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Black Hawk

[FM10] Esforço, Dedicação, Devoção e Glória - SUP

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Pois é, erro meu. :mrgreen:

 

Não ficava surpreendido porque eles também devem andar pela 3ª (os de Gaia).

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A equipa esta a realizar uma boa época , até ao momento os resultados tem sidos muito agradaveis :compinchas:

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Episódio 6: Hope

 

 

14ª Jornada: Lajense - Sporting United

 

Previa-se uma deslocação difícil para esta primeira jornada da segunda volta. Os jogadores e adeptos estavam nas nuvens com a vantagem de 5 pontos alcançada uma semana antes, a maior vantagem adquirida até ao momento, mas esqueciam-se que era preciso manter os pés bem assentes na terra e manter o rigor e a concentração para, na pior das hipóteses, a segurar.

 

E com este clima de euforia entrámos em campo. E se até começou bem, com uma bola na barra logo a começar, rapidamente descambou. De um momento para o outro vimo-nos cercados pelos jogadores adversários, bombardeados de todas as maneiras e feitios, pela direita, pela esquerda, tabelas, centros e remates... Uma bola na trave e duas grandes defesas de Romão impediram ao máximo o que viria a ser inevitável. Os jogadores são amadores, mas ainda assim não se admite sofrer um golo destes, num canto marcado rasteiro e um jogador ao primeiro poste a fuzilar a baliza, sem um único defensor a estar lá para se antecipar.

 

Foi quase um milagre que ao intervalo apenas estivesse o marcador na vantagem mínima. As palavras duras ao intervalo resultaram numa equipa mais concentrada, mas totalmente desinspirada. Apenas deu para o empate, mais uma vez graças a um desequilíbrio do extremo e um centro concluído pelo outro extremo, José Manuel. Nesta segunda parte também foi a nossa única chance. Esta equipa mantém a sua irregularidade exibicional, saltitando entre banhos de bola dados e banhos de bola sofridos. Se subirmos vamos ser humilhados...

 

O resultado foi muito injusto, visto o Lajense ter feito o suficiente não apenas para vencer, mas até para golear. No entanto foram uma equipa durinha, apesar das poucas faltas cometidas lesionaram-me novamente o José Ferreira, depois lesionaram o seu substituto David Pereira e, não satisfeitos, deixaram mazelas no meu lateral Joaquim Costa.

 

Mais uma vez isto não serve de desculpa para o mau jogo e resultado, mas o árbitro deixou passar um penalty claro a nosso favor ainda com 0-0 e outro duvidoso.

 

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O FC Calheta vingou-se da derrota da semana anterior goleando 5-0, enquanto o Graciosa venceu 2-0 e estão ambos a 3 pontos. Segue-se pausa natalícia e daí a três semanas há mais, com um escaldante SUP - Graciosa.

 

Pelo meio chegou uma prenda de Natal: a contratação de Hélder Garcia. Trata-se de um avançado pouco utilizado pelos nossos vizinhos do Sacavenense, já veterano mas que pode trazer à equipa algo que lhe tem faltado desde sempre: experiência. Como também somos uma equipa amadora ele não traz nenhuma desvantagem em termos económicos, portanto vale a pena arriscar.

 

15ª Jornada: Sporting United - Graciosa

 

Voltando ao campeonato distrital, um jogo que pode decidir muita coisa. Primeiros e segundos na geral, tanto nós como eles pretendemos, ou melhor precisamos da vitória. Ganhando, deixamo-los já a 6 pontos de distância, uma diferença considerável se lhe juntarmos a vantagem no confronto directo; perdendo somos apanhados por eles. Cientes da importância do jogo, o vermelhinho Estádio Alfredo Marques Augusto encheu-se de uma onda verde e branca, pintalgada aqui e ali por camisolas pretas, a nossa alternativa que tão bem tem vendido.

 

Entrámos a todo o vapor. Aos 30 segundos foi feito o primeiro remate perigoso, e nos 10 minutos seguintes tínhamos um tal volume de jogo que chegámos aos 74% de posse de bola. Ao quarto remate do jogo, José Manuel corresponde com um cabeceamento potente ao cruzamento largo de Simões, com o guarda-redes do Graciosa a tocar na bola mas a não impedir o golo. A pressão continuou até que surgiu o segundo golo, autoria de Daniel Ferreira, num pontapé de canto. Foi até o seu primeiro golo esta época.

 

A segunda parte foi mais calma, o Sporting United limitou-se a gerir o jogo. Deu para estrear Hélder Garcia perante a nossa ruidosa massa associativa e adeptos. O Graciosa, apesar da vontade, não conseguiu sequer aproximar-se da nossa área, realizando todos os seus remates de longe.

 

Uma vitória segura e tranquila, assentes mais uma vez numa boa solidez do meio-campo e da defesa onde Daniel Ferreira esteve imperial, e em dois extremos imparáveis. Mais uma vez fomos do 8 ao 80, espero que agora se mantenham mais perto do 80 e continuem a ganhar, até porque o Calheta mantém-se a apenas 3 pontos de distância.

 

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16ª Jornada: Choupana FC - Sporting United

 

É isso mesmo. Voltámos a jogar pouco. Desta vez não por falta de concentração ou de entrega. Já devem ter reparado que eu geralmente digo que são os meus extremos os responsáveis pelas ocasiões de golo? Hoje foi aquele dia em que estavam os dois desinspirados, e mesmo o suplente entrou mal em campo. Desta forma nem há muito a contar, tivemos imensa bola mas não se furou a defensiva adversária. Ocasiões de golo? Zero. Também há que ter em conta que o Choupana FC tem a segunda melhor defesa do campeonato com apenas 6 golos sofridos.

 

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Classificação Geral

 

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Lá se foi a confortável vantagem que tinha a meio do campeonato. O Calheta ganhou os três jogos, eu apenas ganhei um e empatei os outros. O único consolo é que a última jornada é contra eles em minha casa, e dos 9 jogos que faltam 5 são em Moscavide, onde a minha equipa tem sido demolidora.

 

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Como prometido, o meu esquema táctico standard. Dependendo dos jogos posso usar uma das muitas variações que tenho e nível das funções e deslocações, mas o posicionamento base raramente muda. Posso adiantar que tenho 12 tácticas com este modelo, cada uma com funções diferentes e para usar em diferentes períodos do jogo, consoante o adversário, o resultado, a posse de bola, o tempo, etc.

 

Voltando atrás no tempo, o avançado não foi a única prenda natalícia. Costinha, o novo presidente, encetou negociações com vários proprietários diferentes, desde a Câmara até particulares. O seu início de mandato foi muito interessante, tendo sido mesmo realizados vários projectos de estádios e zonas envolventes, de várias localizações diferentes. Em comum a todos eles o desejo dos dirigentes de que essa zona fosse um pólo desportivo, que agregasse não só um estádio mas também espaços verdes e recintos desportivos onde fosse possível praticar desporto de forma simples e acessível.

