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Black Hawk

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  1. Grande ❤️ Btw, o João Almeida é o gregário perfeito para quem quer vencer GTs. O gajo mete o ritmo na frente e mantém a velocidade constante, e ainda é resiliente para recuperar e voltar a ajudar caso o líder fique em dificuldades.
  2. O sucesso do Geny é o sucesso do Sporting, estou na boa com isso.
  3. Manda vir! Opa, a partir do momento que me apercebi do padrão de movimentação defensiva da IA no motor de jogo do Mobile foi apenas uma questão de encontrar a combinação de instruções para usar isso em nosso proveito 😅 Passei meses a desenvolver uma táctica a meu gosto no Mobile 23, acho que foi entre Novembro e Janeiro. Esta táctica é tudo aquilo que eu gosto de ver numa equipa, tanto no jogo como na realidade: posse de bola, controlo dos ritmos de jogo, trocas posicionais, movimentações sem bola. Nem me passou pela cabeça até agora procurar algo diferente, até porque adoro ver todos os jogos para ser surpreendido com a forma como a equipa procura e encontra os espaços nas defesas adversárias. Correndo o risco de parecer pouco humilde, mas o porreiro desta táctica é que a equipa não joga sempre igual, não há uma jogada padrão; a equipa marca golos de várias formas diferentes. É divertido ver os jogos, nunca fico enfadado. Agora falta pouco para o Mobile 25, deve sair aí para Novembro como é habitual. Até lá vou continuar a divertir-me com esta táctica e este save. Quando sair o novo tentarei nova versão desta táctica (há malta no FMM Vibe que já me perguntou se haverá uma nova versão da táctica no próximo jogo 😂), mas assim que o conseguir sou gajo para tentar uma nova versão num esquema diferente, talvez com 3 centrais ou 2 pontas-de-lança. E já que gostas de GIFs, deixo um para mostrar uma movimentação num jogo da Atalanta na segunda volta que vais reconhecer do save do Amora no EMEM. A jogada começa com o adversário totalmente encolhido na sua área, que é o primeiro objetivo: quanto mais longe estiverem da nossa baliza, menor possibilidade terão de nos marcar golos. Daí jogarmos com mentalidade Control, que é para a equipa ter paciência a circular a bola até o adversário recuar todo. Os dois centrais são os únicos a ficar atrás e por isso são os responsáveis por recuperar a bola. A lógica é simples: se o adversário está todo recuado, a única forma de saírem a jogar é no chutão e aí os meus centrais estão em superioridade sobre o adversário. Neste lance foi o Cittadini (#28) a recuperar a bola. O Metlika (#6) é o meu médio defensivo, mas joga como Roaming Playmaker que o torna um médio ofensivo à paisana. Aqui foi ele a vir buscar jogo e estava em linha com os outros dois médios centro. No final do lance já estava dentro da área do adversário - é mesmo instrução da táctica, surge quase sempre de surpresa e sem marcação. O desenho do golo ficou feito quando o Metlika meteu a bola no avançado centro, o Del Moral (#19). O Del Moral arrastou o central direito do Torino (#5), atrasou a bola no médio centro mais à esquerda que é o Gérson Pereira (#20), o avançado interior esquerdo Zefi (#11) fixou o lateral direito deles (#19) para este não compensar o espaço deixado pelo arrastamento do central e o avançado interior direito Luís Guilherme (#7) veio sem ninguém dar conta desde a direita para entrar no espaço desse central, que passou o lance todo preocupado com o Del Moral. Ninguém do adversário conseguiu compensar o central deles porque estavam todos fixados pelos meus outros jogadores. Deu trabalho chegar a este desenho táctico para permitir estas movimentações com e sem bola, mas agora divirto-me a ver os meus jogadores a desbloquear defesas adversárias de várias formas diferentes, como aqui.
