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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Seeler :prayer:

 

E por falar em Fritz Walter, ele tem de estar nesta lista

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Eu já acampei aqui á espera do Z só para ver o Refutador babar-se ao mesmo tempo que fala do Zidane. Se ele fala bem de outros jogadores imagino deste. Não me decepciones :mrgreen:

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Amanhã posto mais um.

 

Tenho tido muito trabalho, tenho passado só aqui assim muito a fugir.

 

O do Zizou vale a pena :mrgreen:

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O Messi, actualmente, ]e o jogador que mais me enche as medidas, mas, ninguem me deu mais prazer de ver futebol do que o Fenomeno nos tempos do Barca, e, posteriormente, o Ronaldinho. Vi jogadas do Ronaldinho em que a minha unica reaccao era levar as maos a cabeca e perguntar como era possivel um ser humano fazer aquilo.

Ronaldo e Ronaldinho, imortais.

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Nome: Matthias Sindelar

País: Áustria

Posição: Avançado

Clubes: Áustria Viena (1924-39)

Internacionalizações/golos: 43/27

 

"A 10 de Fevereiro de 1903 nasce em Kozlov, no então império austro-húngaro, hoje República Checa, Matej Sindelar. Austríaco de origem checa, viria a ficar conhecido como Matthias Sindelar, quando dois anos depois a família se mudou para Viena. A história de Sindelar tem um início. Mas tem três finais possíveis.

Filho de Maria e de Jan Sindelar, um ferreiro de origem judaica, Matthias vivia em Favoriten, bairro vienense maioritariamente composto por descendentes de checos, quando começou a tomar contacto com a bola. Aos 15 anos, integrou a equipa do Hertha Viena e aos 22 chegou ao clube que viria a dar origem ao Áustria Viena. Começou a ganhar. Títulos e reconhecimento. Nascia o "Homem de Papel", por ser magro e subtil a escapar-se aos defesas, ou o "Mozart do Futebol", por dominar a bola com a destreza com que o compatriota Wolfgang Amadeus dominava o solfejo.

Sindelar, considerado o melhor jogador austríaco do século XX, era um avançado excecionalmente criativo, um fino driblador, um assistente eficaz, um suave ponta-de-lança, um influente líder da Áustria que chegou às meias-finais do Mundial de 1934. Nos quartos-de-final, fugiu às marcações impiedosas dos húngaros, mas nas meias-finais foi incapaz de passar incólume pelo duelo fisicamente desigual com o intratável Monti. A Áustria perdeu mas ficou o perfume da seleção e do seu líder em particular.

A 3 de Abril de 1938, a Alemanha anexou a Áustria e para comemorar marcou um jogo em Viena com a seleção anexada. Sindelar, aos 35 anos, já tinha ascendente sobre a sua equipa: ordenou que as cores da seleção nesse jogo fosse encarnado-branco-encarnado da bandeira e não os tradicionais branco e preto. O primeiro golo, obra do Homem de Papel, foi festejado com uma invulgar paixão. Mais tarde, em euforia, a Áustria chegaria ao 2-0. A partir desse dia, Sindelar encontrou sempre desculpas para não jogar na seleção unificada, ora alegando uma lesão, ora alegando a idade adiantada.

Em Janeiro de 1939, sete meses depois da vitória sobre a Alemanha, o irredutível jogador austríaco de ascendência judaica apareceu moro ao lado da companheira italiana Camila Castagnola no apartamento que partilhavam em Viena. Escolha o final: o casal foi vítima de uma intoxicação por monóxido de carbono, por causa de uma chaminé defeituosa, como indica o relatório oficial; o casal cometeu suicídio por não suportar a ocupação alemã; os nazis envenenaram Sindelar e Camila foi uma vítima colateral. Ninguém sabe o que é areia atirada aos olhos da opinião pública nem o que é uma rebuscada da conspiração. O certo é que no dia seguinte, perante quarenta mil vienenses, se tocou o requiem pelo Mozart do Futebol."

