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Descartes

Young Guns

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Quatro meses depois da última atualização destas listas, coincidindo com o final do ano de 2021, temos nova atualização.

Em primeiro lugar merecem referência os 4 tenistas que passaram a integrar o grupo dos que chegaram ao TOP 10.

Três deles alcançaram esse feito antes de celebrarem os 24 anos.

O italiano Jannik Sinner e o canadiano Felix Auger-Aliassime são entradas naturais, dado que ambos continuam no caminho para chegarem a n.º 1:

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O norueguês Casper Ruud, mais modesto nos números, também cumpriu a expetativa de atingir o TOP 10:

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Finalmente, o polaco Hubert Hurkacz, que chegou ao Top 10 já com 24 anos. O seu percurso até aos 23 anos não foi dos mais promissores a augurar a entrada nos 10 primeiros. Até aos 22 anos não atingiu os patamares para o conseguir. Fê-lo com 22 anos mas estagnou aos 23. Aos 24 anos explodiu, com bons resultados que acabaram por o catapultar para o grupo dos melhores. Figurará num grupo que, recentemente, também conta com o Bautista Agut, o Schwartzman e o Berrettini, chegando ao TOP 10 sem um percurso claro enquanto Sub-23 que o indicasse como seguro.

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Quanto às listas que agora se apresentam para os Sub-23 mais promissores:

CAMINHO PARA N.º 1

  • Stefanos Tsitsipas;
  • Denis Shapovalov;
  • Felix Auger-Aliassime;
  • Jannik Sinner;
  • Lorenzo Musetti;
  • Holger Rune;
  • Carlos Alcaraz;
  • Shintaro Mochizuki;

O Martin Damm e o Arthur Fils saem, por agora, da lista. A sua evolução nos próximos meses determinará se regressam na próxima atualização.

 

CAMINHO PARA TOP 10

  • Frances Tiafoe;
  • Ugo Humbert;
  • Alex De Minaur;
  • Alejandro Davidovich Fokina;
  • Miomir Kecmanovic;
  • Sebastian Korda;
  • Jenson Brooksby;
  • Sebastian Baez;
  • Brandon Nakashima;
  • Jiri Lehecka;
  • Juan Manuel Cerundolo;
  • Giulio Zeppieri;
  • Jack Draper;
  • Harold Mayot;
  • Flavio Cobolli;
  • Dominic Stricker;
  • Arthur Cazaux;
  • Dalibor Svrcina;
  • Nicholas David Ionel;
  • Zachary Svajda;
  • Toby Alex Kodat;
  • Hamad Medjedovic;
  • Luca Nardi;
  • Martin Damm;
  • Luca Van Assche;
  • Arthur Fils;
  • Daniel Merida Aguilar;
  • Juncheng Shang;
  • Gabriel Debru.

Desde a última atualização saíram da lista o Taylor Fritz (fez 24 anos), o Ruud, o Auger-Aliassime e o Sinner (já entraram no TOP 10), o Musetti, o Rune, o Alcaraz e o Mochizuki (estão no caminho para n.º 1 portanto, por inerência, também no caminho para TOP 10) e o Hugo Gaston, o Tomas Machac, o Rudolf Molleker, o Filip Cristian Jianu e o Pablo Llamas Ruiz porque a sua evolução não confirmou a obtenção das metas intermédias em termos de ranking.

 

Entraram o Sebastian Baez (excelentes resultados no final de 2021 que o levaram ao TOP 100, limite previsto para quem tem 20 anos) e os miúdos Luca Van Assche, Daniel Merida Aguilar (ambos com 17 anos), Juncheng Shang e Gabriel Debru (ambos com 16 anos, sendo que o francês só os completou há menos de 2 semanas).

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Nova atualização deste tópico quase 4 meses depois da última.

A primeira referência que merece análise é o novo n.º 1 do mundo que tivemos entretanto. Trata-se do russo Daniil Medvedev que chegou ao topo poucas semanas depois de cumprir os 26 anos. Olhando para o seu percurso até aos 23 anos, não se pode dizer que tenha sido uma surpresa absoluta mas não era o nome mais provável para o ter conseguido.

Até aos 19 anos andou perdido nos confins do ranking sem surgir como possibilidade assinalável sequer para o TOP 10. Entre os 20 e os 22 anos passou a figurar no caminho para o TOP 10 mas, para n.º 1, só aos 23 é que passou a constar, tendo, nessa altura, assumido um lugar no TOP 5.

O Medvedev só não passa a deter o título de mais improvável n.º 1 do mundo dos 27 que já lá chegaram na Era Open porque existe o Patrick Rafter que, até aos 23 anos, nunca atingiu os patamares de ranking que eu defini aqui como critério. Não é bom sinal que o Rafter apenas tenha ocupado essa posição durante 1 semana (o Medvedev tem 2). No entanto, até o Rafter já perspetivava ser um futuro TOP 10 aos 17 anos, quando o Medvedev nem surgia no TOP 1000.

