI -1RX-qJ-maM KYGgwgNmJuY Agora um dos melhores Não tenho a certeza se este pertece ao grp B TKgeCQGu_ug Uma bomba de 1000 Cavalos a subir a mitica Peak Pikes 9a0xEwvxbXo&NR=1 Compartilhar este post Link para o post
Argus Publicado 1 Outubro 2008 O ultimo vido nao tem nada a ver com grupo b para a prosima tem mais cuidado! O penultimo video que puseste kreio que é um grupo b Compartilhar este post Link para o post
Argus Publicado 9 Outubro 2008 http://www2.uol.com.br/bestcars/supercar/grupob-1.htm Um site que vale a pena visitar(so pra quem gosta)! Site em portugues do brasil! Compartilhar este post Link para o post