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[FM11] Knights Templar Footbal Club [PAUSA, não apagar!]

Publicações recomendadas

a seguir ataca o goolge, extremo do são paulo :-

 

Por acaso também pensei o mesmo. :mrgreen:

 

Anis Zitouni e Ibrahim Igwe prometem bastante!

 

No primeiro mete-o a treinar já a Impulsão...

 

Prometem mesmo, espero que cedo se tornem em grandes jogadores. Quanto ao primeiro, já o coloquei a treinar a impulsão e a fazer um treino mais virado para o físico, espero que evolua rápido.

 

A sério que me tinhas que roubar a piada? --'

 

:mrgreen:

 

x2 :mrgreen:

Esses regens são épicos e o central tunisino foi um excelente achado, verdareira pérola que encontraste ao preço da uva mijona e o nigeriano também promete muito, sendo já bem competente ;)

 

São ambos duas pérolas e que vieram por um bom preço, sim. O nigeriano acho-o já bastante bom, mas como vai demorar a adaptar e a aprender outros processos (quero-lhe ensinar um ou dois movimentos preferidos que ele precisa) para já não vai ser primeira escolha. O tunisino é como já disse, apenas precisa de melhorar a impulsão para ser um central de topo.

 

yahoo, épico :mrgreen:

 

:p

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Knights Templar FC Newsletter:

 

Como é habitual nas nossas newsletters, incluiremos uma música alusiva ao percurso da equipa ou uma música ao nosso gosto, para acompanhar a leitura da mesma. Aqui está a nossa escolha para esta edição:

 

 

2014/2015 - Janeiro:

 

FA Cup - Terceira Eliminatória

Kettering Town Football Club 0 – 4 Knights Templar Football Club

 

kettering.jpg

 

Sendo um jogo contra um plantel de nível bastante inferior ao nosso não jogámos com alguns dos titulares. No entanto, a equipa partiu para o jogo sem sobrestimar o adversário, o que poderia ter consequências bastante graves no resultado. O nosso domínio foi claro e mais que óbvio, mas mesmo assim o Kettering ainda deu alguma luta, o que fez que não sofresse tantos golos como poderia ter vindo a sofrer.

 

O primeiro golo surgiu aos vinte e um minutos, numa excelente troca de bola. Perico, a jogar a extremo esquerdo, passou a bola para Jan Ranta, na linha, que a colocou em Thiago que passou de volta ao seu compatriota. Vendo Thiago em boa posição, fez um passe de ruptura que o ex-Barcelona recebeu bem, rematando logo de seguida e colocando-nos em vantagem. Dez minutos depois, foi a vez de Yaya Sanogo brilhar, aproveitando um excelente passe do brasileiro/espanhol para meter a bola dentro da baliza adversária, com classe. Aos quarenta e dois minutos, voltaria a estar em destaque com mais um golo, tendo sido assistido desta vez por Daniel Sithole. No intervalo não foram feitas alterações e logo ao início do segundo tempo, Thiago fez o quarto e último golo do encontro, graças a uma grande jogada individual da sua parte.

 

npower Football League Championship

Huddersfield Town Football Club 2 – 5 Knights Templar Football Club

 

huddersfield-1.jpg

 

São jogos como estes que ficam na memória de todos os adeptos, seja pela grande exibição de toda a equipa ou de só um jogador, ou pelos acontecimentos do encontro. A primeira parte do encontro foi bastante difícil para nós e muito mais árdua do que a equipa estava à espera. O golo que abriu o marcador foi graças a uma jogada bastante rápida e de qualidade. Sunny, no meio campo, passa a bola para Sithole, que por sua vez passa a Thiago e inicia uma corrida em frente de modo a se desmarcar. O espanhol passa-lhe logo de seguida, Sithole finta os defesas, coloca-se em boa posição para rematar...e o golo estava feito. Dez minutos depois, surgiu o golo da equipa adversária, num lance em que ambos os laterais tiveram culpa. Jan Ranta do lado esquerdo por cortar mal a bola a Morten Haestad, permitindo o início da jogada do golo e depois por não impedir o cruzamento de McHugh para o golo de Cramer...e o outro lateral, pergunta o leitor? Juan Valera estava a cobrir o jogador que marcou o golo, mas na altura do cruzamento deixou-o escapar e podia ter impedido o golo. Hoheneder ainda tentou parar o cruzamento, tentando saltar para cabecear a bola mas lesionou-se no salto, tendo sido substituído por Kovac.

 

Ao intervalo não houve qualquer alterações em qualquer das equipas. Mal começou a segunda parte, mais um erro da defesa colocou a equipa em maus lençóis. Jan Ranta falhou mais um corte, não impediu mais um cruzamento, e desta vez nem os centrais nem o guarda-redes conseguiram impedir Cramer de voltar a marcar. Dois minutos depois, respondeu Sithole, com um remate de primeira depois de um passe a meia altura de Sanogo. Oito minutos depois, Thiago recebeu a bola de Valenta e começou a correr para a grande área, fintando tudo o que vê à frente. Quanto chega ao pé do guarda-redes, remate, mas para a defesa de Andreas Andersson, que não conseguiu agarrar a bola. A mesma sobrou para Sithole e estava feito o golo do desempate! Aos sessenta e um minutos foram feitas duas substituições que vieram trazer mais alguma qualidade ao jogo; Danny Murphy para o lugar de Jan Ranta e Tom Walsh para o lugar de Perico. Aos oitenta minutos Sunny desmarcou Sithole com um grande passe longo, que progrediu em direcção à área adversária e não perdoou à frente do guarda-redes. O nosso quinto e último golo viria a surgir quatro minutos depois, depois de uma excelente tabela entre Sanogo e o sul-africano, que voltou a marcar.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 3 - 2 Swansea City Football Club

 

swansea-1.jpg

 

A jogar em casa, esperávamos um jogo fácil e com o nosso domínio, embora a equipa estivesse ciente do perigo que o Swansea pudesse causar. Foi mais ou menos isto que se veio a verificar, embora tal não pareça devido ao resultado final. A lesão de Hoheneder não foi tão grave como parecia e recuperou a tempo deste encontro.

 

Não poderíamos ter entrado de pior maneira na partida, com um erro muito grave de Jan Ranta logo ao segundo minuto. Foi depois de um cruzamento adversário, no qual não estava ninguém da equipa oposta na nossa área...no entanto, Jan Ranta decidiu aliviar a bola de primeira, mas não acertou na bola. Esta bateu-lhe na outra perna e entrou na nossa baliza. Estivemos algum tempo em desvantagem mas cerca de um quarto de hora depois, conseguimos empatar a partida. Depois de um lance na grande área adversária, um dos seus laterais, Sabo, aliviou mal a bola que sobrou para o nosso lateral direito e que cruzou de seguida para a pequena área adversária. Sithole conseguiu antecipar-se aos defesas na abordagem ao cruzamento e com a cabeça fez o golo do empate.

 

Ao intervalo, Tom Walsh saiu para dar o lugar a Matt Richie, que trouxe uma agradável mudança no lado esquerdo da nossa formação. Dez minutos depois da entrada na segunda parte, surgiu o nosso segundo golo, de um grande livre cobrado da melhor maneira possível por Daniel Sithole. Pouco tardou para que Sithole completasse um hat-trick, no seguimento de um lance bastante rápido. Foi assistido por Thiago. Aos sessenta e oito minutos o Swansea reduziu a nossa vantagem mas não conseguiu empatar a partida ate ao seu fim. A equipa de Shaun Cross podia ter ganho por mais mas esteve bastante bem.

 

npower Football League Championship

Leeds United Football Club 1 – 3 Knights Templar Football Club

 

leeds-1.jpg

 

Sem Sithole, que foi convocado para integrar o plantel da África do Sul na CAN, Josemar Makiavala jogou a titular, o que marca o seu regresso ao plantel titular faz quase um ano. De resto não houve muita diferença no onze inicial, tirando talvez a titularidade de Walsh e de Matt Ritchie ao mesmo tempo, sendo que um deles jogou na direita, cortando para dentro; e a inclusão de Danny Murphy no plantel, no lugar de Jan Ranta. O irlandês só perdeu alguns jogos para o finlandês e agora vai voltar a titularidade até descer de forma.

