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Josep

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Sobre Josep

  • Data de Nascimento 12-05-1992

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  1. O último jogo foi em Dezembro. Fiz 5 jogos esta época.
  2. Aparentemente o Sérgio não estava muito inclinado para o receber de volta. Entretanto, cedeu.
  3. Também achei interessante a forma como falou ao Porto Canal. https://www.facebook.com/OficialSuperPortistas/videos/655610389092298
  4. Ontem não houve conferência, por exemplo. Algum motivo especifico?
  5. É pena o Sérgio estar castigado, não ira haver conferência com ele.
  6. Verdade seja dita, em relação ao Saravia o rapaz teve uma meia oportunidade e rapidamente foi encostado. 1 erro que pagou caro. Ele no Racing era bastante bom, acima de tudo atacar. Dá-me sempre a sensação que o Wendell é uma espécie de panela de pressão, basta ver pela cara do rapaz, quer mostrar tanto que acaba por cometer erros básicos como o de ontem.
  7. O Fábio Cardoso a rir-se com a lambadas do Sérgio.
  8. O Francisco praticamente entra sempre para tentar virar o jogo. E quando já está resolvido, sente-se que quer demonstrar mais do que pode, tenta driblar várias vezes, vai para cima, nesse aspecto é bastante corajoso. E depois muitas vezes recebe a bola em situações de desvantagens. Tem tempo, o talento está lá. Acho é que é um miúdo ainda muito emotivo e isso pode estragar nesta fase em muitos momentos. Precisa de amadurecer nesse aspecto. E depois ter o pai como treinador tem outra carga e pressão.
  9. Josep

    FC Porto - História

    Este tópico terá como função, dar a conhecer a toda a comunidade a história do Futebol Clube do Porto. Desde as conquistas, à fundação do clube e às lendas e jogadores míticos do clube da Cidade Invicta. F.C. PORTO: A VENCER DESDE 1893 Setembro de 1893. Do nada, de uma ambição secreta que não podia mais ser reprimida, nascia um F.C. Porto activo e dinâmico. António Nicolau d'Almeida, desportista por excelência e exímio comerciante de Vinho do Porto, convidou, na qualidade de presidente do clube, o F.C. Lisbonense para um jogo de futebol. Ficava na história a primeira aparição azul e branca. Nos livros, em páginas amarelecidas pelo tempo, este é o registo mais antigo da actividade portista. Os anos seguintes foram de entusiasmo crescente. José Monteiro da Costa quis juntar, numa comunhão que desejava profícua, o diverso trabalho da comunidade desportiva portuense, maioritariamente portuguesa, obviamente, mas também com forte representação de Inglaterra, berço do jogo que passaria a encantar a cidade. O impulso inglês levou mesmo a que extinguisse o Grupo Recreativo «O Destino», que presidia, em favor do F.C. Porto. A estrutura formava-se. Os fundadores, os obreiros, homens verdadeiramente decididos a criar algo que orgulhasse as gerações vindouras, garantiram desde logo um lugar especial num clube que já se pressentia especial. O seu arrojo fê-los escolher o azul e o branco para cores do clube. Apostavam na tranquilidade e na pureza e mantinham-se fieis aos princípios cultural e desportivo. Num plano mais abrangente, criam que podiam representar um país que então tinha os mesmos tons no estandarte. O F.C. Porto assumia agora uma vocação nacional e universal. No primeiro emblema, claro, destacava-se uma bola de futebol com as iniciais F.C.P. à qual, 20 anos depois, seria sobreposto o brasão da cidade, por intervenção artística de Simplício. O clube era agora um símbolo que começava a incitar paixões. Em 1948, a vitória por 3-2 sobre o Arsenal de Londres, na época a melhor equipa do mundo, é uma prova cabal das potencialidades que os portistas rapidamente atingiram. No ano das bodas de ouro do futebol nacional, o clube mais cativante de um país que nos serviu de modelo no popular desporto, rendeu-se à supremacia azul e branca. O F.C. Porto passava a impulsionar todo o desporto português. Ano após ano, conquista após conquista, o FC Porto foi ganhando fôlego. Tornou-se grande, não só na ambição, mas