 

Infelizmente, de Lisboa nada feito. Nem privados nem Câmara, cada qual por seus motivos, estavam interessados. E quando a esperança estava perdida, eis que surge uma luz de esperança…

 

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Quando jogares em S.Mateus, cuidado com os gandins! :-

 

Então porquê? :lol:

 

O Vilanovense se é da terceira :angry:

 

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Tás em primeiro, muito bem, logo à frente do Graciosa :handclap:

Como é feita a subida? Tem algum playoff?

 

Pelo que percebi pelas regras, o primeiro sobe. Só isso :medinho:

 

A equipa esta a realizar uma boa época , até ao momento os resultados tem sidos muito agradaveis :compinchas:

 

Obrigado a todos :D

Editado por BlackHawk

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Episódio 7: Freaking out

 

 

18ª Jornada: Sporting United – Algés

 

Ao contrário do que disse no episódio anterior, não foram duas semanas sem jogos mas sim três, isto porque ficámos isentos na 17ª jornada. Tanto o FC Calheta como o Graciosa empataram, o que permitiu que mantivéssemos a liderança com menos um jogo que ambos.

 

Foi então três semanas depois do jogo anterior que recebemos o Algés. Na véspera o FC Calheta empatara com o Marítimo Velense, o que nos deixava momentaneamente a um ponto deles mas com dois jogos a menos. O Algés luta para não descer, pelo que seria uma boa oportunidade para ganhar pontos à concorrência. De destacar a estreia de Hélder Garcia como titular.

 

A primeira parte ficou marcada por uma entrada de leão, mas que se desvaneceu quando o árbitro fez, alegadamente, vista grossa a um penalty a nosso favor. Depois desse lance os jogadores enervaram-se e nada mais fizeram até ao intervalo, num total de 30 minutos sem qualquer ponta de emoção.

 

A segunda parte praticamente começou com o golo de Parent. O canto foi marcado para uma zona de ninguém, Daniel Ferreira foi mais rápido a chegar à sobra e centrou para o golo do colega. Foi no momento certo, porque os jogadores acalmaram e partiram para uma exibição segura, que só não deu goleada porque os remates iam invariavelmente ao lado ou por cima.

 

Mas estava ainda reservado para este jogo um momento mágico: canto de Nogueira, a bola descreve uma curva e entra junto ao poste contrário. Um golo muito festejado pelos adeptos e pelos jogadores, e o Nogueira bem que precisava deste estímulo para subir a sua qualidade exibicional. Ainda antes do final o Algés decidiu aparecer com um remate à barra, mas o jogo já estava mais do que ganho.

 

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O Joaquim Costa lesionou-se e estará de fora várias semanas. Vai fazer muita falta.

 

19ª Jornada: Fontinhas – Sporting United

 

O Fontinhas tinha arrancado um empate em Moscavide na primeira volta, num jogo muito mau da minha equipa. Tendo isso em conta esperava um jogo positivo, uma espécie de vingança dos meus jogadores. Esperava tudo aquilo que eles não fizeram neste jogo. Uma primeira parte inexistente, uma segunda parte ridícula e estavam perdidos dois pontos. Quando o primeiro classificado do campeonato joga durante mais de 20 minutos com mais um jogador mas não consegue criar uma simples ocasião de golo, isto perante o antepenúltimo classificado do campeonato, é porque algo correu mal.

 

É o terceiro empate consecutivo fora de casa. Se alargarmos o espaço temporal aos últimos seis jogos fora, somamos uma vitória, uma derrota e quatro empates… Não consigo de todo acertar com a estratégia a usar fora e estou já a passar-me com esta má sequência.

 

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20ª Jornada: Sporting United – SC Vilanovense

 

Como se costuma dizer, não estava chuva nem orvalho, mas estava um frio do ‘alho! Apenas 7ºC a meio de uma tarde de sábado para a recepção ao SC Vilanovense, que tenta desesperadamente sair da linha de água. Continuamos sem o lateral Joaquim Costa que é nesta fase o único lesionado, enquanto Hélder Garcia mantém a titularidade apesar do seu mau arranque. Esta decisão compensaria, mas já lá vamos.

 

Com o grizo que estava esperava-se que a equipa aquecesse os adeptos com golos e jogadas bonitas, mas a primeira metade do jogo foi algo desapontante. Notava-se vontade e garra, mas os remates ou eram de fora de área, ou de cabeça e sem perigo. A temperatura só subiu quando se reclamou penalty no estádio, mas pareceu-me que foi reclamar por reclamar e o árbitro esteve bem.

 

A segunda parte aqueceu um pouco mais, mas foi preciso esperar 20 minutos para se chegar ao ponto de ebulição. José Manuel a demonstrar porque razão é a jóia da coroa desta equipa ao isolar Hélder Garcia que, com uma excelente recepção orientada, rodou sobre o pé direito e fuzilou de pé esquerdo o guarda-redes. Golo muito festejado por toda a equipa, pela estreia do avançado a marcar ao serviço do SUP, ele que foi muito aplaudido quando pouco depois foi substituído pelo Leonel Costa, que acertaria as contas finais do marcador, de cabeça na pequena área. Vitória tranquila para a única equipa que fez por isso.

 

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21ª Jornada: CD Lajense – Sporting United

 

O CD Lajense é o último classificado, com apenas 9 pontos e, curiosamente, todos conquistados em casa. O Graciosa e o Marítimo S. Mateus ficaram para trás na perseguição e apenas o FC Calheta, a 3 pontos, continua a incomodar. A nossa série de maus resultados fora de casa poderia terminar aqui e agora.

 

De facto desde o jogo contra o FC Calheta que não mostrávamos tanta confiança a jogar fora de casa, com muita e boa circulação de bola, mas o facto de o campo ser muito estreito prejudicava o jogo lateralizado que a minha equipa prefere. Ainda assim tivemos dois ou três cabeceamentos perigosos ao longo da primeira parte, a que o lanterna vermelha respondeu com um remate cruzado que Romão desviou para canto.

 

A segunda parte manteve o mesmo rumo. Hélder Garcia tinha feito uma primeira parte interessante com boas movimentações, mas na segunda parte afundou-se por completo. Sem a sua referência deixámos de ser perigosos no ataque até que, por volta da meia-hora desta metade de jogo o CD Lajense começou a acreditar que poderia conseguir algo mais que o empate. Num alívio do guarda-redes um avançado aproveitou o adormecimento dos meus centrais, isolou-se e foi parado em falta por Daniel Ferreira, que escapou à expulsão.

