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Descartes

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  1. É de facto um problema complicado. Não tarda nada temos que guardar o certificado ao pé do Cartão de Cidadão ou da Carta de Condução. Ou andar com uma cópia no telemóvel a ocupar espaço que nos impede depois de descarregar aquela app fantástica que toda a gente usa...
  2. O dinamarquês Holger Rune passou à 2ª ronda em Kitzbuhel derrotando o Travaglia e assegurou a entrada há muito prometida no TOP 200 do ranking ATP.
  3. Na 1ª ronda de Kitzbuhel, ontem, o eslovaco Jozef Kovalik derrotou o Munar e atingiu a 20ª vitória da carreira. Mas a grande surpresa do torneio aconteceu hoje com o austríaco Alexander Erler a registar a sua 1ª vitória oficial derrotando o Alcaraz. Vai ser história para contar aos netos. Que a 1ª vitória oficial do vôvô aconteceu quando derrotou um multi-campeão de Grand Slams e n.º 1 do mundo... Logo na semana seguinte a ter derrotado o... Gastão Elias.
  4. Descartes

    Futures

    Semana de 26 de julho M15 Castelo Branco - Portugal 1ª Ronda Daniel Batista [WC] vs Pietro Mugelli (ITA) [Q] Fábio Coelho [WC] vs Clement Chidekh (FRA) [Q] Francisco Cabral vs Ben Patael (ISR) [3] Duarte Vale [WC] vs Miguel Damas (ESP) 76 63 Pedro Araújo vs Dhruva Mulye (USA) [WC] 2ª Ronda Duarte Vale [WC] vs Martin Breysach (FRA) [JR] Mais um torneio em que ninguém conseguiu ser bem sucedido no qualifying.
  5. Descartes

    Challengers

    CH 90 - SEGOVIA 1ª Ronda Gonçalo Oliveira vs Alejandro Moro Canas (ESP) [WC] 63 67 16 Frederico Silva [5] vs Dalibor Svrcina (CZE) [Q] 46 RET CH 90 - POZNAN 1ª Ronda João Domingues [Q] vs Pedro Cachin (ARG) [ALT] 36 16 Gastão Elias vs Miljan Zekic (SRB) [LL] 26 57 Isto já é demais... Parece que fazem de propósito.
  6. PERSPECTIVAS PARA A PRÓXIMA SEMANA (02/08) TOP 100 Carlos Taberner Benjamin Bonzi Brandon Nakashima Christopher O'Connell Daniel Altmaier TOP 150 Tomas Martin Etcheverry Mario Vilella Martinez Holger Vitus Nodskov Rune TOP 200 Holger Vitus Nodskov Rune - CONFIRMADO Jiri Lehecka Alexander Erler TOP 300 Timofey Skatov Thiago Agustin Tirante Flavio Cobolli Alexander Erler Genaro Alberto Olivieri Nicolas Moreno De Alboran Elmar Ejupovic Alexander Shevchenko Trent Bryde TOP 500 Dalibor Svrcina - CONFIRMADO Alejandro Moro Canas Liam Draxl Trent Bryde Julio Cesar Porras TOP 1000 Alejandro Moro Canas - CONFIRMADO Marcello Serafini - CONFIRMADO Julio Cesar Porras
  7. Descartes

    Futures

    Semana de 26 de julho M15 Castelo Branco - Portugal 1ª Ronda Daniel Batista [WC] vs Qualifier Fábio Coelho [WC] vs Qualifier Francisco Cabral vs Ben Patael (ISR) [3] Duarte Vale [WC] vs Miguel Damas (ESP) Pedro Araújo vs Dhruva Mulye (USA) [WC] O Gonçalo Falcão, o Francisco Rocha e o André Rodeia procuram amanhã a qualificação para o quadro principal.
  8. Descartes