também nas potencialidades desportivas. Somou títulos e surpreendeu o país e o Mundo. A década de 80 foi talvez a mais memorável. Em 1987 e 1988, a Taça dos Campeões, a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia, feitos impressionantes, provas evidentes de uma filosofia especial. Alguns anos mais tarde, o Penta, façanha única em Portugal. A história tinha agora um lugar especial para o clube. Hoje em dia, o Mundo mudou e Portugal evoluiu. As realidades desportivas são outras, as SAD's passaram a ser quase uma imposição de um mercado muito competitivo, mas o F.C. Porto permanece dinâmico e vencedor. O clube continua a representar a sua região e a servir de baluarte para os seus legítimos interesses, mas tende a espalhar a sua filosofia de simplicidade responsável e ambiciosa a todos os portugueses espalhados pelos cinco continentes. Homens como Nicolau d'Almeida e Monteiro da Costa, onde quer que se encontrem, estarão, por certo, muito orgulhosos da força que o seu esboço de F.C. Porto alcançou. O Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia e o Estádio do Dragão colocam o clube em patamares de vanguarda difíceis de igualar. O futuro é risonho. A trabalhar em condições únicas e modernas, a respeitar integralmente o seu passado, o F.C. Porto redobra a sua pujança. Títulos como a Taça UEFA de 2002/03, a UEFA Champions League de 2003/04 e a Taça Intercontinental 2004 provam esta realidade inequívoca. Para além do fulgor no futebol, o F.C. Porto é grande em todas as modalidades que pratica. O palmarés fala por si e basta uma constatação simples para destacar a abrangência do azul e branco: O Dragão luta por títulos em hóquei em patins, basquetebol e andebol, modalidades que, a par com o futebol, mais cativam os portugueses. O bilhar, a natação, o atletismo, o desporto adaptado, os desportos motorizados, o boxe, o campismo, o xadrez, a pesca, o karaté e o halterofilismo também contribuem para o sucesso do clube e asseguram novos tópicos para o espólio portista. Lendas do Futebol Clube do Porto ALCINO PALMEIRA (Boxe) O seu nome é indissociável da secção de Boxe do FC Porto, quer na condição de atleta, quer enquanto dirigente. Como praticante, conquistou seis títulos nacionais na década de 70 e mais cinco nos dez anos seguintes. Foi galardoado com o Dragão de Ouro de «Seccionista do Ano» em 2003. AMÉRICO LOPES (Futebol) Senhor da baliza durante a década de 60, os adeptos que o viram jogar nunca se vão esquecer de Américo. Fazia parte dos «Magriços», a selecção portuguesa que brilhou no Mundial de 66, em Inglaterra, e foi campeão pelo FC Porto sob a batuta de Yustrich. Sólido como uma rocha, elástico quando as bolas eram mais apertadas e imperturbável enquanto líder da equipa, reinou numa época marcada por um quase deserto de títulos portistas. Ainda assim, as magníficas exibições que durante anos assinou na baliza do FC Porto preenchem o imaginário de muitos adeptos azuis e brancos, que não se esquecem de o ver «voar» entre os postes. AURORA CUNHA (Atletismo) Foi a primeira grande conquistadora de títulos do atletismo do FC Porto. Envergou ao longo de duas décadas a camisola azul e branca, que vestiu pela primeira vez em 1975. Campeã do Mundo de estrada, campeã da Europa e recordista nacional nas várias distâncias, Aurora Cunha foi atleta olímpica, participando por três vezes no maior acontecimento desportivo do Mundo. Especialista nos cinco mil e dez mil metros, foi responsável por uma nova dinâmica na secção de atletismo do clube, cativando e entusiasmando muitos outros atletas e novas apostas, numa modalidade até então quase sem expressão no FC Porto. Mantém o mesmo amor e dedicação ao FC Porto que revelou ao longo da carreira, tendo sido distinguida e homenageada várias vezes pelo seu empenho em prol do crescimento da modalidade. CAMPOS COSTA (Halterofilismo) Pioneiro do halterofilismo no FC Porto, secção que integrou a partir de 1975, Campos Costa encabeçou uma geração de sucesso do clube na modalidade, contribuindo de forma decisiva para o avolumar de conquistas no palmarés