  4. Está a falar-se no Miguel Valença para o Amora. Ex-Académica e Beira-Mar.
  5. Atualização com a primeira metade da temporada 2033/34, a décima primeira do meu savezito. Se acompanharam a última atualização, já sabem que nas últimas três épocas estive no Tottenham onde conquistei diversos títulos, entre os quais o destaque vai para três Premier Leagues, duas Champions League e uma Super Taça Europeia. O objetivo passava por concluir o ciclo no Tottenham com o FIFA Club World Cup, que se disputava no Verão de 2033, mas embora tenha vencido duas Champions com o Tottenham não conseguimos os pontos necessários para o apuramento para a competição. Assim sendo, não havia mais motivos para prolongar a minha presença em Londres e, a 01 de Junho de 2033... ... Black Hawk abandonou o Tottenham. No final do próprio dia, o treinador português apanhou um avião no aeroporto de Londres Stansted com destino ao Aeroporto Il Caravaggio, em Bérgamo. A presença do treinador na milenar cidade de Bérgamo não passou propriamente despercebida. Fotos foram partilhadas nas redes sociais. Rumores correram livres em fóruns de discussão online, no antigo Twitter e em grupos de WhatsApp. Estaria Black Hawk a caminho da Atalanta? Indiferente a tudo isso, Black Hawk pernoitou em Bérgamo e aproveitou o dia 02 de Junho para turistar pela cidade. Passeou de mochila às costas pela La Città Alta, a charmosa zona antiga da cidade onde tantas páginas de história se escreveram ao longo dos seus mais de 2000 anos de existência. Deliciou-se com a Piazza Vecchia, visitando a Torre del Campanone e o Palazzo Della Ragione, e apreciou a beleza arquitetónica do Duomo di Bergamo e da Capella Colleoni. Pelo caminho, passou pelas imediações do Gewiss Stadium, sentindo o ambiente da zona envolvente da casa dos I Nerazzurri. Subiu o Castello di San Virgílio, apreciando as vistas panorâmicas de tirar a respiração da cidade e dos picos alpinos a norte, antes de descer à Città Bassa, a zona moderna da cidade, onde degustou um delicioso casoncelli, um dos pratos típicos da Lombardia. No dia seguinte, a 03 de Junho de 2033, Black Hawk voltou à zona norte da cidade onde está situado o Gewiss Stadium, mas desta vez não se ficou pela zona envolvente. Não, desta vez entrou nas instalações do estádio perante as objetivas dos muitos jornalistas presentes, já alertados para a presença de Black Hawk na cidade e pelos rumores que davam como certa a contratação do treinador pela Atalanta Bergamasca Calcio. A meio da tarde, a sala de imprensa foi aberta e era pequena para a enchente de jornalistas presentes. Havia enviados de todos os principais meios de comunicação italianos e muitos internacionais. Afinal, não era todos os dias que o treinador campeão em título da Premier League e da Liga dos Campeões assinava por um clube italiano. Quando Black Hawk surgiu acompanhado pelo proprietário da Atalanta, confirmavam-se os rumores: a Atalanta seria o próximo clube de Black Hawk, o quarto da sua carreira de treinador após passagens pela União de Santarém, Sporting CP e Tottenham Hotspurs. Após a apresentação formal e cumpridos os habituais discursos sobre a nova contratação, a palavra passou para os jornalistas fazerem perguntas - e havia muitas para serem feitas. Logo a primeira, feita em inglês com uma pronúncia que denunciava o claro sotaque italiano, abordou as dúvidas que queimavam a língua de todos: "Depois das conquistas no Tottenham, e sendo campeão inglês e europeu em título, o Black Hawk poderia aguardar por um convite de um dos principais emblemas europeus; no entanto, aceitou treinar a Atalanta logo dois dias após a saída de Londres. Porquê a Atalanta?" Era uma questão pertinente: porquê a Atalanta? Atalanta Bergamasca Calcio Conhecida como I Nerazzurri, entre outros epítetos, a Atalanta é um orgulhoso clube sediado na muito antiga cidade de Bérgamo, na região da Lombardia, norte de Itália. Foi fundado em 1907 como SBG Atalanta, mudando para a atual designação em 1920. E o que fez a Atalanta nestes 126 anos de existência (à data deste save)? Na maior parte deste período, este clube lombardo disputou a Serie A, contando em 2033 com 73 presenças no topo da hierarquia do futebol italiano. No entanto, e apesar de todas estas presenças, a Atalanta nunca logrou sagrar-se campeã italiana - até hoje. Na sua sala de troféus, a Atalanta conta com duas conquistas principais: uma Coppa Italia conquistada em 1963 e uma Liga Europa vencida em 2024 (ambas fora do save). Foram ainda vencidos seis títulos da Serie B e um da Serie C1 - competições inferiores do futebol italiano. Ou seja, os I Nerazzurri têm imenso espaço para ocupar no museu do Gewiss Stadium