 

O primeiro golo surgiu aos vinte e quatro minutos. Danny Murphy executou um lançamento longo que foi a direcção de Fethi Jerbi, que soube aproveitar a sua grande capacidade área para fazer o primeiro golo. Dois minutos depois, Josemar Makiavala recuperou a bola no meio-campo, fintou um defesa e prosseguiu sem problemas até à grande área adversária. Com o guarda-redes pela frente, colocou a bola longe do mesmo e aumentou a nossa vantagem. Ainda na primeira parte, Tom Walsh fez o gosto ao pé, fazendo o terceiro golo. A assistência foi de Josemar Makiavala.

 

Na segunda parte, tirando alguns lances de perigo da nossa parte, o único acontecimento digno de registo foi o golo da equipa adversária, aos quarenta e nove minutos. A culpa foi de Valera, que depois de um cruzamento tentou aliviar a bola de cabeça, mas a mesma foi parar a Jonathan Walters que estava à sua frente e que não perdoou, rematando de primeira e fazendo o primeiro e único golo do Leeds neste encontro.

 

FA Cup - 4ª Eliminatória

Aston Villa Football Club 3 – 1 Knights Templar Football Club

 

astonvilla.jpg

 

Tivemos alguns problemas na condição física de alguns jogadores e não podemos apresentar o plantel na máxima força, o que condicionou um bocado as nossas hipóteses de ter sucesso neste encontro. Ao contrário do que aconteceu na época passada na FA Cup com muitos clubes, o Aston Villa não nos subestimou e apresentou o onze titular na sua máxima força. Mesmo assim, foi um bom jogo da nossa parte. Valeu pelo golo de Hoheneder, pela exibição do mesmo e de outros dois jogadores, Apoula Edel e Ibrahim Igwe.

 

clsjan.jpg

 

Depois de estes três jogos de Janeiro continuamos na liderança do campeonato, com mais vantagem pontual sobre os restantes classificados, o que é bastante bom. De dez pontos sobre o Sheffield United, passamos para 12. Quanto ao mês em si na Championship, o desempenho do ataque foi soberbo mas o da defesa deixou um pouco a desejar, onde o elo mais fraco foi claramente Jan Ranta. Continuamos a ser o melhor ataque mas piorámos no que toca aos golos sofridos. Passamos de ser a equipa que menos sofreu para a segunda que menos sofreu, partilhando o lugar com o segundo classificado.

 

De todos os jogadores do plantel, vários estiveram bem, mas há apenas um a merecer destaque. É claramente Daniel Sithole, que em dois jogos fez um total de oito golos, mostrando toda a sua capacidade, génio, e talento.

 

jgsfev.jpg

 

Se já no mês anterior tivemos algumas dificuldades na defesa contra equipas de qualidade ofensiva inferior ao habitual na Championship, então o próximo mês será muito pior. O único jogo que deverá ser acessível é o contra o Ipswich, último classificado do campeonato. Os restantes clubes são muito fortes e prometem causar dificuldades tanto ao nosso ataque como à nossa defesa.

 

Até ao próximo mês!

Editado por Someone

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Com 4 exibições de bom nível (2 jogos ganhos pelo Sithole) a equipa continua na frente e parece que ninguém os tira daí. Contudo, a defesa continua em níveis poucos aceitáveis e se não fosse pelo ataque...

Contra o Aston Villa a equipa foi rodada e uma derrota seria expectável.

Editado por marte

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Com 4 exibições de bom nível (2 jogos ganhos pelo Sithole) a equipa continua na frente e parece que ninguém os tira daí. Contudo, a defesa continua em níveis poucos aceitáveis e se não fosse pelo ataque...

Contra o Aston Villa a equipa foi rodada e uma derrota seria expectável.

 

Concordo, tirando na parte em que ninguém nos tira daqui. Francamente, com a derrota aposto que vamos entrar numa série nada boa, e com os problemas que a defesa tem vindo a ter não estou muito confiante em manter esta vantagem.

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Capítulo XI - Parte II:

 

Arrival

 

Domingo, dia 1 de Fevereiro de 2015 , 15:00 da tarde. Shaun Cross encontra-se num escritório que a direcção mandou fazer para ele, no estádio. Está a trabalhar no treino que terá ao fim da tarde, onde planeia que os jogadores melhorem os seus processos defensivos face aos mau desempenho nesse sector, no último mês. Lucy Thompson já não o acompanha. Tem estado em casa, a descansar, e a espera do momento em que o seu filho irá nascer. A direcção deu liberdade a Shaun para tomar algumas férias devido ao nascimento do seu filho, mas o inglês não aceitou. Prefere continuar a trabalhar enquanto tem de trabalhar, apenas tirando férias nos períodos do ano reservados para isso.

 

Apesar de estar com a mente no trabalho, também a divide com o pensamento de que a qualquer momento poderá receber uma chamada de Lucy, a avisá-lo que o bebé está prestes a nascer. Ainda a meio da preparação do treino, Shaun decide ir perguntar a Hugo Payens se poderia libertar mais fundos para as transferências, de modo a reforçar melhor a equipa para o ano que vem. Enquanto subia as escadas que dão acesso ao escritório do francês, recebe uma chamada de Lucy.

 

Lucy: Shaun, vem rápido para casa. Já chamei a ambulância! Rebentaram-se as águas!

 

Antes que Shaun pudesse dizer algo, Lucy desligou. Correu o mais rápido que pode para chegar ao seu carro, um Peugeot 308 vermelho, de modo a chegar a casa o mais rápido possível. Talvez tenha quebrado algumas regras do código do condutor, chegando em dois minutos a casa.

 

peugut308.jpg

 

Primeiro viu que Lucy já estava a entrar na ambulância, ajudada por Leonardo e pela sua mulher Mónica, reparando também que alguns dos seus vizinhos saíram de casa para ver o que se passava. Meteu-se na ambulância com a sua noiva, depois de ter dito aos italianos para irem ter ao hospital com ele. Estava muito preocupado mas ao mesmo tempo contente, pois o seu filho estava prestes a vir ao mundo. Tentou também acalmar Lucy.

 

Lucy: Shaun...? Já liguei aos meus pais, sei que não te dás muito bem a minha mãe mas não lhe ligues!

 

Shaun: Amor, não te preocupes com isso. Descansa.

 

Mal chegaram ao hospital, os médicos apressaram-se para colocar Lucy no quarto onde iria ter o bebé. Shaun queria entrar e ajudar no parto do seu filho, mas não deixaram. Irritado e zangado com os médicos, foi dar apoio a Lucy e voltou para as cadeiras à porta do quarto, onde esperou por Leonardo e Monica, seus vizinhos e melhores amigos. Quando chegaram, ficou contente por ter alguém com ele durante o tempo que iria ter de ficar à espera.

 

Leonardo: Shaun, como é que ela está?

 

Mónica: Para que perguntas? Se ele está aqui é porque a Lucy está ali dentro!

 

Shaun: Ela está bem, está ali dentro e já começaram o trabalho de parto. Em principio ainda vai demorar algumas horas. Ficam aqui?

 

Mónica: Ficamos.

 

Leonardo: Shaun, e os vossos pais e os vossos familiares, não vêm cá ter?

 

Shaun: Os pais dela vêm cá ter, já lhes ligou depois de ter ligado a mim. Também devem vir as irmãs dela. Ainda devem demorar algum tempo a cá chegar, depois que perguntem lá em baixo na recepção se estiverem interessados na filha e no neto. Quanto aos meus pais adoptivos, não lhes ligo nem vou ligar. Nunca fui muito chegado a eles apesar do tempo que lá passei em casa deles, o meu pai adoptivo abusava um pouco da bebida e batia na minha mãe adoptiva...Nunca me bateu nem era agressivo para mim mas odeio-o pelo que fazia a ela e também a odeio a ela por nunca fazer nada para o parar, parecia masoquista. No que a mim me toca, os meus pais verdadeiros são os meus pais biológicos, mas esses já estão mortos há muito tempo. Há uns anos cheguei a sonhar com o acidente que os matou, mas nunca o consegui perceber muito bem.

 

Leonardo: Não sabia disso Shaun, peço desculpa.

 

Shaun: Não precisas de pedir desculpa, pouca gente que se dá comigo sabe sobre isso. A Lucy, alguns amigos meus quando andava na escola, e agora vocês.

 

Mónica: Já compraram as coisas para o quarto do Desmond?