 

Romão não parou o penalty e, 589 minutos depois, a minha equipa voltava a sofrer um golo. Quando isto aconteceu já tinha ordenado as substituições finais, pelo que não pude mexer mais no onze. Restava esperar pelo milagre que não apareceu. Humilhados frente ao adversário mais improvável, o regresso a casa fez-se debaixo de um silêncio ensurdecedor e pesado. Se após o Fontinhas estava a passar-me, neste momento já estou completamente passado com isto.

 

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Classificação Geral

 

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Fomos apanhados pelo FC Calheta, enquanto Graciosa e Marítimo S. Mateus foram praticamente arrumados. Nota-se a quebra na finalização: se no final da primeira volta já era mediana agora é má, com apenas 1 golo por jogo desde aí; ainda assim a defesa está melhor, apenas 2 golos em 7 jogos, mas o saldo é negativo. Perdemos uma vantagem de 5 pontos com demasiada simplicidade.

 

Faltam 5 jornadas para o final da série. Terei, felizmente, 3 jogos em casa, embora contra adversários complicados como Guadalupe, Marítimo S. Mateus e FC Calheta, 5º, 4º e 2º, respectivamente. Fora, irei ao campo do Barreiro e Marítimo Velense, 9º e 7º, mas que nesta altura quase me parecem jogos contra adversários de outro escalão, tal a dificuldade que tenho tido fora de portas. Não há muito a saber, é ganhar os jogos todos em casa e fora… se verá o que conseguimos. E porque precisava mesmo de algo que me alegrasse, fui pesquisar e… descobri que sou a melhor defesa de todos os campeonatos portugueses, desde a 1ª Liga até às Distritais. Todos p’ró Marquês!!!

 

Negociações

 

Costinha poderia ter muitos defeitos, mas começou a sua presidência em grande. Relembrando os sócios que nos rebelámos precisamente porque não concordamos com a mediania e com a falta de ambição, não iríamos ceder em momento algum aos desejos dos outros. Como ele dizia, “nem que passemos os próximos 20 anos em casa alugada, quando tivermos a nossa casa ela terá aquilo que pretendemos para um clube com a nossa ambição. E se não tivermos apoios fá-lo-emos sozinhos, mas certamente que não cederemos a quem nos quer colocar em locais indignos”.

 

Ao contrário de André Alberto, que era mais diplomático e calmo, Costinha foi muito directo com quem negociava: o Sporting United de Portugal não cederia a propostas que considerasse desvantajosas, mesmo que rejeitando-as ficasse sem casa própria. Não nos tínhamos revoltado e criado um clube novo para ficarmos perdidos algures nas divisões inferiores, nem para ter como casa um relvado encravado no meio de blocos de apartamentos, com poucas centenas de bancadas e rodeado de redes para o separar da rua.

 

Depois de abortadas as negociações com várias entidades públicas e privadas lisboetas, eis que surgem novidades. Um primo de um tio de um cunhado de um sobrinho de um sogro fez chegar à Câmara de Loures o projecto do clube, acrescentando que este fora rejeitado em Lisboa. Em segredo, este foi analisado e Costinha foi contactado passado uns dias.

 

Surpreendido, o presidente do SUP reuniu-se com os responsáveis camarários, que lhe confessaram a sua surpresa com o fenómeno Sporting United, que reunira rapidamente uma base de apoio grande e fiel, além de ter investido em vários desportos diferentes e em vários escalões. O município estava interessado em acolher o clube e consequentemente os benefícios que este, com tal capacidade de mobilização, lhes proporcionaria.

 

Costinha ficou desconfiado, pois apesar de a proposta ser interessante, poderia significar uma mudança para uma zona dos arredores algo isolada. Foi então que ouviu a palavra “Parque Tejo e Trancão”. O que é o Parque Tejo e Trancão? É um espaço situado na freguesia de Sacavém, entre a Ponte Vasco da Gama e o Rio Trancão, perto do Parque das Nações. Acima de tudo, perto do actual local onde o SUP faz os seus jogos caseiros. Este espaço foi no entanto usado como aterro para os resíduos do Parque das Nações, alguns dos quais tóxicos. Por esta precisa razão Costinha franziu o sobrolho: “Mas esta gente quer que aceitemos um local destes?” pensou.

 

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Há muito tempo que não me irritava a jogar FM, tive mesmo de desligar o jogo. Desde a saga CM3 que não tinha um save onde o factor casa fosse tão determinante, onde a minha equipa fora de casa fosse tão... banal. É o termo, fora de casa o SUP está a ser perfeitamente banal, ao nível de equipas de meio da tabela. Que miséria :lol:

Editado por BlackHawk

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O jogo com o Calheta vai ser crucial e não podem vacilar. Como referiste, o SUP fora de casa não está lá muito bem e ainda bem que dos 5 jogos que restam 3 são em casa.

 

Se ganhares ao Calheta sobes. Boa sorte para essas 5 finais.

Editado por Su1

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O jogo com o Calheta vai ser crucial e não podem vacilar. Como referiste, o SUP fora de casa não está lá muito bem e ainda bem que dos 5 jogos que restam 3 são em casa.

 

Se ganhares ao Calheta sobes. Boa sorte para essas 5 finais.

 

E eles ainda vão ter uns jogos complicados, vão ao campo do Graciosa e recebem o Choupana FC, que é a segunda melhor defesa do campeonato. Pode ser que os aguentem :D

 

Obrigado Su1 :wink:

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Episódio 8: Sweet Child o’Mine

 

 

22ª Jornada: Sporting United – Guadalupe

 

Entramos na fase decisiva. Esta jornada pode decidir muita coisa, já que simultaneamente a este confronto ocorre um interessante Graciosa – FC Calheta, entre 3º e 2º. Relembro que o Graciosa, na primeira volta, ganhou 4-0.

 

Com uma entrada tímida, o Sporting United não foi capaz de se superiorizar no encontro. Apenas no final da primeira parte se aproximou com algum perigo da baliza, mas sem criar verdadeiras ocasiões. A segunda parte teve uma entrada desastrosa, pois ainda antes do final do primeiro minuto o Guadalupe aproveitou um espaço deixado entre o lateral esquerdo e o central para isolar o avançado e marcar.

 

Foi quando acordámos e subimos bastante no terreno, empurrando o adversário. Não muito tempo depois do golo sofrido tivemos um livre lateral, marcado por José Ferreira, ao qual correspondeu o capitão Daniel Ferreira com uma cabeçada ao poste mais distante, empatando o jogo. Daqui até ao final o jogo foi bastante repartido, e nem o apoio vindo das bancadas empurrou a equipa para a vitória. Valeu o empate a zero no outro jogo que deixou tudo igual.

 

Pior que o empate foi a lesão do José Ferreira, que tem sido o principal desiquilibrador nesta fase menos boa do José Manuel. Espero contar com ele ainda para os dois últimos jogos.

