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Jihadista português morto na Síria

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Jihadista português morto na Síria

Homem de 36 anos é o primeiro jihadista português que integrava o Estado Islâmico a morrer nos combates.

 

Sandro "Funa" morreu no final de outubro após sofrer ferimentos graves num bombardeamento aéreo, segundo noticia Público. O homem entrou na Síria pela Turquia há cerca de nove meses. O jornal indica ainda que a família já foi informada da morte. Sandro nasceu em Portugal e era de origem cabo-verdiana. Converteu-se ao Islão em Londres, escreve o Público.

 

Segundo dados do Relatório de Segurança Interna de 2013 divulgado em abril, cerca de 12 mil jihadistas de 81 países viajaram para a Síria desde o início do conflito, há três anos. No caso dos portugueses, apesar de nascidos em território nacional, a conversão ao islão e a radicalização ocorreu nos países para onde emigraram. José Manuel Anes, do OSCOT ( Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo), disse ao DN numa entrevista publicada a 31 de agosto, que dos dez casos portugueses sinalizados, apenas um "fez uma pequena passagem por um país estrangeiro, todos os outros estavam lá fora".

 

O recrutamento destes jovens tem vindo a ser combatido pelas autoridades, tanto de países europeus como nos EUA. As redes sociais têm sido poderoso meio para divulgar mensagens ideológicas violentas.

@DN

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Só tenho pena pela familia.

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Já morreu?!? Fraquinho.

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disse ao DN numa entrevista publicada a 31 de agosto, que dos dez casos portugueses sinalizados, apenas um "fez uma pequena passagem por um país estrangeiro, todos os outros estavam lá fora".

 

Alguém que me explique esta frase sff.

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Enquanto que nos outros casos os convertidos tinham emigrado para outro país antes de se converterem, ou pelo menos passaram lá maiores quantidades de tempo, neste caso não. Parecem querer referir.que a radicalização teve um grande peso cá em Portugal.

Editado por Cracel

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disse ao DN numa entrevista publicada a 31 de agosto, que dos dez casos portugueses sinalizados, apenas um "fez uma pequena passagem por um país estrangeiro, todos os outros estavam lá fora".

 

Alguém que me explique esta frase sff.

Há muitos cabo-verdianos/guineenses no norte da europa que têm nacionalidade portuguesa porque precisavam da mesma para imigrar para o norte da europa.

 

O Indi por exemplo, como ele existem milhares e mais de metade nem nunca cá meteu os pés, mais ou menos a mesma coisa que com os passaportes dos Brasileiros e Argentinos para jogar em Italia/Espanha/Inglaterra

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