e não falta vontade de o encher de prata. Os adeptos da Atalanta são tidos como dos mais apaixonados no mundo do futebol, proporcionando regularmente espectáculos de belo efeito tanto na Curva Nord do Gewiss Stadium como em todas as deslocações - não raras vezes com recurso a coreografias e pirotecnia. Esse fanatismo pelo clube da cidade é causa frequente de conflitos com adeptos de outros clubes - da Atalanta diz-se, não sem alguma ironia, que são rivais de todos os outros clubes italianos. A maior rivalidade, porém, é alimentada com o clube da cidade vizinha de Bréscia. É uma rivalidade mortal com 900 anos de História criada desde os tempos em que Bérgamo e Bréscia travaram conflitos armados. Pode-se dizer que é uma rivalidade mortal - literalmente. No entanto, o Bréscia encontra-se arredado há vários anos da Serie A e isso abriu espaço à criação de novas rivalidades, as maiores das quais com os dois rivais da também vizinha cidade de Milão, Inter e AC Milan, cujos confrontos são conhecidos como o Derby Lombardo. Um dos principais motivos de orgulho da Atalanta é também a formação de jovens talentos e, como se pode ver no print anterior, as condições de treino e de formação são do melhor que há na Europa. Aproveitando essas condições, a Atalanta tenciona atrair e desenvolver jovens talentos que possam integrar futuramente a equipa principal - e viu em Black Hawk o treinador ideal para o efeito. A Atalanta e o futebol italiano em 2033 Só para contextualizar, pois passaram-se dez anos desde o início do save, deixo um breve histórico da prestação da Atalanta nesse período. A Atalanta cresceu imenso na década 2010s e inícios de 2020s, período em que sob o comando de Gian Piero Gasperini alcançou por três vezes a 3ª posição na Serie A - a melhor classificação de sempre dos I Nerazzurri. Ao longo do período deste save, a Atalanta acabou por quebrar um pouco. Tirando duas épocas excepcionais que culminaram na 3ª e 4ª posição, as restantes foram medianas e bem distantes do brilhantismo do passado recente. A última temporada veio nesta onda e resultou apenas numa decepcionante 12ª posição, o que custou o lugar ao seu então treinador Gabriel Milito. E se se estiverem a questionar se é esse Gabriel Milito, sim, é ele, o antigo avançado do Inter de Mourinho. Enquanto isso, esta foi a classificação final da última temporada na Serie A, a da temporada 2032/33. Como podem ver, a Atalanta até teve uma diferença de golos considerável, mas concluiu a época na metade inferior da tabela. O Napoli e a Juventus travaram uma batalha tremenda pelo título, o qual acabou decidido num playoff a duas mãos entre ambos. Confesso não saber que a Itália tinha este método de desempate, mas foi o que aconteceu. O interessante aqui é que tendo a Juventus conquistado o título quebrou-se uma hegemonia com quase uma década de duração! O Inter vinha acumulando títulos consecutivos na última década em Itália. Foram 8 em 9 anos, apenas falhando em 2026/27 quando o seu grande rival milanês interrompeu esse ciclo de conquistas. Confesso que não acompanhei a Serie A com atenção ao longo deste save, embora soubesse que o Inter andava a limpar os títulos quase todos. Do que vi, o Inter de Simone Inzaghi manteve o mesmo núcleo duro ao longo destes anos todos e isso terá ajudado. No entanto, em 2032/33 o Inter quebrou feio, terminando apenas em 8º lugar - e isso custou o lugar ao Simone Inzaghi. O meu entendimento é que o núcleo duro do Inter está agora a ficar entradote, com jogadores como Lautaro Martinez, Frattesi, Bradaric ou Coulibaly, entre outros, agora já veteranos e a quebra de rendimento surgiu por fim. O seu novo treinador, Francesco Farioli, o mesmo que me substituiu em Alvalade quando saí do Sporting, terá a difícil tarefa de renovar um plantel acomodado e voltar a levar os nossos rivais à rota dos títulos. Para completar a resenha quando ao futebol italiano nas últimas dez temporadas, deixo ainda os prints dos vencedores da Coppa Italia e da Supertaça. Na Coppa Italia destaca-se a presença da Atalanta na final por duas ocasiões, mas em ambas derrotado. E na Supertaça, o Inter tem sido tão dominador como na Serie A. "Porquê a Atalanta?" Esta foi a questão colocada na conferência de imprensa de apresentação de Black Hawk no Gewiss Stadium, naquela tarde de 03 de Junho de 2033. A Atalanta é um clube com uma base de apoio fabulosa e apaixonada. O clube, bem como os seus adeptos, alimentam uma ligação próxima à comunidade numa comunhão que cada vez se perde mais no futebol moderno. O clube é considerado um dos maiores, se não mesmo o maior, de fora das grandes capitais regionais de Itália. Ainda assim, a Atalanta ainda