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Duracell

[FM'10] Pelo mundo fora - A história de Jörg Andersen

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eu vinha aqui dizer pra não ficares e parece que a decisão já está tomada e muito bem. parabéns, de qualquer forma, ao conquistares a UEFA, do mal o menos.

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Acho que fizes-te bem em não renovar.

Boa convocatoria!

Muito obrigado.

 

Também me parece o tempo sério para sair, após a conquista que conseguiste! ;)

;)

 

eu vinha aqui dizer pra não ficares e parece que a decisão já está tomada e muito bem. parabéns, de qualquer forma, ao conquistares a UEFA, do mal o menos.

Vamos ver o que o futuro me reserva... :)

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Era tempo de Europeu! Tendo sido sorteados no grupo da morte, à partida as expectativas não eram altas. Frente a França, Inglaterra e Espanha, já era bom um 3º lugar no grupo…

 

O nosso primeiro jogo foi frente à selecção francesa, em Glasgow.

Fomos nos primeiros a criar perigo, e aos 19’ já vencíamos. Ekdal fez um excelente trabalho, passando por três defesas franceses e deu para Andreas Hansson que com um potente remate já dentro da área fez o golo inaugural.

Contudo, a nossa resposta dos franceses não tardou. Á passagem dos 25’, Moussa Sissoko conseguiu fugir à nossa defesa e evitando o fora-de-jogo igualou a partida.

A partir daqui foi a França quem dominou o jogo e criou mais situações de perigo. Até ao intervalo o resultado não sofreu alterações.

Já na segunda metade, Benzema na conversão de um livre directo fez o 2-1.

Mesmo estando em vantagem, a França quis sempre mais e esteve perto de marcar por mais duas ocasiões: na primeira, Benzema envia a bola ao poste. Pouco depois é o nosso guarda-redes Isaksson a negar o segundo ao avançado francês.

2-1 final, vitória justa da França.

 

 

Defrontamos depois a Inglaterra em Edimburgo, para a segunda jornada do Grupo C. Não tínhamos grandes expectativas à partida para este jogo e por isso até fizemos alinhar um onze com muitas alterações, relativamente à primeira jornada.

A Inglaterra foi quem sempre procurou o golo e bem cedo o conseguiu. Aos 9’, Delfouneso abriu as contas da partida após um contra-ataque bem conseguido da selecção inglesa.

Pouco depois, Rooney viria a aumentar a vantagem dos ingleses. O avançado do Manchester Utd fugiu à nossa defesa e no um-para-um com Isaksson fez o 2-0.

A nossa reacção viria em cima do intervalo, com Mitrovic a reduzir para 2-1. O jogador do Tottenham fez uma belíssima rotação sobre John Terry antes de rematar para o fundo das redes de Alex Smithies.

Numa segunda parte de fraca qualidade, o único destaque vai para a expulsão de Rooney, já perto do final da partida.

Mais uma derrota, novamente por 2-1, estava-mos praticamente de malas aviadas para casa.

 

 

Era esperada uma vitória espanhola na última jornada do grupo C, e foi isso mesmo que a selecção de Espanha queria mostrar. Logo aos 3’, Alberto Bueno chega a assustar Isaksson ao enviar uma bola ao ferro da baliza.

Seríamos no entanto os primeiros a marcar, aos 5’, por intermédio de Ibrahimovic. O avançado fez o primeiro da partida com um potente remate a 20 metros da baliza de Casillas.

A perder, a selecção espanhola viu-se obrigada a ir em busca do golo, contudo os avançados espanhóis falhavam na hora de concretizar.

Já no final da primeira parte, Elm dilata a nossa vantagem no marcador. Na sequência de um canto marcador por Larsson, o jogador do Mallorca aparece na zona de penalty a apontar de cabeça o 2-0.

A vencer inesperadamente ao intervalo, a segunda parte era de contenção. Não deixar a selecção espanhola rematar à baliza era o fundamental.