 

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23ª Jornada: Sporting United – Marítimo S. Mateus

 

Uma óptima tarde de sábado, com muito sol e temperatura elevada foi o chamariz perfeito para milhares de sportinguistas se deslocarem a Moscavide e apoiarem o SUP. Havia outros dois motivos: a luta pela promoção, naquele que seria o penúltimo jogo em casa desta época; e a vontade de vingar a derrota da primeira volta.

 

Logo no início o Sporting United mostrou o que pretendia do jogo, quando após uma sequência fantástica de passes resultou numa oportunidade para José Manuel, que livre de adversários fez a diagonal da direita para o centro, mas o remate encontrou o guarda-redes. Estava, no entanto, dado o mote para o que viria depois, quando o mesmo José Manuel cabeceou para o fundo das redes deixando os adeptos em delírio. Antes do intervalo Carlos Rodrigues testou os reflexos do guarda-redes, com um remate já dentro da área que este defendeu para canto.

 

Os adeptos não escondiam a satisfação com a exibição, a melhor em muito tempo. Além disso estávamos a ganhar, o que era dois em um. Para a segunda parte o Marítimo S. Mateus apareceu mais desinibido, mas deparou-se com uma bem organizada defesa, que foi intransponível. Fomos nós que poderíamos ter marcado, José Manuel num cabeceamento a rasar o poste e David Pereira num remate que o guarda-redes defendeu de forma incrível.

 

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24ª Jornada: Barreiro – Sporting United

 

O campeonato está bastante mal planeado a partir de Março, inclusivé. Esta jornada disputa-se duas semanas após a anterior, e a próxima jornada daqui a outras duas semanas. A última jornada, então, disputa-se quase um mês depois…

 

Jogo crítico este! Após conseguir apenas uma vitória nas últimas sete deslocações, desta vez não podemos falhar, sob pena de perder a liderança mantida até agora. E foi debaixo de uma chuvada torrencial que a equipa entrou em campo. O jogo, sem surpresas, tornou-se um festival de biqueirada para a frente, muita luta e pouco discernimento. Ainda assim fomos nós quem tratou mais habilmente a bola, com José Manuel e David Pereira em destaque.

 

Num desses momentos de lucidez, José Manuel centrou a bola redondinha para David Pereira, mas o jovem extremo conseguiu acertar na barra a um metro da baliza. Vingou-se a seguir, quando o mesmo José Manuel, que voltou às boas exibições, centrou de novo para ele e, desta vez, sem falhar.

 

A primeira parte resumiu-se a estes dois lances. Já na segunda parte menos há a contar, apenas de referir a grande defesa de Romão num cabeceamento à queima-roupa, plena de reflexos e que deixou os adeptos da equipa da casa desconsolados.

 

Foi assim que o jogo chegou ao seu final, um jogo que não deixará saudades, resolvido por um jovem extremo de 18 anos. Como disse um jornalista de uma rádio lisboeta [ou o rodapé do FM], ”o golo de Pereira assegurou uma vitória importantíssima para o Sporting United. Que grande resultado poderá ser”. E isto não foi dito por acaso. Lembram-se do Fontinhas, aquela equipa chatinha que me roubou quatro pontos? Fez o mesmo ao FC Calheta!

 

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25ª Jornada: Marítimo Velense – Sporting United

 

Com tudo para decidir, esta jornada até pode terminar já com as contas. Ao mesmo tempo que nós nos batemos com o Marítimo Velense, o FC Calheta recebe o Choupana FC. Curiosamente, parece que este campeonato foi desenhado a rigor para ser emocionante no final, pois os adversários dos dois pretendentes à subida são ambos donos de excelentes defesas, ambos com apenas 10 golos sofridos e apenas superados nesse capítulo por nós.

 

Concentrando atenções no nosso jogo, que é aquele que realmente importa nesta altura, temos como adversário alguém que nos causou extremas dificuldades na primeira volta, tendo sido a única equipa até agora a entrar no nosso campo e a dominar-nos, tendo aplicado a sua versão do tiki-taka que nos deixou em pânico apesar da vitória. Foi por isso com cautelas extra que entrámos em campo, até porque desta vez o empate nem era um mau resultado.

 

A primeira parte não teve motivos de interesse. Tentámos desde o início manter a bola em nosso poder, para que não acontecesse o mesmo que na primeira volta quando andámos a correr atrás dela. No outro campo, o FC Calheta empatava também a zero. Nestas circunstâncias, um golo dava-nos já hoje o título.

 

A segunda parte teve mais emoção. Num canto o árbitro vislumbrou uma alegada falta de Daniel Ferreira e marcou penalty, que não foi falhado. Em desvantagem e correndo o risco de perder a liderança, arriscámos tudo no ataque, apesar das várias contrariedades: em todo o jogo tivemos quatro jogadores com mazelas que os limitou. Curiosamente foi uma delas que me levou a colocar em campo Hélder Garcia…

 

A justiça chegaria quando Rodrigo Simões centrou para o cabeceamento perfeito de Hélder Garcia. E pouco depois, já em período de desconto, Carlos Rodrigues ganha um ressalto à entrada da pequena área e pontapeia com toda a força, mas acerta no guarda-redes. O banco já saltava de braços no ar a festejar aquele que poderia ter sido o golo do título… Enfim, teremos de esperar pela última jornada, pois com empate nos dois jogos ficou tudo na mesma.

 

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26ª Jornada: Sporting United – FC Calheta

 

This is it. O momento mais decisivo de toda a temporada, que vai ditar se todo o esforço será recompensado ou se foi em vão. O estranho alinhamento de jogos desta série ditou que haveriam quatro semanas a separar as duas últimas jornadas, o que na verdade até me beneficiou porque depois do jogo com o Marítimo Velense fiquei com três jogadores lesionados que assim recuperaram. Terei o plantel na máxima força para esta final.

 

Este fim-de-semana foi apelidado de fim-de-semana do sportinguismo pela imprensa regional, devido às várias possibilidades de festejo que apresentava: um dia antes deste jogo com o FC Calheta, os juniores do Sporting United defrontavam o Casa Pia na última jornada de Juniores, e um empate significava o título. A massa associativa não desapontou e apareceu em força para este jogo, criando um ambiente bonito e pouco usual em jogos deste escalão, ao que os miúdos corresponderam com uma vitória e o correspondente título. Fez-se festa em Moscavide – seria um aquecimento para domingo?