Aliás, o Medvedev é dos 27 n.º 1 do mundo aquele que registava o mais fraco melhor ranking até aos 21 anos. Com 22 anos só o Rafter tinha pior. E com 23, além do Rafter também o Thomas Muster registava pior (mas este já era TOP 100 aos 17 anos). Aos 23 anos, descontando os já citados Medvedev, Rafter e Muster, só o Agassi não tinha chegado a n.º 1 ou n.º 2 do mundo.

 

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A segunda referência a fazer diz respeito à entrada no TOP 10 do britânico Cameron Norrie. Ninguém diria, na altura do seu 24º aniversário, que ele lá conseguisse chegar. Nunca cumpriu os critérios, juntando-se assim a um restrito grupo composto pelo Carlos Costa, o Rainer Schuettler, o John Isner e o Kevin Anderson.

O Norrie chegou ao TOP 10 com 26 anos. Há 11 tenistas mais novos que ele que atingiram essa posição antes dele.

Outra curiosidade interessante é que ele foi o primeiro tenista nascido em 1995 a registar a presença no TOP 10. Parece um pormenor sem importância, mas se acrescentarmos que, desde 1949 até 2001, apenas os anos de 1957 e 1995 não tinham qualquer presença na lista, ganha logo outra dimensão. Ainda por cima o Norrie, quando todas as apostas apontariam para o Kyrgios ou, até, o Edmund.

 

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Quanto às listas dos atuais tenistas SUB-23 mais promissores são as seguintes:

 

CAMINHO PARA N.º 1

  • Stefanos Tsitsipas;
  • Felix Auger-Aliassime;
  • Jannik Sinner;
  • Holger Rune;
  • Carlos Alcaraz;
  • Shintaro Mochizuki;
  • Luca Van Assche;
  • Arthur Fils;
  • Juncheng Shang.

 

Face à última atualização saem da lista, por terem estagnado a sua progressão, o Denis Shapovalov e o Lorenzo Musetti.

Regressa o Arthur Fils e entram os miúdos Luca Van Assche e Juncheng Shang (para este basta a entrada no TOP 100 para ser herói nacional).

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Ugo Humbert;
  • Alex De Minaur;
  • Alejandro Davidovich Fokina;
  • Miomir Kecmanovic;
  • Sebastian Korda;
  • Jenson Brooksby;
  • Sebastian Baez;
  • Brandon Nakashima;
  • Jiri Lehecka;
  • Juan Manuel Cerundolo;
  • Giulio Zeppieri;
  • Jack Draper;
  • Lorenzo Musetti;
  • Flavio Cobolli;
  • Dominic Stricker;
  • Arthur Cazaux;
  • Dalibor Svrcina;
  • Nicholas David Ionel;
  • Zachary Svajda;
  • Hamad Medjedovic;
  • Luca Nardi;
  • Martin Damm;
  • Daniel Merida Aguilar;
  • Dino Prizmic;
  • Gabriel Debru.

 

O Tsitsipas, o Ruud, o Shapovalov, o Auger-Aliassime e o Sinner já lá chegaram. Os que estão no caminho para n.º 1 acrescem a esta lista, por inerência.

Da última lista saiu o Tiafoe, porque fez os 24 anos. E o Harold Mayot e o Toby Alex Kodat porque estagnaram.

Entrou a nova sensação croata, o Dino Prizmic que, aos 16 anos, entrou esta semana de rompante no TOP 1000.

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Exatamente 3 meses depois da última atualização deste tópico dedicado aos jovens mais promissores do circuito mundial, apresento-vos um novo ponto de situação.

O maior destaque destes últimos 3 meses vai direitinho para a entrada no TOP 10 daquele que será, provavelmente, o jovem com maior potencial da atualidade: o espanhol Carlos Alcaraz.

Não é nenhuma surpresa. Era uma situação previsível esta entrada no TOP 10. Talvez não se esperasse a precocidade com que tal aconteceu, dado que o Alcaraz ainda tinha 18 anos. Esta precocidade coloca o Alcaraz num plano relevante da história, dado que foi apenas o 10º tenista, entre os 178 que já chegaram ao TOP 10 desde que existe ranking oficial, a alcançar esse patamar antes dos 19 anos. Aliás, nos últimos 30 anos só tinha acontecido uma vez com o Rafael Nadal.

 

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No que respeita às listas dos atuais tenistas SUB-23 mais promissores são as seguintes:

 

CAMINHO PARA N.º 1

  • Stefanos Tsitsipas;
  • Casper Ruud;
  • Felix Auger-Aliassime;
  • Jannik Sinner;
  • Holger Rune;
  • Carlos Alcaraz;
  • Luca Nardi;
  • Luca Van Assche;
  • Arthur Fils;
  • Juncheng Shang.

 

Em relação à última lista apresentada, sai o japonês Shintaro Mochizuki, por ter estagnado a sua progressão no ranking e entram o norueguês Casper Ruud porque já chegou ao TOP 5 aos 23 anos e o italiano Luca Nardi por já estar no TOP 200 aos 18 anos.