 

Shaun: Como já conheces bem a Lucy, teimou logo em fazer isso mal saímos do hospital quando soubemos que iríamos ter um rapaz. Vou dar uma volta pelo hospital para acalmar um bocado, liguem-me se algo acontecer lá dentro!

 

Shaun aproveitou para ver algumas partes do hospital, por pura curiosidade. Comprou algo para beber e para comer numa das máquinas e fez algumas perguntas à recepcionista na entrada do hospital. Tomou outro caminho para voltar para as cadeiras à frente do quarto onde Lucy estava, e reparou principalmente numa sala que lhe parecia bastante estranha, sem conseguir explicar o porquê.

 

hospital.jpg

 

Chegado novamente às cadeiras onde esperava pelo término do parto, viu que estavam lá os pais de Lucy e algumas das irmãs. Cumprimentou-as, falou bastante com o pai dela, um adepto fervoroso do Arsenal, sobre futebol, a equipa que ele treinava, e muitas outras coisas. Poucas vezes dirigiu a palavra à sua sogra. Ainda teve de ligar ao presidente para avisar que não poderia estar presente para dar o treino, e a um dos preparadores físicos para dar o treino por ele. De resto esperou, esperou e....esperou. Oito horas se passaram até que os médicos saíram do quarto e lhe disseram que com sucesso, haviam trazido o seu filho ao mundo. Shaun correu logo para junto de Lucy e do seu filho, que se encontrava no colo da mãe, que estava muito contente, embora cansada. Desmond nasceu às 23:50 do dia 1 de Fevereiro de 2015, saudável, com os olhos azuis do pai, muito parecido com a mãe, e completamente careca.

 

Shaun pegou em Desmond e foi falando para ele, dando-de depois de volta a Lucy que deixou todas as mulheres que a tinham vindo ver pegar no seu filho ao colo, ou seja, a sua mãe, as suas irmãs e até Mónica. O seu pai, George, disse que não queria pegar no bebé por agora pois com a idade tornou-se um pouco mãos de manteiga e não queria magoar o menino. Depois de todo o alvoroço, Leonardo dirigiu-se para fora do quarto e para dentro de umas casas de banho, e ligou ao seu chefe.

 

Chefe: Diga, Leonardo?

 

Leonardo: Chefe, o seu neto nasceu. Começo assim a próxima fase do trabalho que me deu?

 

Chefe: Não, deixe o meu filho e a sua mulher criarem a criança durante um ano completo. Depois sim, comece a próxima fase. Se não se lembra, terá de raptar o bebé e trazê-lo até mim, sem que ambos dêem conta. Ligue-me novamente quando acontecer algo importante.

 

Leonardo: Assim farei, senhor.

Editado por Someone

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2014/2015 - Fevereiro:

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 2 – 2 Bristol City Football Club

 

bristolcity-1.jpg

 

O jogo contra o Bristol City seria um jogo difícil, toda a gente o sabia. Mas nada faria prever que perdêssemos a nossa hípotese de ganhar o encontro de forma tão inesperada, mesmo nos últimos segundos.

 

O primeiro golo foi da autoria de Perico, logo aos quatro minutos, por assistência de Yaya Sanogo, que antes tinha recebido a bola de Josemar Makiavala. Perto da meia hora de jogo, Giorgios Ioannidis empatou a partida, com um remate na sua grande área. Juan Valera podia ter impedido o golo mas não o fez por falta de concentração. A nossa equipa respondeu quatro minutos depois, com um bom golo de cabeça de Hohender, depois de um canto bem marcado por Ritchie.

 

Na segunda parte, causámos perigo, mas sem sucesso. E não só perdemos Fethi Jerbi durante algum tempo por lesão (ficará de fora quase até ao fim de Março), como sofremos um golo de uma forma que não lembra a ninguém. Já no último minuto de compensação, o autor do golo do empate dos adversários cruzou a bola a Finnbogason, que marcou. O problema reside no facto de que Finnbogason tinha três jogadores nossos mesmo ao seu pé, e nenhum deles fez nada para impedir o remate ou que o cruzamento lhe chegasse.

 

npower Football League Championship

Hull City Football Club 3 – 1 Knights Templar Football Club

 

hull-1.jpg

 

Antes deste jogo, esperávamos dificuldades, mas não tantas como contra o Bristol City. Rapidamente viríamos a saber como estávamos errados.

 

Sobre o jogo, não há muito a dizer. O ataque esteve em forma razoável, criou algumas oportunidades mas só conseguiu concretizar uma, por Sithole. Quanto à defesa, teve a sua pior performance da época inteira. Juan Valera, Jozef Kovac,, Niklas Hoheneder e Danny Murphy estiveram muito longe do que podem e sabem fazer.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 3 - 2 Cardiff City Football Club

 

cardiff-1.jpg

 

Depois de uma série de três jogos menos agradáveis, era imperativo para a equipa voltar aos bons resultados neste jogo. Apesar de o resultado não o demonstrar, a equipa dominou este encontro e esteve bastante bem, e só não teve melhor performance no marcador final por culpa do árbitro.

 

Jay Bothroyd fez o primeiro golo dos adversários, numa jogada de contra-ataque depois de um canto mal marcado da nossa parte. Vários defesas se encontravam à frente mas isto já foi corrigido ao longo deste jogo e também nos restantes. Dois minutos depois, Ibrahim Igwe, a jogar no lugar de Yaya Sanogo, respondeu com um belo golo, fintando o guarda-redes para colocar a bola dentro da baliza, depois de um passe de Daniel Sithole, já regressado da CAN. Ainda na primeira parte, Igwe voltou a estar em destaque, fazendo a assistência para o golo de Matt Ritchie que se encontrava a jogar na direita, como avançado interior.

 

Ao intervalo, Juan Valera saiu para dar lugar a William Zwane. Na segunda parte, aos cinquenta e nove minutos, Whittingham é supostamente vítima de uma entrada perigosa e violenta de Danny Murphy na grande área, segundo o árbitro. A verdade é que Danny Murphy só cortou a bola, sem atingir o adversário, mas o senhor Mike Jones decidiu não só marcar penalti como expulsar o nosso lateral esquerdo. Nessa altura, Shaun Cross decidiu substituir Tom Walsh e colocar Richard Hughes em campo. O escocês iria para o lugar de Sunny, enquanto o nigeriano iria ocupar a posição de lateral esquerdo. Aos sessenta e um minutos, o Cardiff empatou depois de um penalti cobrado pelo suposto sofredor da falta. Pouco tempo se passou até que Igwe e Sithole dessem mais sinais da qualidade da sua parceria. Perto do meio-campo, o sul-africano desmarcou o ex-jogador do Ponte Preta com um óptimo passe, dando tempo e espaço ao seu colega para meter a bola na baliza como pretendia.

 

A título de curiosidade, Darcy Blake, que foi punido com um cartão amarelo aos cinquenta e seis minutos, é um dos reforços do nosso clube já confirmados para a próxima época.

 

npower Football League Championship

Nottingham Forest Football Club 1 – 2 Knights Templar Football Club

 

nottmforest.jpg

 

Era um jogo que se esperava difícil mas a nossa equipa saiu por cima. A diferença no resultado podia ser muito maior, não fosse por alguma displicência na finalização dos nossos jogadores. De resto foi um jogo bastante bom, que Shaun Cross caracterizou durante a conferência de imprensa depois do jogo como tendo sido um dos jogos que mais o fez vibrar, pela grande qualidade de equipa em campo como um só, embora isso não se evidencie totalmente no resultado

 

Na primeira parte não houve muitos lances que mereçam registo. Algumas faltas, alguns amarelos, muito perigo, mas nenhum golo. Pelo menos da nossa parte, pelo menos. O nosso adversários, o Nottingham Forest, um histórico inglês, chegou à vantagem mesmo em cima do apito que viria a assinalar o fim da primeira metade e a partida para o intervalo. As culpas do golo vão completamente para Juan Valera, que não marcou Tornhout como deve ser, permitindo-o assim marcar de cabeça depois de um canto bem cobrado pela equipa adversária.