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Nome: Enrique Omar Sívori

País: Itália

Posição: Avançado

Clubes: River Plate (1954-57), Juventus (57-65), Nápoles (65-69)

Internacionalizações/golos: Argentina, 19/9, Itália, 9/8

 

"Omar Sívori criou o seu próprio estilo que consistia em não ter estilo nenhum: cabeleira forte, farta e despenteada no cimo dos seus 1,63 metros, camisola fora dos calções, meias em baixo, ausência de caneleiras. Na Argentina, onde os jogadores por vezes cultivam um aspeto duro e agressivo, já dava nas vistas. Em Itália, onde os jogadores entram em campo como se fossem ao La Scala, criou o seu próprio estilo. Que consistia em não ter estilo nenhum.

Sívori foi muito mais do que estilo, ou ausência dele, no entanto. Foi um jogador vencedor na Argentina e em Itália, os dois países nos quais jogou e as duas seleções pelas quais foi internacional, como tantos outros atletas oriundi, isto é, filhos ou netos de emigrantes italianos. Começou no River Plate, onde se estrearia cedo, aos 17 anos, substituindo Ángel Labruna, mito do clube, depois de cumprida a tradicional ascensão de um grande talento: craque nas ruas, precoce nas camadas jovens, aposta na primeira equipa.

Nos primeiros três anos de carreira seria, nada mais nada menos, do que tricampeão argentino, carrasco tradicional do rival Boca Juniors, à conta de dribles e truques inesperados, e o primeiro dos engenheiros do então inexistente Estádio Monumental, porque foi através do dinheiro da sua transferência que o projeto saiu do papel.

Na Juventus, Sívori seria, nada mais nada menos, do que tricampeão italiano. Ganhou taças, brilhou nas competições europeias e, já naturalizado, tornou-se o melhor do continente em 1961. Em Turim, estabeleceu um tridente histórico e encantador com Boniperti e Charles, como antes, na seleção argentina, tinha criado outra parceria memorável com Angelillo e Maschio. Por toda a Europa, Sívori era considerado um príncipe da família real futebolística - e só não era rei por causa do seu compatriota, embora espanhol, Alfredo Di Stéfano, condutor do extraordinário Real Madrid.

Baixo, dotado de um drible estonteante, capaz das mais incríveis mudanças de direção, rápido com a bola, resistente às marcações e líder nato, dizem que foi um prenúncio de Maradona. Tão prenúncio que acabou no Nápoles, oferecendo ao clube do Sul de Itália num surpreendente vice-campeonato. Com Diego, os napolitanos seriam bicampeões, vinte anos depois."

 

http://www.youtube.com/watch?v=u6OhYZDy_z4

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De longe o melhor que já vi jogar. Ronaldinho. :prayer:

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hristostoichkovbulgaria.jpg

 

Nome: Hristo Stoitchkov Stoitchkov

País: Bulgária

Posição: Extremo-esquerdo

Clubes: Zavod Yuri Gagarin (81-82), Hebros (82-84), CSKA Sofia (84-90), Barcelona (90-95), Parma (95-96), Barcelona (96-98), CSKA Sofia (98), Al Nasr (98), Kashiwa Reysol (98-99), Chicago Fire (00-02)

Internacionalizações/golos: 83/37

 

"Pep Guardiola une o Barcelona de sonho dos nossos tempos, de que é o treinador, e o Dream Team do Barcelona do início dos anos noventa, de que era o cérebro do meio-campo. Qual deles era melhor? Não é fácil escolher: o primeiro teve o mérito de deixar as sementes sobre as quais este nasceu e este é fruto mais completo de um trabalho de amadurecimento de quase duas décadas. Mas tudo isto para dizer que por mais Messis e Xavis da atualidade, ao Barça versão século XXI falta um extremo-esquerdo genial, explosivo, imprevisível e - porque não? - insuportável como Hristo Stoitchkov.