não conquistou o ambicionado título de campeão nacional. A resposta a essa questão só pode ser uma: "e porque não a Atalanta?". Se calhar é chegada a hora de os I Nerazzurri alcançarem o Olimpo do futebol italiano. O plantel da Atalanta Como já se passaram dez anos desde o início do save, poderão imaginar que poucos são os jogadores da Atalanta que não sejam regens em 2033. E mesmo os que ainda são jogadores reais eram bastante jovens em 2024, não tendo propriamente relação com a Atalanta desse ano. Deixo alguns prints dos que serão os destaques do plantel que encontrei à minha chegada a Bérgamo. Este é o guarda-redes titular e vice-capitão de equipa, Alessandro Plizzari. Na realidade, em 2023/24, era um jovem promissor de 23 anos formado no AC Milan que estava a cumprir a sua segunda temporada no Pescara, da Serie C. À data deste save é um bom guarda-redes, apesar de não ser excepcional, que - e nunca tinha visto isto até agora - é simultaneamente jogador e treinador de guarda-redes. Como dá para perceber, terei de pensar na sua sucessão muito em breve, mas por enquanto é uma opção segura. O nosso capitão, o centralão Giorgio Cittadini. Formado na Atalanta, era em 2023/24 um jovem de 21 anos que passou por Monza e Genoa por empréstimo, embora não se tenha destacado em nenhum deles. Neste save evoluiu para se tornar num bom central. Com 193 cm de altura tem no jogo aéreo a sua maior mais-valia, é forte, tem bom sentido posicional e capacidade de liderança. Não se destaca em mais nada, mas é o melhor central que tenho - e tem 4 internacionalizações. O Davor Puncec é um regen croata de 24 anos com imensa propensão ofensiva. É rápido, tem boa técnica e cruza bem. É um lateral mesmo ao meu estilo e um dos jogadores que mais me agradou encontrar no plantel. O provável melhor jogador da Atalanta neste save em 2033 é este Tommaso Baldanzi. Produto da formação do Empoli, em 2024 foi contratado pela AS Roma e é aos 21 anos uma das boas promessas italianas. Neste save foi contratado pela Atalanta e tem sido um dos destaques dos I Nerazzurri. É um médio ofensivo que tem bons atributos técnicos, em especial no passe e no drible, é criativo e tem enorme raio de ação. O problema nele é que é mais um médio ofensivo ao estilo trequartista do que um médio moderno. Terei de o tentar adaptar a jogar como médio-centro, falta saber se isso correrá bem. Este Seydou Fini é italiano com ascendência marfinense, foi formado pelo Genoa e em 2023/24 esteve emprestado ao Standard Liège. Ele é tecnicamente um ponta-de-lança, mas o frágil jogo aéreo levou-me a tentar retreiná-lo para ser avançado interior a partir da direita já que ele é esquerdino. À minha chegada era também o único avançado interior direito que tinha no plantel, motivo pelo qual tive de procurar um novo que entrasse direto no plantel principal. Mas já lá iremos. Este Kevin Zefi é irlandês, mas ao longo deste save acabou por optar pela nacionalidade albanesa. Em 2023/24 está na formação da AS Roma e acabou por evoluir para ser um bom jogador ao longo deste save. É ponta-de-lança, mas pode jogar como extremo. Pelo mesmo motivo do Seydou Fini decidi utilizá-lo a avançado interior, embora este pela esquerda por ser destro. E por fim, o Riccardo Braschi. Foi o segundo melhor marcador da Atalanta na última temporada a par do Zefi com 13 golos - o melhor marcador foi um tal Antonino Lombardi com 14 golos. Como podem ver, é forte fisicamente e rápido, mas tecnicamente é terrível. Trouxe um avançado espanhol do qual falarei já de seguida para competir com ele pela titularidade. No entanto, foi o Braschi a iniciar a temporada como titular porque era o melhor que tinha. E pronto, isto era o que de melhor a Atalanta tinha à minha chegada. Não era nada de especial, não admirava que tivessem terminado na metade inferior da tabela na época passada. E por causa disso.. Mexidas no plantel ... tive de trazer muitos reforços para Bérgamo. O problema é que o dinheiro não abunda. Como talvez tenham notado num dos prints anteriores, o orçamento que me deram foi de 55 milhões de euros. O meu plano é muito simples: trazer jogadores de baixo custo que possam evoluir e entrar na equipa a médio/longo prazo. Alguns entraram logo no plantel principal para esta primeira temporada; outros vão ser emprestados para crescerem antes de serem promovidos ao plantel principal. Para facilitar, nos prints que se seguem deixei uma marca verde para os que ficaram já no plantel principal. Os restantes foram emprestados. Foram 152 milhões de euros investidos no reforço da equipa. Mas esperem, não havia apenas 55 milhões de orçamento? Havia, mas também vendemos uns quantos jogadores. Já lá