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Hououin Kyouma

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Tudo que Hououin Kyouma publicou

  1. Pôs-se a jeito, o Hjulmand. E o Geny já esgotou a utilidade por hoje.
  2. Espero que isto do Inácio seja mais susto, porque se não, Deus nos acude.
  3. Mais valia era o Borges ter mostrado imagens do jogo do Benfica ao intervalo para verem bem a diferença de atitude.
  4. Mais uma vez, como já é clássico desta equipa, falta a fome de ir atrás de um adversário ferido e dar o golpe final. Eles baixaram a intensidade depois do golo deles, fomos para cima e marcámos. Eles continuaram borrados e nós fizemos o que fazemos sempre nestas situações — tirar o pé do acelerador e baixar o ritmo do jogo. Claro que depois eles começam a acreditar.
  5. Estou a ver o jogo do Benfas pelo canto do olho. Devíamos tentar saber quem é o dealer deles, que a nossa deve estar toda cortada.
  6. É tirar o Simões e o Matheus ao intervalo e exorcisar o Acuña de dentro do Maxi.
  7. O golo matou a equipa. Não convinha era o capitão estar entre os borrados.
  8. Sporting e Benfica a representar Portugal na Champions da forma mais clássica de sempre.
  9. Estou a ver pelo canto do olho e parecem estar a jogar muito bem, mas é com cada tosco em frente à baliza.
  10. Não estamos a saber lidar com a pressão a meio-campo.
  11. Estamos a precisar de uma pausa técnica para snifar umas linhas.
  12. O erro número 1 é achar que estas crispações se resolvem com lógica e entendimento. De uma forma geral, ninguém está à procura de mudar a sua forma de pensar ou de sentir sobre qualquer assunto que seja. Isto vale para a política, para o futebol, ou para o que eu acho do cão do vizinho. O ser humano é um animal tribal. Estamos programados para tentar alinhar pontos de vista pessoais com o grupo social inserido. O chefe da tribo ao lado pode ter um bom argumento de que podemos todos dividir a água do rio sem que ela se esgote, mas eu cresci a ouvir que as doenças que apanhamos são porque eles envenenam a água, por inveja nossa. Até poderia tentar questionar isso na minha tribo, mas depois espancam-me e ameaçam que me expulsam e eu não quero isso. Além disso, mais do que perceber a verdade ou chegar a um consenso que beneficie toda a gente, as pessoas querem ter razão e dominar o outro. Podem explicar 50x aos vossos amigos e familiares, que são fervorosos Cheganos, que os imigrantes do Bangladesh vêm contribuir para a segurança social, que vêm fazer trabalhos pouco qualificados que mais ninguém faz e que vão sendo integrados culturalmente ao longo do tempo -- especialmente as gerações seguintes. Além de não quererem saber disso para nada, garanto-vos que a teimosia delas em aceitar e compreender estes factos não é, no geral, falta de capacidade crítica. É apenas por não ir ao encontro da forma como preferem ver o mundo. Essas pessoas estão-se pouco cagando se o Ventura se "enterrou" no debate ou se contradisse em certos assuntos. Elas estão satisfeitas por ele tentar defender aquilo que elas também defendem, fazendo-o da forma em que elas mais se reveem e valorizam -- a falar alto e a ser agressivo. Isto é duplamente verdade para pessoas mais velhas e iliteradas. Da mesma forma, elas estão-se pouco cagando se viram 10 notícias seguidas de militantes do Chega envolvidos em assaltos e escândalos de corrupção, isso para elas é barulho de fundo. Mas assim que aparecer a notícia do brasileiro que assaltou uma loja, soa logo os alarmes. Cada vez que vocês insultam e desafiam diretamente uma destas pessoas, estão apenas a validar a sua necessidade de falarem ainda mais alto e de forma mais agressiva. Porque vocês estão a colocar em causa o sentimento de domínio delas, que é a única coisa que lhes interessa. Mais uma vez, ainda mais verdade para pessoas mais velhas e iliteradas. Não quero dizer que vocês estão errados em fazê-lo, mas saibam que estão apenas, no fim de contas, a medir pilinhas. Daí ser tão imperativo educar o máximo de crianças possíveis, fomentar seu espírito crítico desde cedo, promover o contacto com diversas realidades e mantê-las fora de câmaras de eco extremistas. Só assim vão formar uma tendência natural para procurar ouvir, questionar e chegar a um entendimento, bem como fazê-lo o resto da vida. De resto, mais do que explicar às pessoas porque estão erradas, aquilo que resulta sempre melhor é tentar fazer com que elas próprias cheguem à mesma conclusão que vocês. Isto implica falar com essas pessoas de forma calma e aberta, com mais perguntas abertas do que fechadas e sem tentativas de insinuações. Implica também mostrar interesse pelas crenças das pessoas e pelos receios irracionais. E aceitar que, mesmo assim, a maior parte delas nunca vai mudar drasticamente, especialmente se continuar perfeitamente inserida no mesmo meio de sempre. Já agora, não há nenhuma pessoa ou comunidade imune a isto, por mais educada que seja. Querendo ou não, estamos também aqui numa bolha nossa chamada CMPT, com toda a gente a dar palmadinhas nas costas uns dos outros.
  13. Aparentemente não, porque me enganei no termo. Fui mesmo caloteiro.
  14. Com a taxa de conversão que eu calculei agora mesmo isso deve equivaler a uns 10M€.
  15. Era coisa para superar a venda do Chermiti e cimentar a nossa posição como os maiores caloteiros da Europa.
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