O Stoitchkov dos seus melhores anos, do final dos eighties até metade dos nineties, foi um furacão que varreu o futebol mundial: devastou laterais-direitos de todo o mundo, graças a uma velocidade de ponta extraordinária, a um drible sempre em progressão, nem sempre fino mas com certeza eficaz.

E serviu como ninguém pontas-de-lança através de cruzamentos que se deviam ensinar na escola, assim como também concluiu sempre que pôde, e pôde muitas vezes, para golo, com a bola a correr ou parada. Mas sim, foi insuportável, nas discussões intermináveis com os adversários, nos protestos à mínima razão com os árbitros, incluindo uma pisadela que lhe valeu dois meses de suspensão em Espanha.

Stoitchkov venceu seis campeonatos consecutivos entre 1988 e 1994, dois na Bulgária, pelo CSKA Sofia, e quatro em Espanha pelos catalães. É com a moral elevadíssima, portanto, que chega ao Mundial-94, lidera a melhor seleção búlgara de todos os tempos ( com Balakov, Kostadinov, Ivanov e Letchkov ), atinge as meias-finais, marca seis golos ( cogoleador da prova ao lado do russo Salenko ) e ganha o troféu de terceiro melhor jogador do campeonato ( atrás de Romário e Baggio, ambos finalistas ). Nesse ano, é eleito o melhor jogador europeu.

O filho do guarda-redes do Spartak Plovdiv, responsável por um país futebolisticamente sempre na mediana ou abaixo dela ter atingido lugares nunca antes sonhados, iniciou então um périplo por todos os lugares que lhe apeteceu visitar - foi ao calcio jogar no Parma, andou nas arábias, EUA e Japão antes de se retirar e tentar uma carreira de treinador que todos, menos ele, entendiam que seria mal sucedida. Não quis saber, nunca se importou em ser suportável, bastou-lhe ser genial."

 

http://www.youtube.com/watch?v=NPUWoRflmNo

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O meu pai adorava o Stoitchkov, pena que não apanhei o melhor dele, era muito novinho.

Anyways, venho aqui deixar o meu :prayer: atrasado ao R9, dos jogadores que mais me marcou. Lembro-me perfeitamente dele na final do Mundial 2002, mesmo gordo e sem joelho era fantástico.

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Stoitchkov e seleção da Bulgária do Mundial de 94 :prayer:

Isto!!

 

O Hristo, o Hagi , o Romário, e o Cantona sao os unicos "dementes" que ganharam o meu respeito eterno.

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Nome: Luis Suárez Miramontes

País: Espanha

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Deportivo Corunha (1952-53), Barcelona (53-61), Inter (61-70), Sampdoria (70-73)

Internacionalizações/golos: 32/14

 

"A Luis Suárez só faltava entrar em campo de régua, esquadro e estirador. "El Arquitecto", a alcunha dada por Alfredo Di Stéfano, desenhava o futebol das equipas, projetava o jogo, ordenava o espaço e definia as coordenadas segundo os seus conceitos. Ganhou uma Bola de Ouro, prémio para melhor jogador da Europa de 1960, e pode gabar-se de ser o único espanhol de nascimento a receber a distinção, mais duas de prata e uma de bronze. Mas poderia perfeitamente ter concorrido ao Pritzker.

Nasceu na Avenida Hércules do bairro Monte Alto, na Corunha, jogou no paroquial Perseverancia, chegou ao Deportivo para iniciar a carreira profissional e logo a seguir, com apenas 18 anos, assinou pelo Barcelona. Aos 26 foi negociado para o Inter, na mais cara transferência do futebol à época - aproximadamente duzentos mil euros.

O extraordinário é que o Barça viveu um período dourado na sua passagem pelo clube e os nerazzurri simplesmente o melhor da história sob a sua liderança. Na Catalunha, ganhou duas ligas, duas taças e duas taças UEFA, além de uma final da taça dos Campeões perdida para o Benfica; em Milão, três scudetti, duas taças dos Campeões Europeus, uma delas ganha ao Benfica, e duas taças intercontinentais. Pela seleção, foi o destaque da conquista do Europeu de 1964, o único grande título internacional da seleção espanhola no século XX, ao lado de Iribar, Pereda e Amancio.