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Alex De Minaur;
  • Alejandro Davidovich Fokina;
  • Miomir Kecmanovic;
  • Sebastian Korda;
  • Hugo Gaston;
  • Jenson Brooksby;
  • Sebastian Baez;
  • Brandon Nakashima;
  • Chun-hsin Tseng;
  • Jiri Lehecka;
  • Juan Manuel Cerundolo;
  • Giulio Zeppieri;
  • Jack Draper;
  • Lorenzo Musetti;
  • Flavio Cobolli;
  • Dominic Stricker;
  • Arthur Cazaux;
  • Dalibor Svrcina;
  • Nicholas David Ionel;
  • Zachary Svajda;
  • Francesco Maestrelli;
  • Shintaro Mochizuki;
  • Hamad Medjedovic;
  • Sascha Gueymard Wayenburg;
  • Martin Damm;
  • Mili Poljicak;
  • Daniel Merida;
  • Erik Arutiunian;
  • Vilius Gaubas;
  • Kyle Kang;
  • Dino Prizmic;
  • Jakub Mensik;
  • Kilian Feldbausch;
  • Gabriel Debru.

 

O Tsitsipas, o Ruud, o Shapovalov, o Auger-Aliassime, o Sinner e o Alcaraz já lá chegaram. Os que estão no caminho para n.º 1 acrescem a esta lista, por inerência.

Da última lista saiu o Ugo Humbert, porque fez 24 anos. E também o Nardi porque passou para o "Caminho para n.º 1".

Entrou o Mochizuki, "despromovido" da lista para n.º 1. Reentraram também o Hugo Gaston, que entrou no TOP 60 aos 21 anos, e o Chun-hsin Tseng, que entrou no TOP 100 aos 20 anos.

Entraram, em estreia, um conjunto alargado de miúdos que têm dado nas vistas nos últimos meses com consequente progressão no ranking: o italiano Francesco Maestrelli (19 anos); o francês Sascha Gueymard Wayenburg e o croata Mili Poljicak (ambos com 18 anos); o bielorrusso Erik Arutiunian, o lituano Vilius Gaubas e o americano Kyle Kang (os 3 com 17 anos); o checo Jakub Mensik e o suiço Kilian Feldbausch (ambos com 16 anos).

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Quase 9 meses depois da última atualização é mais do que tempo para atualizar este tópico que se destina a acompanhar a evolução dos jovens que apresentam potencial para se tornarem figuras maiores do circuito.

O maior destaque deste período, desde julho do ano passado, foi, sem qualquer dúvida, a ascensão do espanhol Carlos Alcaraz ao topo do ranking. Foi destaque mas não foi surpresa. Desde que comecei este tópico, vai para 4 anos, que o Alcaraz, na altura com 16 anos e encostado ao TOP 500, estava referenciado como principal projeto de futuro.

A única surpresa na sua subida a n.º 1 do mundo foi a rapidez com que o fez, pulverizando todos os recordes de precocidade. Tornou-se o único teenager da história a chegar ao topo. O recorde anterior estava na posse do Lleyton Hewitt que lá chegou com 20 anos feitos. A n.º 2 com 19 anos já tinham chegado o Bjorn Borg, o Boris Becker e o Rafael Nadal, mas a n.º 1 só o Alcaraz.

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Desde julho houve apenas dois tenistas que se estrearam no TOP 10. Ambos referenciados neste tópico, pelo que não constituem qualquer surpresa.

O dinamarquês Holger Rune, uma semana mais velho que o Alcaraz, é igualmente um prodígio precoce. Aliás, se não fosse a sombra do espanhol, o Rune estaria a ser ainda mais glorificado. Nos últimos 30 anos são raros os tenistas com menos de 20 anos que chegam ao TOP 10. Tivemos o Djokovic, o Murray e o Nadal. Também o Roddick e o Hewitt. E é só. É um grande feito. E ele promete mais...

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O outro TOP 10 é o americano Taylor Fritz. Este não foi precoce. Chegou ao Top 10 a poucas semanas de fazer os 25 anos. Em todo o caso esteve sempre identificado como um dos nomes prováveis para chegar à elite. E cumpriu. Até aos 18 anos no caminho para n.º 1, depois estagnou. Continuando até aos 23 como provável futuro TOP 10.

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Passemos agora às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Felix Auger-Aliassime;
  • Jannik Sinner;
  • Lorenzo Musetti;
  • Holger Rune;
  • Luca Nardi;
  • Luca Van Assche;
  • Arthur Fils;
  • Juncheng Shang;
  • Dino Prizmic;
  • Jakub Mensik;
  • Gabriel Debru;
  • João Fonseca.

Da última lista saem o Tsitsipas e o Ruud porque já fizeram os 24 anos. Sai também o Alcaraz porque já lá chegou.