    Challengers

    CH 90 - SEGOVIA 1ª Ronda Gonçalo Oliveira vs Alejandro Moro Canas (ESP) [WC] Frederico Silva [5] vs Dalibor Svrcina (CZE) [Q] CH 90 - POZNAN 2ª Ronda Qualifying João Domingues [1] vs Miljan Zekic (SRB) [6] 46 64 62 1ª Ronda João Domingues [Q] vs Pedro Cachin (ARG) [ALT] Gastão Elias vs Miljan Zekic (SRB) [LL]
  9. Não sei se somos só nós mas que somos um país do 8 e do 80 não há qualquer dúvida. Um atleta que não tem sucesso ou é parasita ou, coitadinho, teve um azar muito grande que só lhe aconteceu a ele. Se tiver sucesso, das duas uma: ou fica herói ou devia ter feito muito melhor porque os outros eram uns coitadinhos. Isto também é sinal de falta de cultura desportiva. Em média percebemos pouco sobre os vários desportos. Somos mestres a identificar o fora-de-jogo posicional mas ficamos à toa sem saber porque é que um salto foi nulo. Conhecemos de cor o nome do hondurenho que chegou para defesa direito do Paços de Ferreira mas mal conseguimos articular o nome da Telma Monteiro. E depois somos exigentes para lá do admissível ou vamos ao baú dos tempos da outra senhora desculpabilizando os pobrezinhos que vão lá fora lutar pela pátria. Sim, essa tendência para a desculpabilização vem dos tempos do botinhas. Dos tempos em que a Simone era recebida em Santa Apolónia pela turba inflamada de sentimento nacionalista depois de conseguir um 15º lugar entre 16 participantes. Queres melhor exemplo de desculpabilização? Aqui tens, com a ressalva de que foi retirado da wikipédia: "Portugal acabou a votação em 15º e penúltimo lugar, recebendo apenas 4 pontos. Mal acabou a votação, a equipa do Diário de Notícias foi ao camarim de Simone, onde assistiu a dois momentos impressionantes: o primeiro foi quando o ministro da Informação e Turismo espanhol foi pedir desculpa a Simone; depois foi um jornalista espanhol dizer-lhe que era a vencedora moral. "Não é costume pedir desculpa quando não se cometem erros…", conclui o jornal. A cantora estava calma: "que hei de fazer? Sigo cantando", disse ela, que tinha a certeza de ter dado o melhor de si. Com o avançar da conversa, partilhou com o jornalista a desconfiança de ter havido uma irregularidade na votação, porque foi o primeiro empate e logo entre quatro canções. Para além disso, a participação portuguesa esteve em risco, após Simone de Oliveira e uma das coristas terem ido parar ao hospital no dia anterior por intoxicação alimentar. Chegou-se mesmo a falar em sabotagem.[8] Estas situações provocaram uma grande manifestação de apoio à nossa intérprete na estação de Santa Apolónia. Quando Simone de Oliveira chegou, foi recebida em festa pelos milhares de populares, na maior recepção a um artista português jamais feita em Portugal" É o fado lusitano...
  10. Eu sei que não disseste diretamente. Mas como essa frase veio no seguimento de outra em que davas a entender que os atletas tinham culpas no cartório... Que também têm, atenção. Muitos encostam-se à sombra da bananeira porque estabelecem como objetivo apenas a participação e depois têm sempre a desculpa da falta de apoios na ponta da língua. Aí concordo contigo. O que me pareceu mal foi teres utilizado o exemplo da Telma logo a seguir. E a mão era tua?
  11. Exato. Ou a canoagem, que tem os nichos no Alto Minho e na zona de Coimbra / Montemor-o-Velho. Mas a questão é mais profunda do que isso. Até nas grandes cidades, com maior oferta, isso se nota. O exemplo que conheço melhor é Almada. Por aqui quem quiser praticar qualquer modalidade tem onde ir. É raro o caso em que tem que se deslocar para Lisboa. No entanto, quem pratica outra modalidade além do futebol fá-lo por acaso. Porque foi um dia com um amigo a um treino, porque o pai praticou, ou porque mora mesmo ao lado do clube onde se pratica essa modalidade. Hoje em dia a Telma Monteiro é reconhecida como a bandeira do Judo em Portugal. Mas só aconteceu porque morava perto do clube onde se iniciou (com o nome improvável de Construções Norte/Sul) e foi levada pela irmã mais velha que lá andava. Começou muito tarde, aos 14 anos, e aos 18 já participava nos Jogos Olímpicos. Foi um mero acaso. E o problema é que a política desportiva em Portugal depende destes acasos por mais dinheiro que se invista no Desporto. Tu às vezes escreves cada coisa... A Telma Monteiro (e não Fernandes) não tem nada a provar a ninguém. Participa em Jogos Olímpicos desde 2004, esta é a sua 5ª participação. Está farta de ganhar medalhas. Ninguém no Judo português conquistou tantas como ela. Até nos Jogos Olímpicos conseguiu o bronze no Rio, a única medalha portuguesa dessa edição. Agora já é uma senhora de 35 anos e está a despedir-se da alta competição. Mas não a verás a desculpar-se com cansaços. Isso foi desculpa de alguém que aqui postou.
  12. Não é nesse sentido. A questão é que um jovem só tem contacto direto com as várias modalidades se morar próximo das instalações, ou se tiver um familiar que pratique ou tenha praticado a modalidade ou porque o seu professor de educação física tem uma especial predileção pela dita modalidade. As exceções são muito poucas. Com base nacional existe o futebol, o atletismo (no que respeita à corrida), e, de certa forma, o andebol, ciclismo e ginástica. As restantes vivem de nichos.
  13. O mais fácil é despejar dinheiro e construir instalações. É apenas uma questão de dotação orçamental. O problema é que os responsáveis pelo Desporto em Portugal ficam muito satisfeitos quando se ficam por aí sem perceber a raiz do problema (se é que se trata, de facto, de um problema). O Desporto tem duas vertentes: o chamado Desporto para todos, que visa objetivos de saúde pública e o Desporto de competição que visa a profissionalização e vive de resultados. Os nossos Governos têm falhado sistematicamente nas duas vertentes. Chutam para as escolas e as autarquias a responsabilidade de fomentar o Desporto para todos, sem uma verdadeira política de promoção. E chutam para o movimento associativo as responsabilidades do Desporto de Competição, e os clubes que se amanhem. Falta política desportiva. Não falo, naturalmente, da construção de infraestruturas nem dos planos de ação a 4 anos que coincidem com as Olimpíadas. Falo de políticas de médio e longo prazo que passam por uma lógica de recrutamento de atletas eficaz e por medidas de incentivo à instituição de uma verdadeira cultura desportiva. Nós não precisamos de políticos e conselheiros preocupados exclusivamente com o Futebol e na bajulação aos presidentes dos 3 Grandes pelos votos que estes lhes rendem. Falo da constituição de uma rede de deteção de talentos nas escolas e nos clubes de bairro que não se fique pela ilusão da descoberta do novo Cristiano Ronaldo mas que identifique um potencial talento no Judo, na Esgrima, no Ténis ou no Halterofilismo sem deixar ao acaso o aparecimento de novos campeões. Falo de um Desporto Escolar com cabeça, tronco e membros. Com um programa curricular diversificado e abrangente. Com professores dedicados e com canais disponíveis para encaminhar os potenciais talentos para acompanhamento mais específico. Falo de uma rede desportiva nacional. De que nos valem os nichos regionais da modalidade A ou B quando surge um talento noutra região? E por agora chega, senão nunca mais me calo e ninguém lê.
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