Aliás, quem jogava com Luisito foi quem melhor atestou as suas qualidades, de Kubala, Czibor, Kocsis ou Evaristo, no Barça, a Jair ou Mazzola, no Inter, todos grandes beneficiários dos lançamentos precisos de mais de cinquenta metros de craque galego. Uma correção: quem jogava contra Luisito foi quem melhor atestou as suas qualidades. Di Stéfano prestou-lhe a homenagem da alcunha e foi sempre, à distância da rivalidade entre Barça e Madrid, um dos seus maiores admiradores. Outro admirador foi o mago Helenio Herrera, técnico de Suárez no Barça e depois no Inter, que se podia sentir tranquilo no banco se o médio estivesse em campo.

O que um imaginava, o outro arquitetava com a perfeição de um Niemeyer."

 

http://www.youtube.com/watch?v=yn8VqMdJBRQ

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Mas porque é que se mete sempre vídeos de golos, independentemente da posição? Se for um defesa ou um organizador de jogo (exemplos) quem não conhecia o jogador, fica a saber o mesmo.

Editado por Dan

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Mas porque é que se mete sempre vídeos de golos, independentemente da posição? Se for um defesa ou um organizador de jogo (exemplos) quem não conhecia o jogador, fica a saber o mesmo.

 

Os mais antigos são muito difíceis de encontrar.

 

Dou prioridade aos golos pelo simples facto de ser um momento de celebração.

 

Existem muitos jogadores a que poderia meter só um lance mas depois pensando nos golos é difícil deixar isso de fora.

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Nome: Ruddy Lilian Thuram-Ulien

País: França

Posição: Defesa-central e defesa-lateral direito

Clubes: Mónaco (1991-96), Parma (96-2001), Juventus (2001-06), Barcelona (06-08)

Internacionalizações/golos: 142/2

 

"Meia-final do França-98, a seleção da casa defronta a Croácia, numa tarde abafada de Julho, num Stade de France lotado. Contra todas as expectativas, Suker coloca os croatas a ganhar por 1-0 no início da segunda parte; os gauleses reagem e no minuto seguinte Thuram empata. Mais tarde, Thuram faz também o 2-1. A França está pela primeira vez na ffinal de um Mundial! Quem visse este jogo julgaria que Thuram, apesar de defesa, tinha uma relação próxima com o golo: errado. O jogador mais internacional da história dos bleus, com 142 jogos realizados, só marcou aqueles golos com a camisola da seleção. Na carreira de clubes, dos 19 aos 36 anos, marcaria apenas dez. Thuram era um defesa e ponto final. Jogando na lateral direita, onde brilhou a grande altura, ou no centro, onde também brilhou e preferia jogar.

Nascido na Guadalupe, só chegou a França aos 9 anos.

Começou como médio-ofensivo nos sugestivos Portugais de Fontainebleu, na região de Paris, passou para o Mónaco, onde se tornaria profissional, titular e internacional francês, tudo em grande velocidade. Aos 24 é transferido para o Parma, clube em que formaria um tridente inultrapassável com Buffon atrás e Cannavaro ao lado. Dois terços desse tridente, Thuram e Buffon, mudaram-se para a Juventus em 2001, o outro, Cannavaro, também, mas apenas em 2004. Com os três, mais Zebina e Zambrotta nas laterais, a Juve tinha, de longe, a melhor defesa da Europa nesse período. Abalável apenas por razões extradesportivas como o calciocaos que a relegou para a segunda divisão. Nessa altura, Thuram vai para o Barcelona, onde acabaria a carreira, aos 36 anos, por causa das mesmas complicações cardíacas que tinham tirado a vida a um irmão.