Reentra o Musetti porque entrou no TOP 20 com 20 anos. E entram 4 novos miúdos que, por agora, mostram enorme potencial. O croata Prizmic, o checo Mensik e o francês Debru, todos com 17 anos e ainda o brasileiro Fonseca, neste momento o único tenista com 16 anos presente no TOP 1000. Com exceção do brasileiro já estavam todos identificados no caminho para o TOP 10. Agora foram "promovidos".

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Alejandro Davidovich Fokina;
  • Miomir Kecmanovic;
  • Sebastian Korda;
  • Hugo Gaston;
  • Jenson Brooksby;
  • Sebastian Baez;
  • Brandon Nakashima;
  • Chun-hsin Tseng;
  • Jiri Lehecka;
  • Juan Manuel Cerundolo;
  • Jack Draper;
  • Flavio Cobolli;
  • Dominic Stricker;
  • Dalibor Svrcina;
  • Ben Shelton
  • Francesco Maestrelli;
  • Shintaro Mochizuki;
  • Hamad Medjedovic;
  • Sascha Gueymard Wayenburg;
  • Marko Topo;
  • Martin Damm;
  • Abdullah Shelbayh;
  • Ethan Quinn;
  • Gonzalo Bueno;
  • Kalin Ivanovski;
  • Mili Poljicak;
  • Alex Michelsen;
  • Daniel Merida;
  • Alexander Blockx;
  • Matej Dodig;
  • Kilian Feldbausch;
  • Gilles Arnaud Bailly;
  • Learner Tien;
  • Sebastian Sorger.

 

O Shapovalov, o Auger-Aliassime, o Sinner, o Rune e o Alcaraz já lá chegaram. Os que estão no caminho para n.º 1 acrescem a esta lista, por inerência.

Saiu da lista o De Minaur por ter feito 24 anos. Também o Musetti, o Prizmic, o Mensik e o Debru que transitaram para o caminho para n.º 1.

Também sairam o Zeppieri, o Cazaux, o Ionel, o Svajda, o Arutiunian, o Gaubas e o Kang devido a terem estagnado no ranking.

E entraram vários nomes novos. A começar pelo americano Shelton (20 anos), o alemão Topo (19 anos), o jordano Shelbayh (19), o americano Quinn (19), o peruano Bueno (19), o macedónio Ivanovski (18), o americano Michelsen (18), o belga Blockx (17), o croata Dodig (17), o belga Bailly (17), o americano Tien (17) e o austríaco Sorger (17).

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Passados 3 meses desde a última atualização há a destacar a estreia no TOP 10 do americano Frances Tiafoe.

Com 25 anos confirmou a expetativa que criou enquanto jovem. Tal como o seu compatriota Taylor Fritz, 3 meses mais velho, até aos 18 anos trilhou o caminho para n.º 1, derrubando a barreira do TOP 100. E também estagnou a partir daí, mantendo-se no percurso para TOP 10 até aos 22 anos. Falhou o TOP 25 antes de cumprir os 24 anos, mas reagiu no último ano, suportado nas meias finais que disputou no US Open. Carimbou a entrada no TOP 10 com a vitória em Estugarda no passado mês de junho.

 

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Passemos agora às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Felix Auger-Aliassime;
  • Jannik Sinner;
  • Lorenzo Musetti;
  • Holger Rune;
  • Luca Nardi;
  • Luca Van Assche;
  • Arthur Fils;
  • Juncheng Shang;
  • Dino Prizmic;
  • Jakub Mensik;
  • Gabriel Debru;
  • João Fonseca.

Não há qualquer alteração a esta lista nos últimos 3 meses.

Só cá falta o Alcaraz porque já lá chegou.

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Miomir Kecmanovic;
  • Sebastian Korda;
  • Hugo Gaston;
  • Jenson Brooksby;
  • Sebastian Baez;
  • Brandon Nakashima;
  • Chun-hsin Tseng;
  • Jiri Lehecka;
  • Juan Manuel Cerundolo;
  • Jack Draper;
  • Dominic Stricker;
  • Dalibor Svrcina;
  • Ben Shelton;
  • Francesco Maestrelli;
  • Shintaro Mochizuki;
  • Giovanni Mpetschi Perricard;
  • Hamad Medjedovic;
  • Sascha Gueymard Wayenburg;
  • Marko Topo;
  • Martin Damm;
  • Abdullah Shelbayh;
  • Ethan Quinn;
  • Gonzalo Bueno;
  • Kalin Ivanovski;
  • Mili Poljicak;
  • Alex Michelsen;
  • Stefanos Sakellaridis;
  • Daniel Merida;
  • Martyn Pawelski;
  • Matej Dodig;
  • Kilian Feldbausch;
  • Gilles Arnaud Bailly;
  • Learner Tien;
  • Sebastian Sorger;
  • Martin Landaluce;
  • Rei Sakamoto.

 

O Auger-Aliassime, o Sinner, o Rune e o Alcaraz já lá chegaram. Os que estão no caminho para n.º 1 acrescem a esta lista, por inerência.