 

Ao intervalo foi substituído por William Zwane, que viria a ser um peça importante no desfecho deste encontro. Aos cinquenta e seis minutos da segunda parte, Sunny faz um grande corte sobre Chris Cohen, que ia em direcção à nossa baliza depois de um canto nosso que poderia ter sido cobrado com mais qualidade. A bola sobrou para Ritchie, que fazendo o que lhe compete, cortou para dentro, colocando a bola em Igwe que estava numa óptima posição para marcar. E o nigeriano acabou por concretizar, de primeira. O jogo manteve-se no empate durante muito tempo, apesar de muito perigo causado da nossa parte. Ainda fizémos mais duas substituições, Walsh por Perico e Thiago por Roman Valenta. Já no último minuto do encontro, numa óptima jogada da equipa, Sunny colocou a bola em Valenta (William Zwane iniciou uma corrida em direcção á grande área adversária logo após este passe), que por sua vez a colocou em Perico, que passou ao lateral direito que já se encontrava a entrar dentro da grande área. Zwane rematou e não desapontou, marcando o golo da vitória.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 4 – 0 Ipswich Town Football Club

 

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Excelente jogo da equipa, mostrando novamente qualidade no jogo colectivo, embora merecesse ter saído deste encontro com um resultado ainda mais avolumado. De resto, o jogo teve como destaques o hat-trick de Kovac, que mostrou toda a sua capacidade aérea marcando três golos de cabeça, todos no seguimento de cantos; e ainda o regresso de Sithole aos golos depois de ter voltado da CAN, com um belíssimo chapéu sobre o guarda-redes.

 

npower Football League Championship

Sheffield United Football Club 2 – 3 Knights Templar Football Club

 

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O jogo do mês e talvez até o da época! Neste momento no campeonato parece cada vez mais claro que o título se irá disputar entre duas equipas, a nossa e o Sheffield United. E é aí que está a importância deste encontro. Antes do jogo, o Sheffield United estava a nove pontos de distância de nós e a passar por uma série de excelentes resultados. Se eles ganhassem, não só ficavam a seis pontos da nossa equipa, como ganhavam um enorme aumento de confiança e moral enquanto os nossos jogadores ficariam mais desmotivados, pela derrota. Por outro lado, se fossemos nós a equipa vencedora no final do encontro, ficaríamos doze pontos à frente do Sheffield United, aumentando assim a distância pontual entre ambos e os índices anímicos dos nossos jogadores. Por isso é que este jogo foi tão importante. Por decidir, muito provavelmente, quem irá ser o campeão no fim da época.

 

Ciente do que tinha de fazer e dos perigos que a equipa adversária colocava a nossa defesa, a equipa entrou bem no encontro, fazendo o primeiro golo logo aos doze minutos do encontro, por Daniel Sithole. Novamente a jogada que deu origem ao seu golo foi sinal da qualidade colectiva do encontro, tendo a bola passado pelos dois jogadores do meio, Sunny e Thiago, pelos dois jogadores da direita, Valera e Perico, e finalmente pelo ponta-de-lança Igwe, até chegar aos pés do sul-africano. Nove minutos depois, mais uma bela jogada. Danny Murphy passa a Sithole que joga a bola em Thiago. O espanhol, por sua vez, vendo o movimento do nigeriano Ibrahim, faz um balão para a frente, sobre o defesa que o marcava. Conseguiu o que queria, colocar a bola no seu colega. Com o guarda-redes pela frente, em vez de fintar e rematar, chutou a bola contra o guarda-redes. Felizmente, Matt Ritchie encontrava-se no caminho para onde a bola foi depois da defesa, e com a baliza aberta, fez o segundo golo.

 

Na segunda parte esperava-se uma exibição nos moldes da primeira, mas não foi isso que aconteceu, indo as culpas para a defesa e especialmente para ambos os laterais que estiveram mal na abordagem aos lances que deram origem a ambos os golos. Felizmente, Sithole, que já por tantas vezes tem desempenhado o papel de salvador acabou por fazer isso mesmo mais uma vez, marcando um golo já em cima do fim da segunda parte depois de um excelente passe de Igwe.

 

clsfev.jpg

 

Mais um mês que acaba connosco a continuar na liderança do campeonato. Apesar de uma derrota e um empate, continuámos com a mesma vantagem pontual sobre o Sheffield United, ou seja, doze pontos. No rendimento da equipa este mês no campeonato, a defesa voltou a borrar a pintura mas notaram-se algumas melhorias a meio do mês, e esperamos que a defesa se continue a corrigir cada vez mais. No ataque, a equipa esteve bastante bem, criou muitas oportunidades, mas falhou muitos remates. É preciso melhorar um pouco a nível da finalização. A nível dos golos sofridos e marcados, no que toca aos primeiros descemos várias posições. Em dois meses passamos de ser a equipa que menos golos tinha sofrido para ser a quinta equipa que deixou menos vezes a bola entrar dentro da baliza. No entanto, continuamos em primeiro lugar no que toca aos golos marcados, o que mostra a qualidade do nosso ataque.

 

Neste mês só há quatro jogadores a merecer destaque pelas suas contínuas exibições de qualidade ao longo do mês. São eles Ibrahim Igwe, Daniel Sithole, Sunny e Perico.

 

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De mês para mês, a dificuldade parece aumentar. Dos quatro jogos de Março, iremos enfrentar três equipas do "top eight" da classificação, que nos prometem causar muitos perigos à defesa. O único jogo mais "relaxante" será contra o Millwall, que está na décima-quinta posição do campeonato, mas mesmo assim os jogadores terão que estar cientes dos perigos que esta equipa pode causar. De resto, agradecemos pela série de jogos do próximo mês, que não vai ser tão desgastante como a última.

 

Ainda aproveitamos para deixar aqui o nosso voto de merecidas felicidades para com o treinador Shaun Cross e para a sua namorada e treinadora-adjunta do clube, Lucy Thompson, que no início do mês deram as boas vindas ao seu filho Desmond. Não tarda nada estará a jogar nas camadas jovens do clube, esperemos nós!

 

Até à próxima newsletter!

Editado por Someone

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és um deus, tens aqui um save ENORME, tal como tinha apontado no início!

Contínua!

 

:handclap:

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:handclap:

 

É bom ver que alguém gosta do que tenho feito neste save até agora. Muito obrigado! :compinchas:

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2014/2015 - Março:

 

Antes de mais, queremos anunciar aqui a venda do lateral esquerdo Jan Ranta ao Aalesund da Noruega por um milhão e quinhentos mil euros. O clube mantém 40% do lucro de uma venda futura do jovem e tem uma cláusula de recompra do jogador que permitirá comprá-lo novamente no futuro pela quantia de onze milhões e duzentos e cinquenta mil euros. Shaun Cross afirmou numa conferência de imprensa que a venda do jogador se deveu ao facto de estar constantemente a pedir para sair para outros clubes e ligas, achando-as de mais renome que o Knights Templar Football Club e a Championship. Disse que duvidava que a liga norueguesa chegasse sequer aos pés do escalão inglês mas revelou não estar zangado com Ranta, afirmando ter uma boa relação com o jogador.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 5 – 2 Millwall Football Club

 

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Primeiro jogo do mês, contra uma equipa forte do Millwall, cujo ponto forte é o ataque, sendo o ponto fraco a defesa. Têm vários bons jogadores no seu plantel, como Leigh Griffiths, Froxylias, e Jordan Rhodes.

 

O jogo começou bem nós, causámos bastante perigo e com qualidade. Aos dezassete minutos, depois de um canto bem cobrado por Thiago, Kovac cabeceia em direcção à baliza. Danny Shittu tenta desviar mas não o conseguiu fazer com a direcção desejada, colocando a bola dentro da sua própria baliza. Quase vinte minutos depois, Matt Ritchie consegue cortar a bola com sucesso a Jordan Rhodes quando este ia começar a atacar, passando a bola de seguida para Sithole, que usando todo o seu talento finta vários defesas adversários e remata à entrada da área com força. A bola bate no poste e na barra e entra. A defesa desleixou-se minutos depois e permitiu ao ataque do Millwall tempo e espaço para Gerritsen marcar. No entanto, aos quarenta e três e aos quarenta e cinco minutos, ficámos com uma óptima vantagem no marcador graças ao craque Sithole, que completou assim um hat-trick.

 

Na segunda parte, não há muito a relatar. Conseguimos criar bastante perigo mas apenas conseguimos marcar no seguimento de um canto, graças a um golo de cabeça de Kovac. Quanto ao Millwall, conseguiu marcar desta vez por Leigh Griffiths devido a um erro dos nossos defesas.