iremos. Das 25 contratações (25!!!), apenas 8 ficaram na equipa para esta primeira temporada. Quase todos são regens, por isso não deverão conhecer nenhum deles excepto talvez o Luís Guilherme, que é o grande destaque - embora, ironicamente, tenha vindo a custo zero e por isso tenha sido o mais barato. Dos jogadores que ficaram no plantel, e por isso marcados a verde nos prints, trouxe gente que já conhecia de recomendações dos scoutings do Sporting e do Tottenham, mas que por um motivo ou outro acabei por não os contratar na altura. Na sua maioria, tratam-se de jogadores promissores que acabaram por não explodir até ao momento e estavam estagnados nas suas carreiras. Sei que têm potencial pois foram recomendados pelo scouting de Sporting e Tottenham quando eram jovens, mas faltou-lhes o click. O Francisco Javier Del Moral, por exemplo, foi-me recomendado para o Sporting, mas na altura preferi o Julien de Sart. Ele acabou por ir para o Real Madrid, mas nunca foi opção e estava por lá a definhar. Terá aqui uma oportunidade para explodir. O Gérson Pereira foi altamente recomendado para o Sporting também e na altura tentei contratá-lo, mas o Leipzig entrou no leilão e tive de desistir porque os alemães chegaram a valores que não podia acompanhar. O rapaz ainda jogou bastante durante um ano ou dois, mas depois deixou de ser opção até ao ponto em que o pude contratar por apenas 6,5 milhões de euros. A ver se ainda vai a tempo do que prometia no início da carreira. O Wagner dos Santos foi outro que me foi recomendado, este pelo scouting do Tottenham, mas acabei por não avançar por ele porque preferi outros jogadores. Ele acabou por também não dar o salto e ainda estava perdido no Brasil. O Franco Aguirre foi um risco que decidi correr por um miúdo de 23 anos que estava no Vélez, um médio defensivo muito tecnicista. Não queria pagar tanto por ninguém, mas precisava mesmo de um médio defensivo pois só tinha um em condições. O Luka Holzweiler é um guarda-redes de 18 anos com elevada técnica que me foi fortemente recomendado pelo scouting da Atalanta e decidi seguir a sugestão dado o que disse do Alessandro Plizzari anteriormente: preciso mesmo de começar a preparar a sua sucessão. O Jacobo Ramón é um central espanhol que tem bons atributos mas não jogava regularmente no Villarreal, uma contratação parecida à do Maxence Lacroix quando cheguei ao Sporting. Esperemos que tenha o mesmo sucesso. Fun fact em relação a este Jacobo Ramón, ele não foi a minha primeira ou sequer segunda opção para contratar. Tinha definido como alvos o Ângelo do Sporting, que contratei quando lá estive, e o Fidel Morral do Real Madrid. Ambos estavam à venda e os clubes responderam às minhas sondagens aceitando valores a rondar os 12/13 milhões, mas quando formalizava a proposta... o Tottenham aparecia a igualar o que oferecia! Eu oferecia um pouco mais e eles igualavam de novo, e assim sucessivamente até chegar a valores que já não podia pagar. No entanto, quando desistia e retirava as propostas, eles retiravam as deles também. Resultado: o Ângelo e o Morral acabaram por sair pelos tais 12/13 milhões para outros clubes, mas a esses o Tottenham já não igualou as propostas. Não sei por que raio o Tottenham me fez isto, talvez por vingança por ter saído de lá...? Por fim, o Luís Guilherme é um daqueles jogadores recomendados em todas as listas de wonderkids. Potencial ele tem, isso todos sabemos. No entanto, o menino saiu do Palmeiras para o Frankfurt e aquilo não correu nada bem, ao ponto de chegar a 2033 e deixarem terminar o contrato dele e ninguém o ter contratado a custo zero. E como podem ver, ele realmente não está nada de especial aos 27 anos, idade com que já vai em 2033 quando o recrutei para a Atalanta. É um risco que decidi correr. Não sei se ele falhou na Alemanha por ser preguiçoso, por se lesionar com frequência ou qualquer outro motivo, mas a custo zero é um risco que senti valer a pena. Se o conseguir recuperar será um tremendo reforço. Dos restantes, tratam-se de jovens talentos que me foram recomendados pelo scouting da Atalanta. Alguns foram mais recomendados do que outros, e por isso tenho mais esperanças nuns do que noutros, mas espero que pelo menos alguns deles venham a ser as estrelas da Atalanta a médio prazo. De notar que da extensa lista de recomendações que me foi dada não pude ir à maioria das principais porque já eram caras. Tive de me ficar pelos que estavam ao meu alcance, o que significa que talvez tenha sacado alguns talentos, mas não espero encontrar Ronaldos ou Messis. E aqui estão as saídas e os empréstimos. Fizemos 115 milhões de euros em vendas, o que permitiu abrir espaço para novas