Saiu da lista o Davidovich Fokina por ter feito 24 anos.

Também saíram o Cobolli e o Blockx por terem estagnado no ranking.

E entraram o francês Perricard (19 anos), o grego Sakellaridis (18 anos), o polaco Pawelski (18), o espanhol Landaluce (17) e o japonês Sakamoto (17).

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Mais de 5 meses passados desde a última atualização, coincidindo com o final de 2023, justifica-se a apresentação das listagens dos SUB-23 mais promissores face ao seu posicionamento no ranking mundial.

Neste período não se registou qualquer entrada nova no TOP 10 nem novas lideranças no ranking que mereçam ser assinaladas.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Felix Auger-Aliassime
  • Jannik Sinner
  • Lorenzo Musetti
  • Ben Shelton
  • Holger Rune
  • Luca Van Assche
  • Arthur Fils
  • Alex Michelsen
  • Juncheng Shang
  • Dino Prizmic
  • Jakub Mensik
  • Learner Tien
  • Gabriel Debru
  • Martin Landaluce

O Alcaraz não consta na lista porque já lá chegou.

Relativamente à lista que publiquei em julho há a destacar as seguintes mudanças:

Entradas no caminho para n.º 1 dos americanos Ben Shelton (chegou ao TOP 20 com 20 anos), Alex Michelsen (no TOP 200 com 18 anos) e Learner Tien (Top 500 com 17 anos).

Saídas do italiano Luca Nardi (falhou o TOP 50 aos 19 anos) e do brasileiro João Fonseca (ainda não entrou no TOP 500).

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Sebastian Korda
  • Jenson Brooksby
  • Sebastian Baez
  • Brandon Nakashima
  • Jiri Lehecka
  • Jack Draper
  • Shintaro Mochizuki
  • Giovanni Mpetschi Perricard
  • Hamad Medjedovic
  • Luca Nardi
  • Abdullah Shelbayh
  • Ethan Quinn
  • Gonzalo Bueno
  • Henrique Rocha
  • Kalin Ivanovski
  • Mili Poljicak
  • Stefanos Sakellaridis
  • Daniel Merida
  • Gerard Campana Lee
  • Martyn Pawelski
  • Vilius Gaubas
  • Arthur Gea
  • Alexander Blockx
  • Nishesh Basavareddy
  • Matej Dodig
  • Kilian Feldbausch
  • Gilles Arnaud Bailly
  • Max Dahlin
  • Lorenzo Carboni
  • Henry Searle
  • Rei Sakamoto
  • João Fonseca

Não estão nesta lista o Auger-Aliassime, o Sinner, o Alcaraz e o Rune porque já chegaram ao TOP 10. Também faltam os que estão no caminho para n.º 1 que, por inerência, também se encontram no caminho para o TOP 10.

Em relação à lista de julho registam-se as seguintes mudanças:

Saíram da lista o Miomir Kecmanovic porque fez entretanto os 24 anos, o Hugo Gaston, o Chun-hsin Tseng, o Juan Manuel Cerundolo, o Dominic Stricker, o Dalibor Svrcina, o Francesco Maestrelli, o Sascha Gueymard Wayenburg, o Marko Topo, o Martin Damm e o Sebastian Sorger porque não evoluíram como esperado para se manterem neste patamar.

Como novidades temos o italiano Luca Nardi e o brasileiro João Fonseca, "despromovidos" do caminho para n.º 1, bem como o sul-coreano Gerard Campana Lee, o lituano Vilius Gaubas, o francês Arthur Gea, o belga Alexander Blockx, o americano Nishesh Basavareddy (todos no TOP 500 aos 18 anos) e o sueco Max Dahlin, o italiano Lorenzo Carboni e o britânico Henry Searle (no TOP 1000 aos 17 anos).

Entrou também no caminho para o TOP 10, e esta é a maior novidade deste período, o português Henrique Rocha devido à sua presença no TOP 250 aos 19 anos.

É o primeiro português referenciado neste tópico, sendo o 4º que, na história do ténis nacional, atingiu os patamares de ranking que aqui lhes dariam lugar (Nuno Marques, Gastão Elias e Frederico Silva). Não garante nada, como se comprova pelos exemplos referidos, mas coloca-o numa elite de jogadores promissores, o que é bem interessante.

O Henrique só tem, neste momento, 6 tenistas mais novos melhor posicionados (Fils, Van Assche, Michelsen, Mensik, Prizmic e Shang), é o 4º melhor entre os nascidos em 2004 (atrás do Fils, do Van Assche e do Michelsen) e está na pole-position para poder participar nas Next Gen Finals de 2004. Tudo depende dos resultados que venha a conseguir nos Challengers (onde vai passar a maior parte das semanas de 2024), nos torneios ATP (pela sua posição terá direito a 1 entrada direta num torneio e duas em qualifyings, a juntar ao óbvio WC no Estoril) e nas qualificações dos Grand Slams, dado estar à porta para neles poder participar.