Os jogadores pareceram ter ouvido bem a minha palestra e foi isso que fizeram. Numa segunda parte muito apagada da Espanha, fomos nós quem estivemos por cima do jogo, tendo mesmo várias oportunidades de dilatar o resultado.

Isso não aconteceu e acabamos apenas por vencer por 2-0.

No outro jogo, a Inglaterra vencia por 2-1, o que inesperadamente nos dava o segundo lugar no grupo. Afinal tínhamos de desfazer as malas pois iríamos ficar para, pelo menos, mais um jogo.

 

 

Campeonato Europeu de 2016 – Grupo C

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Ficamos assim em 2º lugar, com os mesmos pontos da França e da Espanha, contudo temos uma diferença de golos nula e as outras duas selecções têm -1 e -3, respectivamente.

 

Sabíamos que iríamos então defrontar o primeiro classificado do Grupo D que era, nada mais, nada menos do que:

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Começando 1º pela Fiore acho que fizeste bem em não renovar tomaste um decisão acertada esta na hora de rumar a outro clube

Tiveste muita sorte em passar á fase seguinte diria que é quase um feito pois com duas derrotas na ultima jornada conseguiste vencer á sempre difiçil Espanha e passar á fase seguinte, a Alemanha vai ser um osso duro de roer terias tido mais sorte se tivesses ficado em 1ºmas pode ser que a sorte esteja de novo do teu lado

Força!

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Depois do 2º lugar no Grupo da Morte, estava no nosso caminho uma das melhores selecções europeias: a Alemanha.

 

Mesmo sabendo que as nossas possibilidades de passarmos às meias-finais eram muito escassas, enfrentamos a Alemanha com muita garra e dedicação.

A equipa queria fazer história e por isso sabíamos que a vitória era possível, ainda que muito difícil.

A Alemanha começou naturalmente mais ofensiva, mostrando bem cedo que queria resolver o jogo. Nos primeiros vinte minutos da partida, os alemães tiveram várias oportunidades para entrar em vantagem mas nunca o conseguiram.

Quem viria a marcar seria a nossa equipa, Marcus Berg fez o 1-0 à passagem da meia-hora. Após um pontapé de baliza longo de Isaksson, Ekdal desmarca o avançado que frente a Adler só teve de colocar a bola no ângulo da baliza.

A partir daqui a Alemanha tomou o controlo do jogo e ainda na primeira parte esteve perto de marcar. Gómez e Richard Sakuta-Pasu foram sempre os mais inconformados da selecção germânica.

Ao intervalo a Alemanha fez duas substituições em busca do empate. Os alemães estiveram sempre por cima do jogo e fizeram uma excelente exibição a nível ofensivo, contudo continuavam a falhar na finalização.

Já perto do final da partida, Toni Kroos tem uma excelente arrancada pelo lado esquerdo, contudo na hora de atirar à baliza precipitou-se e rematou fraco, para as mãos do nosso guardião. Em contra-ataque estivemos perto de dilatar a vantagem para 2-0, desta vez foi o poste a impedir Berg de bisar na partida.

Pouco depois acabava o jogo, que, apesar de ter sido dominado pela Alemanha, ditou que quem tinha lugar nas meias-finais era a nossa selecção.

 

 

Depois da vitória sobre a Alemanha, defrontávamos a República Checa, que tinha eliminado a Grécia.

Previa-se um jogo equilibrado, com duas equipas a quererem estar presentes na final, a ser disputada frente à já apurada Itália.

Os primeiros minutos foram de alguma expectativa sobre o que o adversário tencionava fazer do jogo, mas os checos entraram logo a matar. Aos 7’ Zavadil inaugurou o marcador num rápido contra-ataque, lançado por Hlousek.

A resposta da nossa parte não tardaria; apenas 3 minutos depois, Hansson com um passe rasteiro desmarca Larsson para o golo do empate.

A partir daqui o jogo manteve-se equilibrado, mas já perto do final da primeira parte, eis que a República Checa volta a fazer das suas… Novamente em contra-ataque, Kadlekc aproveitou uma desatenção da nossa defesa para colocar novamente os checos em vantagem.