 

npower Football League Championship

Blackpool Football Club 0 – 1 Knights Templar Football Club

 

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Esperava-se que ambas as equipas se anulassem mutuamente e foi isso que aconteceu durante grande parte do jogo. Ambas mantiveram uma boa organização defensiva, criaram boas jogadas de ataque mas tanto uma como a outra estiveram horríveis no que toca à finalização.

 

Mesmo assim, fomos a equipa que saiu por cima. Estivemos ligeiramente melhores em todos os sectores do jogo e fomos a equipa que conseguiu sair deste encontro com os três prontos, graças a um golo de Ibrahim Igwe nos últimos dez minutos depois de um lançamento lateral longo bem efectuado por Danny Murphy. A vitória neste jogo garantiu o lugar na equipa no playoff, sendo bastante importante.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 1 - 2 Bolton Wanderers Football Club

 

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O Bolton é uma equipa em ascensão na Championship, depois de anteriormente a este jogo ter conseguido arrancar o segundo lugar ao Sheffield United. Com a qualidade dos seus jogadores, era de esperar um jogo difícil mas apenas o foi porque complicámos as coisas para nós próprios.

 

A defesa, nem vale a pena falar, pois manteve o nível das últimas exibições, ou seja, esteve mal. O ataque e o meio-campo foram os melhores sectores, fizeram com que conseguíssemos dominar a partida mas uma pobre finalização fez com que falhássemos muitas oportunidades de golo que deviam ter sido concretizadas.

 

npower Football League Championship

Norwich City Football Club 3 – 0 Knights Templar Football Club

 

norwich-1.jpg

 

Era de esperar um jogo difícil mas equilibrado, portanto este resultado foi ridículo e absurdo. Ainda para mais a equipa não pode contar com as duas peças mais importantes no ataque ao momento, Sithole e Igwe, pois foram convocados para o CAN sub-20. Resumindo, para o leitor ter a noção de quão mal a equipa esteve, Shaun Cross disse depois da partida que foi o pior jogo que a equipa fez desde que a começou a treinar, em 2010.

 

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A equipa continua na liderança do campeonato mas a performance tanto do ataque como da defesa deixou muito a desejar este mês. Como já é costume, continuámos com a mesma vantagem pontual de doze pontos sobre o segundo classificado. É necessário melhorar tanto o rendimento do ataque como da defesa para o próximo mês ou então podemos vir a perder o primeiro lugar. A nível de golos marcados, no geral, não há muito a dizer, a equipa continua a ser a que mais golos marcou e partilha o quinto lugar de equipa que menos sofreu com o Sheffield Wednesday.

 

Apenas três jogadores merecem ser destacados este mês. São eles William Zwane, Daniel Sithole, e Ibrahim Igwe.

 

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Todos os jogos do próximo mês serão difíceis. O Watford quer chegar aos playoffs, o Reading quer sair na linha de água, o Queens Park Rangers e o Southampton não querem ir lá parar e o Brighton pretende alcançar um lugar mais confortável. São todas equipas com objectivos traçados para este mês de Abril que promete ser muito importante para o campeonato em geral, e como tal, vão dar tudo por tudo para conseguirem uma vitória no nosso campo. E tendo em conta a maneira como a nossa defesa se tem vindo a comportar, tudo fica pior.

 

Até ao próximo mês!

Editado por Someone

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Mês quase perfeito, não fosse o bolton! Já está quase garantido o título de campeão! :celebracao:

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Mês quase perfeito, não fosse o bolton! Já está quase garantido o título de campeão! :celebracao:

 

Pior que o Bolton foi o Norwich, pior jogo que a equipa fez desde o início do save. Para ser campeão falta pouco mas é preciso ganhar os próximos jogos. Obrigado. :compinchas:

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O puto ainda agora nasceu e já o querem tirar aos pais. Que rico avó me saiu esse gajo.

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O puto ainda agora nasceu e já o querem tirar aos pais. Que rico avó me saiu esse gajo.

 

O avô não parece ser boa peça mesmo...mas talvez possa ter algum bom motivo por trás do que anda a fazer.

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Como é habitual nas nossas newsletters, incluiremos uma música alusiva ao percurso da equipa ou uma música ao nosso gosto, para acompanhar a leitura da mesma. Aqui está a nossa escolha para esta edição:

 

 

2014/2015 - Abril:

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 1 – 1 Watford Football Club

 

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Sobre este jogo não vale a pena falar muito, por uma razão bastante simples: dominámos o encontro e fomos superiores, mas por displicência tanto no ataque como na defesa, acabamos por sair da partida com apenas um ponto. Valeu pelo golo de Fethi Jerbi.

 

npower Football League Championship

Brighton and Hove Albion Football Club 1 – 3 Knights Templar Football Club

 

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Jogo de grande importância para nós. Se ganhássemos este encontro conseguiríamos já alcançar a promoção para a Premier League, algo que nunca foi um objectivo mas sempre um sonho. Portanto, para a equipa conseguir garantir já a presença no primeiro escalão do futebol em Inglaterra, teriam de melhorar a todos os níveis no campo, especialmente na defesa e no ataque.

 

A primeira parte foi longe de ser feliz para nós. Dominámos completamente o Brighton durante esta metade, fizemos um número elevado de remates, mas a bola nunca entrou na baliza por falta de pontaria. Por outro lado o Brighton fez golo no único remate que fizeram nos primeiros quarenta e cinco minutos. Ao intervalo, foi necessário para Shaun Cross conseguir motivar os jogadores a dar a volta ao encontro e conseguirem concretizar o sonho de virem a jogar na Premier League o mais rapidamente possível. E como muitos dos seus discursos, deu resultado.

 

Aos cinquenta minutos de jogo, Jacopo Galimberti corta uma bola para fora, na sua pequena área. Perico é chamado a cobrar o canto e cruza a bola para o segundo poste onde Fethi Jerbi se encontrava. Sendo temido pelo seu jogo aéreo, não desapontou e acabou mesmo por colocar a bola dentro da baliza adversária. Vinte minutos depois, o espanhol que tinha assistido o francês coloca a bola em Ibrahim Igwe, que por sua vez corre em direcção à linha de modo a colocar a bola e cruza a bola curta para a grande área. O jogador que lhe havia passado a bola conseguiu-se antecipar aos defesas adversários e fez um óptimo golo, colocando-nos em vantagem. Já nos últimos dez minutos do encontro, outro espanhol de seu nome Juan Valera é chamado para cobrar outro canto, colocando a bola novamente na cabeça de Fethi Jerbi que voltou a marcar, fechando assim o marcador. A promoção estava garantida!

 

Quanto ao jogo em si, no geral, críamos inúmeras oportunidades de golo, defendemos bem, mas houve uma coisa que deixou muito a desejar, o ataque. Esperava-se muito mais de Thiago, Sithole e Igwe neste encontro, falharam muitos remates que deviam ter entrado dentro da baliza adversaria.

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 4 - 0 Southampton Football Club

 

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Depois da equipa treinada por Shaun Cross ter ganho a partida contra o Brighton, a presença na Premier League na próxima época estava assim alcançada. Neste encontro contra o Southampton, a equipa poderia voltar a fazer história. Se os jogadores conseguissem garantir a vitória, seriam campeões. Esperava-se assim uma equipa motivada e com objectivo de conseguir melhorar o desempenho que fizeram no jogo anterior.

 

O jogo em si, foi mais do mesmo. Bom desempenho da defesa, muitas oportunidades criadas, mas durante grande parte tempo de jogo e após um grande número de remates, o nosso único golo foi de Daniel Sithole, no minuto trinta e seis, depois de um bom passe de Thiago. Apesar do resultado avolumado e da boa exibição, isso deveu-se muito ao desempenho da equipa nos cinco minutos finais, período de tempo no qual pareceu que haviam acordado para o jogo de uma vez por todas. E como qualquer grande jogador, Sithole esteve envolvido nos restantes golos, sendo o seu autor. Conseguiu completar um poker que acabou por nos dar o título de campeão. Sim, leram bem, campeão! Somos campeões!

 

npower Football League Championship

Reading Football Club 0 – 1 Knights Templar Football Club

 

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Apesar do clube se ter consagrado campeão da Championship e ter tido algum tempo de folga depois desse dia, esperava-se uma boa exibição contra o Reading. No entanto, a equipa do Madjeski Stadium complicou-nos bastante as hipóteses de conseguir uma vitória neste encontro. Estiveram muito bem, mas a nossa equipa foi um pouco superior.