Para se manter neste caminho rumo ao TOP 10 e continuar a figurar neste tópico "basta-lhe" ingressar no TOP 100 até fazer 21 anos (por alturas de abril de 2025).

Editado por Descartes

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Passaram cerca de 5 meses e meio de 2024 e a atualização deste tópico justifica-se. Tudo porque temos um novo n.º 1 no ranking mundial. O 29º das tabelas oficiais do ATP. É o italiano Jannik Sinner, de 22 anos,  o que, a bem da verdade, não causa grande surpresa face ao seu percurso desde os 17 anos. Estava já identificado de forma proeminente na primeira listagem que fiz quando iniciei este tópico há quase 5 anos.

Desde os 17 anos que o Sinner prometia a ascenção, mais cedo ou mais tarde, a n.º 1:

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Outra novidade de 2024, esta de janeiro, foi a entrada do australiano Alex De Minaur no TOP 10. Era também uma entrada previsível.

O De Minaur teve um percurso até aos 20 anos que apontava para um futuro n.º 1. Depois estagnou durante 3 anos. Deixou de cumprir os critérios para n.º 1 mas continuou como potencial TOP 10, que veio a concretizar ainda com 24 anos.

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Passemos agora às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Felix Auger-Aliassime
  • Ben Shelton
  • Holger Rune
  • Arthur Fils
  • Alex Michelsen
  • Juncheng Shang
  • Dino Prizmic
  • Jakub Mensik
  • Learner Tien
  • Gabriel Debru
  • Martin Landaluce
  • Joao Fonseca
  • Mees Rottgering
  • Justin Engel

 

O Sinner e o Alcaraz não constam na lista porque já lá chegaram.

Relativamente à lista que publiquei em julho há a destacar as seguintes mudanças:

Entradas do brasileiro João Fonseca (presença no TOP 500 aos 17 anos), do neerlandês Mees Rottgering e do alemão Justin Engel (ambos no TOP 1000 com 16 anos).

Saídas do italiano Lorenzo Musetti (falhou a entrada no TOP 10 aos 21 anos) e do francês Luca Van Assche (falhou o TOP 50 aos 19 anos).

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Sebastian Korda
  • Sebastian Baez
  • Matteo Arnaldi
  • Brandon Nakashima
  • Jiri Lehecka
  • Jack Draper
  • Luciano Darderi
  • Lorenzo Musetti
  • Giovanni Mpetschi Perricard
  • Hamad Medjedovic
  • Luca Nardi
  • Abdullah Shelbayh
  • Henrique Rocha
  • Luca Van Assche
  • Coleman Wong
  • Mili Poljicak
  • Stefanos Sakellaridis
  • Daniel Merida
  • Gerard Campana Lee
  • Martyn Pawelski
  • Vilius Gaubas
  • Arthur Gea
  • Alexander Blockx
  • Nishesh Basavareddy
  • Matej Dodig
  • Kilian Feldbausch
  • Gilles Arnaud Bailly
  • Joel Schwaerzler
  • Pavle Marinkov
  • Lorenzo Carboni
  • Henry Searle
  • Mae Malige
  • Trevor Svajda
  • Kaylan Bigun
  • Rei Sakamoto
  • Petr Brunklic
  • Hayden Jones
  • Nicolai Budkov Kjaer
  • Federico Cina

 

Não estão nesta lista o Auger-Aliassime, o Sinner, o Alcaraz e o Rune porque já chegaram ao TOP 10. Também faltam os que estão no caminho para n.º 1 que, por inerência, também se encontram no caminho para o TOP 10.

Em relação à lista de dezembro registam-se as seguintes mudanças:

Saíram da lista o americano Jenson Brooksby (envolvido numa suspensão por falhar controlos anti-doping neste momento não tem ranking e será praticamente impossível atingir o TOP 25 até outubro, quando faz os 24 anos), o japonês Shintaro Mochizuki (não entrou no TOP 100 aos 20 anos), o americano Ethan Quinn, o peruano Gonzalo Bueno e o macedónio Kalin Ivanovski (falharam o TOP 250 aos 19 anos) e o sueco Max Dahlin (fora do TOP 500 aos 18 anos).

Quanto a novas entradas temos os italianos Matteo Arnaldi e Luciano Darderi (entraram no TOP 40 com 22 anos), Coleman Wong, de Hong Kong (entrou no TOP 250 com 19 anos), o austríaco Joel Schwaerzler (no TOP 500 com 18 anos), o australiano Pavle Marinkov, o francês Mae Malige, os americanos Trevor Svajda e Kaylan Bigun, o checo Petr Brunklic, o australiano Hayden Jones, o norueguês Nicolai Budkov Kjaer e o italiano Federico Cina (todos no TOP 1000 aos 17 anos).

O Henrique Rocha continua na lista mas já só tem 10 meses para escalar a montanha que o leve ao TOP 100 para se manter.

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Bolas, como tempo passa... Nove meses desde a última atualização. Bem, vamos a isso.