 

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Foi com um sol esplendoroso que chegou o dia D. Desde manhã cedo que se começaram a ver movimentações na zona do Parque das Nações, paredes meia com o Estádio Alfredo Marques Augusto, de pessoal com cachecóis e camisolas alusivas ao nosso clube. Era esperada a maior assistência da história do Sporting United de Portugal, uma enchente de adeptos que esperavam nada mais nada menos que o título. O adversário vem de uma série de 11 jogos sem perder, desde a vitória do nosso clube no seu campo somam seis vitórias e cinco empates. Fora de casa são a melhor equipa, tendo sofrido apenas 3 golos, e são o melhor ataque no geral; em compensação a minha equipa é a melhor em casa, tendo cedido apenas dois empates e outros tantos golos. Tudo a postos para o melhor jogo da época?

 

As previsões estavam correctas, o estádio encheu mesmo. Ainda no período de aquecimentos já os adeptos gritavam pelos seus jogadores e apupavam os adversários. Correspondiam aos incitamentos do speaker gritando ”Spooooorting” e ”United, United, United”. Quando a equipa inicial foi anunciada responderam com uma sonora salva de palmas a cada um dos jogadores, e quando a equipa entrou em campo os 6637 adeptos levantaram um cartão verde que fora distribuído à entrada, numa bonita coreografia que transformou as bancadas numa mancha verde. O ambiente estava fantástico, jogaremos com 12 elementos. Tudo a postos, o árbitro apita e sai o FC Calheta a jogar.

 

Logo no primeiro ataque o estádio veio abaixo com protestos, quando pareceu óbvio que Leonel Costa foi agarrado dentro de área, o que o impediu de chegar à bola. O árbitro não atendeu, pelo que ouviu uma monumental assobiadela que deve ter sido audível até ao Barreiro. Não sei se influenciou, mas aos 10 minutos Parent integrou-se no ataque e, como se fosse um extremo, fintou o adversário pela esquerda e tentava ganhar a linha de fundo quando foi agarrado. Desta vez o árbitro não teve dúvidas e apontou para a marca de penalty. Coube a Hugo Renato a responsabilidade, e enquanto das bancadas se ouvia ”ohhhhhhh” [o mesmo som que os adeptos costumam fazer antes de um guarda-redes marcar um pontapé de baliza] o médio correu para a bola e desfez o nulo no marcador.

 

Os jogadores, de parte a parte, estavam a sentir as dificuldades e a responsabilidade do jogo. Aos 20 minutos apenas tinham sido feitos dois remates, um para cada lado. No entanto o jogo estava interessante, com boas movimentações e muita disputa de bola. E foi num desses lances de disputa de bola que José Ferreira ganhou um lance a meio do meio-campo contrário, atrasou para o trinco Hugo Lopes que rapidamente entregou a Carlos Rodrigues. Enquanto isso, José Ferreira desmarcara-se e, num passe que cortou toda a defesa do FC Calheta, o extremo ficou cara a cara com o guardião adversário, metendo-lhe a bola por entre as pernas para o 2-0. Correu para a bancada com toda a equipa atrás excepto o guarda-redes, e deixou os adeptos em absoluta loucura.

 

Já perto do intervalo, mais uma vez um passe igual, desta vez de Joaquim Costa, deixou José Ferreira isolado, mas desta vez a mancha foi bem feito e não deu golo. Tempo de intervalo, o público saudou os jogadores com palmas e incentivos, estamos tão perto do título! É certo que o jogo está a ser pouco espectacular, nós fizemos três remates apenas, que curiosamente deram dois golos e uma grande ocasião, mas o FC Calheta nem um lance de perigo criou e nem um cruzamento teve. Parece altamente improvável nesta altura que a vitória nos escape, mas o melhor é não relaxar.

 

Felizmente o próprio FC Calheta decidiu abrir os olhos aos meus jogadores, logo no primeiro minuto após o intervalo, quando num canto o seu extremo esquerdo acertou no poste da minha baliza. Após isto, e tal como havia sido feito muitas vezes em outros jogos, o SUP controlou o jogo, tendo mais posse de bola e impedindo o adversário de criar mais perigo. José Ferreira ainda teve um livre à entrada da área, mas não acertou na baliza. Os adeptos sentiam que a vitória estava assegurada e saltavam, literalmente, nas bancadas, apoiando e gritando o já tradicional ”E o Sporting somos nós, allez, allez”, ensaiando de tempos a tempos uma ou outra nova música inventada no calor do momento.

 

O treinador resolveu então dar uma prenda aos adeptos e retirou de campo José Manuel, que é o nosso melhor marcador, para receber uma monumental salva de palmas; já quase no final, retirou Romão que foi saudado com prayers da parte dos adeptos, e colocou em campo o guarda-redes suplente, que assim se tornou também ele campeão distrital. Estava tudo em pulgas pelo apito final, adeptos em delírio, banco em pé, jogadores já distraídos do jogo…

 

E o árbitro apitou para o final. Imediatamente os jogadores ergueram os braços, o banco entrou em campo a correr e a festa foi indescritível. Como conseguir evitar mais de 6000 pessoas de entrar em campo? Não se conseguiu, e os adeptos entraram campo dentro numa amigável invasão, festejando com os jogadores, enquanto alguns deles tentavam chegar ao balneário antes de serem engolidos pela multidão. Seguiu-se uma longa festa, que se prolongou pela noite, com milhares de pessoas a invadirem o Parque das Nações gritando ”O Sporting somos nós”, ”(presidente do Sporting CP), c*brão, o Sporting é campeão” e o típico ”E quem não salta é notável” que resultou numa bonita imagem de milhares de pessoas a saltar ao mesmo tempo de cachecóis no ar, ao mesmo tempo que servia de arma de arremesso ao inimigo mais odiado (a linhagem dos notáveis do SCP).

 

Curiosamente, na mesma altura que isto acontecia o Sporting CP empatava em Barcelos frente ao Gil Vicente, caindo para o 3º lugar na última jornada. Nos últimos três jogos perderam 6-0 na Luz, 1-0 em casa contra o Nacional e empataram em Barcelos, como referido, o que provocou a ira de muitos adeptos e muita contestação tanto à direcção como ao treinador e jogadores. Continuem a escolher os notáveis…

 

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Final da Divisão de Honra

 

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E pronto, terminou a temporada. Em relação à primeira volta fiz menos 6 pontos devido a três empates extra, marquei menos 4 golos e sofri outra vez 4 golos. Fui o segundo melhor ataque a seguir ao FC Calheta, mas fui a melhor defesa de todos os campeonatos portugueses, apenas batido por Feteira, Cedrense e Flamengos, que apesar de terem sofrido menos golos fizeram apenas 8 jogos. Este feito foi muito divulgado na comunicação social.