contratações. O saldo final foi de 37 milhões de euros negativos, bem dentro do orçamento que me deram de 55 milhões. A maioria dos jogadores que saíram não me preocuparam, eram quase todos segundas linhas. Mas há três que tive pena de os ver sair: os dois que renderam mais dinheiro e o Cristian Aguilar. O Antonino Lombardi tem 23 anos e foi o melhor marcador da equipa. É melhor do que o Riccardo Braschi (o tal avançado com que fiquei e de quem já falei), mas quando cheguei já estava a pedir para sair para um clube maior e não me opus. Não quero jogadores insatisfeitos. O Zakaria Peron e o Cristian Aguilar foram titulares na Atalanta e são realmente bons jogadores à excepção de um parâmetro: tecnicamente são sofríveis. Têm imensas qualidades, mas na forma como meto as minhas equipas a jogar não posso ter gente para quem a bola é quadrada. De resto, emprestei muita gente aos clubes afiliados da Atalanta com a perspetiva de que evoluam para chegarem ao plantel principal nas próximas temporadas. Este era o desenho do que previa ser o meu melhor onze no início da época. Ironicamente, todos eles já estavam na Atalanta quando cheguei, ou seja, fui para os primeiros jogos com basicamente a mesma Atalanta que terminou a época passada em 12º lugar. De notar três coisas. A primeira é que apesar de este onze vir todo da época passada, quase não há ligações entre os jogadores. Deduzo que seja porque a época correu mal e quase não haja rotinas, mas também porque jogavam em 343 e eu chegar a impor um 433 destrua as poucas rotinas que houvesse. A segunda é que tinha três jogadores ainda a precisar de refinar as suas novas posições. O Eugenio Salsi é um ala talhado para o 343 e pouco rotinado a lateral direito; o Baldanzi é médio à João Vieira Pinto e tem de se adaptar ao meio-campo; e o Fini é ponta-de-lança, não ala direito. A terceira é que reencontrei na Atalanta o Adelino Maria. Não se devem lembrar dele, mas eu contratei-o para o Sporting algures em 2028 ou 2029. Esteve na equipa B, mas não cheguei a ter oportunidade de o promover à equipa principal porque saí em 2030 para o Tottenham. Depois da minha saída foi vendido à Atalanta e é talvez o melhor médio a seguir ao Baldanzi. As segundas linhas são basicamente quase todos os reforços que trouxe e de que falei anteriormente, à excepção do Pellegrino, do Bos e do Laamane que já estavam na Atalanta quando cheguei. E aqui estão os últimos quatro jogadores que fazem parte do plantel principal. Todos eles já eram da Atalanta e devem reconhecer o Ederson, pois na realidade em 2024 é um dos bons talentos da Atalanta, mas que em 2033 já é um veterano que pouco mais será do que uma terceira opção. O Wanderson Santiago Costa não sei o que esperar dele, o meu novo staff diz que tem imenso potencial mas quando cheguei estava a cinco meses de recuperar de uma lesão, não sei como estará. As expectativas da Atalanta não são propriamente elevadas. O apuramento para a Liga Europa, isto é, um top6 na Serie A, parece-me perfeitamente ao alcance deste plantel, diria que com jeitinho até poderemos ir à Liga dos Campeões. Aliás, o meu objetivo para este desafio até passava por fazer uma primeira época tranquila, tentar recuperar algumas das promessas que trouxe e que procuram uma segunda oportunidade, e esperar que aquele contentor de jovens talentos que emprestei evoluam favoravelmente. Depois, a partir da segunda ou terceira temporada e já com alguns dos meninos a entrar na equipa, começar a pensar em lutar pelo título. Este era o plano idealizado por mim no início da temporada. Bem, passada toda esta longa explicação, e não sabendo se alguém realmente a leu ou não... passemos aos resultados da primeira volta. A primeira volta da temporada 2033/34 Posto tudo isto, a minha percepção era de que tinha uma equipa razoável para lutar pelos lugares europeus, mas com uma série de jogadores a precisar de recuperar a confiança, evoluir um pouco mais e criar rotinas e fio de jogo praticamente de raiz. Estava claramente à espera de fazer uma primeira volta na metade superior da tabela e irmos crescendo ao longo da época. Não estava à espera disto. Como dá para perceber, não perdemos nenhum jogo na primeira volta. Não esperava mesmo isto. O primeiro sinal positivo veio logo na estreia na Serie A. Fomos a Milão defrontar o Inter do Francesco Farioli, que já não é o Inter dominador da década passada, mas continua a ser uma equipa fortíssima. Saímos de lá com um empate, embora nem tenha sido o resultado o melhor indicador. O que me agradou foi o facto de termos jogado de igual para igual, a espaços dominámos os acontecimentos e poderíamos ter ganho. Foi logo um indicador de que