azul e branco. São muitos os títulos que abrilhantam o currículo de Campos Costa, quer enquanto atleta, quer também na condição de treinador. Campeão Nacional em diversas ocasiões, este atleta de excelência celebrou na época de 1986/87 o derradeiro triunfo nacional na modalidade, encerrando com chave de ouro uma carreira notável ao serviço do FC Porto, bem como enquanto representante de Portugal. CARLOS RESENDE (Andebol) É considerado por muitos especialistas, técnicos e jogadores como o melhor andebolista português de sempre. Dono de uma compleição física invejável e de um currículo notável, recheado de títulos nacionais e Taças de Portugal, Carlos Resende foi considerado o melhor lateral-esquerdo no campeonato europeu que se disputou na Croácia, em 2000. Ter sido chamado para conduzir os destinos da equipa de andebol do FC Porto é só uma forma de reconhecimento ao mérito e à capacidade de um jogador que marca uma época da modalidade no clube e em Portugal. CLEMENTE MOREIRA (Basquetebol) Referência do basquetebol portista da década de 50, Clemente Moreira apresenta no currículo dois títulos nacionais da modalidade, conquistados nas temporadas de 1951/52 e de 1952/53. O seu nome é indissociável dos primórdios do sucesso azul e branco no basquetebol português e mantém-se incontornável no historial da modalidade no clube. CRISTIANO PEREIRA (Hóquei em Patins) Formado no FC Porto, Cristiano foi durante muitos anos o único representante portista na selecção nacional de hóquei em patins, que tinha António Livramento como grande capitão. Jogador carregado de talento, com prestígio reconhecido além-fronteiras, contribuiu com golos decisivos e enorme classe para as muitas vitórias do FC Porto na modalidade. Campeão nacional, europeu e mundial por diversas vezes, Cristiano Pereira alia à notável carreira como jogador uma sequência de sucesso enquanto treinador, que teve na Taça dos Campeões Europeus conquistada em 1986, frente aos italianos do Novara, um corolário consentâneo com as suas capacidades. EMÍDIO PINTO (Ciclismo) A história de Emídio Pinto confunde-se com a própria história da Volta a Portugal. A «velha raposa» do ciclismo, como é apelidado no meio, conta 45 edições da maior corrida velocipédica portuguesa, primeiro enquanto atleta, depois na condição de director desportivo. Foi nessa condição, de resto, que se tornou um nome incontornável no historial de sucesso azul e branco no ciclismo português. Começou no FC Porto como director desportivo adjunto, ao lado de Franklim Cardoso e de Onofre Tavares, e a primeira Volta que festejou nessa qualidade foi a de Joaquim Leão, em 1964. Em 1981, conseguiu o êxito mais curioso da carreira, ao levar o então desconhecido Manuel Zeferino à vitória no Tour português. FERNANDA RIBEIRO (Atletismo) Detentora por mérito próprio de um lugar entre as melhores e mais medalhadas atletas portuguesas de todos os tempos, Fernanda Ribeiro marcou uma época de grande fulgor do meio-fundo e fundo nacionais. Depois de um trajecto de sucesso nos escalões mais jovens do FC Porto, Fernanda Ribeiro começou a somar grandes conquistas em 1994, arrecadando o título europeu de três mil metros em pista coberta. Segue-se o ouro em inúmeras competições e não tarda a chegar o brilho olímpico, à terceira participação, graças a um dos mais belos sprints finais da história dos dez mil metros. Em 1996, em Atlanta, Fernanda Ribeiro conquista o ouro nos dez mil metros e a prata nos cinco mil, selando um ano de absoluta excelência com o título europeu dos três mil metros. Embaixadora de sucesso do emblema portista, Fernanda Ribeiro continua a fazer valer o seu estatuto de campeã e a participar em diversas provas desportivas espalhadas pelo Mundo. FERNANDO GOMES (Basquetebol) Destacado dirigente e ex-administrador do FC Porto, a história azul e branca de Fernando Gomes faz-se igualmente na condição de atleta e de uma das maiores referências do basquetebol ao serviço do clube e da selecção nacional. Fez parte da equipa liderada pelo mítico Dale Dover que se sagrou campeã nacional em 1971 