 

O único golo do encontro surgiu aos trinta e dois minutos com um remate mesmo em cima de linha de Sithole, depois de um canto cobrado por Perico. O outro acontecimento que tem de ser destacado na partida, embora por razões menos felizes, é a lesão de Matt Ritchie, aos oitenta e quatro minutos. Apesar do aparato inicial, pôde jogar no jogo seguinte, contra o Queens Park Rangers.

 

npower Football League Championship

Queens Park Rangers Football Club 2 – 2 Knights Templar Football Club

 

qpr-1.jpg

 

O Q.P.R tem o mesmo objectivo do Reading, impedir a descida à League One. Para este encontro, deram tudo por tudo e infelizmente para nós, conseguiram empatar perto do fim do encontro por culpa da nossa defesa que decidiu regressar aos erros e ao rendimento pouco agradável. Valeu pelo ponto ganho e pelos golos de Sithole e Matt Ritchie.

 

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Da Championship já não há muito para dizer. Conseguimos alcançar a promoção para a Premier League e o título de campeão este mês e desta posição já ninguém nos tira. Nunca foi objectivo acabar a época nesta posição mas estamos muito contentes pela promoção ao principal escalão do futebol inglês. No que toca aos golos marcados somos de longe a melhor equipa, com cento e seis tentos concretizados. Nos sofridos, somos a quinta equipa que menos vezes deixou a bola entrar dentro da sua baliza, a duas jornadas do fim do campeonato.

 

De todo o plantel apenas merecem destaque dois jogadores neste mês de Abril. São eles Daniel Sithole e Fethi Jerbi.

 

Reacções à promoção: Vaz surpreendido | Reacção dos adeptos | Reacção da direcção

 

Reacções à conquista da Championship: Vaz dá vivas a Cross | Reacção dos adeptos | Reacção da direcção

 

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Em Maio apenas iremos disputar dois jogos, contra o Colchester e o Sheffield Wednesday. Vão ser dois jogos difíceis, principalmente o segundo pois a equipa conterrânea do actual segundo classificado quer alcançar uma posição no playoff.

 

Até ao próximo mês!

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Já há algum tempo que não venho aqui :-|

 

Estás a fazer uma época fantástica, surpreendendo tudo e todos e já conseguiste a promoção com uns incríveis 101 pontos e 106 golos marcados e ainda faltam dois jogos.

Agora é que tudo se vai complicar ainda mais, com a subida para o escalão principal de Inglaterra.

O Sithole :prayer:

 

Força!

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Já há algum tempo que não venho aqui :-|

 

Estás a fazer uma época fantástica, surpreendendo tudo e todos e já conseguiste a promoção com uns incríveis 101 pontos e 106 golos marcados e ainda faltam dois jogos.

Agora é que tudo se vai complicar ainda mais, com a subida para o escalão principal de Inglaterra.

O Sithole :prayer:

 

Força!

 

Pois vai ser muito mais complicado, a equipa vai ter de ser alterada profundamente apenas para conseguir a permanência na Premier League na próxima época. O Sithole é goleador. :biggrin:

 

Obrigado. :compinchas:

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Há tubarões atrás dele?

 

De momento sim, tem o Arsenal, o Chelsea, o Milan, o Liverpool e o Inter atrás dele. E já teve outros que agora já não estão interessados, como o Bayern Munich e o Manchester United. Apesar de eles estarem atrás dele não vai sair. Nunca pediu para sair do clube até agora e já rejeitei propostas dele e não se queixou. Tem uma cláusula de rescisão bem grande e precisam de dar o dinheiro todo se o quiserem levar.

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2014/2015 - Maio:

 

npower Football League Championship

Knights Templar Football Club 4 – 2 Colchester United Football Club

 

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Não há muito a dizer sobre este encontro, estivemos muito bem e isso notou-se no resultado que podia ainda ser mais avolumado a nosso favor. A defesa esteve um pouco displicente mas não esteve horrível, e o ataque mostrou grande qualidade, especialmente Thiago, Igwe e Sithole.

 

npower Football League Championship

Sheffield Wednesday Football Club 0 – 5 Knights Templar Football Club

 

sheffwed-1.jpg

 

Último jogo da época. A equipa queria fechar a temporada com um grande jogo e foi mesmo isso que fez, sendo este talvez a melhor exibição da equipa do ano todo. No plantel habitual apenas houve uma alteração. Elliot Parish jogou no lugar de Apoula Edel.

 

Quanto ao jogo, foi uma demonstração do melhor que estes jogadores conseguem fazer. A equipa esteve muito bem, dominou todo o encontro e foi muito eficaz no ataque. Na defesa o rendimento foi mau e ainda valeu Elliot Parish que fez algumas grande defesas durante o encontro. Destacaram-se vários jogadores como Thiago, que marcou dois golos, Sithole que assistiu três, Igwe e o suplente Makiavala que jogou a extremo direito. As jogadas que deram origem aos golos foram quase todas idênticas e com os mesmos protagonistas, o sul-africano, o nigeriano e o espanhol já aqui referidos. Jogaram como uma espécie de triângulo no ataque e as jogadas quase todas surgiram de passes entre os três.

 

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Acabou a Championship. Já sabíamos no fim do mês passado que éramos campeões mas este mês estivemos bastante bem, um pouco a espelhar o resto da época tirando uma ou outra pequena série de más exibições. Merecemos completamente conquistar o título de campeões, embora esse não fosse nem de longe nem de perto o objectivo principal para esta época. Quanto aos golos sofridos e marcados, as posições são as mesmas. Acabámos como sendo a equipa que mais golos marcou (115) e a quinta que menos sofreu (50).

 

Neste mês destacaram-se Fethi Jerbi, Sithole, Thiago, e Igwe. Quanto à análise da performance durante a época toda, vem em seguida.

 

2014/2015 - Análise ao plantel:

 

estatisticasplanel.jpg

 

Na baliza, Apoula Edel, Elliot Parish e Brian Murphy foram as escolhas de Shaun Cross para integrar o plantel principal. O primeiro foi contratado para ser o titular e assim o foi durante toda a época. E não temos razões de queixa. Cometeu poucos erros, apenas sofreu três ou quatro golos por sua culpa e fez muitas grande defesas. Não deverá sair. O seus suplentes foram os outros dois já mencionados. O segundo esteve óptimo no único jogo em que entrou como titular, contra o Sheffield Wednesday, com uma série de grandes defesas e estando muito seguro. Foi também a principal escolha para as reservas e esteve em grande forma. Quanto ao terceiro, não mostrou nada de especial pelas reservas nem na única partida em que entrou de início. Portanto, irá sair.

 

Quanto à defesa, foi um sector que esteve bem mas que também teve alguns períodos um pouco negativos. Começando pelo centro da mesma, contámos durante toda a época com Hoheneder, Jerbi, Lukes e Kovac. O primeiro esteve bem, sendo um jogador importante durante grande parte da época mas quando chegou o mês de Fevereiro, disse que queria sair. Shaun Cross nem pensou duas vezes, do onze titular passou para a bancada. O segundo foi o nosso melhor central de longe e um grande jogador. A defesa passou por maus momentos enquanto esteve lesionado e notou-se perfeitamente a melhoria na defesa quando recuperou. Será titularíssimo na próxima época. O checo foi o que menos partidas jogou e o que pior esteve. Na próxima época será vendido ou emprestado, de forma a jogar mais para poder evoluir. Quanto ao último, formou dupla com o francês quando Hoheneder foi removido do plantel e esteve a um nível aceitável. Fará parte do plantel na Premier League.

 

No lado direito, Juan Valera foi o principal titular. Esteve bem mas não ao nível inicialmente desejado. Durante grande parte da época jogou mais para atacar do que para defender, contrariamente ao seu colega do lado oposto mas o rendimento a nível ofensivo foi praticamente o mesmo. No entanto, foi importante em muitas jogadas e a situação da sua presença no clube na próxima época irá causar dores de cabeça a Shaun Cross para saber o que fazer. O seu suplente, William Zwane, foi titular durante alguns jogos depois do espanhol se ter lesionado durante um pequeno período de tempo e durante alguns jogos foram alternando. Tal e qual como na época passada, esteve muito bem quando foi chamado. Na próxima época, ainda não tem a situação assegurada mas permanecerá nos quadros do clube. Poderá tanto ficar no plantel como ser emprestado, tudo se saberá daqui a uns meses. A jogar no lado oposto, Danny Murphy foi quase sempre titular, depois de na época passada ter sido suplente de Emídio Rafael. Apesar dos seus trinta e dois anos, esteve em grande forma e mostrou porque razão é um símbolo da equipa. Esteve bem a defender e a apoiar o ataque, fazendo o que lhe foi pedido. A sua permanência no plantel titular na próxima época não é garantida mas irá continuar certamente no clube, pois Shaun Cross quer que termine cá a carreira. O seu suplente durante grande parte da época foi Jan Ranta, que depois de manifestar a sua decisão em sair do clube foi imediatamente despachado. Esteve mal defensivamente mas bem a apoiar o ataque.