Ao intervalo Olsson deu lugar a Toivonen, que viria a estar em grande plano ao fazer o golo do empate (78’), numa altura em que dominávamos a partida.

Com um empate já perto do fim voltamos à estratégia habitual: esperar para ver o que o adversário faz.

Com pouco tempo para jogar, o resultado não sofreu alterações, e foi mesmo necessário recorrer a prolongamento. Aí dominamos desde o primeiro minuto, com Mitrovic a colocar-nos, pela primeira vez no jogo, em vantagem. Foi aos 96’ e após uma falha do guarda-redes checo Petr Cech.

Ainda antes do intervalo do prolongamento conseguimos fazer o 4-2 por Toivonen e arrumar de vez com a questão do vencedor.

Até ao final da partida foi gerir o tempo e os atletas, pois seguia-se o mais importante jogo da história da Suécia: a final do Europeu.

 

 

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Estatísticas | Zonas acção

Classificações individuais Suécia | Itália

Sem que nada o fizesse prever estávamos na Final do Europeu. Defrontávamos uma Itália moralizada pela vitória sobre a anfitriã Escócia e que procurava a sua terceira vitória na competição (depois de '68 e 2012).

O Hampden Park encheu para assistir à grande final, final essa onde não poderíamos contar com Ibrahimovic, lesionado no jogo anterior frente à República Checa.

A Itália bem cedo quis mostrar que estava aqui para ganhar, logo aos 5’ Giovinco rematou à baliza de Isaksson, contudo a bola passou ligeiramente por cima da barra.

Pouco depois os italianos colocavam mais um homem no ataque, deixavam de jogar pelas alas e passavam a ter quatro homens na frente.

Aos 14’ a Itália esteve perto de marcar: após passe de Guberti, Pazzini rematou ao canto superior esquerdo, contudo a bola passou ligeiramente ao lado do poste de Isaksson.

Só dava Itália, dois minutos depois foi Rossi a falhar na cara do guarda-redes.

A nossa primeira oportunidade foi aos 20’, com Hansson a falhar por pouco a baliza após cabeceamento.

Até final da primeira parte, contam-se mais duas oportunidades, ambas para a Itália, a primeira por intermédio de Rossi que rematou para as mãos de Isaksson, a segunda por Bolzoni, que de cabeça não foi capaz de bater o nosso guardião.

Pouco após o reinício de jogo, a Itália fez uma alteração crucial no ataque: Pazzini deu lugar a Balotelli, que viria a estar em evidência pouco depois. Com apenas três minutos em campo, Balotelli tem uma arrancada espectacular pelo lado direito do ataque italiano, o avançado do Marselha passa por três jogadores e pelo nosso guarda-redes, rematando para o fundo das redes, contudo o árbitro assistente viu uma falta do italiano sobre o nosso guarda-redes. Lance muito discutível.

Aos 60’ e após passe de Olsson, Toivonen cabeceou para a defesa apertada de Amelia. Uma das poucas intervenções do guarda-redes italiano durante toda a partida.

Com 68’ de jogo foi a Itália que criou perigo. Rossi com um passe de 20 metros conseguiu isolar Balotelli, que na cara de Isaksson rematou para a bancada. Passávamos por momentos de grande aperto.

Aos 82’ e após uma jogada de insistência no ataque, a Itália viria a marcar. Guarente ganha dois ressaltos antes de passar para Montolivo, que à entrada da área rematou para o canto inferior direito da baliza de Isaksson que, ligeiramente adiantado, nada pôde fazer.

Marcava a Itália e a poucos minutos do fim praticamente resolvia a partida.

A nossa única oportunidade de empatar a partida seria já no tempo de compensação, Toivonen novamente de cabeça enviou a bola ligeiramente ao lado do poste da baliza defendida por Amelia.

Sem muito para jogar, limitamo-nos a ver a Itália perder tempo e assegurar mais uma vitória na competição, para desilusão de 9 milhões de suecos.