Apesar do período longo só se registou uma estreia no TOP 10. Foi o americano Tommy Paul que o conseguiu aos 27 anos. Estes são os seus números até aos 23:

image.png.1a897ed333253c7eaa34101a2218c2c8.png

Como os números mostram este podia ser mais um daqueles (vários) casos em que os tenistas mostram potencial enquanto teenagers mas depois fica por concretizar. Não foi esse o caso, felizmente para ele. Entrou no TOP 10 com 27 anos, bem a tempo de ambicionar novos feitos.

A sua "fraca" evolução entre os 20 e os 24 anos fica bem ilustrada com dois factos:

1 - Numa altura em que escasseiam as entradas novas no TOP 10 (esta é apenas a 7ª nos últimos 3 anos), quando o Tommy Paul lá chegou já havia 11 tenistas mais novos do que ele com registos no TOP 10 (Rublev, Fritz, Tiafoe, Tsitsipas, Ruud, De Minaur, Shapovalov, Auger-Aliassime, Sinner, Rune e Alcaraz);

2 - Entre os 183 tenistas que figuraram até agora no TOP 10 do ranking mundial desde que ele existe (1973), o Tommy Paul é o 7º que não tinha entrado no TOP 50 quando fez 24 anos. Os outros foram: Peter McNamara (54), Diego Schwartzman (57), Radek Stepanek (63), John Isner (81), Kevin Anderson (85) e Roberto Bautista Agut (152). Sendo que destes, a exemplo do Paul, só o Stepanek tinha prometido potencial para o fazer enquanto teenager.

 

Vamos então às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Holger Rune
  • Arthur Fils
  • Juncheng Shang
  • Dino Prizmic
  • Jakub Mensik
  • Learner Tien
  • Martin Landaluce
  • Joao Fonseca
  • Justin Engel
  • Diego Dedura-Palomero

 

O Sinner e o Alcaraz não constam na lista porque já lá chegaram.

Relativamente à lista que publiquei em junho há a destacar as seguintes mudanças:

O Felix Auger-Aliassime saiu porque fez 24 anos entretanto; O Ben Shelton saiu porque falhou a entrada no TOP 10 até aos 22 anos; O Alex Michelsen saiu porque falhou a entrada no TOP 50 até aos 20 anos; O Gabriel Debru saiu porque falhou a entrada no TOP 200 até aos 19 anos;  O Mees Rottgering saiu porque falhou a entrada no TOP 500 até aos 18 anos.

Entrou o Diego Dedura-Palomero que ainda tem 16 anos (faz 17 na próxima semana) e ainda é o tenista mais novo no TOP 1000 (vai deixar de o ser no dia 17 passando o testemunho ao Cruz Hewitt).

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Jiri Lehecka
  • Jack Draper
  • Luciano Darderi
  • Lorenzo Musetti
  • Flavio Cobolli
  • Ben Shelton
  • Giovanni Mpetshi Perricard
  • Luca Nardi
  • Henrique Rocha
  • Luca Van Assche
  • Coleman Wong
  • Alex Michelsen
  • Vilius Gaubas
  • Alexander Blockx
  • Rodrigo Pacheco Mendez
  • Nishesh Basavareddy
  • Matej Dodig
  • Kilian Feldbausch
  • Gilles Arnaud Bailly
  • Gabriel Debru
  • Joel Schwaerzler
  • Henry Searle
  • Mae Malige
  • Trevor Svajda
  • Kaylan Bigun
  • Rei Sakamoto
  • Petr Brunklic
  • Hayden Jones
  • Nicolai Budkov Kjaer
  • Rafael Jodar
  • Charlie Camus
  • Pierluigi Basile
  • Henry Bernet
  • Federico Cina
  • Mees Rottgering
  • Maxim Mrva
  • Darwin Blanch
  • Manas Dhamne

 

Não estão nesta lista o Sinner, o Alcaraz e o Rune porque já chegaram ao TOP 10. Também faltam os que estão no caminho para n.º 1 que, por inerência, também se encontram no caminho para o TOP 10.

Em relação à lista de junho registam-se as seguintes mudanças:

Saíram da lista o Korda, o Baez e o Arnaldi porque já completaram os 24 anos; o Nakashima (não entrou no TOP 40 até aos 23 anos); o Medjedovic e o Shelbayh (falharam o TOP 100 até aos 21 anos); o Poljicak, o Sakellaridis, o Merida, o Campana Lee, o Pawelski e o Gea (falharam o TOP 250 até aos 20 anos); o Marinkov e o Carboni (não entraram no TOP 500 até aos 19 anos).

Quanto a novas entradas temos o Flavio Cobolli (entrou no TOP 40 aos 22 anos, retomando o caminho para o TOP 10 que tinha interrompido aos 20), o Rodrigo Pacheco Mendes (entrou no TOP 250 aos 19 anos), o Rafael Jodar, o Charlie Camus, o Pierluigi Basile, o Henry Bernet, o Maxim Mrva, o Darwin Blanch e o Manas Dhamne (todos no TOP 1000 aos 17 anos).