 

No meio-campo, contámos inicialmente com Sunny, Richard Hughes, Kocev, Perico, e Thiago. O primeiro manteve o rendimento da época passada, esteve perfeito a defender, a sair a jogar e a apoiar o ataque. Não deverá sair do clube mas tem vários clubes interessados. Se oferecerem uma proposta no valor dos sete milhões e meio de euros, o clube deverá aceitar. Por menos que isso, não. O seu suplente foi o veterano Richard Hughes, que se mostrou bastante bem apesar dos seus trinta e cinco anos. Não fará parte do plantel principal da próxima época mas se quiser continuar no clube até ao fim da carreira, ninguém o impedirá. Quanto a Kocev, esperava-se muito melhor e deverá sair na próxima época. Perico foi um dos melhores jogadores do clube e mostrou-se muito bem, com treze assistências e quatro golos. Apesar disso, sairá na próxima época. Não tem a qualidade necessária para jogar na Premier League e não caminha para novo. Por fim, chega a vez de analisar Thiago. Desempenhou várias funções ao longo da época, como construtor de jogo ou número dez. Em ambas mostrou grande qualidade, apesar de ter estado um pouco longe de chegar ao nível de golos que se esperava dele. No entanto, promete muito para a próxima época e será um jogador a ter em conta pelos clubes da Premier League. Tem o A.C. Milan atrás dele, mas não deve sair.

 

Dos extremos não há muito a falar. Matt Ritchie e Alexandru Florean foram as principais escolhas no início da época e estiveram bastante bem. O esquerdino esteve muito bem durante toda a época, ajudando a equipa com nove golos e dez assistências. O romeno também esteve a bom nível até ter saído do clube. Os seus suplentes estiveram bem mas poderiam ter estado muito melhor. Tom Walsh e Roman Valenta deixaram um pouco a desejar e devem ser emprestados na próxima época. Yahoo não prometeu o esperado e portanto o clube não accionará a cláusula de compra. Durante grande parte da segunda metade da época o titular do lado direito foi Perico, a jogar como avançado interior. Esteve muito bem nessa posição.

 

Terminando nos pontas-de-lança, alguns jogaram dentro do razoável e outros estiveram em grande. Josemar Makiavala foi um dos jogadores que menos jogou, assim como Andrei Voican. O angolano começou a época nas reservas e procura de colocação por empréstimo, mas conseguiu regressar ao plantel principal depois da saida por empréstimo do mexicano Ordiales. Jogou bem mas não se pode dizer que se conseguiu impôr. A sua permanência na equipa é uma incógnita, tanto poderá sair defintivamente como por emprestimo. Quanto ao romeno, esse sim já vai de malas feitas para outro clube, apesar de ter jogado bem quando foi convocado. O valor do acordo era demasiado bom para deixar passar, por um jogador que poucas oportunidades teve. Resta falar dos jogadores que estiveram em melhor forma no ataque. Falamos agora de Yaya Sanogo, Sithole, e Ibrahim Igwe. O primeiro, emprestado pelo Manchester United, fez uma grande primeira metade de época a fazer dupla com Sithole. Causou muito perigo pelas defesas adversárias e esteve bastante bem, contribuindo com dezoito golos e treze assistências, mas acabou por perder o lugar para o nigeriano devido à ter baixado de forma. Falando do ex-jogador do Ponte Preta, esteve bastante bem nos jogos que fez pela equipa principal na posição que pertencia ao francês e foi um dos nossos melhores jogadores esta época.

 

Mas nem ele nem ninguém no clube pode sequer chegar ao rendimento do sul-africano Daniel Sithole. Foi de longe o melhor jogador da equipa, fazendo um total de quarenta e oito golos e catorze assistências em quarenta e quatro jogos. Um registo de craque, sem dúvida alguma. A parte dos passes para golo foi a mais inesperada pois não é um jogador de equipa, embora tenha melhorado nesse aspecto. Se há jogador que tem um lugar assegurado na equipa, é Daniel Sithole. É já um dos melhores pontas-de-lança a jogar em Inglaterra, e da maneira que tem vindo a evoluir, ninguém o irá parar.

 

Resumindo, o plantel que Shaun Cross orientou esta época esteve bem e mostrou ter qualidade. Existiram alguns jogadores que estiveram um pouco abaixo do esperado e devem sair, bem como outros que já estão perto do final da carreira ou que não caminhem para novos.

 

Saídas: Niklas Hoheneder (Burnley), Andrei Voican (Deportivo), Perico (Nürnberg), Brian Murphy (Gillingham), Louis Moult (Dundalk).

Dúvidas: William Zwane (empréstimo), Juan Valera (Birmingham, Newcastle, Dortmund, AEK, Levante, Peterborough, Stoke, Montpellier, Colónia), Josemar Makiavala (Ipswich, Huesca, Portsmouth, Ponferradina)

 

Na próxima newsletter, iremos falar das competições cá dentro e lá fora, uma rubrica que já não fazemos desde 2011! Até lá!

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Capítulo XI - Parte III:

 

Influence

 

Pelas 10:00 do dia 17 de Maio de 2015, um domingo, Lucy Thompson acorda com o choro de Desmond. Shaun Cross não está na cama. Provavelmente tinha ido dar uma corrida ou às compras, pensou ela. Chegou ao pé do seu filho e percebeu imediatamente a razão do choro dele, pelo cheiro que se sentia no ar. Mudou-lhe a fralda, deu-lhe um banho e de comer, e foi tomar o seu pequeno almoço. Pouco tempo depois, Shaun entrou em casa. Tinha ido correr, pelo suor nas suas roupas. O treinador inglês dá um beijo a Lucy e vai para o seu escritório. Haviam-se passado sete dias desde o último jogo da época e estavam agora de férias. A data do casamento também já tinha sido decidida, dia 14 de Julho de 2015. A lua de mel ficaria para o ano seguinte.

 

Já dentro do seu escritório, Shaun resolveu pegar num dossier que o clube lhe havia entregado já há muito tempo mas que nunca tinha tido vontade de ler. O assunto do mesmo era a influência dos Templários, Assassinos e até outras organizações mais pequenas no futebol. Já tinha lido há muitos atrás uma pequena parte do dossier e resolveu neste dia tirar a manhã para ler mais um bocado.

 

Chamou-lhe a atenção uma parte muito interessante que falava da influência destas organizações no seu país, a Inglaterra:

 

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Depois de ter lido a informação sobre os principais homens da Ordem dos Templários na Premier League, ligou a Hugo Payens.

 

Hugo Payens: Estou?

 

Shaun: Senhor Presidente, acabei de ler uma parte do dossier que me foi mandado há umas semanas. Só para o avisar que se os restantes membros da Ordem pensam que o nosso clube vai abrir as pernas aos clubes "maiores", estão muito bem enganados. Já ganhámos ao Manchester City, ao Chelsea, e ao Liverpool. Diga aos seus colegas para os restantes clubes não nos subestimarem pois vai-lhes custar muito caro.

 

Hugo Payens: Preferia morrer ao nosso clube facilitar as coisas aos outros! Digo-lhe mesmo, morrer!

 

Shaun: Também não precisa de exagerar, senhor Presidente...

 

Hugo Payens: Não é exagero nenhum, levo a minha honra muito a sério! Se o clube abrisse as pernas a eles, era sinal que eu também o fazia e eu não o quero fazer, como já deve ter dado conta. De qualquer maneira, quero-lhe avisar que contará com mais um treinador adjunto na próxima época.

 

Shaun: Sem querer ser rude, senhor, acho que a Lucy chega e sobra para o lugar. Nunca tinha chegado tão longe com o clube se não fosse por ela.