 

 

 

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Mesmo assim fica para a história a nossa participação neste Europeu, saímos da Escócia/País de Gales com o título de finalistas vencidos.

 

UEFA Euro 2016 – Prémios e estatísticas

 

Melhor marcador

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Mario Mandzukic (4 golos – 4 jogos)

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Mario Gómez (4 golos – 4 jogos)

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Federico Macheda (4 golos – 5 jogos)

Melhor assistente

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Marko Marin (3 assistências)

Mais vezes “Homem-do-jogo”

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Mario Gómez (2 nomeações)

Pior disciplina

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Wayne Ronney (3 cartões amarelos / 1 cartão vermelho)

Jogador mais novo

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Petr Abraham (19 anos)

Jogador mais velho

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John Terry (35 anos)

Golo mais rápido

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Mario Mandzukic (1 minuto e 36 segundos – vs Grécia)

Melhor jogador

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Vaclav Kadlec

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Robert Jurcik

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Adam Hlousek

Melhor onze

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Com as nossas exibições pusemos todo um país a sonhar com uma possível vitória no Europeu. Saímos daqui com uma derrota na Final, contudo fizemos uma excelente participação, num Europeu onde nem sequer esperaríamos passar da Fase de Grupos.

 

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Dei assim como terminada a minha estadia à frente da selecção sueca. A partir de Julho estarei 100% desempregado e aberto a novas propostas. Agora é tempo de umas mini-(espero eu)-férias.

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Perder na final é dos piores sentimentos do mundo, mas ainda assim parabéns pelo grande trabalho à frente da Suécia! ;)

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Muito obrigado aos 2.

 

Finalmente chegou o dia 30 de Junho...

 

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Notícias em breve...

Editado por Duracell

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foi um campeonato muito bom... mesmo perdendo na final conseguiste o impossível, como dizias no teu texto.

 

esperam-se grandes novidades, não?

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Muito obrigado aos 2. :)

 

Entretanto ficam aqui umas pistas sobre o meu próximo clube:

- Já estive a treinar naquele país;

- Foi fundado a 17 de Novembro de 1895

- É conhecido com O Mais Querido do (país)

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beats me!!!

 

mas pela wiki, o da cidade é o são paulo, mas o do país é o flamengo. boa sorte no mengão (e que bela mudança de rumo!). parece que não te esqueceram depois de treinares o brasil.

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Muito obrigado. :mrgreen: Mas para já...

 

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3.7.2016

 

Oficial: Jörg Andersen é o seleccionador da França

 

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O treinador Jörg Andersen foi nomeado oficialmente pela Federação Francesa de Futebol como o sucessor de Loïc Amisse no cargo de seleccionador da selecção de França, anunciou esta sexta-feira o presidente demissionário Jean-Pierre Escalettes.

 

«É a boa notícia desta manhã. A Federação Francesa de Futebol e equipa da França continuará, com Jörg Andersen, um projecto desportivo ambicioso com vista a recolocar a equipa nos carris das vitórias desportivas», afirmou o dirigente.

 

A oficialização de Andersen como treinador da selecção francesa não é nenhuma surpresa, pois o técnico ex-Fiorentina já havia acordado um contrato com os gauleses quando a época terminou.

 

A França saiu humilhada do Europeu, não tendo conseguido passar da fase de grupos, onde apenas alcançou três pontos nos três jogos disputados, tendo apenas vencido a Suécia, ex-selecção de Andersen.

 

Veja aqui o calendário da selecção francesa.

 

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Editado por Duracell

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Boa sorte na França

Obrigado.

 

Boa Sorte :maluco:

Não percebi o smile mas... obrigado. :mrgreen:

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17.7.2016

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Pouco tempo depois de ter assumido o lugar como seleccionador francês, eis que tenho notícias vindas do outro lado do Atlântico. Segundo a imprensa, o cargo de Zinho no Flamengo poderá estar em risco. Não demorei muito até dar uma entrevista à imprensa brasileira: «Quero ser o próximo treinador do Flamengo!». Agora só me resta esperar para que o Flamengo tropece novamente este fim-de-semana e Zinho seja a vítima…

 

19.7.2016

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Após as minhas declarações, a presidente do Flamengo nem hesitou. Zinho foi demitido do cargo de treinador, estando agora uma vaga à minha espera.