 

O SUP deu-se bem com os seus adversários directos: ganhou ambos os jogos ao FC Calheta (2º) e ao Graciosa (4º), cedendo apenas 3 pontos com o Marítimo S. Mateus (3º); por outro lado, demo-nos mal contra equipas mais frágeis, pois equipas como o Lajense (7º), Choupana FC (8º), Fontinhas (10º) e CD Lajense (13º) roubaram-nos um total de 11 pontos…

 

A nível individual, as minhas previsões no início de época revelaram-se certeiras e os três destaques que referi, Daniel Ferreira, Joaquim Costa e José Manuel, foram decisivos em muitos jogos. Por outro lado, o guarda-redes Cristiano Romão, o lateral Rodrigo Simões e o extremo José Ferreira demonstraram ser boas surpresas e fizeram uma época em grande. Rodrigo Simões foi, aliás, o melhor em campo por sete ocasiões e fez cinco assistências, menos uma que José Manuel que foi também o melhor marcador com seis golos.

 

O SUP é um clube recente, mas já tem uma história de sucesso. Em três anos soma três títulos, chegou à primeira aos campeonatos nacionais e tem uma boa base de apoio. É caso para dizer que a nossa infância está a ser doce, muito doce.

 

Segue-se agora um período de férias merecido. Na próxima época o grau de dificuldade será superior, contratações serão obrigatórias, dispensas também, há novidades em relação à nossa casa e muito mais. Até à próxima época e muito obrigado a todos os sportinguistas unidos que acompanham o save.

Editado por BlackHawk

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Parabéns pela grande época realizada num clube com poucos anos de existência. Espero que seja reforçada da melhor forma para a próxima época ter o mesmo sucesso que esta época.

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Parabéns pela grande época realizada num clube com poucos anos de existência. Espero que seja reforçada da melhor forma para a próxima época ter o mesmo sucesso que esta época.

 

E vai ser :wink:

 

Fizeste uma época muito boa, :compinchas:

 

Grande época, parabens :compinchas:

 

Obrigados :wink:

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Grande época :prayer:

Venha a 3ª divisão e a ver se não calhas na serie açores :lolada:

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Excelente final de época. Com aquele primeiro empate temi o pior.

 

Até os juniores não ficaram atrás!

 

Boa sorte para a III Divisão, vais precisar. :mrgreen:

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Epa, não vou actualizar agora, deixo para amanhã de manhã ou à noitinha. Mas não me contenho e vou ter de desabafar, acho que tenho uma equipa fenomenal, nem eu esperava conseguir reunir tanta qualidade logo na 2ª época. Até estou sem ar :prayer:

 

Obrigado a todos. Ah, e Fluke, não falhaste por muito :lol:

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Ah, e Fluke, não falhaste por muito :lol:

nao me digas que foste para a madeira :mrgreen:

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Episódio 9: We are the champions

 

 

Regressando a Dezembro de 2011, numa fase em que o SUP tivera um mau arranque de segunda volta e foi apanhado na liderança da Divisão de Honra (Episódio 7: Freaking out), o futuro do clube estava a ser discutido em reuniões na Câmara Municipal de Loures, especificamente a casa do SUP. Interessada em acolher um clube com o potencial de mobilização que nós temos demonstrado, o munícipio estava disposto a ceder-nos o Parque Tejo e Trancão para a construção das nossas infra-estruturas. Qual o problema? Trata-se de uma zona que serviu de aterro para produtos tóxicos, que não é propriamente um bom cartão de visita…

 

Depois de muitas negociações e cedências várias de parte a parte, um acordo foi alcançado: caberia ao município a limpeza do local; a construção seria feita com estes a entrarem com uma percentagem dos custos; em troca da cedência dos terrenos, as infra-estruturas poderiam ser utilizadas em eventos organizados pela Câmara. Os terrenos são enormes, para se ter uma ideia do que são pode-se dizer que, bem arrumados, cabem lá oito Alvalades! Há espaço para tudo o que se sonhou, estádio, campos de treino, pavilhão, espaços verdes, espaços desportivos, zonas comerciais… Ainda em Janeiro começaram as limpezas do terreno e antes do Verão já se lançara a primeira pedra do Estádio. Calcula-se que já esteja pronto para a temporada 2013/14!

 

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Como podem ver, no canto superior direito os terrenos, comparados com o Estádio de Alvalade

 

O Estádio terá 10000 lugares, divididos em duas bancadas centrais. Os topos ficarão abertos, e ficará tudo pronto para a construção de um segundo anel nas bancadas centrais, podendo mais tarde alargar-se o estádio até aos 30000 lugares. Ao redor do estádio existirão mais três campos relvados, dois sem bancadas e um com 1000 lugares sentados, que serão usados para treinos da equipa principal e formação, e ainda para os jogos destas últimas. O pavilhão terá uma construção inovadora que permitirá a existência de dois recintos em simultâneo, um principal com 2500 lugares e outro com 500 lugares. Foi também iniciada a construção de um centro comercial e de estabelecimentos da área da restauração na zona junto ao rio, de investimento privado.

 

Claro que isto não sairá barato, portanto acrescento outro objectivo à história: nas próximas dez temporadas, terei de acumular 30 milhões de euros no saldo do clube.

 

Voltando à actualidade, a subida à III Divisão implicava um investimento em jogadores. Quer dizer, não na sua compra mas sim na aquisição de melhores individualidades. E a primeira notícia que recebi nesta nova época foi surpreendente, mas que é óbvia se pensarmos bem nas coisas: se o objectivo é sermos um grande clube e sermos o melhores possível, este é um passo óbvio.

 

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Claro que isto me beneficiou muito e certamente ajudou nas contratações efectuadas. Ainda assim, fiquei muito surpreendido com a qualidade que consegui reunir. Uma nota importante: isto não é propriamente um LLM, nem nunca foi. Mas estou a tentar fazer isto de forma minimamente credível. Portanto defini que só contrataria jogadores referenciados pelo meu staff ou de clubes da zona de Lisboa. E porquê da zona de Lisboa? Porque é relativamente simples um clube da zona ter noção da qualidade dos jogadores dos seus vizinhos.

 

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Quinze contratações (dezasseis, mas dispensei um deles). E alguns deles famosos, como o central Pedro Mendes ou o extremo Alexander Zahavi! E só não contratei o Salomão, o Diogo Rosado ou o Diogo Amado porque me pediram salários acima do que eu podia dar. Ainda assim acho que reuni uma equipa que me permite lutar pela subida, só espero que a inexperiência não nos prejudique. Uma breve descrição dos nossos novos craques:

 

Assis – Formado no Belenenses, onde só jogou por cinco vezes. Curiosamente já esteve emprestado ao nosso senhorio, Olivais e Moscavide.

 

Ricardo Alves – Fruto das escolas do Sporting e da Académica. Não jogou em nenhum deles, foi emprestado ao Pinhalnovense há dois anos mas só jogou por duas vezes. Pode ser o ano da confirmação.