 

Hugo Payens: Eu sei da importância dela, Shaun. Mas você e ela têm um filho agora, e um filho nesta idade tem de passar mais tempo com a mãe. Com a chegada do senhor que temos em conta para treinador-adjunto, ficará tudo mais fácil para você e ainda terá Lucy a seu lado!

 

Shaun: Sendo assim, tudo bem. Como se chama esse homem?

 

Hugo Payens: Chama-se David. Você conhece-o mais por Beckham.

 

(Mal avisou Shaun de quem o iria ajudar na próxima época como treinador-adjunto, o francês desligou a chamada)

 

Shaun começou a pensar se Hugo Payens já sabia ou não do que se passava nos outros clubes antes da chamada, mas tendo em conta que o francês era o chefe máximo do clube, supôs que sim. Logo em seguida, foi à cozinha lavar uma maçã para comer, tomou um banho e no fim do mesmo resolveu ir falar com Lucy. Falaram do que Shaun Cross tinha lido, de quando ela iria regressar ao trabalho, da chegada de Beckham ao clube e do casamento. Pouco tempo faltava e ainda havia muita coisa para organizar.

 

Muito longe dali, na Itália, mais propriamente em Monteriggioni, reuniam-se vários membros dos Assassinos. Um deles, claramente o líder dos que lá se encontravam, tomou a palavra e dirigiu-se aos restantes:

 

????????: Meus irmãos, é altura de nos vingarmos dos Templários pelas baixas que tem causado na nossa Ordem! Conseguimos arranjar um aliado no clube deles e ele vai-nos dar informação importante sobre os membros influentes da Ordem deles pelo mundo fora. Finalmente vamos dar a esses monstros o que merecem, a morte!

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Fazes bem em não vender o Sithole, ele ainda tem muito para dar no teu clube.

 

Nos dois últimos jogos finais, apesar de já não valerem nada, encaraste ambos os jogos de cabeça firme e arrancaste duas vitórias muito boas, com destaque para a goleada frente ao Sheff Utd.

 

Beckham :prayer:

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David Beckham inflitrado, que engraçado :laugh:

 

Quem disse que é o Beckham?

 

Fazes bem em não vender o Sithole, ele ainda tem muito para dar no teu clube.

 

Nos dois últimos jogos finais, apesar de já não valerem nada, encaraste ambos os jogos de cabeça firme e arrancaste duas vitórias muito boas, com destaque para a goleada frente ao Sheff Utd.

 

Beckham :prayer:

 

Eu só o vendo pela cláusula de rescisão, que está bem perto dos 80 milhões de euros. Por isso duvido o que venham buscar. Quanto aos jogos, foram bons, mas é pena que tenham guardado a melhor exibição da época para o último jogo.

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2014/2015 - As outras competições:

 

Competições Internacionais:

 

Liga dos Campeões: Eliminatórias e final | Vencedor: Atlético de Madrid

Liga Europa: Eliminatórias e final | Vencedor: Arsenal

Supertaça Europeia: Liverpool

Campeonato do Mundo de Clubes: Bayern Munique

 

O vencedor da edição da Liga dos Campeões deste ano foi o Atlético de Madrid, que se tem estabelecido como uma das equipas mais fortes da Europa. Na fase de grupos teve como companheiros o Anderlecht, o Besiktas, e o Estugarda. Acabaram em primeiro lugar com treze golos marcados e três sofridos. Nos oitavos de final, apanharam pela frente o Bayern Munique, vencedor da edição anterior. Ganharam por 1-0 em casa e empataram 2-2 na Alemanha. Na eliminatória seguinte, apanharam o Porto. Empataram a uma bola em casa, mas golearam a equipa portuguesa por 6-0 no Estádio do Dragão, numa das piores exibições dos dragões de sempre. Ganharam quatro partidas, empatando uma contra o Valencia por 2-2, e perdendo outra contra os alemães, por 1-0. Nas meias-finais enfrentaram o Bari, perdendo primeiro em casa por 2-1 e ganhando fora por 2-0. No jogo que iria decidir quem era o vencedor da Liga dos Campeões, defrontaram o eterno rival Real Madrid, e conseguiram conquistar o troféu com um golo de Cavani e um autogolo de Canales. Ozil foi quem marcou pelos Galáticos.

 

Na Liga Europa, o vencedor foi o Arsenal. Na fase de grupos, encontraram adversários relativamente fáceis, o Bucaspor, o Rosenborg, e o AZ Alkmaar. Na eliminatória seguinte, apanharam o Sampdoria, o qual venceram por duas vezes sem dificuldade. O Mónaco seria o seu próximo adversário e causou dificuldades à equipa inglesa, ganhando o primeiro jogo no Emirates Stadium. No Estádio Louis II, a noite foi dos britânicos que conseguiram alcançar uma vitória gorda de quatro bolas a uma. Nos quartos-de-final, defrontaram o Liverpool. Perderam o primeiro jogo que foi realizado fora por uma bola, mas responderam em casa com uma goleada por cinco bolas a zero. Seguiu-se o Benfica, que perdeu os dois contra a equipa treinada por Bob Bradley. Na final, o Arsenal defrontou o Marselha e saiu vitorioso. Van Persie e Pazzini foram os autores dos golos.

 

Na Supertaça Europeia, o Liverpool levou a melhor sobre o Bayern Munique, alcançando a vitória com um único golo, de Daniel Pacheco. No Campeonato de Mundo de Clubes, a equipa alemã saiu vencedora depois de golear o Atlas, do México.

 

Inglaterra:

 

Barclays Premier League: Vencedor: Chelsea | Classificação

 

A formação treinada por David Moyes saiu como a campeã no final da prova. Apesar disso nunca tiveram a certeza que iriam conquistar o título devido à prestação do Arsenal, que lutou até ao último jogo. Destaque para a péssima prestação do Manchester City que apesar de ter um dos melhores plantéis da Premier League não foi além de um 12º lugar. Destaque para as descidas de Stoke e Birmingham.

 

npower Football League Championship: Campeão: Knights Templar Football Club | Classificação | Estatísticas

 

Não há muito a dizer que o leitor já não sabia. O nosso clube foi o merecido campeão da Championship e participará na Premier League na próxima época. Destaque para o Bolton, que é clube de primeira liga mas que não conseguiu a subida.

 

npower Football League One: Campeão: Middlesborough | Classificação

 

É arrepiante a quantidade de grandes equipas que se encontram na League One. Destacam-se o Middlesborough, que foi campeão; o Portsmouth, o Leicester, o Derby e o Charlton, entre outros. O Portsmouth voltou a falhar a promoção como havia no ano passado.

 

FA Carlsburg Trophy: Vencedor: Braintree

Johnstone's Paint Trophy Vencedor: Hartlepool

Community Shield: Vencedor: Manchester United

Carling Cup: Vencedor: Liverpool

FA Cup Vencedor: Tottenham

 

Outros países:

 

Bundesliga: Classificação

Liga BBVA: Classificação

Liga Zon Sagres: Classificação

Ligue 1: Classificação

Serie A: Classificação

 

Prémios:

 

goldenboot.jpg

 

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A equipa conseguiu arrecadar um total de três prémios. O mais importante foi o atríbuido a Daniel Sithole, por ter sido considerado o melhor marcador da Championship, com quarenta e cinco golos marcados. Também bateu recordes, foi o jogador que mais golos marcou numa época não só na nossa equipa, como também no segundo escalão inglês. Seguiu-se Shaun Cross, que recebeu o prémio de Manager of the Year, tendo sido assim considerado o melhor treinador da divisão nesta época que terminou. Para terminar, ainda alguns jogadores nossos garantiram lugar na PFA Championship Team of the Year. São eles Apoula Edel, Fethi Jerbi, Thiago, e Daniel Sithole, incluíndo Sanogo nos suplentes.

 

Aumento das instalações:

 

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Devido à presença do clube na Premier League na próxima época, a direcção resolveu melhor certos aspectos das infraestruturas ligados ao clube de forma a acompanhar e ajudar o crescimento do mesmo. As melhorias na academia são as com mais importância a longo prazo, pois permitirão ao clube apostar na formação nos próximos anos.

 

Até à próxima!

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Sporting em 9º :mrgreen:

 

Sithole com 45 golos :espanto: :prayer:

Estou confiante que farás uma boa época de estreia na Premier.

 

Força!

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