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Caviar

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  1. Está aqui todo o trajecto, desde Sines a Olhão: https://youtu.be/uVtxNI1lCW8?t=4860 (a partir de 1h21) Acho que Portimão e Ferreiras só tem mesmo nas placas, não me pareceu haver estrada para lá.
  2. No, he didn´t Até porque um negacionista pegaria nesta tempestade como um argumento contra o aquecimento global.
  3. Using modern terminology, money always evolves in the following four stages: Collectible: In the very first stage of its evolution, money will be demanded solely based on its peculiar properties, usually becoming a whimsy of its possessor. Shells, beads and gold were all collectibles before later transitioning to the more familiar roles of money. Store of value: Once it is demanded by enough people for its peculiarities, money will be recognized as a means of keeping and storing value over time. As a good becomes more widely recognized as a suitable store of value, its purchasing power will rise as more people demand it for this purpose. The purchasing power of a store of value will eventually plateau when it is widely held and the influx of new people desiring it as a store of value dwindles. Medium of exchange: When money is fully established as a store of value, its purchasing power will stabilize. Having stabilized in purchasing power, the opportunity cost of using money to complete trades will diminish to a level where it is suitable for use as a medium of exchange. In the earliest days of Bitcoin, many people did not appreciate the huge opportunity cost of using bitcoins as a medium of exchange, rather than as an incipient store of value. The famous story of a man trading 10,000 bitcoins (worth approximately $94 million at the time of this article’s writing) for two pizzas illustrates this confusion. Unit of account: When money is widely used as a medium of exchange, goods will be priced in terms of it. I.e., the exchange ratio against money will be available for most goods. It is a common misconception that bitcoin prices are available for many goods today. For example, while a cup of coffee might be available for purchase using bitcoins, the price listed is not a true bitcoin price; rather it is the dollar price desired by the merchant translated into bitcoin terms at the current USD/BTC market exchange rate. If the price of bitcoin were to drop in dollar terms, the number of bitcoins requested by the merchant would increase commensurately. Only when merchants are willing to accept bitcoins for payment without regard to the bitcoin exchange rate against fiat currencies can we truly think of Bitcoin as having become a unit of account. Monetary goods that are not yet a unit of account may be thought of as being “partly monetized”. Today gold fills such a role, being a store of value but having been stripped of its medium of exchange and unit of account roles by government intervention. It is also possible that one good fills the medium of exchange role of money while another good fills the other roles. This is typically true in countries with dysfunctional states, such as Argentina or Zimbabwe. In his book Digital Gold, Nathaniel Popper writes: In America, the dollar seamlessly serves the three functions of money: providing a medium of exchange, a unit for measuring the cost of goods, and an asset where value can be stored. In Argentina, on the other hand, while the peso was used as a medium of exchange — for daily purchases — no one used it as a store of value. Keeping savings in the peso was equivalent to throwing away money. So people exchanged any pesos they wanted to save for dollars, which kept their value better than the peso. Because the peso was so volatile, people usually remembered prices in dollars, which provided a more reliable unit of measure over time. Bitcoin is currently transitioning from the first stage of monetization to the second stage. It will likely be several years before Bitcoin transitions from being an incipient store of value to being a true medium of exchange, and the path it takes to get there is still fraught with risk and uncertainty. It is striking to note that the same transition took many centuries for gold. No one alive has seen the real-time monetization of a good (as is taking place with Bitcoin), so there is precious little experience regarding the path this monetization will take. Excerto de The Bullish Case for Bitcoin
  4. Porque as pessoas têm de estar em casa à meia-noite.
  5. Cardano é a blockchain, ADA é a moeda.
  6. O problema não é que quem tenha mais rendimentos consuma mais. É que alguém que tenha mais rendimentos que outra pessoa, apenas contribua percentualmente o mesmo em impostos se consumir mais. Aliás, fui fazer umas contas com dados concretos e: 900€ vs 1350€ vs 1800€ 91€ vs 220€ vs 361€ (IRS) 161,8€ (IVA a 20% de 809€) 28,09% vs 28,28% vs 29,04% (IVA+IRS) Portanto, diria que o sistema em que vivemos, sem taxa única, até está bastante em linha com o que estou a apontar.
  7. Eu sei que esse alguém vai consumir mais e até pode gastá-lo imediatamente. Mas esse consumo não deve ser considerado para comparar o peso dos impostos com a pessoa que recebe menos. Essa pessoa não consome mais porque não tem.
  8. O que estou a dizer é que para o mesmo nível de consumo o peso de impostos no salário deve ser o mesmo. É o que referi logo no primeiro post, o peso não deve depender de consumir mais do que a possibilidade da pessoa que recebe menos. No cenário de taxa única, a pessoa que recebe mais tem de consumir mais para que o peso dos impostos seja igual.
  9. Eu costumo fazer o seguinte exercício para mostrar o quão injusta seria a taxa única: - Pessoa A recebe 600€ - Pessoa B recebe 1800€ A Pessoa A ao gastar 540€ em em compras mensais paga 108€ (20%) de IVA, ou seja, 18% do seu salário. À Pessoa B, os mesmos 108€ de IVA, correspondem a 6% do seu salário. Ora, para que ambos paguem a mesma percentagem de impostos, a taxa de IRS da Pessoa B tem de ser superior à da Pessoa A. Depois se a Pessoa B consome mais do que os 540€, é irrelevante para comparar com a Pessoa A. Acrescente-se uma Pessoa C que receba 1200€ e faça-se as contas para consumos superiores. Vai dar ao mesmo.
  10. O meu ponto é: se alguém que recebe 600€, gasta-o todo e 10% são impostos, então uma pessoa que receba o dobro devia pagar os mesmos 10% (que neste caso é o dobro do dinheiro) ao gastar os mesmos 600€. Daí a justiça da progressividade. Ou a injustiça da taxa única. Por isso é que me parece mais fácil fazer a comparação se se assumir o mesmo consumo. Depois, se a pessoa que recebe mais acabar por consumir mais e com isso pagar mais impostos, é porque tem um salário que o permite.
  11. É sequer justo comparar consumos absolutos diferentes? Acho que faz mais sentido comparar o peso dos impostos, assumindo o poder de compra mais baixo para ambos. É que senão, o salário mais elevado apenas paga a mesma percentagem de impostos (não no exemplo que deste, mas talvez ao comparar com "um salário razoável") porque consome mais, quando consumir mais já é por si só um privilégio.
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