estávamos no bom caminho. O segundo sinal positivo surgiu duas semanas depois quando fomos ao Olimpico... ... e vencemos a AS Roma com uma exibição de encher o olho, ao ponto de me ter sentido injustiçado por o resultado final ter sido apenas pela margem mínima. Tivemos alguns empates neste ciclo, alguns dos quais contra adversários da metade inferior da tabela contra equipas como Genoa, Sampdoria e Bologna, que me demonstraram como sofremos perante adversários mais fechados, mas no global foi uma excelente primeira volta. E foi uma primeira volta que incluiu momentos de brilhantismo, como esta vitória sobre a campeã Juventus... ... ou a goleada sobre um dos nossos rivais milaneses. Este jogo merece umas palavras especiais. O AC Milan vive momentos conturbados em 2033. Quando os defrontei estavam em lugares de despromoção e o seu treinador, um tal Manuel Neuer - sim, esse mesmo! - estava a ser altamente contestado. Tenho sempre receio de defrontar equipas com elevada qualidade individual que vivem maus momentos. Parece-me sempre que renascem quando jogam contra mim, é algo recorrente no Mobile. No entanto, isso não aconteceu e o jogo acabou por ser um massacre. Tal foi a magnitude da matança que... O pobre Manuel Neuer não resistiu à hecatombe e foi despedido. Finda a primeira volta com a vitória sobre a Juventus, cujo print também já mostrei, esta era a classificação da Serie A à entrada da pausa para o Natal e Ano Novo, que em Itália dura quase três semanas. Nem por um momento poderia ter sonhado em chegar a Janeiro com a liderança da Serie A. É uma liderança de 5 pontos para o Napoli, que se assume nesta fase como o nosso maior perseguidor, seguido pela surpresa que tem sido o Lecce. Pouco mais atrás vêm Inter, Lazio e Roma, embora estes já mais distantes. De notar nesta fase como a campeã Juventus está a fazer uma campanha terrível. Pior ainda está o AC Milan. No início da época esperava uma primeira temporada de transição. Recolocar a Atalanta nas competições europeias e recuperar alguns dos jogadores para daqui a um ano ou dois, na altura já com alguns dos jovens emprestados a subir à equipa principal, poder pensar no título. Mas chegado aqui na liderança da Serie A é difícil não pensar em algo mais, não é? Estatísticas individuais Só costumo partilhar as estatísticas dos jogadores no final da época, mas deixo os prints para também terem uma ideia do que está a acontecer e quem se está a destacar. Aqui ficam os dez jogadores de campo que se têm fixado como habituais titulares. Da minha previsão inicial há apenas três alterações: o Jacobo Ramón conquistou o lugar ao Loic Badé; o Luís Guilherme ao Seydou Fini; e o Francisco Javier Del Moral ao Riccardo Braschi. O Jacobo Ramón conquistou o lugar porque o Badé cometeu uns quantos erros individuais nos primeiros jogos. Decidi lançar o Ramón e ele de imediato combinou bem com o Giorgio Cittadini, pelo que mantive essa dupla. O Seydou Fini perdeu a titularidade porque fez uma série de más exibições nos primeiros jogos. A lógica de ser ele o titular era já estar na equipa e o Luís Guilherme vir de vários anos a jogar pouco, mas se o Fini não estava a render mais valia lançar logo o brasileiro. Não é que o Luís Guilherme esteja a ser brilhante, longe disso, mas do que vejo no motor de jogo ele é mais interventivo do que o Fini e isso tem ajudado a equipa a desbloquear alguns jogos. A troca do Braschi pelo Del Moral no ataque foi engraçada. O Braschi começou a titular e até estava a marcar golos, estava satisfeito com ele. Mas quando cheguei à 6ª jornada decidi lançar o Del Moral para a recepção ao Monza apenas para rodar e dar-lhe uma oportunidade. O espanhol marcou os dois golos da vitória ao Monza, mas não era suposto manter a titularidade. Só que... esqueci-me de o trocar pelo Braschi para o jogo seguinte contra o Lecce! O Del Moral foi o titular de novo e voltou a marcar dois golos! Tendo ele marcado 4 golos em 2 jogos não tive coragem de o tirar para o jogo seguinte. E não é que voltou a marcar nesse jogo? A partir daí manteve a titularidade e como podem ver, leva 12 golos e é o melhor marcador da equipa. Dos restantes jogadores, quero destacar a propensão ofensiva que já previa do Davor Puncec com 5 assistências, a qualidade inesperada do Isidoro Metlika e o impacto em momentos decisivos do Kevin Zefi. Das segundas e terceiras linhas não tenho muito a destacar. Como só tenho jogos para as competições italianas não tenho rodado muito a equipa principal, pelo que os habituais suplentes acabam por ter números modestos. Curiosidades Para finalizar esta atualização, deixo as habituais curiosidades no mundo do futebol, desta vez em 2033. Saí