 

Pedro Mendes – Craque! O Sporting não o aproveitou, mas deveria. Foi emprestado aos 18 anos ao Real Massamá e foi titularíssimo, aos 19 foi utilizado em metade dos jogos pelo Vizela. Tem agora 21 anos e muito potencial.

 

Ricardo Bulhão – Tem apenas 25 anos, mas já percorreu alguns clubes, como o 1º Dezembro, o Sintrense e o Atlético. Depois de uma época onde só jogou em dois encontros no Oriental, tem uma boa chance para demonstrar o seu valor.

 

João Baptista – Vai ser o segundo jogador mais velho do plantel. Formado em Setúbal, andou sempre em divisões secundárias. O ano passado foi contratado ao Madalena da III Divisão pelo Estoril para a Liga Vitalis, mas não deu certo. Volta agora à III Divisão.

 

Daniel Martins – Produto da formação benfiquista, vai fazer o primeiro ano completo como sénior, mas já se estreara aos 16 anos pelo Benfica (único jogo sénior feito).

 

Ricardo Soares – Veio do Estoril, acabado de sair dos juniores. Quando o contratei era melhor que os que tinha, agora é mais fraco que os outros que foram contratados depois.

 

Luís Almeida – Médio ofensivo muito promissor. Depois de sair do Sporting andou no U. Madeira, onde não se deu bem, mas na época passada esteve bem no Oriental. Não sei se foi dispensado ou se não quis renovar, mas estava sem contrato e é uma boa aquisição.

 

Alexander Zahavi – Dispensa apresentações. Esteve emprestado dois anos, ao Ac. Viseu e ao Carregado, e em ambos foi figura de destaque.

 

Paulo Madeira – Saiu dos juniores do Belenenses. Não é que seja grande coisa, mas é outro que quando contratei era melhor que os que tinha. Depois apareceu o Zahavi…

 

Ricardo Carvalho – Extremo promissor, que passou no Porto e no Gil Vicente.

 

Emanuel Lopes – Tem 16 anos e já jogava no Casa Pia. Pode estar aqui um bom jogador para o futuro.

 

Bruno Carlos – Jogador mais velho do plantel, que passou numa série de clubes de divisões inferiores. Estava no Odivelas.

 

Cascavél – Avançado ex-Oriental.

 

João Pedro Silveira – Tem só 17 anos, é um miúdo que espero que evolua. Estava nas camadas jovens do Olivais e Moscavide, onde apesar da idade já jogou nos seniores.

 

Estes são os meus novos craques para a época que se avizinha. Para analisar o seu valor e também para ganharem ritmo e entrosamento, preparei sete jogos amigáveis contra adversários de diferentes graus de dificuldade. O ano passado estive inserido numa AF dos Açores, agora estou na III Divisão Série Madeira. Vá lá que não há no nosso país mais regiões autónomas, senão ainda lá ia parar.

 

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Para terminar, o resumo do que foi o Campeonato da Europa 2012. Portugal, comandado por Paulo Bento, entrou sem grandes expectativas. Passar a primeira fase e, quem sabe, chegar às meias-finais já parecia uma boa prestação. O grupo de Portugal tinha Holanda, Sérvia e um dos anfitriões Ucrânia. E as coisas correram bem: um empate com a Sérvia, uma goleada com a Ucrânia e uma boa vitória com a Holanda e estávamos nos quartos.

 

Nos quartos calharam-nos os belgas, caso passássemos nas meias defrontaríamos Croácia ou Suécia. E se os belgas foram difíceis a Croácia foi um passeio, com uma goleada que deixou o mundo do futebol estupefacto e os portugueses nas nuvens. Chegava a final, contra um velho conhecido e carrasco, a França! Que melhor hipótese para nos vingarmos das derrotas de 1984, 2000 e 2006, que na final de um Europeu?

 

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Graças à sorte e ao Rui Patrício somos campeões europeus! As ruas encheram-se de pessoas em profunda loucura, e por uns dias todos se esqueceram das dificuldades da vida para festejar o maior feito do futebol português. Paulo Bento liderou com sucesso um grupo de jogadores fantástico que conseguiram o feito que a geração de ouro não conseguiu, com Ronaldo como líder - 8 golos, melhor marcador. Somos os maiores!

 

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Como devem ter reparado, tenho uma nova banner, cortesia do Donnie. De época a época vou mudando de banner, para refrecar a imagem do save. Obrigado Donnie :wink:

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Djaló a marcar numa final do CE :lol:

 

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Mais uma vez pergunto se é subida directa ou com playoff(agora esta divisão)?

 

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Acho que tens uma equipa demasiado jovem, mas BS na mesma, lagart...err..leão :mrgreen:

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Djaló a marcar numa final do CE :lol:

 

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Mais uma vez pergunto se é subida directa ou com playoff(agora esta divisão)?

 

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Acho que tens uma equipa demasiado jovem, mas BS na mesma, lagart...err..leão :mrgreen:

 

São 22 jogos em modelo de campeonato simples. Depois disso, os 6 primeiros voltam a jogar entre si num campeonato de 10 jornadas, o 1º apura-se, o 2º vai a um playoff com os equivalentes das outras séries. Não referi, mas o Alcochetense, o Juventude e o Câmara de Lobos parecem ser os principais candidatos à subida.

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Episódio 10: Sem surpresas, temos rival

 

 

Apesar das 15 contratações o plantel ainda não estava fechado. Faltava pelo menos um reforço, um lateral direito, pois no plantel apenas contávamos com o Joaquim Costa para essa posição. Por conselho de um dos elementos do staff surgiu o nome de Coelho, lateral do Aliados do Lordelo. O seu perfil agradou, o clube aceitou a transferência a custo zero e o jogador ficou satisfeito em integrar o nosso projecto. Esperemos que seja uma parceria de sucesso.

 

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Após o quarto jogo a zeros comecei a perceber que o problema da finalização, ou falta dela, mantinha-se. E se no jogo com o Boavista fomos cilindrados, e não só no resultado, nos outros foram festivais de golos falhados. Nos últimos jogos marcou-se mais, mas nada por aí além. Era urgente encontrar um avançado, mas até ao fecho do mercado o único que o meu staff me indicou, André Grou da Naval, custava no mínimo 20 000 €, dinheiro que não podemos gastar.

 

E foi sem avançado novo que nos encaminhámos para o primeiro jogo oficial da época, a nossa estreia na Taça de Portugal!

 

Taça de Portugal – 1ª Eliminatória: Estrela Vendas Novas – Sporting United

 

Num plantel com 16 novos jogadores eram esperadas muitas alterações em relação ao onze base utilizado na época passada, pelo que não chocou ninguém quando subiram ao relvado apenas quatro não-reforços, os dois laterais, o capitão Daniel Ferreira e o extremo-agora ponta-de-lança José Manuel. E no meio de tanto reforço não deixa de ser curioso que o primeiro golo da época tenha sido apontado por um velho conhecido: Daniel Ferreira, na sequência de um canto. Ainda antes do intervalo Luís Almeida arrancou um pontapé fabuloso de fora de área para fazer o 2º golo da partida.