e esteve 16 anos ao serviço do FC Porto, despedindo-se em 1981 com um novo título nacional. Regressaria ao clube em 1991, agora como dirigente, assumindo a gestão da secção de basquetebol portista. FERNANDO GOMES (Futebol) Fernando Gomes é o maior goleador de sempre da história do FC Porto e o mais mortífero do futebol nacional. Um matador que foi rei em Portugal e na Europa. Gomes dominava a área como poucos, o seu jogo de cabeça era brilhante, rematava forte e colocado com ambos os pés e parecia, como que por magia, adivinhar os lances para facturar. Foi por seis vezes o melhor marcador do campeonato nacional e em duas delas, 1983 e 1985, juntou a esse título o de goleador-mor da Europa. Nascia, então, o Bibota. Gomes foi um dos pilares fundamentais do FC Porto que surpreendeu e conquistou o respeito da Europa do futebol. Responsável por cinco golos na caminhada até Viena, falhou o jogo decisivo frente ao Bayern de Munique por ter partido a perna a poucos dias do desafio. Viu a conquista do título europeu em casa, engessado e de muletas, mas recuperou a tempo de levantar a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental. Terminou a carreira em 1991, com 318 golos marcados em mais de 400 jogos disputados. JOÃO PINTO (Futebol) É um dos mais carismáticos jogadores de toda a história do FC Porto. Venceu nove Campeonatos de Portugal, quatro Taças de Portugal, cinco Supertaças, Taça Intercontinental, Supertaça Europeia e? a «sua» Taça dos Campeões. Jogador de fibra, é um dos principais responsáveis pela manutenção de um balneário unido, solidário e guerreiro, disposto a combater todas as batalhas. Foi capitão no clube e na selecção, chegou a ser o mais internacional jogador português e fica para a história como o jogador com mais partidas disputadas no Estádio das Antas. Enquanto atleta sénior, só conheceu uma camisola e, terminada a carreira, contribuiu com os seus conhecimentos, o seu carisma e a sua alma de dragão para promover os novos talentos do FC Porto. JOAQUIM BRITES LEITE (Hóquei em Campo) Figura de referência do hóquei em campo, desporto de enorme tradição no historial portista, Joaquim Brites Leite foi um dos mais talentosos executantes da modalidade. Do vasto currículo de triunfos desportivos, destaca-se o título de Campeão Nacional em 1963/64. JOSÉ MOREIRA (Voleibol) Foi o senhor voleibol do FC Porto e de Portugal. Chegou ao clube em 1966 e começou a jogar voleibol com 16 anos, nos juvenis, mas acabou essa época a ajudar os seniores na conquista do título nacional. Com apenas 22 anos, tornou-se jogador-treinador do FC Porto, orientando atletas com mais sete, oito e nove anos do que ele. Para além disso, era o técnico das equipas de juvenis e juniores. Ganhou todos os títulos nacionais durante três épocas, de 1975 a 1978, nos três escalões referidos. O currículo de José Moreira é impressionante e exaustivo. No FC Porto conquistou 25 títulos nacionais, como jogador e enquanto treinador, foi 77 vezes internacional e está ligado a outras grandes escolas do voleibol nacional, como a Académica de Espinho. É unanimemente considerado o melhor jogador de todos os tempos do voleibol do FC Porto. LEANDRO MASSADA (Andebol) Aos 14 anos, Leandro Massada deu início a uma carreira que viria a rechear de conquistas e que lhe concederia o estatuto de referência inevitável do andebol no FC Porto e a nível nacional. Leandro Massada marcou uma era da modalidade no clube, somando títulos e internacionalizações nos diversos escalões do andebol nacional. Do registo de sucesso averbado ao longo da carreira, ressaltam as conquistas de seis campeonatos nacionais de andebol de 11, um triunfo nacional no andebol de 7 e a conquista de duas Taças de Portugal, para além de diversos outros momentos de êxito e consagração, que atribuem a Leandro Massada um justo lugar na história azul e branca. MÁRIO SILVA (Ciclismo) Um feito histórico marca o palmarés deste ciclista de excelência: o triunfo na Volta a Portugal em 1961. Aparentemente frágil, Mário Silva era um corredor de fibra, estóico e com enorme capacidade