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Black Hawk

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  1. Tem piada, comentei que este jogo não nos ia correr nada bem quando aos 10 minutos estávamos metidos na nossa área a sofrer até para ter bola. O Besiktas fez nove remates no jogo, quatro deles nesse período. Felizmente sofremos, resistimos e equilibrámos a partir daí. O golo de canto já surge numa fase em que já tínhamos ensaiado várias saídas em velocidade com algum perigo. O trio de ataque que jogou hoje, nossa senhora, dá-me sonhos molhados. São os três inteligentes a ler o jogo, nas movimentações com e sem bola e têm todos bom toque de bola. Fico feliz pelo golo do Paulinho, notou-se que ele tem uma pressão tremenda em cima por não andar a marcar. Isso notou-se principalmente naquele remate à barra, fez tudo bem mas no momento do remate atirou em força. Um avançado confiante, ali, provavelmente teria finalizado de outra forma; ele simplesmente "fechou os olhos" e atirou com força, de raiva. E até nisso teve azar, a pega da bola foi à barra e voltou para trás, já no outro lance foi ao poste e atravessou a baliza sem entrar. Continuo a confiar nele. Via o Sporar a rematar e percebia que ele não ia nunca render golos com regularidade, a técnica de remate era demasiado rudimentar. No caso do Paulinho nota-se que faz o que deveria fazer, para onde e quando, mas ou vai ao poste, ou é bloqueada, ou um defesa tira em cima da linha, ou sei lá o quê. Assim que ele deixar de duvidar dele próprio começam a entrar com maior regularidade. Eu confio.
  2. A mim parece-me que o António Costa terá todo o interesse em provocar eleições antecipadas. Não as forçando, mas encurralando a Esquerda para uma posição em que não possam viabilizar o Orçamento 2022 e se isso provocar eleições, tanto melhor. A cena é que viver em Portugal está a tornar-se difícil. O mercado imobiliário está a inflacionar a uma velocidade assustadora, ainda no outro dia estávamos a discutir isso noutra plataforma, há T0s de 35 m2 nos arredores de Lisboa à venda a 200 mil euros. Uma família de classe média dificilmente consegue nos dias de hoje comprar casa sem que isso implique endividar-se a si, aos filhos e aos netos (força de expressão, não descrição literal). O mercado de arrendamento também está a ficar inflacionado de tal forma que qualquer cubículo com espaço para cama, cozinha e uma cadeira já fica a um preço praticamente inalcançável para quem trabalha por algo entre o salário mínimo e o salário mediano. Os preços dos combustíveis continua a aumentar e duvido que venha a baixar significativamente a médio/longo prazo. Qualquer medida do Estado para a combater implica redução da receita sobre o imposto dos combustíveis, o que obrigaria a ir procurar essas receitas a outros lados. O que quero dizer com isto é que estamos à beira de uma potencial crise social. O fosso entre quem pode comprar património e os que não o conseguem está a ficar cada vez mais profundo. Os primeiros não compram para residir, compram para especular, seja para vender mais caro depois, seja para arrendar a preços cada vez mais exorbitantes que os segundos terão de suportar. Sim, haverá alternativas mais económicas em zonas menos centrais, digamos assim, mas o que se vai poupar aí paga-se com juros em combustível na deslocação para o trabalho. É minha percepção que o Governo já não tem margem de manobra para evitar o que está a acontecer e que percebe que o cenário daqui a um ano ou dois não será melhor, bem pelo contrário. Por esta altura, provocar eleições antecipadas ainda dará margem ao António Costa para absorver algum eleitorado de Esquerda, demonizando BE e PCP por terem causado a situação ao não viabilizar o Orçamento de Estado, permitindo vencer as eleições para uma nova legislatura. Daqui a um ou dois anos, porém, a situação poderá ter-se degradado de tal forma que a própria vitória do PS nas eleições poderá ser colocada em causa. O António Costa pode não estar a pensar em que cenário poderá ter uma melhor vitória, mas sim a adivinhar que ou é agora, ou daqui a uns tempos pode até ver-se numa posição bem delicada.
  3. Estas coisas partem sempre para o lado do mais pequeno, é impressionante.
  4. O Vettel está a sofrer imenso para lidar com a calvície, o gajo não larga o chapéu nem para as fotos oficiais.
  5. Dafuq, morreu o Colin Powell e isto quase me passava despercebido.
  6. Bem, o Cuiabá tem a sexta melhor defesa. De resto, o futebol brasileiro é uma cena bem estranha e aleatória: tirando Atlético-MG e Flamengo que são equipas à parte nesta altura, a melhor defesa é a do... Sport Recife. 18os na tabela e em zona de despromoção. E Fortaleza, Palmeiras e Bragantino, todos no top5, estão no lote das piores defesas do campeonato.
  7. Eu fiquei com a ideia que ela não disse que a regra do fora-de-jogo foi criada por causa do Sacchi, mas sim que foi pela forma como as equipas dele jogavam que jogar para o fora-de-jogo tornou-se a regra. Um jogo de palavras que os outros não entenderem.
  8. "E o Canal 11, vês? Não vejo muito, não faz muito o meu género." Pois, compreende-se, tadinho, fala-se demasiado de futebol por lá e pouco do penteado do Pogba, como é que havia de fazer o género dele...
  9. Alguém arranje gif do Rui Costa na bancada a fazer um facepalm, que isso tem potencial.
  10. "É frouxo (em todos os sentidos)" é das coisinhas mais reles que li recentemente e já li algumas das ameaças feitas online ao moço do Belenenses.
  11. Pois, e o que disseste é que os jogadores "não se vêm no CP". O que... errr... bem, é algo audacioso de se dizer
  12. Acho que não percebeste. Vê a diferença entre "vêm" e "veem" e relê a conversa
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