do Tottenham e obviamente os Spurs tiveram de procurar um novo treinador. Com virtualmente todos os treinadores do mundo interessados em treinar o tricampeão em título inglês e bicampeão europeu em título, a escolha recaiu no... Steven Gerrard...? Seja como for, aconteceu logo uma coisa curiosa. Lembram-se do Micky van de Ven, o capitão do Tottenham e esteio da minha equipa durante três anos? Foi vendido... para o Liverpool. Deixem esta ideia assentar: uma das primeiras medidas do Steven Gerrard, lenda do Liverpool, como treinador do Tottenham foi vender o Micky van de Ven, capitão do Tottenham, ao Liverpool. Oh. Meu. Deus. Um dos clubes que estava sem treinador quando saí do Tottenham era o Valencia. Pensei seriamente em demonstrar interesse neles, mas optei antes por tentar a Atalanta. Pois bem, o Valencia decidiu recrutar o Bernardo Silva para treinador. Aí está uma escolha interessante e ficarei muito curioso para ver o que fará o Bernardito como treinador. Continuando a senda de galardões estranhos, o Mobile decidiu que o treinador do ano foi o Francesco Farioli. Honestamente já não sei o que fazer mais para ser eleito treinador mundial do ano. Já venci o campeonato e a Liga do Campeões com o Sporting e não foi o suficiente, fiz o mesmo com o Tottenham e também não chegou. O Francesco Farioli venceu apenas o campeonato português e foi treinador mundial do ano. Sure, sure, ok, ok, ok. E agora deixo-vos o desenvolvimento do que aconteceu depois do primeiro print que coloquei neste capítulo das curiosidades. Isto é o plantel do Tottenham em Dezembro de 2033, agora sob o comando do Steven Gerrard. A maioria dos jogadores está a verde porque os tenho na lista preferencial - quero saber o que está a acontecer por lá ihih. O mais interessante são aqueles pontos de exclamação azuis. Eles simbolizam insatisfação e, como podem ver, quase todos os jogadores do plantel estão insatisfeitos. Porquê? Porque aparentemente o Gerrard disciplina os jogadores com frequência e eles revoltaram-se. O plantel do Tottenham está em guerra aberta com o novo treinador, de tal forma que até o Guido de Paul exigiu sair do clube... ... e o Karlan Burland foi afastado da equipa e acabou por ser emprestado! Imaginem o Burland, titular comigo que aos 19 anos era titular no campeão europeu e já era titular na seleção inglesa, acabar emprestado ao Leicester porque o novo treinador o decidiu afastar. Meu. Deus. Nem quero imaginar o caos que vai naquele balneário. Bem, para acabar isto deixo mais dois prints apenas. O meu objetivo no Tottenham era terminar com o FIFA Club World Cup, mas não fui a tempo de somar os pontos necessários para ser apurado. Na minha ausência, a competição disputou-se e resultou numa final entre Barcelona e Sporting... ... que os catalães venceram, roubando uma saída em grande a um senhor que merecia terminar a carreira erguendo o título de campeão do mundo... ... Viktor Gyökeres retirou-se depois de passar as últimas dez temporadas ao serviço do Sporting, muitas delas como capitão do emblema de Alvalade. Pendura as botas como uma autêntica lenda do Sporting, vencendo seis campeonatos (três deles comigo a treinador), uma Liga dos Campeões (comigo também), uma Liga Europa e uma Supertaça Europeia (ambas com o Francesco Farioli). Até sempre, máquina!
  6. Por amor de Deus, alguém informe a RTP que a 10 de junho assinala-se a efeméride da morte de Camões, não do seu nascimento. O que se aponta este ano são os 500 anos do seu nascimento, mas ele não nasceu a 10 de junho.
  7. O que é normal, o Kaká era bastante melhor do que o Rui Costa.
  8. Do que sei há possibilidade de aumentar em Setembro. Caso seja o caso, haverá um período (15 ou 30 dias antes da entrada em vigor dos novos preços) para cancelamento sem penalização.
  9. Para mandares a laracha foi o tópico certo, mas depois quando te deram trela já não o era. Esperto, tu.
  10. É bastante bom, fez um excelente trabalho no Amora e no Alverca. Ele monta as equipas de forma parecida à do Sporting do Amorim naquele 343/523, aliás, a forma de jogar é quase igual.
  11. Pegando por aqui, é bastante provável que venham a existir linhas de retenção exclusivas para cancelamento destes canais mais perto de Agosto com propostas para manter as subscrições. No passado isso aconteceu.
  12. A Sport TV ainda se pode agarrar a já não fazer atualizações no preçário dos pacotes há uns 7 ou 8 anos; a DAZN Eleven é que nem isso.
  13. O Purogol era máquina e não aceito quem diga o contrário 😶
  14. Poderá até vir a ser um jogador razoável para a equipa B do Benfica, mas duvido que alguma vez passe disso.
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