Paralelamente à carreira de clube, Thuram escreveu das mais belas páginas da seleção francesa, conquistando um Europeu e um Mundial de seguida pela ordem inversa. Das 142 internacionalizações de Thuram, 16 são em jogos de europeus, um recorde continental. Em 1998, no mundial francês, era ainda lateral, mas em 2006, ano em que os bleus perdem a final do Mundial alemão para a Itália, já era central ao lado do também sólido Gallas.

Lateral ou central, não interessa, a preocupação de Thuram no futebol sempre foi defender. E na política também: considerado um intelectual, com interesses em diversos domínios da cultura à política, é um defensor intransigente da igualdade racial. Tanto que até abre uma exceção e frequentemente ataca forte: o presidente francês Nicolas Sarkozy, por causa das políticas de imigração, é o alvo mais comum."

 

http://www.youtube.com/watch?v=Kp8QHXtQoIo

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Nome: Eduardo Gonçalves de Andrade ( Tostão )

País: Brasil

Posição: Avançado

Clubes: América Mineiro (1962-63), Cruzeiro (64-71), Vasco (72-73)

Internacionalizações/golos: 65/36

 

"Se, como disse Paulo Roberto Falcão, a despedida de um jogador de futebol é como a sua primeira morte, então Tostão morreu com a mesma idade de Jim Morrison, Jimmi Hendrix ou Janis Joplin. Não, Tostão não tinha pinta de estrela do rock, nem a mínima relação com drogas e não era definitivamente psicadélico. Mas havia qualquer coisa de poético no futebol do avançado brasileiro, como foi poética a sua despedida prematura, aos 27 anos.

Porque era o mais pequenino, 7 anos, de um jogo de rua entre miúdos com barba na cara e mesmo assim marcou o golo decisivo, tornou-se "Tostão". Aos 15, já era profissional no clube pelo qual os pais eram apaixonados, o América Mineiro, terceira força de Belo Horizonte. Seguiu para o Cruzeiro, onde permaneceria oito épocas: foi pentacampeão mineiro, três vezes o melhor marcador da prova e maior goleador da história do clube. Tudo isto sendo, basicamente, um 10, com pequenas variações na posição 9, como por exemplo durante o México-70.

No Mundial, foi um dos mais destacados integrantes de uma das melhores equipas do século XX, construída em torno de Pelé, mas também com Gerson, Rivellino ou Jairzinho nas posições de ataque. Tostão jogou uns dez metros à frente do seu habitat natural mas com idêntico sucesso porque a sua maior força era ter um mapa na cabeça, conhecer todos os atalhos da bola, pressentir o movimento de cada um dos companheiros e rivais um segundo antes dos demais.

Marcou dois golos na prova e abriu caminho para muitos dos outros.

Um ano antes de seguir para o México levou uma bolada no olho disparada pelo central Ditão, do Corinthians, que lhe deslocou a retina. Nunca mais recuperaria. Ainda foi a tempo de bater o recorde de transferências do futebol brasileiro ao trocar o Cruzeiro pelo Vasco da Gama, já com o epíteto de Mineirinho de Ouro, associado à alcunha Tostão, mas em 1974, no entanto, encerraria carreira, quando ainda teria mais cinco ou dez anos pela frente. Por culpa da lesão no olho, o mesmo tipo de problema que afetou vidas de Andrade ou Banks, no ínicio deste post.

Morreu o jogador, nasceu o médico. Formou-se em medicina e leccionou na Universidade de Minas Gerais. Às tantas cansou-se e tornou-se num dos mais brilhantes cronistas desportivos do Brasil, porque é um craque, seja com a caneta, seja com o bisturi, seja, evidentemente, com a bola."

 

http://www.youtube.com/watch?v=KyvwdDWztMU

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Tostão. :prayer: :prayer: :prayer:

 

Fundamental naquela seleção de 70! :prayer:

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Tostão gênio dentro e fora de campo. :handclap:

 

Sinto a falta do Socrates nessa lista. :-|

Editado por corinthiano

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