 

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Nem foi necessário concorrer ao lugar. Patrícia Amorim contactou-me por volta do meio-dia de dia 19 dizendo que tinha o lugar “para mim”.

O montante para transferências disponibilizado era de 15 milhões e meio de euros e o orçamento para salário rondava o milhão e 200 mil.

Quanto ao salário, por mês iria receber cerca de 25 mil euros, muito longe dos 250 mil que receberia se tivesse ficado na Fiorentina.

Aceitei a proposta, está claro.

 

 

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19 de Julho de 2016

 

Jörg Andersen é apresentado e fala em título no Flamengo

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O novo técnico do Flamengo, Andersen, foi apresentado nesta terça-feira pelo diretor-executivo Ronaldo Gomlevsky. O jovem treinador, de 42 anos, assinou contrato por uma temporada e meia e terá a missão de levar a equipe a mais uma reação no Campeonato Brasileiro. Andersen disse que está pronto para pressão que será comandar o Rubro-Negro e falou em conquistar títulos.

"No Flamengo, tem que ser campeão. Passar por aqui sem ser campeão vai ter gosto de nada. Mas estou preparado", afirmou o treinador oriundo das Ilhas Faroé.

"Estamos a 16 pontos do líder (Internacional). É uma distância considerável, mas não podemos chegar na primeira, segunda rodada do segundo turno sem chances de nada, nem de Libertadores. Isso não pode ocorrer com o Flamengo. Teremos jogos difíceis pela frente, mas temos totais condições de vencê-los", disse.

Andersen chega ao Flamengo trazendo consigo o irmão, Hallur Andersen, como representante. O técnico terminou recentemente contrato com a Fiorentina, de Itália, clube pelo qual conquistou o scudetto e a Liga Europa.

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A habitual mensagem de boas-vindas da presidente…

 

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E a apresentação do clube. Com apenas cinco campeonatos nacionais conquistados, quero entrar para a história do Flamengo e do futebol brasileiro.

Foi-me depois apresentado todo o plantel do CR Flamengo. Dos que cá estavam apenas conhecia o Luís Filipe, defesa-direito que cheguei a convocar para um amigável, quando treinava a canarinha.

O plantel tinha apenas dois jogadores estrangeiros, estando dentro do limite (3).

Este plantel tem muita qualidade, contudo espero fazer bastantes negócios no próximo período de transferências.

Actualmente, a equipa encontra-se apenas a disputar o Brasileirão, onde estamos no 10º lugar. Na Copa Libertadores (2016) fomos finalistas vencidos frente ao Cruzeiro. Na Fase Regular do Campeonato Carioca terminamos em 1º, contudo perdemos na Final frente ao Duque de Caxias. Este ano não disputamos a Copa do Brasil (não me perguntem porquê…).

Estamos muito longe do meu objectivo pessoal para esta temporada: a qualificação para a Copa Libertadores (apenas os cinco primeiros classificados o conseguem).

 

 

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20 de Julho de 2016

Jörg Andersen chega e já trabalha

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O primeiro contato do novo técnico do Flamengo, Jörg Andersen, com o grupo do Flamengo, aconteceu na tarde desta quarta-feira no Campo de treinos da Gávea. O treinador assinou com o Rubro-Negro por um ano e meio. Andersen chegou e conversou com o grupo por cerca de dez minutos. Após papo rápido, ele falou individualmente com Luís Felipe, Bruno, e Paulo Roberto.

A comissão técnica contará com Jorginho, ex-internacional pela canarinha e o preparador físico Daniel Abraham. Os titulares do último jogo fizeram um trabalho regenerativo, enquanto a equipe reserva fez um treino técnico na metade do gramado.

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