 

Estávamos a ser superiores em todos os aspectos do jogo e bastava na segunda parte manter o ritmo e tínhamos o apuramento garantido para a 2ª eliminatória. O Estrela de Vendas Novas pouco ou nada fez para escapar à derrota e portanto lá estaremos nós presentes no sorteio.

 

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De referir que os meus amigos de Alcochete, talvez os grandes candidatos ao título na minha série, derrotaram o Boavista, aqueles mesmos que me golearam na pré-temporada. Parece que este ano vai ser interessante.

 

Alguns dias depois soube-se que o nosso adversário na 2ª eliminatória será o Sourense, mas antes há outro compromisso: a 1ª jornada da III Divisão Nacional.

 

III Divisão – 1ª Jornada: Sporting United – Caniçal

 

Depois da excelente estreia na Taça de Portugal, e tratando-se também esta de outra estreia, a boa afluência ao Estádio Alfredo Marques Augusto não surpreendeu nem o mais distraído. Foram mais de 6000 pessoas que assistiram ao vivo ao disparate duplo que Rodrigo Simões inventou durante a primeira parte, primeiro a ceder canto desnecessariamente, depois na sequência desses lance a marcar auto-golo, empurrando a bola para a própria baliza após esta ter sido devolvido pela barra num cabeceamento adversário.

 

O Sporting United cresceu depois do golo e por várias vezes esteve perto do empate, mas só o conseguiu num erro individual de um defensor contrário que deu a bola a José Manuel. Este rematou ainda de fora da área para fazer o empate. Animaram-se os adeptos mas o objectivo ainda não estava alcançado, era preciso pelo menos mais um golo e os adeptos sabiam-no, apoiando o tempo todo, tentando ser o 12º jogador.

 

O treinador percebeu que havia unidades em sub-rendimento e colocou em campo Ricardo Soares e José Ferreira, o que acabaria por ser decisivo no decurso do jogo. Poucos minutos depois de entrarem, os dois gizaram uma boa jogada de entendimento e deixaram José Manuel com espaço na meia lua, que resultou num remate colocado ao canto e no golo da vitória. Pelas bancadas passou uma pergunta de boca em boca: ”será que o avançado que precisamos há mais de um ano, afinal, esteve sempre cá este tempo todo?”

 

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Taça de Portugal – 2ª Eliminatória: Sporting United – Sourense

 

O Sourense é uma equipa que habita há várias temporadas na III Divisão, mas que não granjeia grande reputação na zona de Lisboa e, portanto, não admirou que isso, aliado ao facto de ser um jogo da Taça, gerasse pouca procura pelos adeptos. Ainda assim o jogo é bastante importante porque poderemos apanhar um clube da Liga Zon Sagres na ronda seguinte.

 

Não foi feita nenhuma alteração ao onze que venceu os dois jogos anteriores, pois pensa-se que nesta fase é mais importante ganhar rotinas do que poupar jogadores. E a entrada em campo foi de leão: uma abertura de Luís Almeida para Zahavi que, isolado, desfez o nulo no marcador. Foi a sua estreia a marcar no SUP. Outro reforço, Ricardo Alves, fez à cabeçada o 2-0 com que se chegou ao intervalo.

 

O terceiro golo parecia tardar, mas não era por falta de oportunidades. Os bravos adeptos presentes só teriam mais razões para festejar quando o recém-entrado Paulo Madeira foi carregado em falta dentro de área e Ricardo Alves não desperdiçou a oportunidade para bisar no encontro.

 

O Sourense só deu um ar da sua graça no período de descontos, quando Assis foi obrigado a sair aos pés de um jogador isolado, mas nessa altura o jogo estava mais que decidido. Nesta fase era óptimo receber ou visitar um grande, de preferência o Benfica ou o Porto, algo que nos permitiria fazer num jogo grande parte do orçamento para a época. Não queremos é apanhar o nosso irmão mais velho...

 

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III Divisão – 2ª Jornada: Andorinha – Sporting United

 

Tal como na época passada, estou numa série onde conheço poucas equipas. O Andorinha é uma dessas. Assim entrarei em campo com alguma cautela, mesmo que com o objectivo de pegar no jogo e ganhar.

 

Os primeiros 45 minutos passaram sem grandes motivos de interesse. Ambas as equipas pareciam mais interessadas em não falhar na sua organização que em atacar, o que originou um jogo de pontapé para a frente e poucos remates. Para a segunda parte entrou um Sporting United muito mais afoito, que decidiu finalmente pegar na bola, procurando espaços para apontar à baliza adversária.

 

A estratégia daria frutos, finalmente, quando Luís Almeida isolou José Manuel. Este finalizou com categoria, assumindo-se como o goleador de serviço neste arranque de temporada. Será o ponta-de-lança que procurávamos? Quem sabe…

 

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III Divisão – 3ª Jornada: Sporting United – Pontassolense

 

Sem contar com Alexander Zahavi, lesionado no jogo anterior, o SUP bem correu atrás do golo, mas nesta jornada nada correu bem. Tentámos de longe, de cabeça, pelo meio, pelas alas, mas não houve maneira de bater o conhecido Nuno Carrapato, ex-guarda-redes do Nacional. E se colectivamente não estivemos bem, individualmente não foi melhor. Foi mesmo um daqueles jogos em que, apesar da vontade, não havia ninguém inspirado em campo.

 

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Classificação Geral III Divisão – 3ª Jornada

 

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O arranque não foi perfeito, mas podia ter sido melhor. Estamos em 2º lugar, apenas um golo sofrido que na verdade foi um auto-golo e três golos marcados. Sem qualquer surpresa é o Alcochetense que se destaca, levando à frente tudo o que mexe: três vitórias para o campeonato, duas vitórias para a taça, treze golos marcados e apenas um sofrido no total de ambas as competições. Pior fica se disser que eliminaram duas equipas da II Divisão…

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E como era de se esperar, foste para a Madeira :mrgreen:

Bom mês que tiveste ai, mesmo com esse empate a borrar a pintura...

Falta muito jogo e acredito plenamente que vais subir.

 

Força :compinchas:

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E como era de se esperar, foste para a Madeira :mrgreen:

Bom mês que tiveste ai, mesmo com esse empate a borrar a pintura...

Falta muito jogo e acredito plenamente que vais subir.

 

Força :compinchas:

 

Foi um acidente de percurso que há-de ser ultrapassado :wink:

 

Obrigado.

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