de liderança. Intransigente na defesa da equipa e da modalidade, foi um dos mais emblemáticos representantes do ciclismo no FC Porto. NÉLSON PUGA (Voleibol) Mantém uma ligação próxima com o FC Porto, agora na condição de membro do Departamento Médico do futebol do clube. A sua história azul e branca contempla, no entanto, uma bem sucedida carreira enquanto atleta de Voleibol, tendo conquistado vários títulos de campeão nacional, bem como assinado presenças regulares na selecção portuguesa da modalidade. PAULO TRINDADE (Natação) Nadador tri-olímpico, já que marcou presença em três edições das Olímpiadas, Paulo Trindade foi um dos baluartes da natação do FC Porto e detentor de marcas de referência em várias distâncias. Competiu em Seul, em 1988, em Barcelona, em 1992, e em Atlanta, em 1996, cotando-se como uma das figuras centrais da década de 90 na modalidade. Foi distinguido com o Dragão de Ouro em 1990, na condição de «Atleta Amador do Ano». RODOLFO (Futebol) Uma carreira de azul e branco. Rodolfo Reis entrou no FC Porto com 13 anos e só 19 anos depois sairia, para colocar um ponto final na brilhante carreira que teve como atleta portista. Rodolfo era a marca de coragem, o guerreiro indispensável em campo para permitir aos génios o espaço para espalharem a sua magia. De uma regularidade impressionante, com um físico poderoso e uma segurança imperturbável, Rodolfo era temido pelos adversários, porque estes sabiam que ninguém defendia as cores portistas como ele. Dedicação e profissionalismo serão sempre epítetos indissociáveis da carreira de Rodolfo no FC Porto e no futebol português. SEBASTIÃO OLIVEIRA (Pesca Desportiva) Figura de referência da pesca desportiva do FC Porto, Sebastião Oliveira foi distinguido com o Dragão de Ouro de «Seccionista do Ano» em 1995. TERESA FIGUEIRAS (Natação) Nadadora multicampeã e recordista nacional ao longo da década de 80. Com um percurso de sucesso na modalidade, sobretudo na sua especialidade, costas, conquistou diversos títulos e foi várias vezes internacional na selecção portuguesa. Foi distinguida com a Medalha de Valor Desportivo do FC Porto. VÍTOR BAÍA (Futebol) É pouco, mas sintomático, dizer que é o jogador com mais títulos conquistados em todo o Mundo. Atravessou todas as camadas, todas as selecções, foi baluarte e capitão de todas as equipas por onde passou e terá sido, provavelmente, o melhor de sempre na sua posição no FC Porto. Começou o seu trajecto no clube na época de 1983/84, numa aposta de confiança que nunca saiu defraudada. É um exemplo de referência e o profissionalismo que sempre dedicou às equipas a que pertenceu, é revelador da índole deste incontornável símbolo do FC Porto e do futebol português. Será difícil, nos tempos mais próximos, alguém conquistar todos os títulos que Vítor Baía conseguiu, inclusivamente numa bem sucedida passagem pelo poderoso Barcelona. A Liga dos Campeões e a Taça UEFA alcançadas ao serviço do FC Porto serão provavelmente os seus momentos mais significativos, que se juntam a uma lista infindável de conquistas e que fazem de Vítor Baía um jogador, a todos os níveis, memorável. WILSON NEVES (Bilhar) Wilson Augusto Neves, atleta e dirigente de referência do bilhar do FC Porto e nacional, foi um dos fundadores da Associação de Bilhar do Porto e mentor da modalidade no emblema azul e branco. Participando activamente nos primeiros passos da Secção de Bilhar portista, a que aderiu em 1957, Wilson Neves é detentor de um currículo desportivo de respeito na modalidade, tendo sido Campeão Nacional três tabelas, para além de ter vencido duas Taças de Portugal, seis Campeonatos Regionais, uma medalha de bronze na Taça dos Campeões Europeus de 1971/72 e vários títulos colectivos, nacionais e regionais, ao serviço dos Dragões. Distinguido com o Dragão de Ouro em 2000, Wilson Augusto Neves faleceu poucos dias depois de ter sido homenageado na cerimónia de inauguração do Dragão Caixa. Tudo retirado do site: http://www.fcporto.pt/Clube/Historial/Historia/historia.asp
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