O Henrique Rocha ainda está na lista mas por pouco tempo. Faz 21 anos daqui a um mês e não conseguirá atingir o TOP 100 que lhe permitiria continuar a cumprir os critérios.

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Mais de 8 meses depois da última atualização, aproveitando o final da temporada de 2025, cá está o ponto de situação dos jovens que prometem ocupar o centro das atenções tenísticas nos próximos anos.

 

Desde março houve 3 estreias no TOP 10. Todos ainda Sub-24 e todos previsíveis. O primeiro foi o britânico Jack Draper, depois o italiano Lorenzo Musetti e finalmente o americano Ben Shelton.

O Draper e o Musetti são referências neste tópico desde o início. Desde setembro de 2019. O Shelton surgiu mais tarde, só em abril de 2023. É o mais novo dos 3 e começou, primeiro, por apostar na Universidade mas acabou por rumar ao circuito profissional quando percebeu que tinha condições para singrar de imediato.

Os seus posicionamentos no ranking até aos 23 anos são os seguintes:

image.png.41385c7bdd33d15db895f02ce5169d10.png

Como se verifica todos estiveram sempre em posição de chegar ao TOP 10, segundo os critérios que estabeleci, com a exceção do Shelton até aos 19 anos quando nem sequer tinha figurado no TOP 1000. E todos chegaram, a certa altura da carreira, a ter números que os encaminham para o n.º 1. Basta que o Sinner e o Alcaraz permitam...

 

 

Vamos então às listas dos atuais SUB-23 mais promissores, ordenados por data de nascimento.

CAMINHO PARA N.º 1

  • Jack Draper
  • Ben Shelton
  • Holger Rune
  • Arthur Fils
  • Juncheng Shang
  • Jakub Mensik
  • Learner Tien
  • Martin Landaluce
  • Joao Fonseca
  • Nicolai Budkov Kjaer
  • Federico Cina
  • Maxim Mrva
  • Darwin Blanch
  • Justin Engel
  • Diego Dedura
  • Nikita Bilozertsev
  • Cruz Hewitt
  • Moise Kouame

 

O Alcaraz não consta na lista porque já lá chegou.

Relativamente à lista que publiquei em junho há a destacar as seguintes mudanças:

O Jannik Sinner fez 24 anos entretanto; O Dino Prizmic saiu porque falhou o TOP 50 até aos 20 anos;

Há muitas entradas neste caminho para n.º 1 que não constavam em março. A começar pelo Jack Draper que entrou no TOP 5 aos 23 anos e o Ben Shelton no TOP 6 aos 22 anos e TOP 5 aos 23. Depois o Nicolai Budkov Kjare pelo TOP 200 aos 18 anos; o Federico Cina, o Maxim Mrva e o Darwin Blanch pelo TOP 500 aos 17 anos e, finalmente, o Nikita Bilozertsev, o Cruz Hewitt e o Moise Kouame pelo TOP 1000 aos 16 anos.

 

CAMINHO PARA O TOP 10

  • Luciano Darderi
  • Flavio Cobolli
  • Giovanni Mpetshi Perricard
  • Luca Van Assche
  • Alex Michelsen
  • Vilius Gaubas
  • Alexander Blockx
  • Rodrigo Pacheco Mendez
  • Nishesh Basavareddy
  • Matej Dodig
  • Dino Prizmic
  • Gabriel Debru
  • Joel Schwaerzler
  • Henry Searle
  • Rei Sakamoto
  • Petr Brunklic
  • Rafael Jodar
  • Pierluigi Basile
  • Nicolas Arseneault
  • Henry Bernet
  • Oskari Paldanius
  • Oliver Bonding
  • Mees Rottgering
  • Samuel Alejandro Linde Palacios
  • Gabriel Ghetu
  • Amir Omarkhanov
  • Jacopo Vasami
  • Manas Dhamne
  • Ryo Tabata
  • Ivan Ivanov

 

Não estão nesta lista o Draper, o Musetti, o Shelton, o Rune e o Alcaraz porque já chegaram ao TOP 10. Também faltam os que estão no caminho para n.º 1 que, por inerência, também se encontram no caminho para o TOP 10.

Em relação à lista de março registam-se as seguintes mudanças:

Saíram da lista o Lehecka porque completou os 24 anos; o Nardi (não entrou no TOP 60 até aos 22 anos); o Henrique Rocha e o Wong (falharam o TOP 100 até aos 21 anos); o Feldbausch e o Bailly (falharam o TOP 250 até aos 20 anos); o Malige, o Svajda, o Bigun, o Jones e o Camus (não entraram no TOP 500 até aos 19 anos).

Quanto a novas entradas temos o Arseneault (entrou no TOP 500 aos 18 anos), o Paldanius, o Bonding, o Palacios, o Ghetu, o Omarkhanov, o Vasami, o Tabata e o Ivanov (todos no TOP 1000 aos 17 anos).

Editado por Descartes

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